sábado, 21 de janeiro de 2017
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
MINISTRO DA SAÚDE AINDA NÃO OLHOU PARA OS ENFERMEIROS
O ministro da Saúde revelou, esta quinta-feira, no Parlamento, quanto custou repor as 35 horas e devolver salários aos trabalhadores da saúde em 2016. A primeira medida implicou um esforço orçamental de 19 milhões de euros, já a segunda custou 111 milhões aos cofres públicos. Adalberto Campos Fernandes, que esteve esta tarde no numa audição regimental, reiterou ainda que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) fechou o ano com o “melhor saldo” de sempre e que a dívida se mantem ao nível de 2015.
São “boas notícias”, na opinião de Adalberto Campos Fernandes: “Não nos enganámos 12 vezes entre o orçamento e a revisão”, mesmo com o arrastamento da dívida herdada pela anterior equipa, dirigida por Paulo Macedo, disse Adalberto Campos Fernandes, numa alusão às contas que o seu antecessor deixou. O ministro, tal como já tinha antecipado no final do ano passado, reiterou que o SNS fechou o ano com “o melhor saldo” de sempre.
Isabel Galriça Neto, do CDS, questionou-se sobre onde foram os cortes, para que tenha sido obtido este resultado. Ao que Adalberto Campos Fernandes respondeu que não se tratou de “nenhum milagre”, mas antes de “rigor e justiça social”.
E este resultado foi alcançado com uma maior produção em termos hospitalares e com maiores gastos com recursos humanos: um gasto extra de 171 milhões, mais do o valor previsto em março do ano passado — 139 milhões de euros. Desses, 111 milhões foram para a reposição salarial e 19 para o regresso às 35 horas.
O ministro da Saúde reconheceu ainda que a dívida aos fornecedores se mantém nos níveis e com os prazos de pagamento de 2015. Adalberto Campos Fernandes falava em resposta à deputada Isabel Galriça Neto, do CDS, que questionou o ministro sobre a dívida do Serviço Nacional de Saúde.
Outra “boa notícia” levada pelo ministro ao debate foi o anúncio de que, em 2016, os médicos que solicitaram fim do exercício em Portugal, com vista à sua emigração, baixou para metade.
Ao nível dos investimentos, o ministro recordou a aposta do Executivo nas infraestruturas, com um valor de 40 milhões de euros que serão investidos em hospitais da zona de Lisboa e no Hospital Garcia de Orta, em Almada.
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FORMAÇÃO QUANTO CUSTA <prima>
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FORMAÇÃO QUANTO CUSTA <prima>
URGÊNCIAS E NÃO SÓ; COMO AS ENFERMEIRAS AUSTRALIANAS RESOLVERAM, AINDA, O PROBLEMA DA FALTA DE CAMAS E LUGAR PARA ELAS
A AUSTRÁLIA COLONIZADA PELA INGLATERRA, RECEBEU MUITOS DOS ILUSTRES MÉDICOS QUE NÃO AGUENTARAM A LEGISLAÇÃO DURA DO SNS INGLÊS E EMIGRARAM, PARA A AUSTRÁLIA, PARA A ÁFRICA DO SUL, SOBRETUDO.
Esta circunstância determinou o elevado nível de assistência sanitária destes dois paises.
Entretanto, os problemas com falta de camas e de camas nos corredores e impasses nas urgências, foram moendo a paciência dos Enfermeiros.
A dose de paciência disponível esgotou-se.
Foi decretada uma greve pelos Enfermeiros, para assumirem o seu papel e responsabilidade:
1 - Não entra nem sai nenhum doente num hospital sem o consentimento do Enfermeiro chefe;
2 - Não entra nenhum doente, no hospital que não tenha cama disponível, em local próprio.
Mais tarde, os peritos concluíram que, nas urgências, só deviam estar Enfermeiros e os Médicos, que sabem de medicina, assumem o compromisso de comparecer, nas urgências, no período de tempo que o Enfermeiro sugerir, de acordo com o estado do doente.
Toda a tramitação processual está protocolada, para funcionar, só com os Enfermeiros.
E, quando estes acabarem a receção e estabilização do estado do doente, é que entra o Médico, disponível para ser chamado.
O Dr. Costa Maia, insigne transplantador de fígados, foi fazer esse estudo, localmente, na Austrália, por incumbência do Conselho de Administração do HSJoão, de que fiz parte, contra a vontade do famigerado Correia de Campos, ministro, e transmitiu as suas conclusões e surpresas ao CA, que lhe encomendou este estudo.
