quinta-feira, 4 de maio de 2017

NORMAS DA GREVE /SERVIÇOS MÍNIMOS - Lei 7/2009 de 27/02/2009




Caros Colegas,
Informamos:

NORMAS DA GREVE /SERVIÇOS MÍNIMOS 
Lei 7/2009 de 27/02/2009

1 – Nos termos do nº 45 do artigo 538.º, os serviços mínimos devem respeitar os princípios da necessidade, da adequação e da proporcionalidade.

2 – Dado tratar-se de uma greve de zelo, começa pelo cumprimento rigoroso de horário de trabalho escalado, de acordo com o artigo 56.º nº 1 a 12 do Decreto-Lei n.º437/91, de 8/11.

3 – O plano de trabalho de cada Enfermeiro obedece ao rigor de zelo que o enfermeiro em greve deve respeitar, não passando a outras tarefas sem terminar as que executa com referido rigor.

4 – As normas internas do serviço são para cumprir, desde que se enquadrem nos três princípios definidos /definidores em um.

5 - A produção adicional em cirurgia (vulgo SIGIC) não se enquadra nos três princípios referidos no ponto 1 pelo que não é garantida a sua inclusão nos serviços mínimos a prestar, ficando à exclusiva responsabilidade, desde a cirurgia ao recobro, sob a responsabilidade do cirurgião e equipa respectiva.

6 – Compete ao Enfermeiro grevista reconhecer as urgências das várias situações que se lhe deparem, rejeitando liminarmente, as urgências extemporâneas, que certos médicos costumam diagnosticar sem que sejam realmente urgentes.

7 – Nenhuma das tarefas habituais é excluída dos serviços mínimos, cujo limite é traçado pelo zelo que o Enfermeiro deve imprimir ao seu plano de trabalho.

Coimbra/Porto, 2017-05-04
Sindicato Independente Profissionais de Enfermagem – SIPE / Sindicato dos Enfermeiros – SE

quarta-feira, 3 de maio de 2017

GREVE DO DIA 10 EM DIANTE EM NOTÍCIAS



GREVE EM NOTÍCIAS <prima>

GREVE EM NOTÍCIAS 2 <prima>

GREVE EM NOTÍCIAS 3 <prima>

GREVE EM NOTÍCIAS 4 <prima>

GREVE EM NOTÍCIAS 6 <prima>


GREVE DOS MÉDICOS, ÚLTIMAS<prima>

O DESRESPEITO À ENFERMAGEM COMEÇA NA PRÓPRIA ENFERMAGEM



O DESRESPEITO À ENFERMAGEM <prima>

NB: Onde é que eu já ouvi isto, por outras palavras?
José Azevedo

AOS ENGANADOS







NB: É pelos jornais, que descobrimos estes falhanços.
Neste conjunto devem estar Enfermeiros dos que nunca fizeram nada pelo Sindicato e que julgam que fora do Sindicato conseguem adquirir os direitos que o Sindicato garante melhor do que qualquer outra entidade.
Não sabemos quanto pagaram para serem enganados, nem quem os enganou.
O que sabemos é que, enquanto não aprenderem a caminhar para o Sindicato, onde são atendidos sem intenções secundárias, nomeadamente pecuniárias, porque a cota é global, até para consultar os juristas, continuarão a ser presas fáceis, dos vendedores de ilusões.
Colegas de Meio Ave, tentem reproduzir mentalmente o processo de aquisição de vítimas enganadas e desagradeçam-lhe, porque foram enganados.
Para estes assuntos não há melhor via do que a sindical.
«O homem é um animal social: quem não se associa ou é deus ou é asno».(Aristóteles)

Se juntarmos este caso ao do Hospital São Sebastião/Santa Maria da Feira, são dois caprichos demasiado caros suportados pelos Enfermeiros vítimas inocentes, levados à prática por individualistas antisindicalistas, dos quais devem afastar-se, exigindo-lhes responsabilidades, eventualmente.
Como devem calcular estes fenómenos custam-nos muito a engolir.
José Azevedo

COMO SE GASTA O DINHEIRO PÚBLICO



AS PREFERÊNCIAS NOS GASTOS<prima>

NB - Por que não se gasta com pessoal e se explora, para além dos limites razoáveis?

