domingo, 4 de maio de 2014

O CALISTA PODÓLOGO


NB:
Os benzedores e perpetuadores do REPE, que ponham os olhos nisto e se ofereçam, para ajudar a fazer um REPE aos CALISTAS:
1- Ouvida foi a Ordem dos Médicos, porque Médicos são os podologistas da Gandra.
2 - A Ordem dos Enfermeiros não foi ouvida, porquê?
3 - A zona do pé não é uma zona comum dos Enfermeiros a quem compete o tratamento do "pé mdiabético"?
4 - Será que a Ordem dos Enfermeiros, já contestou esta intromissão da Ordem dos Médicos, que não é a principal interessada em delimitar fronteiras; em partilhar áreas de actuação de outros, como é o caso dos Enfermeiros...
5 - Leiam a "complementaridade". Também os Enfermeiros segundo o REPE, passam a ser complementaridade dos "calistas". Está no artigo anterior (o da negociata) uma referência aos "intencionalistas" autores do REPE.
Que pena não terem as vistas mais rasgadas, para poderem ver um palmo acima do horizonte!
Convém não esquecer que estas ingerências da Ordem dos Médicos dependem da ignorância dos nossos legisladores, que para não pensarem, para esses ignorantes tudo que é saúde é "médico". Tudo o mais, onde se inclui a Enfermagem, apesar da sua antiguidade, ainda não é conhecida por eles.
Vamos ver se a Ordem dos Médicos se vai preocupar com os remédios para os calos e quem os pode receitar, como se preocupa, opõe e impede os Enfermeiros e as Parteiras de receitarem, impedindo a comparticipação.
Esperamos que os actuais directores da OE se desenvencilhem, rapidamente, da influência que o SEP exercia na OE, no tempo Augusta/Guadalupe.
A Enfermagem não é o que elas pensam nem o que conhecem dela: é bem mais.
Estão a ver o perigo de termos a profissão representada por uma gama de IU bem mais numerosa do que as nossas necessidades e expectativas.
Meditem nisto, Colegas, e não se deixem distrair com as eventuais discordâncias acusatórias de divulgarmos os principais responsáveis pela decadência da Enfermagem, comparando o que ela evoluiu, no período antes da Ordem e o que deacaiu, depois de criada a Ordem, por inabilidade de quem a dirigia.
A Enfermagem é uma ARTE, que exige treino.
Estas coisas devem-se à influência, na nossa Arte, dos autores de teorias vazias de conteúdo.
Não restam pois dúvidas da cumplicidade da Ordem dos Médicos, de intromissão abusiva na área da Enfermagem e na atomização da mesma, dividindo como propriedade da Ordem dos Médicos, pelos carecidos de estatuto e campo de acção.
Já estamos à espera de ver as posições entre os CALISTAS e o pé diabético e os Enfermeiros.
Entre muitos defeitos, que a Classe Enfermeira tem; está o demasido respeito e veneração por aqueles, que não nos respeitam nem param de nos agredir.
Somos contra a violência; mas não abdicamos de usar o vigor na defesa da Enfermeira e do seu estatuto, largamente acreditado pelo tempo e pela prática.
Os anjinhos acreditam que a força da Medicina se funda na "ciência".
Essa mania já invadiu, até, a Igreja. Foram ferozes as lutas dos que defendiam A FORMA DE:  se a Deus se chega pela RAZÃO - LOGOS ou pela FÉ... A teo...logia (ciência de Deus), passa por esta dúplice interpretação.
Podem participar das minha dúvidas;
Por que é que uma simples vacina para a gripe das aves (H1Nx) pode matar uns, inutilizar outros e não garantir a inoquidade a ninguém. Se a medicina fosse uma ciência e se a sua força e atrevimento lhe viessem daí, todos os vacinados reagiriam da mesma maneira.
A água ferve a 100º cntígrados, ao nível do mar; isto é saber científico, porque é conhecimento universal e necessário; é igual em todo o mundo, tende sempre para o mesmo efeito a partir da mesma causa.
Mas com os indivíduos as mesmas causas nunca produzem os mesmos efeitos.
Por isso o investigador popular diz:
«Há 2 coisas que não consigo entender; ser padre e ir para ao inferno; ser médico e morrer».
 Não é portanto, da hipotética e abusada ciência, ao abrigo da retórica vazia, como sempre, que vem a prepotência da Ordem dos Médicos.
Segundo a tese de Matthias Rath, podemos conjecturar que as suas prepotências são proporcionadas pelas "forças do mal", que, por sua vez a vão buscar à patente e à química, que começou com a casca do salgueiro a dar origem à "aspirina da B"e ao registo da 1ª patente.
Será ética termos respeito por quem passa a vida a provocar-nos e a desrespeitar-nos?

