Há nos CHUC um especialista dos especialistas; Manuel Antunes de seu nome, que rasga e cose corações sofridos, a quem já tive necessidade de alertar para certas maneiras de ver os Enfermeiros, alguns dos quais foram especializados nas mais prestigiadas escolas do país e do estrangeiro e a quem, em tempos, tivemos o privilégio de gravar lições soberbas sobre o coração, dá, agora mostras de ter entendido o nosso pensamento, que era pôr os Enfermeiros ao seu nível.
Sem aqueles Enfermeiros aquele Mestre não tinha os êxitos que tem.
À sua maneira e jeito ele reconhece-o. Nós só discordávamos do método pouco explícito, que usava.
Colega atenta, transmitiu-me que o ilustre cirurgião disse mais ou menos isto, para compensar as bacoradas que o Sr. De Pombal:
[Os Médicos deviam respeitar mais os Enfermeiros, porque foram eles, numa época (de pré-proletarização) em que os Médicos não eram funcionários, que ergueram o SNS].
Segundo a Colega atenta, tal afirmação foi feita numa entrevista que o Prof deu. Mas não me soube dizer nem a quem, nem quando.
Não nos surpreende, pois os Médicos que fazem coisas diferentes na Medicina, sabem como devem estar reconhecidos aos Enfermeiros.
Se alguém, que costume passar as vistas por este blogue, souber localizar essa entrevista, fico imensamente grato se fizer o favor de me dizer quando e onde, para lhe dar o nosso relevo.
E convidá-lo a dar uma lição ao Sr. Dr. Bernardo de VilasBoas, para que ele convide, por seu turno as possidoneiras-pataqueiras, que são mais conhecidas por COORDENADORAS DE USF OU UCSP.
Precisam de saber urgentemente que, quando o Dr. Arnaldo Sampaio lançou o PNV e a SP, foi às Enfermeiras que recorreu, que hoje se confunde com a actividade dos Médicos.
E o Prof. Gonçalves Ferreira, que os comunistas radicais sanearam, depois de regressar do brilhante trabalho que fez em Moçambique, na Universidade emergente, daquele jovem Estado Independente, desconhecendo que era um dos camaradas mais ilustres e secretos, depois desaneado e colocado no lugar que ocupava, por mérito, acabou a sua função, com a dignidade, que lhe era própria.
Pois para quem não lê o DR e não tem acesso a estes despachos broncos e contra-despachos regeneradores, informo que escreveu uns livros a que, na altura, intitulou a "Moderna Saúde Pública" destinados sobretudo às Enfermeiras de Saúde Pública, obviamente.
Por este pequeno apontamento se desvenda o tamanho das alarvices que o Sr. De Pombal bota pela boca fora, convencido que está, que foi a ele que Deus, esse AMQNPC, pediu licença para criar o mundo.
E de tão entretenido que anda a pensar na sua universal grandeza, nem assim dá conta, que o mundo já existia, antes de SExa arrancar de Pombal para o seu desconhecido, mas que já tinha habitantes.
Estamos, pois, na fase da gargalhada. Todavia como rir faz bem à saúde, aproveitem, Colegas, enquanto não tiverem vencimentos justos, como teriam se fosse o Sr. DR.Manuel Antunes o Ministro da Saúde, porque, ao menos esse não tem medo que os Médicos lhe inventem uma doença e sabe, como teve a coragem de demonstrar que antes de chegarem os proletários da medicina, já os Enfermeiros/as tinham feito a montagem de um serviço sério e eficaz, que Correia de Campos e os seus prosélitos, transformaram num feudalismo serôdio do sec. XXI.
Os seus "trombeteiros" levam na trombeta o "médico de família" que repetem até, ao risível.
Parecem samurais do feudo.
Com amizade,
José Azevedo
domingo, 31 de agosto de 2014
NÃO SERÁ SAÚDE A MAIS!?
