quinta-feira, 5 de setembro de 2013

HOSPITAL DE ÁGUEDA UMA VÍTIMA DO SNS



NB: Este é uma parcela mínima duma soma gigantesca que se repete um pouco por todo o país.
Aqui o Sr. Enfermeiro Director atenuou 40% a enorme dívida, pois convém recordar a quem se tenha esquecido que; 140 horas é o horário de 4 semanas e há alguns que ultrapassam essa marca, como pode ver-se pelo pedaço de folha que reproduz essa verdade, pois retrata os horários do mês.
Quem comanda esta coisa lá de cima não está a ver bem o problema.
Está a exigir demasiado dos Enfermeiros, para que a outros profissionais não falte uma parte, maior ou menor dos 85% da massa salarial total do Ministério da Saúde, pois é este o total das remunerações da Classe Médica instalada em todos os comandos do SNS, desde o mais pequeno ao mais elevado.
Liguem a isto o anterior Primeiro Ministro que hoje é ilustre embaixador da venda de plasmas sanguíneos para toda a América Latina, dados os conhecimentos de engenharia, que o plasma exige de um engenheiro.
É isto que os Enfermeiros vítimas inocentes estão a pagar.
Se é Enfermeiro e teve a sorte de ler isto, gaste uns segundos a pensar na moral deste SNS; nas vítimas inocentes da sua Classe Enfermeira e no que pode fazer para nos ajudara sair deste atoleiro de esterco mal cheiroso.
Se não é Enfermeiro e leu este apontamento do nosso diário, pode ficar a saber como são tratados em Portugal os Enfermeiros entre os quais está uma que um dia lhe vai fechar os olhos unir os maxilares, para não ir para a outra banda de boca aberta.
Este Colega teve a coragem de atenuar materialmente em 40% o tamanho dos sacrifícios que os Enfermeiros fazem, porém, há por aí muito administrador que explora os CIT a que não reconhecem o direito a ter o salário igual por trabalho igual, apesar de a Constituição da República determinar isso e a Presidente da Assembleia da Repúiblica ordenar ao Governo que indague e castigue os infractores.
E os Enfermeiros sofrem estas injustiças que os carrascos instalados no SNS, promovem; e estas palavras são fortes e duras mas mais duro é o sofrimento dos Enfermeiros, que entretanto
fermenta, mesmo sem que disso se apercebam, porque é um processo natural.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

DEPOIS DO ELECTRÓNICO OLHO MÁGICO VEM O LATRÓNICO

Do latim, raiz da lusofonia, vem-nos a palavra "latro, onis" que dá o nosso ladrão, bem português.
Passou pelas fases de ladro, porque em gramática histórica o [t] abranda-se [d].
Encontramos esta palavra a adjectivar o piolho [piolho ladro].
Mas não se deve confundir feira da "ladra" pois essa quer dizer que fica do "lado" do Tejo, porque vem de "latus - eris", que dá látera - lá[d]era - ladra.
Posto isto, vamos à verdadeira razão deste comentário, inocente q.b.p.: no CHSJ vai ser dada caça aos ladrões, que roubam património que possam transportar nas suas bolsas ou mochilas.
Depois, apalpadeira ou apalpadeiro, peritos em meter as mãos, actuam em conformidade, se o indigitado suspeito se submeter, espontaneamente, ao tratamento das manápulas do perito. Se oferecerem resistência, podem ser apalpados pelas autoridades (PSP).
Como se detecta um suspeito:
Ou sofre a acção duma denúncia de quem lhe quer bem ou mal, ou ambas;
Ou os novos funcionários, contratados  para o efeito, (apalpar) fazem uma espécie de operações Stop, em dia e hora a combinar com a gerência da coisa e, obviamente, sem que alguém se aperceba do evento. Tal como a polícia faz com o radares detectores de velocidade que identifica previamente 80% das localizações, também os detectores de gamanço serão previamente anunciados, em 90% dos dias de apalpanço. Os restantes 10% serão em dias, locais e horas segredas.
De fora ficam os roubos maiores, como aquele que foi feito ao direito à greve dos nossos associados, já em 2006 e que prestaram cuidados mínimos e que a directora Enfermeira e quem lhe dá cobertura, continuam sem saber quem prestou serviços mínimos. Por isso não paga apesar da promessa do Presidente do CA dizer que pagava. São cerca de 26 mil euros que eles estão a roubar, cinicamente, aos grevistas, de então.
Perguntam-nos se tal regulamento é legal?
Claro que todos os regulamentos são legais desde que não violem as leis que os possibilitam.
Neste caso, está a protecção do património, que é um dever do CA do CHSJ, pelos meios que entender estabelecer.
A utilidade prática é diversa.
Imaginem que querem ver uma pessoa com que antipatizam ou de quem querem vingar-se (e a vingança é manjar de deuses); basta colocarem na bolsa ou bolso ou mochila do suspeito e denunciá-lo como suspeito ao grupo dos apalpadores e lá está a pessoa em apuros.
Depois, é só espreitar dum canto a cara do suspeito à saída do esconderijo onde se faz esse "apalpanço" ou revista às bolsas.
A revista a viaturas e eventuais lançamentos de janelas, ficam para depois.
Efeitos práticos?
Muito poucos. E é legítimo supor o que será mais dispendioso o pessoal que vai fiscalizar os pequenos furtos, ou a sustentação da máquina que os detecta.
Uma sã administração da coisa pública, controla isto na origem; não dá tanto nas vistas, se esse for o objectivo para mostrar serviço, mas é mais eficaz.
É bom lembrar que o Hospital dispões de câmaras de vigilância e outros meios de detecção destas anomalias.
Mas a vida é assim: há quem pense diferente de nós, com idêntica legitimidade.
O sistema é sujo mas tem toda a legitimidade para ser imposto.
O pior mal está a montante, ou seja; haver alguém que sinta a necessidade de montar um esquema destes, retirando a necessidade de montar empresa em tempo de crise, claro está.
Há quem goste disto e gostos não se discutem; mas convém recordar que há quem os tenha deteriorados.