Lendo a síntese dos 10 Mandamentos Cristãos "Ama a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a ti mesmo".
Depois induz-se; "não faças aos outros o que não queres que te façam..."

Virando a moeda da outra face, lá se diz: pela ética pura não estás obrigado a respeitar, amar quem não tem igual respeito e amor por ti. A reciprocidade é um pricípio universal.
Sêde bons, mas não bacocos ou lorpas.
Deus manda oferecer a outra face, quando nos agridem numa; mas não é para darem mais bofetadas; é o sinal para podermos retibuir a bofetada com outra bofetada e um pontapé educativo, se o agressor fizer o gesto de ir dar outra bofetada.

Com amizade e preocupação
José Azevedo

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A Associação Portuguesa de Podologia (APD) está a ponderar processar judicialmente a Ordem dos Médicos em tribunal por causa de afirmações de seus dirigentes sobre a regulamentação do exercício da profissão que classifica de «falsas e gratuitas».

A questão aqui é a total aniquilação de todas as profissões que prestem cuidados a pessoas com problemas de pés, dada a natureza deste projecto de diploma e que se pode constatar pela redacção da lei(Consultar Aqui) tal como:

"g) «Podologia» a ciência da área da saúde que têm como objetivo a investigação, o estudo, a prevenção, o diagnóstico e a terapêutica das afeções, deformidades e alterações dos pés;
h) «Podologista» o profissional que desenvolve as atividades de investigação, estudo, prevenção, diagnóstico e terapêutica das afeções, deformidades e alterações dos pés; "
Portanto esqueçam isso do trabalho em equipa... Os proponentes da lei querem o exclusivo de tudo!
Tens uma unha encravada? Só podologista o pode fazer.
Tens uma ferida no pé( de qualquer natureza)? Só o podologista o pode fazer.
Tens um entorse? Só um podologista pode intervir.
Fracturaste um pé? Só um podologista pode intervir
Queres corrigir a tua postura por um problema na anatomia do pé? Só podologista o pode fazer.
Mas se não acreditam, leiam o diploma...
Portanto, duma penada só, transforma-se a profissão de podologista na única que pode fazer o que quer que seja a pessoas com problemas nos pés.
Há quem pense que o Mundo só apareceu quando nasceram, ignorando todo o passado e presente. No presente Milhares de Enfermeiros avaliam e tratam pessoas com feridas nos pés, qualquer que seja a natureza da ferida, centenas de enfermeiros reabilitam pessoas com problemas nos pés, milhares de médicos prestam cuidados a pessoas com problemas médicos e cirúrgicos, dezenas de técnicos de ortoprotesia desenham próteses, centenas de fisioterapeutas prestam cuidados a pessoas com problemas nos pés, etc etc etc...
Há quem não queira trabalho em equipa, apenas ficar com tudo para si, mesmo não tendo arcaboiço para o fazer, quer em qualidade dos profissionais( é uma área demasiado vasta para ser exclusiva dum profissão, anulando a acção de enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, técnicos de ortoprotesia, até de Sapateiros!) , quer em quantidade( não existem profissionais suficientes para assumirem esta "quota" de mercado na saúde.
Portanto um aborto de legislação e como tal irá ser chumbada na Assembleia da República, só isso é que é expectável e de bom senso.

