terça-feira, 25 de agosto de 2015

HETERÓNIMOS do Doutor Enfermeiro


TABELA REMUNERATÓRIA DE ENFERMAGEM - ÚLTIMA POSIÇÃO OFICIAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
SUGESTÃO DE ACTO REIVINDICATIVO: esta é a oportunidade de ver reconhecida alguma justiça salarial aos Enfermeiros!!!
Colegas,
como sabem, a 21 de Agosto foram publicadas as propostas para novas tabelas remuneratórias das seguintes profissões: Farmacêutico, Nutricionista e Psicólogo Clínico.
Tal como podem constatar, mesmo sem greves ou pressões sindicais, o Governo propôs uma tabela cuja entrada se situa nos 1613 euros. De uma forma geral, demonstra uma valorização muito superior à da carreira de Enfermagem. É incompreensível a esta discriminação!
Notem que a própria nomenclatura da carreira é propício à valorização - Assistente, Assessor e Assessor Sénior... muito diferente da carreira de Enfermagem: Enfermeiro e Enfermeiro Principal!! Mais parece a categorização dos actores (Actor e Actor Principal)!
A recente posição oficial do Governo sobre esta matéria foi a seguinte: "não existirem condições para, no âmbito da actual legislatura, negociar uma nova tabela remuneratória para os trabalhadores enfermeiros, dado esta carreira já ter sido objecto de revisão. De facto, a carreira especial de enfermagem foi objecto de revalorização no ingresso em 2010, tendo nessa sequência sido equiparada à carreira de Técnico Superior de regime geral."
Não é verdade que a actual tabela remuneratória de Enfermagem seja equiparada à Carreira Superior Técnica em toda a sua extensão.
Proponho o seguinte:
Sugiro que manifestemos a nossa indignação pela discriminação inexplicável! Como as tabelas remuneratórias foram publicadas no BTE e estão em auscultação pública até o próximo dia 10 de Setembro, sugiro que se contribua de forma massificada para demonstrar o descontentamento! A auscultação pública é um direito e uma acto de cidadania!
Os diplomas e tabelas anexas foram assinadas pelo Secretário de Estado da Saúde (Manuel Teixeira) e pelo Secretário de Estado do Emprego (Octávio Oliveira ). Podem enviar um mail para estes três endereços electrónicos, sempre com o conhecimento do Senhor Ministro da Saúde (portanto, no campo CC aquando da redacção do e-mail)!
Então, um e-mail (o mesmo para os três) destinado a:
Secretário de Estado da Saúde: gabinete.ses@ms.gov.pt
Link directo para o Secretário de Estado do Emprego :http://www.portugal.gov.pt/…/ministerio-da-…/contactos.aspx… (Aqui não é possível com o CC do Ministro da Saúde)
ACSS: geral@acss.min-saude.pt (será reencaminhado)
Isto sempre com o conhecimento do Ministro da Saúde:
É hora de protestar!


É hora de protestar, responde o eco, além.

Identificado pela forma de colocar as mãos, qual cirurgião que espera que o anestesista oxigena mais e mais bem o sangue do paciente estendido, tem aqui algumas imprecisões que urge corrigir:
1 - "Não existirem condições para..."  Temos dúvidas quanto ao real significado dessas palavras, por duas ordens de razões:
1.1 - Não há só um sindicato em negociações (a CNESE); há duas frentes sindicais sendo a outra a FENSE, que integramos e a quem não foi dito nada disso, muito pelo contrário. Ora a lei permite haver negociadores diferentes, para os seus Associados. E se somos diferentes é por culpa da CNESE, que não tem autorização do PCP para fazer uma frente conjunta. A CGTP com a UGT tem o mesmo comportamento.
1.2 - A outra razão é que nunca sabemos quando a CNESE fala, se está a falar em nome dos Enfermeiros ou da política do PCP e seu calendário politico-sindical-eleitoral.