NB: São peças como esta que tornam este blogue uma tentação e uma atracção sempre renovadas.
Como se diz, lá mais acima, vejam quantas potencialidades e quantos buracos abertos por este método, tipo flauta, para criarem problemas aos amigos e inimigos.
É só puxar pela imaginação.
Mesmo que o dito cujo não leve nada do alheio, nem por isso um telefonema anónimo, de preferência para ser mais rapidamente atendido e sem crítica, deixará de lhe proporcionar um bom espectáculo pela atrapalhação que vai ter ao ser apalpado/a.
Mas se lhe meterem um objecto, em qualquer bolso ou bolsa, então a denúncia ainda é mais eficaz.
Este regulamento do apalpanço é uma peça de arte do insólito a não perder.
Perguntam-nos se isto é ilegal...
Quando pararmos de rir respondemos.
No meio desta cena, há uma certeza: é um bom tónico para o humor, pois rir faz bem à saúde de cada um e, por extensão, à saúde em geral, do que ao património diz respeito de tão bem entregue e preservado, que está.
20 valores!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

PÉ DE DIABÉTICO; É OU NÃO É?!

Há cada pergunta que nos deixa preocupados.
Basta uma ideia de um Médico que julga entender de pés;
Procura-se uma escola que tenha ligações a pessoas importantes na saúde e na doença:
Sai mais um podólogo para a mesa do canto.
A pergunta refere-se a se o Enfermeiro incorre em crime de usurpação de funções do dito podólogo, com nome grego e tudo o que a ciência do pé aconselha.
Chamava-lhe calistas, porque se dedicavam a aparar os calos.
Mas esse nome não era suficientemente sugestivo para lhe conferir um cunho científico.
Para aparecer com suficiente credibilidade tinha de ir buscar o pé ao "pódós" e a ciência da coisa à "podologia".
E os Enfermeiros que tratam pés com ou sem calos; com ou sem diabétis, deixam-se enredar nestes trocadilhos, para se sentirem invasores e com a necessidade de fazer uma pergunta, cuja resposta devia ser natural e inversa, pois os Enfermeiros sempre trataram pés com sabedoria da experiência feita, o "a posteriori" de qualquer ideia com aspirações a universal e infalível.
Conclusão;
Deixem os Enfermeiros em paz oa podólogos e tratem como sempre fizeram todo o corpo que começa na ponta dos cabelos mais compridos da cabeça e acaba nas unhas dos pés.
Não nos lembrem os psicólogos que são a salvação dos perdidos. Têm uma intervenções esotéricas que parecem resolver todasd as desgraças, mas, depois de passado o efeito da notícia, são os Enfermeiros que curam as mazelas e as cicatrizes.
Não é por um qualquer ter uma ideia para fazer uma coisa, cuja legalidade é duvidosa, que impede os Enfermeiros de fazerem o que por tradição e arte, sempre fizeram.
Enfermeiros, não se deixem enganar por jogos de espelhos ou negócios de circunstância.
As manicuras também cuidam das unhas, enquanro o barbeiro corta os cabelos.
As pedicuras também podem cortar os calos, as unhas e engaixar os pés com óleos, ou vaselinas, que isso não tira o lugar aos Enfermeiros de cuidarem como devem e sabem, os pés dos diabéticos e não diabéticos, a começar pelas úlceras de pressão do calcahnar, que até são frequentes e maléficas.
O pé do diabético é da competência do Enfermeiro.
O autor do podólogo é que tem de explicar a quem pediu autorização para invadir a nossa área.
Para já, fiquemos por aqui.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PARCERIAS PPP


GOLPES BAIXOS CAUSAM INSEGURANÇA AO SEGURO

Em resposta ao PSD, Seguro diz: “Eu abomino a baixa política”


