quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
TENSÕES E INTENÇÕES DE SÓCRATES - TRATAMENTO ESPECIAL
NB: Os Enfermeiros têm o defeito/virtude de esquecerem depressa o mal que lhes fazem.
Mas com este preso especial, que já devia vários anos à cadeia, segundo os amigos mais chegados (não esquecer que uma das visitas mais primeiras, ao preso doble-face 44, foi a de Correia de Campos - o parte-cadeiras e tomba-louceiros), foi o responsável pela destruição das carreiras de Enfermeiros com a prestimosa colaboração deste tomba-louceiros, que os excluiu da gestão dos CS e CSP, trabalho continuado pela Seráfica da Lourinhã, coadjuvada pelo que lava os dentes com baba de aloés-vera.
Pois bem, não se esqueçam de lhe picar os miolos, dizendo-lhe quais são as artérias que rebentam com mais frequência, quando as tensões sobem e quais as consequências e quem ata os queixos aos mortos e lhes tapa os buracos para as salamandras não atacarem através deles; isto se a opção não for a cremação do corpo, antecipando a da alma, uma vez que, a fazer fé, no que dizem pelo juiz, o preso 44 escolheu a bolsa, em vez da vida (eterna), na opção " a bolsa ou a vida".
Vejam se conseguem arrancar-lhe o segredo de quem o formou e informou, na arte de vender plasma e outras moléculas patenteadas. Isto para saberem se os cargos estão a concurso ou se aquilo era só disfarce, para receber 12 mil daqui, mais 12 mil dali, por eventuais serviços prestados, indiretamete.
Mas cuidado: é eticamente reprovável dar-lhe a conhecer valores das tensões alterados ou trocar medicamentos hipotensores pelos hipertensores, porque agravam a doença.
Porém, não vimos qualquer contra-indicação ética na lembrança dos erros cometidos, nos Enfermeiros e suas carreiras, pois até podem levar à conversão e arrependimento, que podem comutar-lhe a pena, na eternidade; quem sabe?
Já me esquecia: deem-lhe livros escritos em português e inglês, porque ele diz que só ia ler os franceses.
Com amizade,
José Azevedo
HOSPITAL DE S. JOSE DIZ QUE CUMPRE
É fácil dizer que cumpre a lei dos horários de trabalho dos Enfermeiros.
Mas não basta dizer; é fundamental que se prove o que se diz.
Para ver como cumpre ver o blog ali a baixo e logo se vê se há um só Enfermeiro que tenha 5 turnos de 8 horas e 2 descansos seguidos (Ds+Dc) para estar 48 horas, no mínimo, ausente do Hospital como determinam a Lei nacional e internacional (Conveção 149/81 da OIT) e DL 437/91 de 8 de Novembro, atr.º 56º, nº1 e 2.
Dizem que cumprem a lei, porque nunca tiveram a necessidade de saber como é essa lei.
Se dizem que a cumprem, é porque a desconhecem.
Vá lá; aprendam-na e não mintam com disparates soezes.
Colegas, deixem-nos connosco, pois estão bem entregues. Nós tratamo-los, adequadamente!
Com amizade,
José Azevedo
QUANDO TIVERMOS GOVERNANTES
QUE NÃO ANDEM A REBOQUE DAS "FORÇAS DO MAL" (ver Matthias Rath no capítulo 4º do movimento vida) ou "Cartel Química". o modelo USF, cuja eficácia maior, que se conhece é transformar cidadãos saudáveis em hipocondríacos saudáveis e consumidores da química e das moléculas com patente e comissão aos que as receitam, então acabarão por fazer a verdadeira reforma: entregar aos Enfermeiros os Cuidados ou Assistência Primária na Saúde, acabando com a infeliz ideia de criar USF de vários tipos e tamanhos: as do Bernardo Vilas Boas, que dão direito por fazer menos do que as outras, pois são só para assistir os inscritos, têm um bonus fixo de 4370€€/mês mais o vencimento base, que não devia existir porque o pagamento é "per capite";
As outras que apanham com tudo, mormente os restos da USF/PCP, à FNAM, recebem um e a ponta de outro.
