domingo, 4 de outubro de 2015

ENTÃO COMO É?!






REPRESENTANTES DAS EPE -ASSINATURAS <clique aqui>

Destacamos 3 parcelas:
1 - Gadalupe mostra o que é para ela o sindicalismo, cai a máscara.
2 - A fonte do Ministério da saúde de onde jorram caudais de água choca, de "forma lata", e que lata,
para sujarem, ainda mais, os Enfermeiros.
3 - Finalmente, os assinantes do Acordo, pelas EPE, que tal como nós, foram usados por gente que não presta mesmo e que não respeita nada nem ninguém.

Os Enfermeiros podem pensar o que quiserem de todos ou de alguns dos intervenientes.
Com pessoas destas ninguém fica bem na fotografia.
Por nós; cumprimos o melhor possível o nosso papel e a negociação continua depois do intervalo.
Com amizade e apreensão,
José Azevedo

sábado, 3 de outubro de 2015

DESCODIFICANDO OPORTUNISMOS, ESCLARECENDO


ESCLAREÇAMOS

ESCLAREÇAMO-NOS
As negociações que os Sindicatos fazem legitimamente são para os seus Associados: certo, correcto...
Em rigor, não há autoridade moral nem legal, para negociar em nome de pessoas associáveis, logo não associados do Sindicato, as quais eternizam, vivificando, a máxima da Ética Social de Aristóteles(sec.V a.C ). Diz ele: «O homem é um animal social que depende da associação, com o outro homem; quem não se associa ou é um deus ou é um asno». Isto porque se for deus (não esquecer que nesta época aristotélica o mundo Grego era politeísta e tinha deuses para tudo e todos os gostos) tem força anímica própria, que o autonomiza; se for asno, não sabe que a união faz a força e de que o homem não faz coisa que se veja, só por si, excluindo as necessidades fisiológicas, naturalmente.
Portanto:
Nós limitámo-nos a transmitir o que acordámos, em nome e para os nossos Associados, como está no acordo referido e por que, também  não pode; nem podia ser de outra maneira, não lhes parece?
Agora vêm os Ses:
Se o acordo era para todos, por que o incluíram nas negociações com os Sindicatos outorgantes?
Se não era preciso ser subscrito pelos Sindicatos, por que esperaram tanto tempo para acabar com uma discriminação que vem de Janeiro de 2013? Estavam à espera que houvesse nos seio das vítimas IU como o de São Sebastião que foi ao grupo de advogados Aguiar Branco & Cª, para onde arrastou cerca de 200 colegas a pagar 200€€ "per capite", o que rendeu, através dos 200 Enfermeiros aderentes, a bonita soma de 40 mil euros.
Será esta uma das formas de desprezar os sindicatos para através dos ministros conseguir efeitos nos tribunais caseiros, que rentabilizem desta forma e método as sociedades de advogados? Que cada um examine a sua consciência perante os factos.
Mas não esqueçam que esta não é uma forma legítima de organização social; funciona nos limites da legalidade e da decência, desde que haja IU, que a sustentem.
Reparem que os 200€€ que cada Enfermeiro pagou davam para 20 meses de cota sindical que, depois, até seria reversível, em 300€ dedutíveis no IRS. Não será este comportamento dos perfeitamente asnáticos?  Que cada um meta a mão, na consciência, perante os factos.
Com efeito a Enfermagem cresceu e valorizou-se, quando a sindicalização era 95% e não tinha a chaga comunista tão implantada, na Profissão.
Se o ACT (doravante instrumento) foi celebrado entre os Sindicatos outorgantes, dos quais o SE faz parte,  e os representantes das EPE, por que se mete o Ministro da Saúde numa coisa que não lhe diz respeito, pois que o acordo (doravante instrumento) que fizemos foi com representantes das EPE, como consta do documento, visto que os CIT destas EPE, não têm ligação à Lei 35/2014, anexo da LTFP. Até têm lei própria - DL 247/09 de 22 de Setembro (obra de Dr. Manuel Pizarro - o papa Enfermeiros)
Se, só agora, em Outubro de 2015 é que usaram os Sindicatos outorgantes, para anularem uma discriminação, que vem desde 2013, [visto que os Sindicatos, só têm legitimidade de reivindicarem para os seus Associados, combatendo persuasivamente o parasitismo, asseverando as vantagens do associativismo aos humanos Enfermeiros, que não podem ser deuses, mas podem não ser asnos, no dizer de Aristóteles], com direito legal ou moral implicam a responsabilidade sindical, para normalizarem as remunerações dos que não são sindicalizados?

