quinta-feira, 9 de abril de 2015

É NAS PANELAS VELHAS...

QUE SE FAZ A BOA SOPA (PROVÉRBIO FRANCÊS)



 OLHEM ONDE ELE PÔS AS MÃOZINHAS !!!



TANTA TERNURA!


quarta-feira, 8 de abril de 2015

DIRECÇÃO DE ENFERMAGEM DE VIANA DO CASTELO


Ao contrário do que possa parecer, à vista desarmada, o processo de formação da Direcção de Enfermagem da ULSAM não está parado; pelo contrário, os Colegas das Categorias subsistentes continuam a dar um bom exemplo de ajuda a corrigir o que está mal.
Chefiar Enfermeiros e Serviços de Enfermagem não é tarefa fácil, como é sabido por aqueles que carregam o fardo aos ombros.
Por isso há sempre um momento para dizer basta.
Claro que a culpa não é da ULSAM mas de quem não faz as correcções na lei que já devia ter feito há muitos anos.
Infelizmente, o ministério da saúde e da doença, que temos, não tem a noção nítida (nem julga necessário ter) do valor dos Enfermeiros e de que muitos dos problemas, com que se debate, resultam do aviltamento das direcções de Enfermagem, que manter instável um Serviço, que devia ser o esteio do Sistema.

Não entende a diferença do que é "passar e andar"; para  o "estar e ficar".
Ora, quem passa e anda não tem capacidade, por falta de percepção, da problemática que se desenrola ao longo do percurso completo.

Todos os que estão na mesma situação, podem contar com o nosso apoio, pois a Enfermagem não pode estar a ser comandada por "arrivistas" de circunstância, como quem tem feito as leis, que temos, previu, numa perspectiva, que nem Maquiavel conseguiu ter, apesar de todo o seu objectivismo político, ao criar o seu "príncipe".

Com amizade,
José Azevedo

terça-feira, 7 de abril de 2015

MAIS UMA AJUDA PARA PERCEBEREM AS CAUSAS DA NOSSA LUTA


Pode haver quem se admire com a nossa paciência e a daqueles que representamos.
Porém, para combater, de forma eficaz, as forças do mal, que se abateram sobre nós e para nossa desgraça, tínhamos de passar esta prova de resistência.
Não há memória, em Portugal, do novo regime; de tamanho desrespeito por um grupo profissional, tão prestimoso e útil, socialmente, como é o Enfermeiro. Não obstante...

Para os desmemoriados lembramos o que foi prometido aos Enfermeiros, em 22 de Setembro de 2009, quando o governo, de então, que já não tem mais mãos para sacudir, diz, no DL 248/09 - art.º 7º e 22º que, no prazo de 30 dias, ia promover à contratação colectiva, que seria no dia 22 de Novembro de 2009.
Seguiu-se o 2010 e o 2011 e a mudança de governo...

[Artigo 7.º
 Categorias 
1 - A carreira especial de enfermagem é pluricategorial [ai é?!] e estrutura-se nas seguintes categorias:
 a) Enfermeiro;
b) Enfermeiro principal.
2 - Os rácios dos enfermeiros principais na organização dos serviços, estruturados conforme a carreira aprovada pelo presente decreto-lei, e desenvolvidos em instrumento de regulamentação colectiva de trabalho, são estabelecidos em diploma próprio, no prazo de 30 dias após a entrada em vigor do presente decreto-lei.
......[ E ainda:]
Artigo 22.º 
Instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho.

 As normas do regime legal da carreira especial de enfermagem podem ser afastadas por instrumento de regulamentação colectiva de trabalho, nos termos da lei.]

E os Enfermeiros têm esperado e desesperado por culpa dos já devidamente identificados.

Por isso vamos avisando a todos sobretudo aos Enfermeiros de que a hora se aproxima, para darmos uma lição magistral à política e aos políticos (que sao os que vivem da política).

Iremos desvendando a forma de operar durante a greve, para que esta atinja o máximo de eficácia.

Sabemos que o conflito de direitos é dirimido com o recurso ao princípio da PROPORCIONALIADE!
O nosso direito é a uma greve eficaz, sem atropelarmos minimamente, e só, o direito do outro.

Não se pode dizer que tenhamos sido impacientes e precipitados.
Não podemos permitir que se julgue a Enfermagem pela aparência que alguns maus colonos da dita, têm dado dela.
Também esses precisam de ser reeducados.