NOTA do EDITOR:Mauro Rosa


"O Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos acusou o Ministério da Saúde de querer transformar «a profissão de esteticista/pedicura (podologia)» numa profissão que abrange competências médicas.
A acusação consta de um comunicado deste organismo, a propósito de uma proposta de lei que se encontra em discussão na Assembleia da República e que estabelece o regime de acesso e de exercício da profissão de podologista.
Esta quarta-feira, a APP fez saber, através de comunicado, que estas afirmações estão a causar «enormes danos nos profissionais da podologia, pois estão a comprometer a relação e a confiança entre os podologistas e os doentes».
Perante isso, a Associação deu instruções ao seu departamento jurídico para avaliar esta atuação.
«Se assim se entender, será o caso levado ao foro judicial para apuramento de responsabilidades», lê-se no comunicado.
Segundo o conselho regional do norte da Ordem dos Médicos, a proposta de lei sobre o regime de acesso e de exercício da profissão de podologista «transforma na prática a profissão de esteticista/pedicura (podologia) numa profissão de elevada diferenciação e extensão, abrangendo competências de medicina, cirurgia e anestesiologia».
«E tudo isto com um curso teórico de apenas três anos», alerta o Conselho Regional do Norte, referindo que a proposta prevê que os podologistas passem «a desempenhar, com total autonomia técnica e científica (prevenção, diagnóstico e terapêutica), múltiplas funções de profissões que têm, todas elas, períodos de formação bem mais extensos e exigentes».
Afirmações que a APP repudia, considerando que tal ato da Ordem dos Médicos se trata de «mero corporativismo».
«A formação total dos podologistas, entre formação pré-graduada e pós graduada, está compreendida entre 3000 e 4500 horas, claramente superior a qualquer formação académica médica na área do pé», prossegue o comunicado."
http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/podologistas-processo-ordem-dos-medicos-acusacoes-formacao-tvi24/1553322-4071.html
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

NOTÍCIAS DE JORNAIS 2.05.14

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SÓ MORRE QUEM ESTÁ VIVO, É A ÚNICA CERTEZA INFALÍVEL

Doente morre no hospital após falha na viatura médica de socorro

Homem de 39 anos foi socorrido pelos bombeiros por não haver médico naquele momento para a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha. Inspecção-Geral das Actividades em Saúde vai abrir um processo ao caso.
Um homem de 39 anos morreu no Centro Hospitalar das Caldas da Rainha depois de ter sido transportado para a unidade numa ambulância dos bombeiros, por a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) estar parada por falta de médico.
A vítima, adianta o Diário de Notícias, estava com hemorragias e a entrar em paragem cardiorrespiratória quando a mulher, enfermeira no mesmo centro hospitalar, contactou o 112. Porém, na segunda-feira, à hora a que foi feita a chamada, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) acabou por enviar uma ambulância dos bombeiros porque a VMER estava parada por não haver médico. Foi a própria enfermeira a iniciar as manobras de reanimação do marido.
Questionado pelo PÚBLICO, o Ministério da Saúde remeteu eventuais declarações sobre o tema para durante o dia, mas confirmou que a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde, tal como nas restantes situações, vai abrir um processo de averiguações ao caso das Caldas da Rainha.
O Centro Hospitalar das Caldas da Rainha confirmou, através de um comunicado, que “lamentavelmente, na manhã do dia 28 de Abril, a VMER das Caldas da Rainha esteve inoperacional por um período de cerca de duas horas, entre as 8h e as 10h, por falta de médico. O socorro e o transporte foram geridos pelo CODU [Centro de Orientação de Doentes Urgentes]. O utente chegou ao hospital transportado pelos bombeiros. O óbito foi confirmado já na urgência”.
Porém, a unidade garantiu que tanto a VMER das Caldas da Rainha como a de Torres Vedras têm tido uma operacionalidade de 97% e de 99% desde Janeiro. O hospital aguarda agora o resultado da autópsia do Instituto Nacional de Medicina Legal, escusando-se, para já, a avançar as causas da morte.
Este não é o primeiro caso em que a operacionalidade dos meios de socorro é colocada em causa. Na quarta-feira, na comissão parlamentar de Saúde, onde esteve o ministro da Saúde na sequência de um agendamento potestativo do PCP, os problemas relacionados com o INEM foram um dos temas em debate. Na altura, perante dúvidas apontadas pela oposição, Paulo Macedo reafirmou a sua confiança nestes meios e disse que é necessário aguardar pelos inquéritos dos casos que mereceram ser alvo de investigação. Já antes, o ministro tinha dito que 2013 foi o ano com menos inactividade de sempre nestes meios.
Na sequência desta novo caso, o PS já anunciou que vai requerer os resultados dos inquéritos às falhas no Serviço de Emergência Médica, pedindo ao ministro da Saúde que assuma responsabilidade depois de ter transformado o serviço "em algo que gera a maior intranquilidade nas pessoas". "O PS vai requerer institucionalmente o resultado desses inquéritos, dessas inspecções, para que o senhor ministro não possa lavar novamente as mãos como Pilatos, para que compreenda que o Serviço de Emergência Médica não pode ter falhas, é para salvar vidas, tal como os controladores aéreos não podem ter falhas, porque estão vidas em jogo", afirmou o deputado do PS José Junqueiro, citado pela Lusa, em declarações aos jornalistas no parlamento.
"Não se trata só de uma responsabilidade política, trata-se já neste caso de matéria de consciência e o senhor ministro tem de perceber que deve assumir imediatamente as suas responsabilidades, não se pode refugiar atrás de inquéritos, de inspecções, dos quais o país até ao dia de hoje não tem nenhum conhecimento", acrescentou o deputado socialista.
No início de Abril, o Ministério da Saúde (MS) tinha já dado a conhecer umnovo despacho que determina que os directores dos serviços de urgência passam a ter a responsabilidade de manter, com conhecimento do INEM, uma lista com o pessoal apto para tripular as VMER, as escalas de serviço (que devem indicar substitutos em caso de falta) e a “operacionalidade permanente do meio”. O diploma fixa ainda que todos os médicos e enfermeiros dos serviços de urgência, das unidades de saúde, com formação em emergência dada pelo INEM, “podem ser chamados para integrar a escala de profissionais que asseguram a tripulação” das VMER, em detrimento de outras actividades hospitalares”.
A tutela justifica este despacho com a necessidade de “reforçar as regras que garantam a operacionalidade permanente dos meios de emergência pré-hospitalar, assegurando o seu regular funcionamento” e “reduzindo” os “tempos de inoperacionalidade”. Mas o novo enquadramento também responde “a conclusões preliminares de um processo de averiguações da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde às inoperacionalidades das VMER que está em curso e será oportunamente divulgado”.
A polémica estalou depois de, em Évora, a VMER do hospital da cidade não ter saído para socorrer duas vítimas de um acidente perto de Reguengos de Monsaraz, porque o médico escalado faltou.