2 - A tabela salarial dos Enfermeiros devia ser desde esta TRU o índice 21 a que correspondem 1500€, se recuarmos a 1990 (DL 34/90). Não é de 2015 essa determinação. Lá se diz que os licenciados em enfermagem entram na tabela salarial pelo 2 escalão de especialista que é por onde entravam nessa data os da carreira técnica superior.
2.1 - O Sr. Presidente da CNESE, De Martins, ia luxando os maxilares, quando lhe mostramos o referido DL 34/90, coisa que nunca tinha visto nem ouvido.
2.2 - E mesmo que tivesse ouvido; a iminente luxação não era por causa da tabela dos Enfermeiros: esses números iam contrariar a estratégia do PCP para os Enfermeiros. A prova real está, quando o CHUC equiparou os vencimentos de milhares de Enfermeiros o SEP criticou essa atitude, porque contrariava a estratégia do SEP, para o sector enfermeiro.
2.3 - É a isto que nos referimos, quando ocultaram a equiparação de milhares de Enfermeiros com os míseros 50€€ e fazem um alarido de parar distraídos, com possíveis 40 equiparações no Hospital da Feira, onde começaram a destruição das carreiras de Enfermagem.

3 - A tabela que propomos é para aprovar, porque:
3.1 - Não estamos ao serviço de outros a não ser dos Enfermeiros;
3.2 - Não precisamos de protagonismos, para arranjar um galhozito para poiso;
3.3 - Sabemos os efeitos das greves, quando os Enfermeiros concentram as suas energias e coesão nos seus interesses, sem discutirem: obedecendo tão-só à disciplina sindical.
3.4 - E entenderem que os Sindicatos não são os marmanjões que os dirigem, mas todos os Enfermeiros, que neles se associam. Quando dizem mal do Sindicato, é de si que estão a falar.

Etc. etc... Sr. Enfº Miguel Terra Lopes, por heterónimo, João Silva.
Com amizade e alguma impaciência porque o tempo urge,
José Azevedo

LEI 104-2015 DE 24 AGOSTO - O INVENTÁRIO





domingo, 23 de agosto de 2015

A ÚLTIMA DESCOBERTA...




Quando pensava que já tinha descoberto o percurso deste personagem:
Desde assinar em seu favor bolsas de estudo;
Partir louceiros, para ouvir o som dos pratos a partir;
Partir uma cadeira no CS, para acabar simbolicamente, com a salas de espera, com o êxito espectacular que se conhece;
Eis, que um colega me revelou uma habilidade deste comediante: foi retirado de um poste de electricidade, como um gato vadio, pelo "gendarme", quando perante os colegas que com ele cursavam administração em "Rene" da França, exibia as suas capacidades de trepador. E foi para "gendarmerie". Foi solto porque os colegas garantiram que não foi ele que subiu; foram os vapores do álcool que não lhe assentaram bem no estômago e impeliram-no para cima do poste, ao evaporarem.
Depois destas habilidades todas e com um currículo muito valorizado, aparece-me, agora como contador de histórias, tipo fábula, como ele diz, daquelas que requerem muita lata.
É, verdadeiramente um brincalhão.
Até quando vamos ter de esperar pelo seu arrependimento, pela responsabilidade que teve na perversão das leis do SNS, que outros construíram, com esmero e maior acerto, caso tenha um grau mínimo de consciência, para o efeito.
Poupo os leitores a não terem de perder muito tempo com este meu interesse pelas traquinices do dito efabulador.
Conheço-o desde que foi amanuense, na secretaria do Instituto Ricardo Jorge e pertencia a uma formação política, onde eram todos Lenines e só tinham um proletário, por sinal Enfermeiro;
Depois transformaram-se em gis de quadro preto, uns; outro até foi presidente da república, que fez um golpe de estado sozinho, por causa da boa moeda, que, por erro de cálculo, nos levou ao dilema:  banca-rota ou  austeridade...
Tive a honra de ter sido demitido por ele duas vezes, (uma até já não era ministro e falsificou a data, para a sexta feira anterior ), do cargo de Enfermeiro director do Hospital de São João, para que fui eleito com 70% dos votos, porque segundo ele, teve a fragilidade de ceder às exigências de 2 banda-alhos, que tinham influências na Comissão Política Distrital do "seu" Partido (não sei qual).
Notem que sendo eu Enfermeiro Director por reclassificação de carreira, pois em 1981 era Superintendente de enfermagem e eu, como todos os outros, fui transformado em Enfermeiro Director. Quiseram alterar a indeterminação dessa categoria, para me abaterem, já com Maria de Belém e este brincalhão herdou esse pequeno fardo.
Até acabou com as eleições para director clínico e Enfermeiro, usando-me como argumento.
Numa daquelas confissões pós-prandiais , lá lhe saiu a confissão duma das suas fraquezas; a de não conseguir resistir às exigências do Partido, onde se aninhou, para fazer rolar cabeças inocentes, como é o meu caso.
Irmão duma ilustre obstetra da MAC, casada com um ilustre economista, o prof. Anacleto Louçã, não é por falta de informação possível, que podia arranjar outras desculpas, mais credíveis para justificar as minas que deixou espalhadas no SNS, quando saiu.  
Foi ele que estabeleceu 85% do total da massa salarial do Ministério da Saúde, só para um grupo: o Médico, enquanto os outros todos,incluindo os Enfermeiros, têm de se contentar com escassos 15% dessa massa salarial.
Concordamos que os Médicos ganham pouco;
mas que dizer dos outros!?
Que conceito de sociedade e de profissionais de saúde tem este leninista, de raiz, reconfigurado em socialista? 
Claro está que a culpa não é dele; é mais de quem lhe dá crédito e do "gendarme" que o retirou do poste, em Rene!
E os erros, por vezes pagam-se caros.
Entretenham-se a tentar descobrir quem lhe encomendou esta peça abaixo.
A nossa democracia tem destas curiosidades e representações ao mais alto nível.
Infelizes daqueles que têm o condão de o entender bem.
Para terminar, aqueles que propõe para ministros da saúde são os seus cúmplices e colaboradores, quando andou pelo ministério, de que nunca se afastou verdadeiramente, pois tem um estatuto parecido com o de senador; por isso os recomenda. Mas antes tem de preparar o terreno.
Que os deuses nos protejam, já que os humanos só nos têm desgraçado.
Com amizade e compaixão,
José Azevedo