Revoltai-vos. vítimas de tamanhas injustiças e, não recueis, perante as eventuais ameaças, pois é avançando que se ganham as batalhas.
E estamos a preparar tudo para que a próxima batalha seja ganha, pois cada um vai desempenhar o seu papel.

Com amizade,
José Azevedo

domingo, 5 de abril de 2015

A PREPARAÇÃO DA GREVE-MÃE ACELERA


{BALENTÃO! 

Então e a greve de todas as greves?
A MÃE delas? É para hoje ou é para amanhã? 
em 


Aqui está um comentário que, apesar de anónimo, é estimulante.
Começa por pronunciar o termo "v"alentão com "B", que será a letra a prevalecer na evolução futura da língua, através de um fenómeno da gramática histórica que se chama "abrandamento", que algumas edições gramaticais trazem nas últimas páginas.

Depois, põe-lhe uma pintinha de surpresa incerta, ou seja; incredulidade...

Mas é preciso conjugar, pacientemente, um conjunto de pormenores a considerar para que a Mãe da Greves seja mesmo isso e desfaça, sem sombra de dúvida, a má impressão, que o Ministro da Saúde tem das greves banais e banalizadas, dos Enfermeiros.

Não nos vamos poupar a esforços, na preparação duma greve, que é de todos os Enfermeiros, pois é para eles, que trabalhamos.  

Lembrem que o futuro da Enfermagem com o estatuto, que merece, passa por nós e pela nossa organização, como a experiência está a demonstrar.

De passagem, deixamos um aviso: não se fiem em cantigas, das que trouxeram a Enfermagem ao lodo.

E para não terem medo ou medos, pensem nisto:
{}

Esta foi uma contribuição para o entendimento de quem atemoriza as pessoas, sejam os inquisidores do Santo Ofício, que terminou definitivamente, em Portugal, em 16 de Junho de 1821.
"O reino do medo" que por exemplo; o Santo Ofício semeou, até essa data, mereceu esta nota, referente a Portugal: 
«O inimigo desaparecera. A Inquisição ajudara a  persegui-lo, mas em consequência,criara-se um fosso que se tornaria mais largo que um oceano. Por conseguinte, a paranóia sangrara a prosperidade e levara à decadência. Foram a intolerância da sociedade imperial e a perseguição de ameaças imaginárias que afastaram os seus impérios para os melancólicos túneis do esquecimento»

Feliz Páscoa
 e pensamentos positivos, sem receios infundados, criados apenas por parasitas incómodos, para lhes servirem de escudo, escondendo a vergasta, na infernação em que transformam a vida dos Colegas, já de si tão complicada!
Deixem-nos comigo, porque estou a terminar um programa de sociabilização, ajustado à correcção de deficiências que, ingenuamente, evidenciam, por falta de modelos adequados.

Não se distraiam com eles, na preparação da Greve Mãe das Greves! 

Com amizade,
José Azevedo
Anónimo
em 03-05-2014




sábado, 4 de abril de 2015

APESAR DE TUDO VÃO TER DE OPTAR PELA ROSA DA PROXIMIDADE



Quando os Enfermeiros começaram a sentir as dores do crescimento, na sua bondade e ingenuidade, não havia malícia suficiente para saberem defender-se dos predadores.
A Ordem, que devia servir, para os autonomizar, definitivamente, fez o contrário, por culpa dos próprios Enfermeiros, que por lá, têm andado.
O desastre começa a dar-se com a unicidade Sindicato/Ordem, sem se saber, onde começava um e acabava outro, como se fosse um só sindicato. Foi assim, de 1998 a 2011.
Os abutres, que se alimentam do suor enfermeiro, iam dizendo: se houvesse um só sindicato  (o deles, claro), havia mais força, nos Enfermeiros, para conseguirem impor-se, às forças contrárias. Mas iam fazendo o contrário e pactuando com elas!
O resultado está bem visível, para contrariar as tendências da unicidade sindical.
Depois, veio a destruição da carreira, com que o mesmo grupo, nunca esteve de acordo. Lembramos aos enganados que; a Enf.ª Maria Augusta de Sousa, 15 anos à frente da Ordem, promoveu uma greve contra a publicação da carreira do DL 437/91 de 8 de Novembro.
A destruição dessa carreira, arrastou consigo:
1 - Os concursos, eternamente contestados, a norte do Mondego, para destruir as chefias, que não dominavam;
2 - A criação dos CIT, para transformarem os Enfermeiros, em mão-de-obra barata e descartável, como material de consumo corrente, aos quais acenam com promessas vãs e fictícias;
3 - O afastamento progressivo das chefias de Enfermagem da administração dos serviços de prestação de assistência sanitária: Centros de Saúde e Hospitais;
4 - A implantação de falsos conciliadores enfermeiros, colaborantes e subservientes, para com a Classe Médica, por escolha desta, de entre os que dão a garantia de não a contrariarem;
5 - A preparação para retirarem o estatuto de corpo e carreira especiais, aos Enfermeiros, por ordem tácita da Frente Comum da Função Pública, comandada pela Avoila, DDT, (que manda em todos). A Enfermagem faz falta a esse grupo, como bandeira dos 30 e tantos sindicatos, alguns dos quais com poucos ou nenhuns associados, para além dos corpos gerentes.
6 - E muitas outras coisas, que não vamos abordar, aqui e agora, porque ficam para quando tratarmos o tema das sociedades sem classes (só as deles), explicando aos jovens Enfermeiros, por que foi criado um MDP/CDE ou, mais realisticamente; - MDP/PCÉ. Para este último disfarce, iam os intelectuais e profissionais liberais; os golas brancas. No PCP assumido, ficou a sociedade sem classes; os golas azuis. Ora, os Enfermeiros foram invadidos por uma horda de glutões, comandados pelos golas azuis, por sua vez, comandados por um gola branca, aceite pelos golas azuis, na área da saúde.