CONGRESSO DA ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO

Apoiar este movimento é uma boa prática para combater os apoderadores das competências dos Enfermeiros, invertendo a lógica profissional.
Na Escola do Alcoitão, que deu origem à especialidade, em Portugal, nasceu um apoiante de Enfermeiro para vigiar mais os agentes físicos do que os doentes: os fisioterapêutas.
Se levássemos ao absurdo o que o presidente do Sindicatos dos Paramédicos, até para pôr um saco de gelo os Enfermeiros teriam de ir pedir autorização aos excelentíssimos paramédicos da fisiatria. Exageros!
Mas se nos virarmos para os TAE e quem os apoiou, na criação do exclusivo da pré-hospitalar, com sindicato tipo "atelier" ou "ordem", na linguagem mais actual, verificamos facilmente o que quer dizer a posição do SEP quanto às especialidades na carreira de Enfermagem.
Colegas, juntem as pontas todas e contem com a nossa ajuda. Não queiram ser como eles: IU.
Apoiem o Congresso!
Com amizade,
José Azevedo

Congresso de Enfermagem de Reabilitação << clique

A REACÇÃO DOS ESPECIALISTAS

Finalmente, os equivocados começam a perceber onde estão os que servem a Classe e os que se servem dela.
Nós estamos no primeiro grupo, e gravem bem isto, na vossa memória.
Os marxistas serôdios lutam pelas suas convicções e ninguém os pode criticar, por elas, pelo contrário; têm um papel a desempenhar, que também é útil, na diversidade.
Mas o comunismo não é um humanismo;
A Enfermagem é uma Profissão humanista, por excelência, pois tem na sua matriz, o exemplo do bom Samaritano que se apeou do seu cavalo, para socorrer o seu semelhante, prostrado na valeta.
Este gesto simboliza o que a Enfermagem tem de humano.
Ora, se o comunismo não é um humanismo, há uma incompatibilidade grave, entre o ser Enfermeiro e o Comunista.
Mas este problema não é nosso; cada qual é que é responsável pelas escolhas que faz.
Na reacção dos Especialistas tem de haver lugar para o entendimento e fonte do que Guadalupe diz e não pode desdizer, pois não é preciso gravações, para reafirmar o que ela afirma.
Ser sindicalista da Enfermagem exige, em primeiro lugar, ser Enfermeiro, pois trata-se de um Sindicato Profissional que defende o que outros atacam, na nossa área profissional, sobretudo no interior da Frente Comum que o SEP integra. É público e notório.
Ora, querer o melhor para a Enfermagem não é querer o pior para os outros, nem é nivelar pelo mínimo...
E é preciso ter exercido e continuar a exercer a profissão, em público ou em privado.
Quando Marx, o inventor do socialismo científico, segundo ele, nada modesto, diz:
«Só se resolve um problema impedindo que ele se ponha de novo. Para isso devemos agir sobre as causas que transcendem o campo estreito em que o problema se manifesta.
A concepção burguesa, essa sugere que, quanto mais um indivíduo restringe a sua esfera de acção e de conhecimento especializando-se, mais eficaz é. (abrimos aqui um parêntesis para introduzir o que Guadalupe afirma: UMA CATEGORIA DE ESPECIALISTA NA CARREIRA IMPEDE , DE FACTO, O DESENVOLVIMENTO DA ENFERMAGEM". - Foi dito na reunião dos 4 Sindicatos de Enfermeiros com a Ordem dos Enfermeiros em 15/04/2014).