Mas vamos ao que nos trouxe aqui e agora:
Andam a ameaçar os Enfermeiros das UCC que vão ter de substituir os Enfermeiros que vão faltando nas USF, porque vão despertando e, ao acordarem, vão descobrindo as ratices que o Dr. Pisco foi piscando para os seus Colegas: era, então, presidente da Associação dos Clínicos Gerais, que são especialistas de generalidades ou banalidades.
E o Correia de Campos, esse impoluto deputado das europeias, lá teve de o nomear, ao Dr Pisco, entenda-se, a pedido do Partido, que o alimenta, vindo do MES, cansado e desiludido e triste, para essa Missão de afastar os Enfermeiros da Administração dos CSP, para criar o modelo que convinha à fictícia proletarização dos Médicos, que os Hospitais e a privada sui generis não absorvem.
Agora, querem ir buscar Enfermeiros às UCC.
Daqui avisamos os Enfermeiros de que não podem ir para as USF, porque é uma organização marginal, que está fora da lei comum e tem uma legislação especial, onde ninguém entra para prestar cuidados, além dos eleitos, visto que essa função cabe aos que assinaram o compromisso; os beneficiados com incentivos chorudos. (consultar neste blog o relatório da auditoria do Tribunal de Contas).
E se não estão em condições de assumirem o compromisso, que contratualizaram, demitam-se: pois sabem que não podem pedir ajudas, de forma legal e honesta.
Se alguém for pressionado para ir em missão de substituição informe-nos para podermos entregar à justiça os responsáveis, que também já temos referenciados através da ERA-que-não-era-nem-é para fazer o que devia fazer, mas não faz.
Não se molestem; entreguem-no-los que nós tratamos deles como é nosso dever e eles merecem.
Com amizade,
José Azevedo
As outras que apanham com tudo, mormente os restos da USF/PCP, à FNAM, recebem um e a ponta de outro.
Mas vamos ao que nos trouxe aqui e agora:
Andam a ameaçar os Enfermeiros das UCC que vão ter de substituir os Enfermeiros que vão faltando nas USF, porque vão despertando e, ao acordarem, vão descobrindo as ratices que o Dr. Pisco foi piscando para os seus Colegas: era, então, presidente da Associação dos Clínicos Gerais, que são especialistas de generalidades ou banalidades.
E o Correia de Campos, esse impoluto deputado das europeias, lá teve de o nomear, ao Dr Pisco, entenda-se, a pedido do Partido, que o alimenta, vindo do MES, cansado e desiludido e triste, para essa Missão de afastar os Enfermeiros da Administração dos CSP, para criar o modelo que convinha à fictícia proletarização dos Médicos, que os Hospitais e a privada sui generis não absorvem.
Agora, querem ir buscar Enfermeiros às UCC.
Daqui avisamos os Enfermeiros de que não podem ir para as USF, porque é uma organização marginal, que está fora da lei comum e tem uma legislação especial, onde ninguém entra para prestar cuidados, além dos eleitos, visto que essa função cabe aos que assinaram o compromisso; os beneficiados com incentivos chorudos. (consultar neste blog o relatório da auditoria do Tribunal de Contas).
E se não estão em condições de assumirem o compromisso, que contratualizaram, demitam-se: pois sabem que não podem pedir ajudas, de forma legal e honesta.
Se alguém for pressionado para ir em missão de substituição informe-nos para podermos entregar à justiça os responsáveis, que também já temos referenciados através da ERA-que-não-era-nem-é para fazer o que devia fazer, mas não faz.
Não se molestem; entreguem-no-los que nós tratamos deles como é nosso dever e eles merecem.
Com amizade,
José Azevedo
25 DIAS SEM FOLGA
Não vamos dar tréguas aos ambiciosos que para mostrarem estatísticas melhoradas, até são capazes de distribuir uns trocados pelos responsáveis que fazem os horários dos Enfermeiros, da batelada que vai para aos directores de serviço, cujos planos de muitas cirurgias e muitas outras coisas, que vão sobrecarregar os Enfermeiros, até à exaustão, só são conhecidos dos administradorzecos meia dose, o que os diminui mais ainda, por isso, olham para Enfermeiros e Doentes como números, que lhes engordam as estatísticas.
Sosseguem porque, também já temos, o método de os obrigar a olhar estes números como pessoas.
Claro está que lhe vamos borrar a pintura ou seja; estragar as estatísticas.
Eles nem são capazes de imaginar aquilo de que os Enfermeiros são capazes, quando se zangam!