ARS do Algarve zela pelo estado de saúde dos estrangeiros instalados temporariamente no Aeroporto
POR HUGO RODRIGUES • 23 DE AGOSTO DE 2014 - 15:40
A Administração Regional de Saúde do Algarve IP e a Direção Regional do Algarve do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras vão estabelecer um protocolo de cooperação no domínio da promoção do acesso à Saúde por parte dos utentes do Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária (EECIT) do Aeroporto Internacional de Faro. O acordo foi celebrado ontem, numa cerimónia que juntou os responsáveis máximos, a nível regional, das duas entidades.
No âmbito deste protocolo, a ARS Algarve IP irá disponibilizar uma equipa de técnicos de saúde para prestar cuidados de saúde no Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária (EECIT) do Aeroporto Internacional de Faro, sempre que necessário e por sinalização por parte da Direção Regional do Algarve do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Do acordo faz parte «a avaliação do estado de saúde dos utentes, realização de tratamentos simples, prescrição de medicação, preenchimento da documentação relativa ao estado de saúde e continuidade de cuidados aos utentes, de forma a assegurar um acompanhamento médico adequado às necessidades dos mesmos e encaminhamento para estruturas de saúde de referência e ainda a promoção de ações de educação para a saúde, entre outras».
«Por seu lado, a Direção Regional do Algarve do SEF irá disponibilizar o apoio adequado, nomeadamente, alimentação e medicamentos, e toda a informação necessária para a avaliação e acompanhamento clínico destes utentes, de acordo com as suas necessidades e solicitação da equipa de saúde da ARS Algarve», bem como «assegurar o acesso dos utentes aos tratamentos prescritos e o seu encaminhamento para as estruturas de saúde, sempre que necessário e indicado», anunciou a ARSA, numa nota de imprensa.
II}
A Administração Regional de Saúde do Algarve rejeitou as críticas das estruturas sindicais que apontavam para falta de investimento na saúde. Enfermeiros, auxiliares de ação médica, técnicos administrativos, de diagnóstico e superiores cumpriram 24 horas de greve esta sexta-feira, devido à falta de recursos humanos e de material nas unidades de saúde da região.
Da parte da ARS do Algarve chega a informação que, em 2014, «foram contratados 22 médicos e 45 enfermeiros para o CHA». «Estão neste momento abertas mais de uma centena de vagas para a Região do Algarve: cerca de 90 para especialistas de Medicina Geral e Familiar e 46 para especialistas da área hospitalar, entre outras carreiras profissionais. Foi ainda recentemente autorizada para o Algarve a abertura de 105 vagas para médicos das diversas especialidades da área hospitalar. Os respetivos procedimentos concursais serão abertos em breve e oportunamente divulgados», segundo a entidade.
II}
ARS do Algarve rejeitou críticas de que há falta de investimento na saúde da região
POR SUL INFORMAÇÃO • 23 DE AGOSTO DE 2014 - 9:14
A Administração Regional de Saúde do Algarve rejeitou as críticas das estruturas sindicais que apontavam para falta de investimento na saúde. Enfermeiros, auxiliares de ação médica, técnicos administrativos, de diagnóstico e superiores cumpriram 24 horas de greve esta sexta-feira, devido à falta de recursos humanos e de material nas unidades de saúde da região.
O instituto público defendeu-se, numa nota de imprensa, das críticas «sobre alegada falta de investimento», elencando um conjunto de «recursos públicos que o Ministério da Saúde tem vindo a canalizar para reforçar a prestação de cuidados de saúde primários e hospitalares na Região».
«O Ministério da Saúde, em articulação com a Administração Regional de Saúde do Algarve IP, têm implementado uma estratégia no sentido de aumentar a capacidade de resposta dos cuidados de saúde primários e hospitalares e a alargar a rede de cuidados continuados integrados, quer através de investimentos em novas unidades e obras de melhoramento das instalações e equipamentos existentes, quer na abertura de concursos para contratação de profissionais de saúde», garantiu a ARSA.