Se é para todos igual por que não hão-de ser os sindicalizados  tratados da mesma maneira, que os não sindicalizados e deixando os sindicatos fora desta aparente palhaçada?
Se não há uma causa/efeito plausível, lógica, será que incluíram os Sindicatos, para demonstrar ao público, em geral e, aos Enfermeiros, em particular; que os Sindicatos são uma merda, a juntar a outras?
Se a fonte do ministro da saúde, de onde só brota água choca, para os Enfermeiros, diz que os trabalhadores não podem ser discriminados, por que usou, essa fonte e a respectiva nascente, os Sindicatos para assinar um "instrumento", quando à partida sabia da aplicação universal do dito instrumento; foi para demonstrar aos Enfermeiros que ser e não ser sindicalizado é para a fonte ministerial a mesma coisa?
Se ser-e-não-ser-sindicalizado é (para a voz) do ministério a mesma coisa, por que não diz, a voz, toda a verdade: o seu objectivo é ajudar a destruir os Sindicatos, pois basta-lhe um e, de preferência, o mais folclórico e barulhento, para manter a aparência de democraticidade, atolando-se na unicidade? 
Já sabemos a resposta: fazem o jogo que lhes convém; parvos são o que se deixam enganar e não usam a cabeça própria, para terem ideias lógicas e coerentes.
Se aquele pedaço de inteligência perdida, que é Gadalupe Simão, (basta-lhe um) sabe que é assim a lei da negociação, (já precisa de fingir é mesmo" por que veste a pele do anti-sindicalismo,  com toda a liberdade a roça a libertinagem, esquecendo, que, se a negociação é assim, e é; os Sindicatos são assado, e são, e, legitimamente, só devem viver das cotas dos seus Associados e não é legítimo nem moral estar a usá-las para beneficiar, directa ou indirectamente, aqueles que treinam para deuses e só dizem mal e desprezam os Sindicatos dos humanos, incluindo o que ela faz que dirige dirige, fazendo coro com aqueles que só têm a lucrar, destruindo os Sindicatos dos humanos indefesos?

Que a voz do ministro corrija a oportunidade legal, que deu aos Sindicatos, de aumentarem a sua sindicalização, ainda se percebe, pois a voz pertence ao grupo que tudo faz para libertar os trabalhadores Enfermeiros da influência e acção dos Sindicatos, visto saber que; sem Sindicatos ou com Sindicatos do faz-de-conta e colaboracionistas, é mais fácil desprezar, espezinhando, os interesses dos Enfermeiros, como tem feito até, agora, vergonhosa e descaradamente.
Só neste contexto assume o seu real significado o Ministro da Saúde assumir o papel da VOZ do dono, ele próprio, à pressa, e dizer, mentindo, com a dita pressa, acreditemos, que tinha assinado com o SEP o acordo (doravante instrumento) dos 11 milhões, para 11 mil Enfermeiros (contas à SEP). Ora esta mentalidade canhestra, leva-nos mais longe: o ministro da saúde assimilou na perfeição a #unicidade sindical que a Ordem dos Enfermeiros e SEP regiam e dividiam, entre as minorias socialistas  (Sara Brito) e comunistas (Augusta Sousa), desde sempre, até à actualidade, contribuindo ambas as estruturas alegre e estupidamente, para a destruição do nosso trabalho profícuo, como a experiência demonstra. E a voz do ventríloquo ministerial, finge desconhecer a pluralidade sindical, alinhando com os unicidadistas.
Esqueceu-se de que nós somos filhos de Deus e não do Diabo, por muito que lhe custe, e também assinámos, de pleno direito, uma coisa, que estava destinada à unicidade sindical, SEP e ventríloquo, que foi erradicada, em 1975, em Portugal. (curiosamente com as forças políticas à direita do PCP - o campeão da unicidade dele).

Se um Sindicato bandeira da linha Sindical do PCP, dá este apoio tácito a um ministro da coligação PaF, um deles está deslocado, se não os 2...?