Hão-de verificar que há formas de greve diferentes daquelas que usam os que vão brincar às grevezinhas, no Portugal dos Pequenitos. (José Azevedo)
25 DIAS SEM FOLGA < clique >
Sosseguem porque, também já temos, o método de os obrigar a olhar estes números como pessoas.
Claro está que lhe vamos borrar a pintura ou seja; estragar as estatísticas.
Eles nem são capazes de imaginar aquilo de que os Enfermeiros são capazes, quando se zangam!
Hão-de verificar que há formas de greve diferentes daquelas que usam os que vão brincar às grevezinhas, no Portugal dos Pequenitos. (José Azevedo)
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
SERÁ QUE NÃO SABEM OU FINGEM!?
Hoje vimos no noticiário por encomenda que andavam à procura de Médicos para Chaves, Vila Real e Lamego. Convém não desligar esta notícia da anterior onde se fala da emigração Médica dos que querem especializar-se noutros mundos.
Por que, sendo estas terras tão próximas de Bragança e respectiva ULSNE, onde andam aos encontrões ao trabalho que não existe, com uma média baixíssima de produção, não podiam pedir uns quantos emprestados?
Não é só porem os Enfermeiros mal pagos e mal compreendidos a virem trazer os doentes junto destas fontes de atendimento; o governante da área devia também mandar os Médicos para outros pontos de atendimento dos doentes que eles deviam atender lá.
É com estes desperdícios que depois dizem que não há dinheiro para remunerar convenientemente os Enfermeiros.
Sei que há pessoas que não gostam de que se abordem estas questões. Mas sendo elas que inquinam o ambiente, pois se há 85% de gastos da massa remuneratória só com o grupo médico e 15% é a sobra para todos os outros, onde estão os Enfermeiros.
Terem a safadeza de dizer que não sabem onde estão os médicos alapados com baixo rendimento, a remunerarem com o dinheiro, que pertence a quem trabalha, mas que não tem as "forças do mal" a imporem as suas regras de protecção ao dito grupo, é obra.
Depois vêm os escândalos dos plasmas, das octapharmas e afins a revelarem as causas do medicocentrismo exacerbado, desenfreado.
Os mais ingénuos, e nós temos tantos, meu São Cricalho da Maia, nem sabem ver que o bolo do SNS é o mesmo. A nossa luta centra-se com fixidez na forma injusta de o distribuir. É evidente que se se gasta a mais com a química e outras formas de esbanjar para garantir emprego, saindo da governação, como está, à vista, na fotonovela socrática e os seus cúmplices. Podem chamar-nos anjinhos mas não nos vão chamar parvos com tiverem de se confrontar com a lição mestra que vamos dar aos visíveis e invisíveis, que nos exploram.
Sabemos que há muitos Enfermeiros a quererem lutar, não há maneira do sol na eira e chuva no nabal, mas de forma a fazer mossa. Também nós queremos satisfazer-lhes essa disponibilidade.
Mas temos de reunir as condições para que ninguém fique para trás, caso seja necessário para impor a justiça e a recompensa pelo nosso trabalho.
Queremos deixar uma marca para os próximos 30 anos, como a de 1976.
Também temos de neutralizar umas moscas varejeiras que continuam a sacudir sobre nós, com uns zunzuns irritantes, a merda que transportam dos poios de abastecimento onde poisam. Desculpem o vigor da linguagem, mas temos de a adequar à realidade que vivemos.
Vamos de vagar que temos pressa...
Com amizade
José Azevedo
Por que, sendo estas terras tão próximas de Bragança e respectiva ULSNE, onde andam aos encontrões ao trabalho que não existe, com uma média baixíssima de produção, não podiam pedir uns quantos emprestados?
Não é só porem os Enfermeiros mal pagos e mal compreendidos a virem trazer os doentes junto destas fontes de atendimento; o governante da área devia também mandar os Médicos para outros pontos de atendimento dos doentes que eles deviam atender lá.
É com estes desperdícios que depois dizem que não há dinheiro para remunerar convenientemente os Enfermeiros.
Sei que há pessoas que não gostam de que se abordem estas questões. Mas sendo elas que inquinam o ambiente, pois se há 85% de gastos da massa remuneratória só com o grupo médico e 15% é a sobra para todos os outros, onde estão os Enfermeiros.