  É o caso do perito moderno que limita a sua competência ao seu próprio domínio e afirma não conhecer nada acerca do do vizinho do lado, com o qual estabeleceu, implicitamente, o seguinte pacto: devemos impedir a todo o custo que as pessoas se apercebam de que estamos cheios do vazio mais completo, mesmo nos nossos respectivos sectores.- continua Marx.
Ao contrário do perito, o sindicalista deve ser mais do que um sindicalista, porque o seu domínio de actividade estende-se até às condições económicas e sociais do capitalismo e mesmo do socialismo. Efectivamente, o sindicalista é, por excelência, o terreno em que se exerce aquilo que Marxchamava de actividade autónoma do proletariado, desejada e animada pelos próprios operários, ao nível das suas reais condições de vida e de trabalho, para os seus interesses imediatos, do mesmo modo que para os seus interesses futuros e gerais de classe. .... As lutas e reivindicações sindicais nasceram da exploração capitalista, e o sindicalismo não se concebia antes da existência do capital».

É a este chorrilho de baixa filosofia profissional que Guadalupe vai buscar o que diz sem dar provas de enetnder as confusões marxistas, umas do Marx, outras dos seus maus intérpretes.

Duma assentada neutralizava todas as Associações de Enfermeiros Especialistas, transformando-os em criminosos, por estarem a defender um saber mais eficaz, pois que o especialista é, em teoria, o sábio que deixou de cometer erros.
O que nem Marx entendeu é que: « Nem só de pão vive o Homem, mas de toda a palavra....».
Aqui está a principal razão das incompatibilidades, pois o marxismo é um animalismo, porque reduz toda a sua área ao capitalismo e o sindicalismo ao capital, por isso não pode ser um humanismo, porque nem "só de pão vive o homem...."!

Mas não isso que nos move, somente, neste momento. Estamos aqui para dar todo o apoio necessário aos Enfermeiros Especialistas e para contradizermos, mais esta burrice dos nossos Colegas da CONTRAFACÇÃO SINDICAL.
Se pudessem ser mais sindicalistas não era nada mau para a Enfermagem.

Com amizade,
José Azevedo

DOUTRINAS POLÍTICAS [ 1 ]

Há cada vez mais Colegas interessados em estudar as teorias sindicais.
Mas para o nível do Enfermeiro é preciso ir mesmo ao fundo da das origens das teorias e dos teóricos, que as conceberam.
Desta vez vou dar uma pincelada nas doutrinas políticas.
Por exemplo; quem ler estas páginas vai encontrar o "atelier social", que é nada mais nada menos dos que as visão das Ordens Profissionais.
Por isso aconselho esta breve leitura:













SERÁ!