Quanto a nós, estamos a analisar as implicações legais destas palhaçadas, nas quais fomos involuntariamente envolvidos, pois, para nós, o sindicalismo é coisa séria logo não fantochada, de circunstância.
Para terminar; nós não dividimos os Enfermeiros, apenas respeitamos o que assinamos responsavelmente, como estamos a demonstrar.
Se alguém anda a brincar com os Enfermeiros, não somos nós.
Ali acima, fica demonstrado que é o grupo "gadalupico", que anda a usar os Enfermeiros para fins impróprios.
Com amizade,
José Azevedo

ATENÇÃO ENFERMEIROS AO ESCLARECIMENTO ABAIXO


Enfermeiros:

As negociações que têm sido feitas pela FENSE que é uma Federação de sindicatos de Enfermeiros que integra este Sindicato dos Enfermeiros - SE e o Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem - SIPE, nada têm a ver com as Centrais Sindicais, apesar de o SE ser um dos fundadores da UGT.
O SIPE tem direito à sua independência, que respeitamos, como nós não podemos esquecer o que somos e o SIPE também respeita.
Na nossa publicidade via Net, há o sitio do SE que refere a UGT.
Ora como as negociações conjuntas requerem a equidistâncias das centrais, porque uma das partes é independente, pedimos desculpa aos eventualmente ofendidos e sitios onde estiver a UGT não terão esta divulgação negocial, que se está a fazer só pela FENSE, aliás.

Com o nosso pedido de desculpas,
José Azevedo

É MENTIRA PORQUE;

Acordo com o Governo aplica-se a todos os enfermeiros com contrato individual

O Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem veio dizer que o acordo de reposicionamento salarial só se aplicava aos sindicalizados. O Ministério da Saúde garante que é para todos.
O Ministério da Saúde garante que o acordo assinado com o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, na terça-feira, prevê o reposicionamento de todos os enfermeiros com contrato individual de trabalho cujo vencimento-base é inferior a 1.201 euros mensais. E não apenas os sindicalizados, como o Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem (SIPE) veio dizer, na quinta-feira.
“Os instrumentos parcelares e transitórios de regulamentação coletiva de trabalho celebrados a 29 e 30 de setembro, produzem efeitos a partir do dia 1 de outubro de 2015. Quanto ao universo, como decorre do respetivo âmbito dos referidos instrumentos, as partes previram que tivessem aplicabilidade a cerca de 11 mil trabalhadores“, que correspondem a todos os trabalhadores e não apenas aos sindicalizados.
É que “de acordo com o artigo 497.º do Código de Trabalho aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, os trabalhadores não filiados numa estrutura sindical, podem ainda assim aderir à Convenção coletiva celebrada”, explicou fonte oficial da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
O acordo assinado esta semana prevê que todos os enfermeiros com contrato individual de trabalho sejam reposicionados na primeira posição da tabela de enfermagem, à semelhança do que aconteceu com os cerca de oito mil enfermeiros com contrato de trabalho em funções públicas entre 2011 e 2013. Aliás, esta era uma reivindicação antiga. As negociações, com este governo, arrastavam-se desde 2013.
Assim, os enfermeiros que estavam com o vencimento-base anterior (1.020 euros) vão receber um aumento de 180 euros brutos, mas, para outros, que já recebem mais de 1.020 euros, o aumento será inferior. O Observador procurou saber, junto da ACSS, quanto estavam a ganhar (em termos de vencimento base) os 11 mil enfermeiros, mas não obteve resposta.
A mesma fonte da ACSS apenas referiu que “a estimativa do Ministério da Saúde da aplicação desta harmonização remuneratória a este universo é de um impacto anual de 11 milhões de euros, a que deverão acrescer 2,5 milhões de encargos sociais“.

NB:
Vamos lá a ver se a gente se entende.
O que o Presidente do SIPE disse, em seu nome, num acordo, que também é subscrito pelo SE- Sindicato dos Enfermeiros, é da sua exclusiva responsabilidade e saberá como responder;
 não obstante, e naquilo que nos toca, foi o que realmente negociamos com o a Comissão Negociadora EPE, que é a entidade patronal autónoma e não o Governo, em si. Nem a ACSS, em si.
Se sabem ler o que nós negociamos foi o que está debaixo dos vossos olhos o (doravante instrumento aplica-se a todos os trabalhadores enfermeiros filiados nas associações sindicais outorgantes que...)
É loguinho a cláusula 1ª, não é?!
Ora o meu velho amigo Presidente do SIPE disse o que eu diria, por não poder dizer coisa diferente do que acordámos e assinámos. E é apenas um (§) no processo negocial, que não está concluído para a FENSE.
Isto só quer dizer que os manipuladores da boa-fé dos Enfermeiros não moram nesta estrutura sindical. Limitamo-nos a dizer a verdade, e só.