Terem a safadeza de dizer que não sabem onde estão os médicos alapados com baixo rendimento, a remunerarem com o dinheiro, que pertence a quem trabalha, mas que não tem as "forças do mal" a imporem as suas regras de protecção ao dito grupo, é obra.
Depois vêm os escândalos dos plasmas, das octapharmas e afins a revelarem as causas do medicocentrismo exacerbado, desenfreado.
Os mais ingénuos, e nós temos tantos, meu São Cricalho da Maia, nem sabem ver que o bolo do SNS é o mesmo. A nossa luta centra-se com fixidez na forma injusta de o distribuir. É evidente que se se gasta a mais com a química e outras formas de esbanjar para garantir emprego, saindo da governação, como está, à vista, na fotonovela socrática e os seus cúmplices. Podem chamar-nos anjinhos mas não nos vão chamar parvos com tiverem de se confrontar com a lição mestra que vamos dar aos visíveis e invisíveis, que nos exploram.
Sabemos que há muitos Enfermeiros a quererem lutar, não há maneira do sol na eira e chuva no nabal, mas de forma a fazer mossa. Também nós queremos satisfazer-lhes essa disponibilidade.
Mas temos de reunir as condições para que ninguém fique para trás, caso seja necessário para impor a justiça e a recompensa pelo nosso trabalho.
Queremos deixar uma marca para os próximos 30 anos, como a de 1976.
Também temos de neutralizar umas moscas varejeiras que continuam a sacudir sobre nós, com uns zunzuns irritantes, a merda que transportam dos poios de abastecimento onde poisam. Desculpem o vigor da linguagem, mas temos de a adequar à realidade que vivemos.
Vamos de vagar que temos pressa...
Com amizade
José Azevedo
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
PORTUGAL JÁ É PEQUENO PARA TANTA AMBIÇÃO
Ei-los que partem:
Mas visto de outra esquina este êxodo não tem só desvantagens:
1 - Pensem quantas receitas e quantos exames do cartel se poupam e quantas dores de cabeça se evitam a pessoas com tendência para o hipocondrismo?
2 - Quanta racionalização se pode fazer com reformas dos CSP, mudando o método de atender, com a rosa da sustentabilidade -
E Vão juntando as peças do puzzle que temos anunciado:
DINAMICSPHARMA+ OCTAPHARM
Aqui estão dois sorvedouros de dinheiro, que bem podem justificar a secundarização da carreira de Enfermeiros.
Que conhecimento tem o pero da Covilhã e o da pêssego do Vale das Gatas nos meandros do Cartel da Química ? (ver Matthias Rath no capítulo 4 as forças do mal).
Se juntarmos os pauzinhos da dynamicspharma com sede numa offshore Britânica sediada, nas Ilhas Virgens, (que transformaram, com esta dinâmica, em rameiras ordinárias), ler com muita atenção este extracto, ali atrás; mais a "Intelligence Live Services LLC", e a "XMI Manegements", consultora detida pelo grupo Lena, não restam dúvidas que a Mulher de César, nem que quisesse parecer séria não poderia e muito mais do que parecer: ser mesmo séria.
Estão a entender por que tem de haver muitos médicos para movimentar a química e a física;
por que o SNS gira em torno do Médico e não do Doente, que só usam para manifestações hipócritas;
por que as carreiras dos Enfermeiros eram um estorvo e uma despesa prejudicial ao cartel.
Como as desgraças andam aos pares, os antropófagos elegeram os nossos Colegas do SEP como interlocutores privilegiados, talvez por serem mais fáceis de comer.
Para nós SE e SIPE nada isto é novo senão na dimensão do fenómeno.
Por estes sinais se pode ver a dificuldade(s) que temos de enfrentar.
Mas vamos vencer e disso que ninguém tenha dúvidas.
Há muita gente que adquiriu o autoconvencimento de que não tem que prestar contas à justiça.
Sabemos que também temos que prestar contas aos Enfermeiros. Porém o descalabro foi de tal ordem que a reparação requer mão-de-mestre.
Creiam-nos: ninguém tem mais pressa e vontade de repor o que os roubos legalizados têm retirado aos Enfermeiros, mas isso depende, não só de nós, mas dos apoios que nos derem e da resistência que oferecerem às palhaçadas dilatórias.
Vamos a eles!
Com amizade,
José Azevedo
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