sexta-feira, 3 de julho de 2015
COMO SE FAZ UMA USF...
Posto Médico das Medas com “saúde duvidosa”, aponta Junta de Freguesia
A União das Freguesias de Melres e Medas está preocupada com o futuro do Posto Médico das Medas. O presidente, José Andrade, aponta, ao Vivacidade, algumas falhas na gestão da saúde na freguesia e diz não compreender algumas “doenças de foro duvidoso” apresentadas pelos profissionais de saúde do posto.
“Há um sentimento claro de que os médicos deste posto de saúde têm uma saúde duvidosa”, referiu José Andrade, presidente da União das Freguesias de Melres e Medas, na reunião pública camarária que decorreu a 9 de Junho no edifício de Medas. “Em boa verdade, já há alguns anos que o posto de saúde de Medas tem sido delapidado no número de utentes. Já chegamos a ter mais de 4000 utentes e, de um momento para o outro, com a gestão danosa do Ministério da Saúde e dos seus representantes locais, os médicos foram sendo transferidos para as Unidades de Saúde de Foz do Sousa e de Melres e os utentes foram migrando, numa intenção clara de acabar com o modelo de posto de saúde em detrimento das Unidades de Saúde Familiar (USF)”, acrescenta o autarca.
José Andrade explicou ao Vivacidade, à margem da reunião camarária, que não tem “nada contra as USF” mas não compreende o porquê da freguesia “ter ficado em Medas com dois médicos que têm uma qualidade de saúde duvidosa.” “Não compreendo como os médicos conseguem estar constantemente doentes, com doenças de foro duvidoso. Não tenho competência técnica para avaliar as competências dos médicos, baseio-me nas declarações dos utentes. Já expusemos esta questão e pedimos a substituição dos médicos em questão ou um reforço do posto médico porque queremos evitar o seu encerramento. No entanto, já percebemos que há aqui uma intenção deliberada do Ministério de encerrar o posto de saúde”, adiciona o presidente.
Da parte do Ministério, o autarca afirma que as respostas que lhe foram dadas indicam “que o modelo legal existente não permite aos responsáveis agir.” “Isto não traz satisfação à população. É estranho ir a uma consulta e perceber que o médico está pior que o doente”, lamenta José Andrade.
NB: É assim que se constroem USF.
Como é do domínio público o Director Executivo do ACES de Gondomar é um dos paladinos na montagem de USF, juntamente com o Vilas Boas.
O que têm feito à população e ao Enfermeiro que a cuidava é um bom exemplo do preço elevado de fazer USF.
Chegam a ter a sem vergonha de propor a deslocação das pessoas a Melres, de autocarro pago pela câmara...
O que este pequeno artigo diz é muito pouco do sofrimento que as pessoas estão a suportar, para satisfazer interesses mesquinhos.
E ninguém age;
E ninguém acode;
Ponham os olhos nesta pouca vergonha, neste nojo, vós, ó responsáveis.
Com amizade mas desencanto,
José Azevedo
quinta-feira, 2 de julho de 2015
AQUI HÁ GATO
Uma certa ideia de Enfermeiro/a leva a que algumas administrações reconheçam nos Enfermeiros uma polivalência que não têm.
Temos algumas dúvidas que as Enfermeiras tenham rejeitado o transporte, para irem a pé, de saco às costas, durante 3 horas, pelo menos, pois se demoraram hora e meia a atingir a casa do doente, se ninguém as foi buscar, foram mais 90 minutos.
A questão é outra; diz o inteligente que proporcionou viatura, mas não disse se tinha motorista.
Temos dito que a constituição das Equipas de Saúde, desde as USF ao resto, que digam se com 3 grupos de pessoas; Enfermeiros, Médicos e Administrativos resolvem todos os problemas que é preciso resolver. Está-se mesmo a ver que a maior factura é paga pelas Enfermeiras, como é o caso.
Continuamos à espera que resolvam o problemas da condução das viaturas de serviço dado que não estamos de acordo que sejam as Enfermeiras a conduzi-las que nos privamos de argumentar e que as Administrações não querem resolver, porque não demonstram sensibilidade para entenderem o que é uma Enfermeira.
É outra das consequências da medicalização do Sistema de Saúde.