Este último ponto é aquele que causa mais discórdia. Apesar dos repetidos anúncios por parte da ARS e do Governo que foram abertas vagas para profissionais de saúde, na região, a larga maioria foi para médicos. Mas, como admitem tanto o ministro da Saúde, como o presidente da ARSA, muitos dos lugares destinados a clínicos irão ficar por preencher.
Situação oposta acontece com os enfermeiros, para os quais abriram recentemente 45 vagas. O problema apontado pelos sindicatos, neste caso, é que estas vagas não chegam, sequer, para colmatar as saídas recentes de enfermeiros. Além disso, há carências profundas noutras carreiras, alegam, como as de auxiliares e técnicos de diversas áreas, que não são sequer mencionadas pelos responsáveis pela saúde, na região.
Da parte da ARS do Algarve chega a informação que, em 2014, «foram contratados 22 médicos e 45 enfermeiros para o CHA». «Estão neste momento abertas mais de uma centena de vagas para a Região do Algarve: cerca de 90 para especialistas de Medicina Geral e Familiar e 46 para especialistas da área hospitalar, entre outras carreiras profissionais. Foi ainda recentemente autorizada para o Algarve a abertura de 105 vagas para médicos das diversas especialidades da área hospitalar. Os respetivos procedimentos concursais serão abertos em breve e oportunamente divulgados», segundo a entidade.
Além dos investimentos já mencionados, a ARSA defende que as «alterações organizativas levadas a cabo na rede hospitalar da Região do Algarve», permitiram «reduzir os custos de exploração e assegurar a sustentabilidade financeira do Centro Hospitalar do Algarve».
As «verbas adicionais de convergência, para reequilíbrio financeiro e regularização de dívidas a fornecedores, das unidades hospitalares na região do Algarve no montante de 74milhões de euros» canalizadas entre 2011 e 2013 para o CHA, a conversão de 74 milhões de euros de dívida em reforço do capital estatutário do centro hospitalar, «incluindo perdão de juros de 5,3 milhões de euros».
Investimentos que, para os profissionais, não estão a contribuir para a melhoria do Serviço Nacional de Saúde, Antes pelo contrário. Os sindicatos e forças políticas da oposição defendem que os serviços públicos de saúde atingiram o nível mais baixo de capacidade de resposta «desde que o SNS foi criado» e defendem que há uma política de desinvestimento na saúde, por parte do Governo, que visa beneficiar o setor privado.
A ORDEM, A DESORDEM E NOVAMENTE A ORDEM
O "E" de enfermeiro é agora um duplo "E": Enfermeiro Exausto!
ALEXANDRE TOMÁS
No setor da saúde, a gestão de recursos humanos há muito que precisa de um efetivo planeamento.
Realidade ou ficção, verdade ou demagogia, planear ou cortar, exausto ou a enganar, informar ou calar, gritar ou silenciar!?
Chego ao serviço antes da hora. Fardo-me. Coloco o meu cartão. Releio uma vez mais a palavra que ao longo dos quase 20 anos tantos sentimentos contraditórios tem gerado: Enfermeiro.
Na sala de trabalho consulto o horário para o próximo mês. Já existem 20 turnos extraordinários para completar. A enfermeira chefe solicita a compreensão de todos. A devida fundamentação da necessidade de mais enfermeiros no serviço já foi (re)enviada para o Conselho de Administração e a reposta sempre a mesma: Não há autorização para contratação! (Os dados recolhidos pela Administração Central dos Sistemas de Saúde, evidenciam sistematicamente que os serviços hospitalares têm menos enfermeiros que os necessários...)