Estava a fazer a sua aparição o "EMERGENCISTA", método que foi caindo no esquecimento, porque conscientemente, não é esse o caminho, pois o problema não é receber com uma qualquer estratégia; o problema é a capacidade de resolver com sabedoria adequada, o problema do sinistrado. Para receber bem, lá estão os Enfermeiros. Para resolver bem, estão os Médicos que sabem como tratar a área atingida.
Também a 1ª hora, de chegada às urgências, em Portugal, é da ocupação e responsabilidade, quase exclusiva, dos Enfermeiros e, só depois de concluído o 1º embate, é que entra o Médico, em ação, se for caso disso.
Simplesmente, os Enfermeiros não têm sabido impor os seus métodos e utilidades práticas, faturando em seu proveito e da Profissão tudo isso, e o resultado é, por todos os bons observadores, conhecido, que, até sabem o que quer dizer mais do mesmo.
É evidente que o Médico é necessário, nas urgências, mas para fazer o que, exclusivamente, não pode ser feito por outros.
Agora o passo seguinte é saber qual o perfil do Médico capaz, em cada circunstância, que não encoste os sinistrados aos artifícios da "Medicina Defensiva", que joga à defesa do maçarico, feito médico, de bata e engana dois ao ombro, muitas vezes a falar uma língua, que nem o próprio entende.
O que é preciso é captar, para as urgências Médicos com conhecimentos teórico-práticos, que sejam responsáveis pelo que fazem e não precisem de se esconder na "Medicina Defensiva", porque não são responsáveis, nem sábios.
Deixem de brincar aos "cowboys". Para isto, já temos o António da vaca voadora, que brinca, como ninguém, com coisas sérias.
Com amizade,
José Azevedo
Esta circunstância determinou o elevado nível de assistência sanitária destes dois paises.
Entretanto, os problemas com falta de camas e de camas nos corredores e impasses nas urgências, foram moendo a paciência dos Enfermeiros.
A dose de paciência disponível esgotou-se.
Foi decretada uma greve pelos Enfermeiros, para assumirem o seu papel e responsabilidade:
1 - Não entra nem sai nenhum doente num hospital sem o consentimento do Enfermeiro chefe;
2 - Não entra nenhum doente, no hospital que não tenha cama disponível, em local próprio.
Mais tarde, os peritos concluíram que, nas urgências, só deviam estar Enfermeiros e os Médicos, que sabem de medicina, assumem o compromisso de comparecer, nas urgências, no período de tempo que o Enfermeiro sugerir, de acordo com o estado do doente.
Toda a tramitação processual está protocolada, para funcionar, só com os Enfermeiros.
E, quando estes acabarem a receção e estabilização do estado do doente, é que entra o Médico, disponível para ser chamado.
O Dr. Costa Maia, insigne transplantador de fígados, foi fazer esse estudo, localmente, na Austrália, por incumbência do Conselho de Administração do HSJoão, de que fiz parte, contra a vontade do famigerado Correia de Campos, ministro, e transmitiu as suas conclusões e surpresas ao CA, que lhe encomendou este estudo.
Estava a fazer a sua aparição o "EMERGENCISTA", método que foi caindo no esquecimento, porque conscientemente, não é esse o caminho, pois o problema não é receber com uma qualquer estratégia; o problema é a capacidade de resolver com sabedoria adequada, o problema do sinistrado. Para receber bem, lá estão os Enfermeiros. Para resolver bem, estão os Médicos que sabem como tratar a área atingida.
Também a 1ª hora, de chegada às urgências, em Portugal, é da ocupação e responsabilidade, quase exclusiva, dos Enfermeiros e, só depois de concluído o 1º embate, é que entra o Médico, em ação, se for caso disso.
Simplesmente, os Enfermeiros não têm sabido impor os seus métodos e utilidades práticas, faturando em seu proveito e da Profissão tudo isso, e o resultado é, por todos os bons observadores, conhecido, que, até sabem o que quer dizer mais do mesmo.
É evidente que o Médico é necessário, nas urgências, mas para fazer o que, exclusivamente, não pode ser feito por outros.
Agora o passo seguinte é saber qual o perfil do Médico capaz, em cada circunstância, que não encoste os sinistrados aos artifícios da "Medicina Defensiva", que joga à defesa do maçarico, feito médico, de bata e engana dois ao ombro, muitas vezes a falar uma língua, que nem o próprio entende.
O que é preciso é captar, para as urgências Médicos com conhecimentos teórico-práticos, que sejam responsáveis pelo que fazem e não precisem de se esconder na "Medicina Defensiva", porque não são responsáveis, nem sábios.
Deixem de brincar aos "cowboys". Para isto, já temos o António da vaca voadora, que brinca, como ninguém, com coisas sérias.