Mas havemos de desenvolver mais este tema, quando tratarmos, especificamente, da libertação da Enfermagem e dos Enfermeiros, como já prometemos aos prisioneiros da estratégias da desclassificação dos Enfermeiros, também eles vítimas ingénuas.

Iremos falar de, quando os extremos se tocam, para fins próprios de cada ponta. Terão nomes e organizações e provas.
 O resultado é andarem a falar de coisas, que não sabem nem querem saber, porque os seus interesses são só seus e não da comunidade.
Nos CS inventaram a maneira de dividir os profissionais, entre si, para reinarem, só eles. Veja-se a aberração das USF modelo B e os 4370€ de incentivos fixos, para cada Médico da corda. E, de passagem, vejam o que acontece com as USF modelo A e com as UCC. São brindadas com zero incentivos. Ah, Correia de Campos, Correia de Campos!
Se passarem, agora, para os Hospitais, vão encontrar o Enfermeiro Principal, que começa 106€ acima do Supervisor subsistente, no seu último escalão. Seriam estes, se as coisas não mudarem, que iam escravizar os Enfermeiros, por conta da estratégia maldita e indignificante do Enfermeiro!
E o desânimo e desinteresse e desmotivação, instalam-se nos Enfermeiros e a prestação dos cuidados lentifica-se e descaracteriza-se.
Finalmente, iremos ensinar aos que tiverem a coragem de nos ler, que a salvação do SNS e a sua sustentabilidade estão na possibilidade de os Enfermeiros assumirem a CONTINUIDADE DOS CUIDADOS, da comunidade para os Centros de Saúde e Hospitais e, daqui, para a comunidade, seu habitat próprio e natural.
Os Doentes crónicos não ficam, nos hospitais, apenas a ocupar camas, que são mais caras do que num hotel de 5 estrelas (o dobro, pelo menos); ficam a dar sossego aos que não têm tempo a perder com coisas hospitalares e muito agudos. E se as camas estiverem ocupadas com crónicos... podem rumar à privada; certo, correto?
(continua)

Com muita amizade e alguma preocupação,
José Azevedo

ROSA DA PROXIMIDADE - A SALVAÇÃO DO SNS

quinta-feira, 2 de abril de 2015

EU BEM TE ENTENDO, MEU PERISSODACTILO





Como eles sabem disfarçar!

E a Ordem, no meio da desordem endógena, nem um suspiro, nem um b...

Dizia a notícia:

«Médicos do Hospital de São João vão aprender a dominar a técnica das incubadoras...»