Estou pronto para o início do meu dia de trabalho. Recebo o turno. A manhã (das 8h às 16:30) da minha colega foi caótica! Mais doentes do que está previsto (nos serviços de internamento é frequente haver doentes em macas para além da lotação do serviço), problemas burocrático/administrativos sistemáticos, aplicativos informáticos "pré-históricos" (há sistemas que demoram 10 minutos a "abrir sessão"), falta de material ou desajustado para as atividades, familiares preocupados e ansiosos, doentes mesmo "doentes" com imensas necessidades em cuidados de saúde.
A minha tarde (das 16h as 24h) foi similar ao turno da manhã. Avaliar cada situação, estabelecer prioridades, agir com conhecimento, competência e responsabilidade... Num confronto permanente entre os cuidados que devia prestar e a capacidade humana de os realizar. Espero ter tempo para reduzir a dor que oiço e vejo nos rostos frágeis. Espero que ninguém caia da maca, nem que nenhum doente contraia uma "infeção hospitalar". Hoje somos dois enfermeiros de tarde, deveríamos ser 4. Estamos nos mínimos... Não jantei, comi uma maçã, bebi meio litro de água e dois cafés. Às 22h, uma colega que vinha fazer noite telefona a informar que o filho piorou e não pode vir trabalhar. O meu colega já está a fazer dois turnos seguidos (dos tais extraordinários "previstos"). Por razões legais, éticas e deontológicas, só posso sair do serviço quando for rendido/substituído e, neste caso, será às 8:00 de amanhã. Ligo para casa. Atende o meu filho mais velho que pergunta, "estás quase a chegar, papá?" A resposta foi dada à mãe!
"E" sentimentos contraditórios...
O turno da noite acalmou pelas 4 da manhã, quando deixamos de receber doentes da urgência ou do bloco. Vigilância dos doentes, avaliação de sinais vitais, posicionamentos… até às 8:00h sem parar. Repito a maçã, a água e os cafés. Passei o turno e ainda fico a terminar os registos. Vou-me desfardar e volto a olhar o cartão. Sentimentos contraditórios. Mas o "E" de enfermeiro, é agora um duplo "E", Enfermeiro Exausto! São 9:30 e, mais logo, entro às 16h para completar as 40h! (A passagem de 35 para 40 horas, no caso dos enfermeiros, não se efetivou com mais uma hora de trabalho por dia, tal como grande parte dos "funcionários públicos", mas sim na perda de dois dias de folga por mês).
No mundo de ficção podemos admitir que um Ministro das Finanças não conheça o efeito do aumento de carga fiscal, que o Ministro da Economia não conheça os fatores de competitividade, que o Ministro da Justiça não conheça o Código de Processo Penal ou que o Ministro da Administração Interna não conheça a diferença entre GNR e PSP.
No setor da saúde, a gestão de recursos humanos há muito que precisa de um efetivo planeamento, de tal forma que garanta formação de profissionais adequada para satisfazer as necessidades das pessoas, e consequentemente custo/efetiva.
No mundo da ficção alguns líderes das organizações profissionais estão amorfos, relegados a um silêncio ensurdecedor, coniventes com o poder político.
No mundo real não é incompetência, são opções.
No mundo da ficção não emigravam cerca de 2000 enfermeiros por ano, reconhecidos e aceites em todo o mundo!
No mundo real a sistemática desvalorização dos profissionais de saúde terá efeitos a médio longo prazo, altura em que o ‘alzheimer’ não nos deixará recordar os atuais decisores e cúmplices.
3 - Despacho n.º 9958/2014, do Ministério da Saúde Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, publicado em Diário da República, 2.ª série — N.º 147 — 1 de Agosto de 2014.
Até à data de envio deste e-mail, passados 27 dias após a sua publicação em D. R., estranho que no site da OE, incluindo as Secções Regionais da OE, não se observe nenhuma menção de acordo ou desacordo com o que está publicado, como tal quero questionar o Sr. Bastonário:
- Este silêncio acontece porque a OE concorda com este despacho?