Porque investir em pessoal não deixa "comissões"; o dinheiro vem contado do Ministério das Finanças, para os ordenados.
Mas se o bolo é comum... Por isso; se se investir em obras tem de reduzir em pessoal.
O estranho desta coisa é escandalizarem-se com o Engenheiro da ARS N, sendo o fenómeno nacional e público.
Não é por causa destes investimentos que o Sócrates se debate com os prazos, que não são ultrapassados, para permitir o arquivamento de processos/obras, maiorzinhas, claro?...
A diferença é que, pelo dito, aqui na ARS N comiam vários.
José Azevedo

HENRICARTOON CHOQUE<prima>

terça-feira, 2 de maio de 2017

REUNIÃO NO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS



REUNIÃO NO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS <prima>


NB:

Estivemos reunidos no Ministério das Finanças, com o grupo que está a tratar da AVALIAÇÃO-REGULARIZAÇÃO das situações precárias.
Tínhamos dúvidas se as carreiras especiais como as da Enfermagem  estavam incluídas. A resposta foi positiva e, portanto; vamos passar à fase seguinte, que é a de instruir os interessados como fazerem o requerimento que vai ser avaliado por uma comissão "ad hoc".

PROJETO DE PORTARIA <prima>

REDAÇÃO FINAL DA PORTARIA <prima>

Como se infere, isto é apenas, um pormenor na nossa arrancada, para a vitória.

José Azevedo


segunda-feira, 1 de maio de 2017

QUEREM SABER O QUE FOI E SERÁ SINDICALISMO!?


OS ENFERMEIROS NÃO ESTÃO SÓS; MAS SIM, MAL ACOMPANHADOS!

Há um défice geral no entendimento de qual é o papel das organizações profissionais, que representam, a seu modo e segundo os seus estatutos, os Enfermeiros, que as integram, como é o caso da Enfermagem/Enfermeiros.
Se alguém se interrogar por que têm os Enfermeiros uma Ordem e Sindicatos (não um só sindicato como têm uma só Ordem);
Se olharem para o lado e se perguntarem por que têm os Médicos uma Ordem e Sindicatos (não um só Sindicato, como têm uma só Ordem), há uma explicação lógica para esta fenomenologia, para esta analogia simétrica.
No caso dos Enfermeiros, porque passaram a ser uma profissão autónoma. E como diz, e diz bem, Coriolano Ferreira: «....uma profissão ou é AUTONOMA e, se o não é; não é PROFISSÃO». Sendo assim, e é assim, e não pode ser de outra maneira, os assalariados Enfermeiros, também podem trabalhar por sua conta e risco, e por isso necessitam duma Ordem, que os responsabilize, pelo que fazem, nessas condições livres do patrão, que são eles.

No caso dos Médicos deu-se o fenómeno inverso: já eram uma profissão autónoma, por isso eram responsabilizados por uma Ordem, pelo seu exercício, por conta própria.
Entretanto, foram-se transformando em assalariados, dependentes de um patrão a quem passaram a vender o seu trabalho. Ora esta mudança de estatuto criou-lhes, aos Médicos, a necessidade de terem sindicatos a defenderem-nos do patrão, que passaram a ir tendo.
Para os que têm dúvidas do que são Ordens Profissionais e Sindicatos horizontais têm, aqui, nestas duas profissões bem próximas, do que ambas tinham e passaram a ter necessidade de vir a ter.
Só por má-fé, ou simples ignorância inocente e cúmplice, é que se podem confundir  estas organizações;
Quando os Enfermeiros viram os Sindicatos impedidos de emitir carteiras profissionais, cujo regulamento de carteira era o código deontológico, precisaram de criar a Ordem, para essa função;
Quando os Médicos passaram a ser assalariados, precisaram de Sindicatos, para defenderem interesses, que a Ordem não abrange, os direitos profissionais, porque a Ordem só trata dos deveres profissionais. 
Quem disser o contrário disto mente, por má-fé, ou ignorância; ou ambas.
É por esta e muitas outras razões que oferecemos estes suplementos culturais e profissionais, que devem ler com atenção, sobretudo o capítulo 8 e 8.1 que se interroga, depois duma análise muito objetiva e SABEDORA,dos movimentos de trabalhadores por conta de outrem: "QUO VADIS" SINDICALISMO E SINDICATOS?
Sugiro que não vejam neles outra intanção especulativa, porque não a encontram.
(José Azevedo)

1 - VETERANO BRITÂNICO <prima>

2 - REFORMISMO ALEMÃO <prima>

3 - MODELO SUECO <prima>

4 -AVANÇADAS ITALIANAS <prima>

5 - COMPLEXIDADE FRANCESA <prima>

6 - EXCEÇÃO AMERICANA <prima>

7 - FALSO ESPELHO JAPONÊS <prima>

8 - QUE FUTURO PARA O MOVIMENTO OPERÁRIO?<prima>

8.1 - QUE FUTURO PARA O MOVIMENTO OPERÁRIO?<prima>

EXEMPLO PRÁTICO DE NÃO SABER ONDE ACABA O PARTIDO E COMEÇA O SINDICATO <prima>