Com amizade,
José Azevedo
ex-BASTONÁRIO DA ORDEM DOS MÉDICOS E A LINHA SAÚDE 24
ESCLARECIMENTO A PROPÓSITO DA EXTINÇÃO DA LINHA SAÚDE 24 HORAS, PROPOSTA PELO, AINDA BASTONÁRIO, DA ORDEM DOS MÉDICOS, JOSÉ DA SILVA.
1 - O 1º esclarecimento é para a Radio Renascença (RR) para que saiba, que há 2 Sindicatos de Enfermeiros: um é o Sindicato dos Enfermeiros -SE com sede na Rua D.João IV, nº 199 - CP 4000-301-Porto, filiado na UGT, e nasceu, em 3 de Outubro de 1913;
1.1 - Outro, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, que integra a Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública, comandada por A. Avoila, todos da linha da CGTP/in - PCP. É deste 2º Sindicato de Enfermeiros Portugueses, que Guadalupe Simões, é dirigente.
2 - Num país que tem vindo a adotar a MEDICOCRACIA (há médicos por todo o lado a mandar em tudo e em todos, até na saúde, como se de doença se tratasse), não admira a lógica de raciocínio, do ainda Bastonário, em fim de mandato e de ciclo, José da Silva, que é a da rã, sem patas, deixar de ouvir e não obedecer às ordens do mandante, que a manda saltar e a rã não salta, concluindo que a rã, sem patas deixa, de ouvir.
3 - A culpa destes seus raciocínios viciados não é dele, mas dos próprios Enfermeiros (alguns e não faço parte do grupo), que o deixam pronunciar-se "ex-catedra", como se do Papa se tratasse, sobre assuntos que não lhe dizem respeito e gravitam, na órbita da Enfermagem e não na da Medicina, pois trata-se de ver a saúde pelo prisma de evitar a doença e não pelo de ver a saúde pela perspetiva do Médico e da doença.
4 - E quando a solução não está ao nível da saúde, mas da doença, então, com ou sem Linha S. 24, o recurso é para o Enfermeiro de Triagem Hospitalar, que encaminha, segundo os protocolos das urgências; Médico ou Enfermeiro, é inevitável.
5 - O que preocupa este José da Silva, em fim de mandato e de ciclo, não é a Linha S. 24 mandar mais doentes para as Urgências Hospitalares, mas a perda de protagonismo médico, onde os Enfermeiros não precisam de Médico a fingir, que lhes dá ordens.
6 - Se a preocupação de José da Silva fosse o entupimento das Urgências, com os encaminhados da Linha S. 24 H, teria de começar pelos seus Colegas Médicos dos Centros de Saúde, nas pseudo-urgências de SAPs, SASUs, SACUs e outros UUs, que de forma bem mais dispendiosa, usam aqueles serviços, como placas giratórias de envio de Doentes, para as Urgências Hospitalares.
7 - Seria muito bom e útil, para a Saúde deste iludido Povo, Nação Valente, que os Enfermeiros não se acanhassem com estas diatribes de José da Silva e ampliassem a sua esfera de ação, se a sua Ordem, a dos Enfermeiros, claro, encarreirar pelo caminho certo, correto e não desviar para outros caminhos, já trilhados.
8 - Seria estatisticamente útil, certo e correto, para a Saúde do Povo Português, que os estatísticos fizessem a comparação estatística de quem envia mais doentes, para as urgências hospitalares; se os Centros de Saúde, com aquelas valências SAP e afins, se a LS24; sendo certo que, nos SAPs e congéneres, são Médicos: 3 Médicos para 1 Enfermeiro, em cada coisa dessas, transformando tudo em consultas médicas, porque é o que está a dar, aos Médicos prestígio e rendimentos, e aos políticos, que insistem, nesta anomalia, votos, em eleições.
9 - Dada a proximidade de José da Silva da linha avariada e sem ligação à LS24H, há um ano, será que ele tem algo a ver com essa não reparação fácil e rápida da avaria, para a poder usar, como usou, em argumento!? Eu, José, tenho curiosidade, em saber as causas da sua não reparação, se essa coisa está ao serviço do Povo, que sofre de incertezas, e não subjugada aos interesses da elite Médica.
Como diz o Poeta:
«Coimbra tem mais encanto, na hora da despedida».....
E que o Ano que a Mãe Natureza vai parir, nos livre destes "maus olhados", que é para o Outro nos poder livrar dos males"!
(José Azevedo)
FUTUROLOGIA CURIOSA: QUE PENSARÁ DESTA HUMANA CRIATURA, O ANJO ENFERMEIRO, QUE, COM MÃO PIEDOSA, LHE VAI SEGURAR O MAXILAR INFERIOR, ATRAVÉS DE LIGADURA, COM NÓ NA MOLEIRINHA, PARA EVITAR QUE A DENTADURA POSTIÇA CAIA, ANTES DE A CRIATURA ATINGIR O PONTO DE RIGIDEZ SUFICIENTE, QUE SEGURA, ENQUANTO AS SALAMANDRAS NÃO COMEÇAM O SEU TRABALHO!?