Podemos caminhar pelos nossos meios a partir de agora", diz Passos

Entre a apresentação do DEO e o anúncio sobre a forma de saída do programa datroika, prometido para antes de segunda-feira, o primeiro-ministro usou o Dia do Trabalhador para justificar as opções tomadas e esboçar o anúncio de investimentos na economia.
primeiro discurso pós-apresentação do Documento de Estratégia Orçamental (DEO), o chefe de Governo justificou asopções tomadas, deu remoques à oposição e acenou com a possibilidade de anúncios de investimentos na economia num país que "está em vias de concluir o programa de assistência financeira e encerrar um período extraordinário de emergência"."Estamos em condições de apresentar a nossa estratégia orçamental para os próximos anos e isso permite-nos hoje caminhar pelas nossas posses e pelos nossos meios a partir de agora", afirmou Passos Coelho, na sessão comemorativa do 1.º de Maio realizada pelos Trabalhadores Social-Democratas (TSD).O chefe de Governo começou desde logo por considerar uma "coincidência feliz" estar a comemorar-se os 40 anos da democracia no momento em que se está a concluir o programa datroika, uma comparação já usada pelo PSD nas comemorações do 25 de Abril, no Parlamento. "Cumprimos aquilo que se esperava de nós: estamos a encerrar este período e não a prolongá-lo", insistiu, num claro pré-anúncio de que a saída será "limpa", sem recurso directo a outro empréstimo ou programa.
E tudo isto, afirmou, "apesar da intervenção dos partidos da oposição", cuja acção criticou de várias maneiras ao longo de todo o discurso. Desde logo porque "nos últimos 15 anos [antes da actual legislatura, dos quais 12 foram de governos PS] a sociedade não fez o que devia ter feito para estar ao nível do espaço europeu" e por isso o país "esteve praticamente à beira da bancarrota".
Mas agora, tudo é diferente, na visão do primeiro-ministro. Nestes últimos três anos, sem contar com os "esforços" pedidos em cortes de salários e pensões, "reduzimos a despesa corrente primária em 3500 milhões de euros". "Como seria possível fazê-lo sem areforma do Estado?", questionou, prometendo prossegui-la no sentido de reduzir a dívida pública e, por essa via, o peso dos juros.
Em nome da sustentabilidade
Passos justificou então as opções tomadas no DEO, apresentado menos de 24 horas antes pela ministra das Finanças. Sem acrescentar muito às palavras de Maria Luís Albuquerque e Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade e Segurança Social.
Argumentou que havia "necessidade de encontrar um quadro consistente para a Segurança Social" e nesse sentido de "adoptar medidas que garantissem a sustentabilidade do sistema de pensões", ou seja, já não compatível com uma contribuição extraordinária, como a que tem sido cobrada até agora aos reformados com pensões acima de mil euros, mas um aumento permanente de receita.
Explicou que o aumento de 0,25 pontos percentuais no IVA e de 0,2 pontos percentuais na TSU são uma forma de melhor distribuir os esforços, como sugeriu o Tribunal Constitucional, e que permitirá repor uma parte das pensões de reforma a pessoas "que têm uma propensão ao consumo muito elevada" - e nessa medida até é uma solução "mais amiga do crescimento económico".
"Estamos a ir buscar exactamente o mesmo, nem mais nem menos", assegurou Passos Coelho, embora de forma diferente. E os 1400 milhões de euros que ainda era preciso cortar, esses o primeiro-ministro garante que resultam apenas da redução da despesa corrente primária, "sem ir buscar mais a salários e pensões".
Pelo meio, o líder do PSD que sucedia nas intervenções ao cabeça de lista às eleições europeias, Paulo Rangel, acenava com amanhãs mais sorridentes. "Progressivamente iremos desfazendo os cortes nos salários da Função Pública. Progressivamente iremos descongelar as progressões na carreira e ir criando condições para que o esforço socilitado possa ir normalizando, como é justo que aconteça".
Investir na economia
Mais tarde, Passos Coelho acenou aos empresários com mais investimento na economia. "A partir de agora, temos mais oportunidades para financiar o crescimento. Vamos ter de o fazer com resposnabilidade orçamental, mas também apostando em projectos que possam ter rentabilidade para futuro". Ou seja, explicou, defende um modelo de desenvolvimento "que nos conduza, não ao endividamento futuro, mas à prosperidade futura".
Para isso, "vamor ter de aproveitar o financiamento europeu muito melhor do que fizemos no passado e vamos ter de atrair investimento externo" para criar emprego e rendimento. Lamentou quem provou o desemprego e a emigração, mas para logo apontar "para o futuro com outra confiança".   
Mas nada disto é em nome das eleições, garante. "Todos os que esperam que agora se perca a cabeça no Governo por causa das eleições e que passemos, como eles fizeram, à irresponsabilidade orçamental para poder fazer circular dinheiro", para esses diz que "a perspectiva é péssima". Agora não será asssim. "Os portugueses perceberam o que custou o desvario do passado", afirmou.