A propósito, ou talvez não;
Levei um banho de espuma de raiva de um grupo de imortais, sempre jovens, que vulgarmente disponibilizam as pernas para os cães marcadores de território assinalarem o que é seu, com a mijadela da "praxis canis", que nem vos conto.
Eles usam o nome de baptismo e o sobrenome de sinónimo, antónimo, anónimo, binómio... para dizerem cada coisa... enquanto espumam a sua raiva, por contrariarmos os seus intentos, que não são coisa útil para os Enfermeiros.
Acreditam na geração espontânea e por isso não saem da sua zona de conforto, à espera que os astros tragam o que desejam e necessitam.
E os astros nada trazem, porque Deus nos condenou a comer o pão com o suor que pinga do rosto.  

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

FEIOS,PORCOS, MAUS - VS: BONITOS, LIMPOS, BONS

É só escolherem de que lado se querem posicionar: do verso ou do reverso.
Com efeito temos consciência que estragamos algumas estratégias montadas para pagar velhos compromissos, que vêm de 2013, segundo a ACSS e não é mentira, pois até nós temos divulgado a negociata feita entre duas partes igualmente cúmplices e eventualmente suspeitas.
Com a verdade que divulgamos estragamos o efeito perverso das negociatas.
Nem são 11 mil Enfermeiros a beneficiar da uniformização de salários;
Nem são todos os que merecem, pois os das PPP, não são abrangidos, apesar de tão sujeitos à exploração desenfreada de administradores sedentos de lucros, onde vão beber os suplementos incentivos da dita exploração.
Portanto; trata-se de alargar o âmbito da atualização, não aos Enfermeiros de um Sindicato, o SEP, em amplo e notório conluio com o Ministro da Saúde, que com a pressa, até se esqueceu que a atualização não é dele, mas sim, entre os Sindicatos outorgantes e responsáveis das EPE, como o documento assinado comprova, por isso o publicamos, na íntegra.
Os Enfermeiros sindicalizarem-se é um dever de consciência profissional, pois só os Sindicatos têm competência legal para resolver problemas que a Ordem e outras instituições, do mesmo lado, criam e ampliam.
A cota sindical é um adianto do seu IRS, pois é descontável, no acerto do IRS (por cada € de cota, abate euro e meio no IRS), portanto os ignorantes, que se referem à cota, como um prejuízo, nem sequer têm conhecimentos, para saberem por que pensam mal dos Sindicatos, que não são os idiotas das direções, mas constituídos por todos os Enfermeiros de que fazem, também eles, parte.

Por isso os Sindicatos são o reflexo da Profissão e os acusadores nem se dão conta que estão a dar tiros nos pés.
E, ainda, em vez de ajudarem a resolver os problemas de que todos sofrem ajudam a ampliá-los.
É pena que os Enfermeiros não modifiquem, rapidamente e a partir destas oportunidades soberanas, a sua maneira de pensar sindical, pois quanto mais tempo demorarem nessa modificação, mais se agravam as suas condições de vida e de trabalho.
Vá lá, deixem de cuspir para o ar.
Com amizade,
José Azevedo
PS:
Querem um exemplo prático do que não é o que parece?

{Info CHLN Enviado: sexta-feira, 2 de Outubro de 2015 15:04:47 

Assunto: 


Mensagem do Conselho de Administração - 

Reposicionamento Salarial de Enfermeiros

No âmbito do acordo formalizado a 29 de setembro de 2015 entre o Ministério da Saúde e os Sindicatos que representam os profissionais de enfermagem, (ler Enfermeiros), no sentido do reposicionamento remuneratório dos enfermeiros que desempenham funções em hospitais do setor público empresarial, por forma a estarem equiparados aos vencimentos praticados no setor público administrativo, entende o Conselho de Administração do CHLN transmitir à Instituição o seguinte:

(i) O órgão máximo do CHLN sempre teve uma clara disponibilidade para harmonizar esta situação, o que ficou claro em reuniões com os Sindicatos e junto da Tutela;

(ii) Esta posição foi coerentemente adotada aquando dos novos processos de contratualização, ocorridos a partir de outubro de 2014, com a opção de nivelamento de salários pelo máximo da tabela para a categoria de ingresso e considerando que tal só dependia de decisão do Conselho de Administração, nos termos legais.