Para quem cultive o hábito de fazer perguntas, aqui vão algumas a que esperamos respostas das Ordens Enfermeira e Médica, porque isto é com elas, em primeiro lugar e, com todos os Enfermeiros, em geral, bem o mal representados.
Claro que os nascituros precoces nascem são antes do tempo porque os Médicos já afastaram as parteiras do seu prestimoso ofício/arte, mas ainda não adaptaram a Mãe Natureza aos caprichos e violações médicas.
A Enfermagem é tanto uma ciência quanto o é a Medicina; nem mais nem menos. Para quem tiver dúvidas aconselho a ler o 2º volume da "teoria do conhecimento científico" de Armando de Castro, que Deus haja.
Pergunta-se; por que querem os Médicos do São João meter-se nas incubadoras?
Por humildade, dada a mania da grandeza que têm, bastantes mais do que seria para desejar...
Para substituírem as Enfermeiras, cujo êxito das incubadoras, na recuperação dos prematuros, é 100% dessas Enfermeiras, prematuros que a violação da Natureza pela Medicina produz, além de um ou outro acidente, claro está?
Não se trata disso.
Para reduzir a Enfermeira é uma complementaridade (como dizem os ineptos de banda larga) do Médico, eles, os Médicos vão fingir que vão passar 24 horas a olhar pelos prematuros, passando a Enfermeira de essencialidade, nesta área, a complementaridade, como já vai acontecendo com as parteiras.
Que dirá a isto o DR. José Manuel Silva Pombal's, por parte da OM?
Quem está a invadir a área de quem?
Não são os Médicos a invadir a área dos Enfermeiros?
Ou será que só tem olhos para ver os Enfermeiros a receitarem?
E o Sr. DR. Germano Couto, não consegue enxergar isto?
Ou terei de ser sempre eu a fazer figura do que não sou, para me catalogarem na espécie a que não pertenço de todo, tirando-me aquela pequena dose natural, obviamente.
Vá lá; digam, pelo menos se acham bem ou mal esta ingerência?

Com amizade e bastante caridade,
José Azevedo
Nota Breve: perissodáctilo é o mamífero que se move apoiado em 4 dedos, com unhas grossas...

quarta-feira, 1 de abril de 2015

HORAS de NOITES_SÁBADOS_DOMINGOS_FERIADOS_DL 62-79



HORAS EXTRA E INCÓMODAS -  Horas Extra e Incómodas < Clique>

 Começa-se a ouvir falar, demasiadas vezes, como pagar as horas extraordinárias e incómodas, que demasiados Enfermeros estão já a confundir com bolsas de horas para lá da aberração a que já estão habituados a chamar as bolsas de horas, que os funções públicas estão a rejeitar e os Enfermeiros, em vez de se associarem à rejeição do pagamento das horas extra e outras, com folgas de compensação como sempre fizeram e mal, esquecendo que quem paga isso são os colegas, que têm de lhe assegurar o serviço escalado, o que só tem acontecido com os Enfermeiros, Colegas uns dos outros: toca a todos, portanto.
Experimentem a fazer isso com os administrativos ou com os Médicos!
Serão as horas de trabalho desses outros mais dignas do que as dos Enfermeiros, para merecerem (sempre mereceram) tratamento diferente?
Para cabal esclarecimento aqui deixamos mais uma velharia, que foi publicada em 1979 (e que continua em vigor enquanto vigorar o DL 62/79 que lhe deu origem) e que diz que só o próprio tem o direito de escolher o pagamento: em tempo ou em dinheiro.
Analisem a prática e vejam como tem razão o Povo quando diz: «Quem te manda, ó sapateiro, tocar rabecão». 
{Imaginem uma chefia médica a dizer que o seu subordinado não faz falta ao serviço, por isso pode ser dispensado com folga de compensação?! - desculpem, foi só uma pequena brincadeira, sem ofensa...}
Eles querem comandar-nos, mas é só politicamente, partidariamente, porque disto, das leis, só sabem asneira, ou formas de escravização dos Colegas. Isto enquanto Ministro e Secretários de Estado e dos outros dormem, ou fingem que...
E o que é espantoso é haver quem goste e nem pode, nem quer, nem tolera de ouvir falar nesta evidência.
Sabemos que há sempre quem caia no conto do vigário, mas os Enfermeiros têm de estar mais atentos à defesa dos seus interesses e escolherem à melhor.
 Para facilitar a leitura da C/N nº8/79, e porque foi elaborada com a nossa comparticipação activa, numa época, em que a experiência dos trabalhadores e seus representantes era imprescindível, porque ainda não havia tantos sábios "inatos" (não confundir com "inapto" sem o "p" brasileiro; são dos que já nasceram ensinados), foi feita uma consulta às instituições para exporem as suas dúvidas acerca da interpretação mais correcta do DL 62/79 de 30 de Março, assinalando-as, a dita C/N 8, com a letra [D] = Dúvida a que se dava Resposta assinalada com a letra [R].

Prezados Colegas, resistam aos usurpadores dos vossos direitos, um dos quais e mais importante é, sem dúvida alguma, o horário de trabalho.
Se não souberem peçam-nos ajuda, pois estamos aqui, também para isso: ajudar quem precisa.

Com amizade e atenção
José Azevedo