Rui Cernadas é o Vice-Presidente e deve ser o principal responsável, supomos, pois acontecem coisas aos Enfermeiros e aos Sindicatos que os representam que não acontecem em mais ARS.
Estes empoleirados desconhecem que não há países livres sem a existência de Sindicatos participativos e independentes.
Senhores de pequenos poderes tomam ares de deuses.
Vila Verde é um bom exemplo de compadrio e corrupção, onde o Director Executivo não passa de um verbo de encher.
Passos Coelho devia estar mais atento a quem entrega os ministérios tão sensíveis como o da Saúde e às castas que a partir daí proliferam.
Devia consultar o Partido das 3 setas e tentar interpretar o que significa a seta negra.
Esquece a tradição sindical do PPD/PSD e entrega(se) aos coligados que não têm nem setas, nem negras, nem brancas. Se isso é um propósito é muito despropositado!
Não é propaganda sindical, não; é coisa bem mais triste de quem governa a saúde.
Enfim...
Com amizade e desilusão,
José Azevedo
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Temos algumas dúvidas que as Enfermeiras tenham rejeitado o transporte, para irem a pé, de saco às costas, durante 3 horas, pelo menos, pois se demoraram hora e meia a atingir a casa do doente, se ninguém as foi buscar, foram mais 90 minutos.
A questão é outra; diz o inteligente que proporcionou viatura, mas não disse se tinha motorista.
Temos dito que a constituição das Equipas de Saúde, desde as USF ao resto, que digam se com 3 grupos de pessoas; Enfermeiros, Médicos e Administrativos resolvem todos os problemas que é preciso resolver. Está-se mesmo a ver que a maior factura é paga pelas Enfermeiras, como é o caso.
Continuamos à espera que resolvam o problemas da condução das viaturas de serviço dado que não estamos de acordo que sejam as Enfermeiras a conduzi-las que nos privamos de argumentar e que as Administrações não querem resolver, porque não demonstram sensibilidade para entenderem o que é uma Enfermeira.
É outra das consequências da medicalização do Sistema de Saúde.
Rui Cernadas é o Vice-Presidente e deve ser o principal responsável, supomos, pois acontecem coisas aos Enfermeiros e aos Sindicatos que os representam que não acontecem em mais ARS.
Estes empoleirados desconhecem que não há países livres sem a existência de Sindicatos participativos e independentes.
Senhores de pequenos poderes tomam ares de deuses.
Vila Verde é um bom exemplo de compadrio e corrupção, onde o Director Executivo não passa de um verbo de encher.
Passos Coelho devia estar mais atento a quem entrega os ministérios tão sensíveis como o da Saúde e às castas que a partir daí proliferam.
Devia consultar o Partido das 3 setas e tentar interpretar o que significa a seta negra.
Esquece a tradição sindical do PPD/PSD e entrega(se) aos coligados que não têm nem setas, nem negras, nem brancas. Se isso é um propósito é muito despropositado!
Não é propaganda sindical, não; é coisa bem mais triste de quem governa a saúde.
Enfim...
Com amizade e desilusão,
José Azevedo
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
NÃO FOI DIFÍCIL DESTRUIR A CARREIRA DE ENFERMEIROS
O Dr. Manuel Pizzarro foi um Secretario de Estado & da Saúde que os Enfermeiros actuais e os das próximas gerações não vão esquecer facilmente.
Quando ele diz: «Aos Enfermeiros, já os comi», perante uma reunião de dirigentes distritais do PS Porto, não estava só; fazia apelo às suas origens nas lutas de Classes, a caminho da sociedade, sem classes, em que as mais iguais comem as menos menos iguais.
Vejam onde começou a sua formação política:
Não lhe foi difícil encontrar parceiros antigos de ideologia que nem se deram conta das mudanças de bancada e ideologia e criaram a sua visão da Enfermagem sem classe nem classes.
Mas com a ajuda dos Enfermeiros conseguiremos repor a dignidade e estatuto a que os Enfermeiros têm direito.
Quanto a estas atitudes só temos que estar atentos a quem as protagoniza, para os desinstalarmos dos poleiros.
Não se devem esquecer da "unicidade" que funcionava entre a Ordem e Outro.
Com amizade,
José Azevedo
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