- No Texto "... que os atos clínicos de natureza médica no âmbito da emergência médica praticados por Técnicos de Emergência estão,...", "... 1. Os atos clínicos de natureza médica no âmbito da emergência médica...", "... 3. Os atos clínicos de natureza médica no âmbito da emergência médica praticados por Técnicos de Emergência, nomeadamente no que envolver a administração de medicação quando enquadrada em algoritmos diferenciados de atuação em emergência médica e a manutenção da via aérea, ventilação e circulação (A -B -C), só podem ser praticados por delegação e sob supervisão de um responsável médico, no âmbito dos respetivos poderes de controlo. ...", "... 5. Considera-se que existe delegação de competências para a prática de atos referidos no número 3, quando o responsável médico e o Técnico de Emergência aceitam fazer parte do mesmo programa de emergência médica. ...", .
Como define o Sr. Bastonário estes actos clínicos de natureza médica?
A OE está a assumir a existência do acto médico, que os actos que os Enfermeiros fazem no seu dia-a-dia são actos clínicos de natureza médica delegados?
- Tal como já acontece com a administração de Glucagon (que os TAE continua a administrar por indicação do Médico regulador), aparentemente será um acto clínico de natureza médica delegado, este despacho também já define que "... n) Realizar a monitorização do ritmo cardíaco e enviar eletrocardiograma de 12 derivações para os locais definidos pelo INEM;...", outro exemplo que actos clínico de natureza médica delegados que os TAE vão assumir.
Que outros actos clínicos de natureza médica se seguem para serem praticados por TAE por delegação médica, actos estes que raramente ou quase nunca são efectuados por médicos?
- A OE nada fez para impedir a formação dos TAE na administração do Glucagon IM, em que o módulo prático da administração foi efectuada por enfermeiros das secções regionais do INEM, que outras formações para os TAE a OE está disposta a apoiar?
- Estamos a assistir ao inicio da perda de identidade e autonomia dos Enfermeiros?
Que posição publica vai tomar o Sr. Bastonário e/ou os Presidentes das Secções Regionais da OE?
Agradeço um esclarecimento urgente destas questões.
Cordialmente
2 - Exmo. Sr. Enfermeiro Germano Couto Bastonário da Ordem dos Enfermeiros
2 - Exmo. Sr. Enfermeiro Germano Couto Bastonário da Ordem dos Enfermeiros
José Luís Pires Santos, enfermeiro, colocado no Serviço de Urgência do CHLN, membro nº 5-E-27497, em virtude da publicitação abusiva do seu nome em documentos privados, vários locais diferentes do Serviço de Urgência Central do CHLN, vem expor e requerer com os fundamentos seguintes:
- No dia 28/07/2014 foram afixados em vários locais do Serviço de Urgência do CHLN (serviço de observação, copa, sala de café, vitrina onde estão expostos os horários, sala de tratamentos 1), também com exposição para profissionais, utentes e seus acompanhantes, a resposta da Srª Enfermeira Directora ao CA do CHLC, onde consta o nome do ora queixoso;
Acontece que esta resposta está relacionada com o pedido de inspecção que o ora queixoso fez ao IGAS, em virtude de o Enfº Chefe do Serviço de Urgência do CHLN, ter implementado um banco de horas sem qualquer apoio legal;
Acontece que estes documentos estão afixados em locais de acesso a utentes, acompanhantes dos utentes, a enfermeiros do CHLN e aos demais profissionais existentes no CHLN, com o nome do ora queixoso bem legível tal como se pode observar nas fotografias em anexo;
É de realçar, que também existe um documento da Ordem dos Enfermeiros relativo ao mesmo tema, uma resposta da SRSul da OE, dirigida à Sra. Enfermeira Directora do CHLN, que por imposição da Ordem dos Enfermeiros e de acordo com imperativos estatutários a documentação afixada no Serviço de Urgência era reservada conforme dispõe a informação da Secção Regional do Sul com a referência SRS/CDR/AT/sg 002744 de 25 de Junho de 2014, quando diz "A informação, conteúdo e forma (…) devendo a mesma ficar reservado relativamente a terceiros.".