Secretário-geral do PS pede a verdade sobre os contratos swaps.
Rui Gaudêncio
O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou na sexta-feira, ao final da noite, que abomina a “baixa política” e disse esperar que a comissão de inquérito aos contratos financeiros de alto risco (swaps) apure a verdade e os responsáveis.
No Porto Santo, no âmbito de uma deslocação à Região Autónoma da Madeira para várias iniciativas com candidatos às câmaras municipais, confrontado pelos jornalistas se desejava responder ao desafio lançado na sexta-feira pelo PSD, António José Seguro respondeu: “Na política não somos todos iguais. Eu abomino a baixa política e a política feita sem ética.”
Questionado sobre se mantém confiança no aconselhamento económico do seu assessor para está área, outra das situações suscitadas pelo PSD, o secretário-geral do PS declarou: “Aquilo que importa aos portugueses é que os políticos se concentrem no essencial, o essencial são os problemas dos portugueses”.
À pergunta se considera importante dizer aos portugueses se concorda com a realização de contratos swaps com reflexos no défice e na dívida, o líder socialista adiantou: “Quando foi apresentada no Parlamento a proposta de uma comissão de inquérito para se apurar a verdade, a minha resposta foi imediata: ‘apure-se a verdade’. É isso que os portugueses querem, a verdade.”
“Não querem cortinas de fumo, não querem baixa política, querem a verdade e aquilo que eu espero é que essa comissão de inquérito apure a verdade e apure os responsáveis. É isso que os portugueses têm direito”, salientou António José Seguro, sustentando que os cidadãos “têm direito a saber para onde vai o seu dinheiro, como é que é gasto, é isto que é exigido”.
Sobre a eventual responsabilidade do PS nesta matéria e se o partido deveria ter outra forma de encarar esta situação, Seguro reiterou: “É para isso que há uma comissão de inquérito. As comissões de inquérito existem para se apurar a verdade e quando estão envolvidos dinheiros dos contribuintes essa verdade tem que vir ao de cima.”
“É isso que eu exijo e foi por isso que, desde a primeira hora, eu apoiei essa comissão de inquérito. Esse inquérito tem que ir até ao fim”, sustentou.

NB: Se o tal cidadão pudesse saber também de onde vem...
Se não tivessem rasgado os apontamentos, alguns apontamentos, as coisas seriam mais claras e dar-nos-iam mais segurança e clareza.

SERÁ!?...

Saúde

Secretário de Estado diz que SNS vai continuar a resistir

por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador27 agosto 20138 comentários
O secretário de Estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, assegurou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai continuar a resistir, apesar de já ter sido "tantas vezes ameaçado de desmantelamento" por parte da oposição.

O governante, que falava aos jornalistas à margem da inauguração da Unidade de Saúde Familiar (USF) Jardins da Encarnação, em Lisboa, lembrou que o SNS, "um dos serviços mais relevantes que o país tem como fator de coesão social", vai resistir.
"Temos sido capazes, quer o Ministério da Saúde, quer o Governo, de responder de forma a manter o SNS que já tantas vezes foi ameaçado pela oposição de desmantelamento. Ele tem funcionado, tem resistido e vai continuar a resistir", sustentou.
Leal da Costa sublinhou que o Orçamento do Estado para 2014 está ainda em fase de elaboração e disse já ser habitual que, no mês de agosto, "haja sempre muita perturbação, em que os vários agentes se defendem o melhor que podem dos cortes que possam vir a ser sujeitos".
O PS acusou na segunda-feira o Governo da maioria PSD/CDS-PP de "aproveitar o mês de agosto" para desmantelar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e entregá-lo a privados.
O socialista Álvaro Beleza considerou existir "uma tentativa encapotada de mirrar o SNS para transferir a saúde para grupos privados" e criticou também a sucessão de cortes protagonizados ou anunciados pelo executivo liderado por Passos Coelho.

GENEROSIDADE

Menina corta cabelo para doar a amiga com cancro



Uma rapariga de 10 anos, que nunca tinha cortado o cabelo, decidiu corta-lo para doar a uma amiga com cancro, em Campinas, Brasil. O presente foi entregue na passada segunda-feira, numa loja de perucas, pouco antes de Katherine deixar São Paulo.
Katherine Delgado, a rapariga de 10 anos que cortou o cabelo para dar a uma amiga com cancro, acompanhava os pais, artistas do circo Tihany, quando conheceu Bruna Alves, em São Paulo. Ao conhecer a jovem Bruna, que ficou careca depois do tratamento de quimioterapia, a jovem Katherine decidiu abdicar do seu cabelo para o oferecer à nova amiga.
As raparigas conheceram-se depois da mãe de Katherine, dançarina no circo Tihany, ter conhecido Bruna, durante os dois meses em que o circo se manteve em São Paulo.
Depois do primeiro encontro, o grupo circense visitou o centro infantil onde Bruna recebia tratamento. Interessada no mundo do circo, a jovem cancerosa conhecia algumas das atuações.
"Eu fazia tecido acrobático, aprendi lira também, fazia malabarismo, andava de perna de pau e fazia trapézio também", contou a jovem Bruna. As duas raparigas só se encontraram alguns dias depois, quando Bruna visitou os bastidores do circo Tihany a convite da trupe.
Cecília Delgado, a mãe de Katherine, nunca tinha deixado a filha cortar o cabelo.

NB: Num mundo onde o "salve-se quem puder" é a máxima de ordem é animador tropeçar num gesto tão simples mas tão nobre e concreto, no mundo das abstracções: solidaridade, generodidade e outros "ades".