(José Azevedo)ET: AO CAIR DA TARDE OUVI, NA MESMA RR, QUE DERA A 1ª NOTÍCIA, QUE O MINISTÉRIO DA SAÚDE IA MANDAR REPARAR A LINHA DA PEDIATRIA DE COIMBRA, SILENCIADA, HÁ UM ANO, SEM QUALQUER EXPLICAÇÃO COERENTE.
EMBORA ESTA MEDIDA SEJA CORRETA, NÃO SATISFAZ A MINHA CURIOSIDADE E DE MUITAS E MUITAS PESSOAS ACERCA DE QUEM A MANTEVE SILENCIADA, DURANTE UM ANO E PORQUÊ. (José Azevedo)
E para fechar com chave de ouro, como num bom soneto, recebeu o desmentido do DGS, responsável pelo prestimoso serviço da Linha Saúde 24.
O DR. José da Silva abusava dos Enfermeiros, porque o ambiente era propício, porque as escolas não ensinam os Enfermeiros licenciados, tratados por causa dessa má formação, de que a responsabilidade está acima da obediência e é nesse contexto que devem atuar.
O ridículo de ver uma Enfermeira pedir a um Médico que leia as notas de Enfermagem, acerca do estado duma doente e de como passou a noite, porque dar informações do doente e da doença é com o Médico (e muitos nem sabem nem querem saber disto), é supinamente ridículo e tristemente lamentável.
Mas vale a pena ler um ato de justiça, que é tributado aos Enfermeiros, pelo DGS.
DIRETOR GERAL DE SAÚDE CONFIRMA <prima>
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
AINDA E SEMPRE AS TOLERÂNCIAS DE PONTO
AS HORMONAS DA TSU
RESPOSTA AO PENEDO CALHAU <prima>
NB: AJUDEM-ME A PENSAR QUE É COMO QUEM DIZ DEEM A ESMOLA AO CEGUINHO.
1 - QUANDO O GOVERNO DE PASSOS COELHO LEVOU UM PUXÃO DE ORELHAS DAQUELA SOBERANA E POPULAR MANIF, CONTRA A DESCIDA DA TSU E OBEDECEU, GANHARAM OS QUE NÃO QUERIAM MEXAR NA TSU, INCLUINDO A "GERINGONÇA" AINDA DESMONTADA, MAS JÁ COM TODOS OS ELEMENTOS, EM POTÊNCIA, A CAMINHO DO ATO.
2 - SE AGORA, PASSOS COELHO DEU MOSTRAS DE RESPEITAR A VONTADE POPULAR DAQUELA MANIF. E NÃO APROVA DESCIDAS NEM AUSÊNCIAS DE "TSU", MESMO QUE ISSO COINCIDA COM A FICÇÃO DAS ASAS DA VACA QUE VOA (BE E PCP), QUE FINGEM CORTAR AQUI PARA CEDEREM ALI, ISTO NDA TEM DE INCOERENTE E MUITO MENOS COM AS 3 SETAS DO PPD (PRETA, BRANCA E VERMELHA), ESSE SIM O VERDADEIRO PATRIMÓNIO DO DITO.
3 - AGORA O ANTÓNIO COSTA, "COWBOY" INSIGNE, QUE ESTEVE NA MANIF., A VOTAR CONTRA A RETIRADA OU MEXIDA NA "TSU", E AGORA CEDEU 1,5% DA TSU, QUANDO OS PATRÕES, SÓ ESPERAVAM E JÁ SE CONTENTAVAM COM 0,5%, NÃO É ELE QUE MUDOU DE OPINIÃO ATINGINDO O TAL PONTO DE INCOERÊNCIA?
4 - QUANDO CERTOS "POLÍTICOS", BANHADOS NO LÍQUIDO QUE TRANSFORMOU AQUILES EM HEROI INVENCÍVEL (À EXCEÇÃO DO CALCANHAR) SENTEM QUE ALGUÉM OS CONTRARIA, COMO MANDA A VERDADEIRA DEMOCRACIA, DESATAM A TENTAR PROIBIR ESSE ALGUÉM DE FAZER OPOSIÇÃO DIFERENTE DA QUE ELE(S) PERMITE(M) E ENTENDE(M), ATRAVÉS DA TURMA MULTA, QUE MAMA NAS TETAS DA VACA DO COWBOY. É O CASO.
SERÁ QUE O BURRO SOU EU?
José azevedo
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