Pelo acima exposto solicito e por estarem em causa, pelo menos, a violação dos direitos para com a profissão, previstos no Artº 90º do Código Deontológico do Enfermeiro, solicito a V. Exª se digne mandar instaurar processo de averiguações a fim de determinar e avaliar a respectiva responsabilidade disciplinar.
sábado, 30 de agosto de 2014
Bastonário da OE ao [ i ] 30.08.2014
NB: {Salus populi suprema lex esto} [A Saúde do Povo deve ser a suprema lei], ou dito de outra forma: {Salus populi, esto suprema lex = Ó Saúde do Povo, sê tua a suprema lei} de facto é uma máxima que a Ministra das Finanças deve decorar.Mas o Ministro da saúde, S.M.O. também está muito virado para as finanças e para a ficção, na saúde, que os imaginários e inventores das doenças publicitam. Os Cubanos Médicos são apenas um exemplo, digo eu, José.
BRINCADEIRAS DE MAU GOSTO COM OS NOSSOS TÍTULOS
| 26-08-2014 |
| Ordem dos Enfermeiros reúne com INE para clarificar a Classificação Portuguesa das Profissões |
|
A Ordem dos Enfermeiros (OE) reuniu com o Instituto Nacional de Estatística (INE), no dia 13 de agosto, com o objetivo de clarificar alguns conceitos relativos à Classificação Portuguesa das Profissões (CPP). Os termos «parteira» e «auxiliar de enfermagem» foram alguns dos tópicos abordados no encontro em que a OE mostrou preocupação quanto ao risco de exclusão, das estatísticas portuguesas, da categoria de enfermeiro especialista.
A Presidente do INE, Dra. Alda Carvalho, informou a OE que não se perspetiva, para breve, uma revisão da Classificação Europeia de Profissões (CEP), esclarecendo que os indicadores (as profissões) escolhidos a nível nacional devem ser exatamente os mesmos utilizados na CEP e o mais próximo possível da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) pelo que o INE tem limitações na mudança de termos.
O INE comprometeu-se a informar a Ordem caso seja realizada uma revisão internacional dos conceitos e a elaborar notas de clarificação adicionais às categorias consideradas pela OE como problemáticas.
No final da reunião, o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Enf. Germano Couto, solicitou que a auscultação à OE seja obrigatória em futuras revisões, na medida em que apenas as ordens profissionais têm legitimidade para definir as suas categorias.
Estiveram também presentes na reunião a Senhora Vice-presidente do Conselho Diretivo, Enf.ª Lúcia Leite, e o Chefe de Gabinete do Bastonário, Enf. Raul Fernandes.
A Presidente do INE, Dra. Alda Carvalho, informou a OE que não se perspetiva, para breve, uma revisão da Classificação Europeia de Profissões (CEP), esclarecendo que os indicadores (as profissões) escolhidos a nível nacional devem ser exatamente os mesmos utilizados na CEP e o mais próximo possível da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) pelo que o INE tem limitações na mudança de termos.
O INE comprometeu-se a informar a Ordem caso seja realizada uma revisão internacional dos conceitos e a elaborar notas de clarificação adicionais às categorias consideradas pela OE como problemáticas.
No final da reunião, o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Enf. Germano Couto, solicitou que a auscultação à OE seja obrigatória em futuras revisões, na medida em que apenas as ordens profissionais têm legitimidade para definir as suas categorias.
Estiveram também presentes na reunião a Senhora Vice-presidente do Conselho Diretivo, Enf.ª Lúcia Leite, e o Chefe de Gabinete do Bastonário, Enf. Raul Fernandes.
| CGB/RF - GCI/PG |
"RIDENDO CASTIGAT MORES"
"RIDENDO CASTIGAT MORES"
Fomos ontem, a Chaves ao ACES, mais concretamente, aos terrenos envolventes e por ele abrangidos.