É importante frisar que em termos técnicos, e de acordo com a ACSS «esta medida permite a harmonização da carreira de enfermeiro, com o reposicionamento imediato na primeira posição remuneratória desta categoria profissional para os enfermeiros que auferiam uma remuneração inferior a 1.201,48 euros.»

A medida supramencionada terá efeitos a partir de 1 de outubro de 2015, e estima-se que irá afetar cerca de 11.000 enfermeiros em funções no SNS.

O Conselho de Administração deliberou na sua reunião semanal de hoje, dia 2 de outubro, proceder de imediato a todas as diligências necessárias para assegurar a uniformização salarial dos profissionais de carreira de enfermagem do CHLN abrangidos, que no nosso caso serão 816 enfermeiros, repondo-se assim a equidade salarial decidida pelo atual Governo. (mentira: foi acordodado entre Sindicatos outorgantes e representantes das EPE, para que o Sr. Presidente Dr. Carlos Martins chegou a estar nomeado).

Este nivelamento vem de encontro à política de valorização do potencial humano da instituição que este órgão de gestão tem vindo a consolidar, e onde se destacam outras medidas de reforço à política de recursos humanos do CHLN, designadamente, e também recentemente o pagamento aos médicos que terminaram os seus concursos iniciados em 2002, 2005 e 2012 para o grau de Consultor, o que abrangeu 66 profissionais de carreira médica.

Assim, é importante reforçar que terminaremos o ano de 2015 sem diferenças salariais na carreira de enfermagem e sem graus adquiridos sem a devida contrapartida financeira na carreira médica. Este esforço financeiro representa, para o Conselho de Administração, uma importante medida em matéria de justiça e equidade, e também, um investimento com naturais impactos positivos na qualidade e quantidade da atividade assistencial que primamos prestar diariamente aos nossos utentes.

P' O Conselho de Administração do CHLN,

Dr. Carlos das Neves Martins Presidente


Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., 2015-10-0}

NB: Há aqui umas imprecisões, pois não foi o Governo que deliberou foram os representantes das EPE com os Sindicatos outorgantes, que negociaram para os seus Associados a atualização e não se trata de Enfermeiros da Carreira de Enfermagem, mas sim de Enfermeiros em CIT, pelo que era das administrações a competência de lhes atribuir 1020, 2020 ou mais €€, pois tinham e têm poderes para isso, por isso os puseram em contratos individuais, fora da tabela remuneratória, que a partir de 2013, o valor de entrada passou a ser para os Enfermeiros dessa carreira de 1201,48€. (DL 122/2010 de 11 de novembro).
Atenção; os itálicos são do CHLN; os sublinhados e cores são da responsabilidade do SE.
Com amizade,
José Azevedo

E como não há uma sem duas....

HARMONIZAÇÃO SALARIAL DOS ENFERMEIROSPDFImprimir
02-Out-2015
avatar-250px.jpgO Centro Hospitalar do Algarve congratula-se com o acordo alcançado esta semana entre o Ministério da Saúde e o Sindicato dos Enfermeiros no que respeita à harmonização salarial entre os enfermeiros em regime de Contrato Individual de Trabalho (CIT).
Como é público, o CHAlgarve sempre defendeu e afirmou a sua total receptividade para implementar esta medida, desde que o referido acordo fosse alcançado entre o Ministério e as estruturas sindicais competentes. Nestes termos, conseguido o devido enquadramento legal, o CHAlgarve informa e esclarece que procederá à harmonização salarial para todos os enfermeiros com CIT, sem exceção, com efeitos desde dia 1 de outubro.
.

A QUEM SE APLICA A ATUALIZAÇÃO?

Prezados Colegas,

Estão a perguntar a quem se aplica a atualização dos 1020€ para os 1200€?
Apenas se aplicam às EPE e às ULS, onde estão EPE.
No título que publicamos (11 milhões de euros, para 11 mil) estão todas as instituições a que se aplica.
Mas também informamos que as negociações do ACT que vimos negociando não está terminadas.
Elas vão ser recomeçadas, no próximo governo, como ficou esclarecido e acordado em 30/09/2015.
As actas do ponto da situação negocial, estão ao dispor de quem as queira consultar, no Sindicato dos Enfermeiros .
A mudança de governo não significa a nossa mudança de atitude, pois a negociação continua.
Com amizade e sempre ao vossos dispor,
José Azevedo


11 MILHÕES DE €€ PARA 11.000 ENFERMEIROS SÓCIOS DOS SINDICATOS OUTORGANTES