O assunto não é novo nem raro: trata-se de desautorizar as Enfermeiras Chefes de carreira ou das categorias subsistentes, porque os "apóstolos" de Bernardo, o "usfico"padroeiro, decidiram abrir naquele ACES mais uma capela tipo USF em homenagem ao patrono Bernardo.
A possidoneira, pataqueira, vulgo coordenadora, é uma espécie de governanta, a quem o S. Bernardo conferiu plenos poderes para escolher as suas escravas, a que chama a "minha equipa" dela.
Depois nada bate certo:
Não pode avaliar Enfermeiras, porque não tem competências;
Não pode chefiar Enfermeiras, porque não tem conhecimentos, nem hierarquia;
Não pode planear-lhes as tarefas, como governanta que é, porque são autónomas no planeamento e execução, quase como os boticários;
Não pode perceber o que estão a fazer porque não cursou Enfermagem.
Vejam os sarilhos em que o S. Bernardo e as suas pseudo-utopias, meteram estas governantas, que se gabam de até poderem escolher a sua equipa.
Simplesmente, apesar de todos estes barbarismo, que os mandões aprovam, porque ser realista não dá votos, lá se criou mais um barrete vermelho, do tipo USF e da marca S. Bernardo.
Mas como o Demiurgo, esse Ordenador Universal, não dorme, entra em acção a autenticidade da coisa que são umas categorias subsistentes, que permanecem, para retirarem o prazer e:
Fomos ontem, a Chaves ao ACES, mais concretamente, aos terrenos envolventes e por ele abrangidos.
O assunto não é novo nem raro: trata-se de desautorizar as Enfermeiras Chefes de carreira ou das categorias subsistentes, porque os "apóstolos" de Bernardo, o "usfico"padroeiro, decidiram abrir naquele ACES mais uma capela tipo USF em homenagem ao patrono Bernardo.
A possidoneira, pataqueira, vulgo coordenadora, é uma espécie de governanta, a quem o S. Bernardo conferiu plenos poderes para escolher as suas escravas, a que chama a "minha equipa" dela.
Depois nada bate certo:
Não pode avaliar Enfermeiras, porque não tem competências;
Não pode chefiar Enfermeiras, porque não tem conhecimentos, nem hierarquia;
Não pode planear-lhes as tarefas, como governanta que é, porque são autónomas no planeamento e execução, quase como os boticários;
Não pode perceber o que estão a fazer porque não cursou Enfermagem.
Vejam os sarilhos em que o S. Bernardo e as suas pseudo-utopias, meteram estas governantas, que se gabam de até poderem escolher a sua equipa.
Simplesmente, apesar de todos estes barbarismo, que os mandões aprovam, porque ser realista não dá votos, lá se criou mais um barrete vermelho, do tipo USF e da marca S. Bernardo.
Mas como o Demiurgo, esse Ordenador Universal, não dorme, entra em acção a autenticidade da coisa que são umas categorias subsistentes, que permanecem, para retirarem o prazer e:
- {- "Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
- Desta vaidade, a quem chamamos Fama!
- Ó fraudulento gosto, que se atiça
- C'uma aura popular, que honra se chama!
- Que castigo tamanho e que justiça
- Fazes no peito vão que muito te ama!
- Que mortes, que perigos, que tormentas,
- Que crueldades neles experimentas!} (95 - canto IV -Lusíadas)
- Eis senão quando, as persistentes exigem o seu lugar e função que ninguém pode ocupar, sem ser ilegal e abusivamente.
- Quem o impõe é o art.º 106º Lei 12-A/08 de 27 Fev, que o art.º 6º do DL 122/2010 de 11 de Nov. atribui às Enfermeiras Chefes, para libertar as escrevas das governantas, sejam pataqueiras, possidoneiras ou simplesmente; "enviadas" de S. Bernardo.
- Com amizade
- José Azevedo
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
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