A ULTIMA DESCOBERTA < clique aqui >

TAEs TÊM PRESSA, POR ISSO ACUSAM




 "hic porchae rabum torcet"

CARREIRA DOS taes projeto < clique aqui >


NB: como se vê facilmente há aqui muita matéria, passível de contestação.
Será bom que a Ordem dos Enfermeiros não se comprometa com o todo ou a parte deste projeto, para não apanharmos com essa vergonha hipotética a dificultar a nossa contestação de cidadãos, que podemos vestir o casaco ao contrário, correndo o risco de nos endireitarem a cabeça.
Reter o último fluxo de vida não é vaca para curiosos, certo? correto? (José Azevedo)
O sr. Rols Royce (RR) seis nomes, do Sindicalismo, sabe que o Presidente do INEM não é fácil de enganar porque conhece o terreno, onde eles operam e as dificuldades.
Não vai em cantigas e é isso que está em causa.
A velha e o helicóptero são um disfarce para atrair jornalista, que oxalá nunca precisem deste simulacro de assistência pré-hospitalar. Até parece mentira abrir um processo a um presidente desta ou de qualquer outra coisa com um motivo tão bacoco e, que por isso, atrai a 1ª página de jornais, infelizmente de grande tiragem e prestígio... manchados.
O tipo que se serviu deste grupo (e que pode estar a usá-lo, ainda) não tem escrúpulos nem respeito pela vida alheia e pelo bem comum.
Entretanto, continuamos a investigação para saber os implicados nesta farsa, pelo que agradecemos todos os contributos possíveis.
Com amizade e muita atenção para o perigo,
José Azevedo (Enfº que chefiou 10 anos as urgências do HSJoão de 1966-1976 expulso, nesta data, por saber de mais (como se alguém saiba de mais, seja do que for) pelos comunistas Dr. Mena de Matos e pela Enfª Costa Leite - ler o processo por eles assinado nos arquivos do Ministério dos Assuntos Sociais, hoje da Saúde).

sábado, 22 de agosto de 2015

UM OLHAR SOBRE OS CSP NA FINLÂNDIA


Podem dar uma vista de olhos sobre a forma de outros resolverem os mesmos problemas, que nós temos.

UM OLHAR SOBRE OS CSP NA FINLÂNDIA < CLIQUE AQUI >


NINGUÉM NASCE ENSINADO MAS SE TIVER VONTADE DE APRENDER...

Mas, ainda que trazendo a apetência para aprender, é preciso que a nossa vontade adira.
Estamos a falar do abandalhamento da greve, força última e mais radical de quem vive do seu salário e em que alguns insistem, destruindo um património de lutas eficazes, que durou 20 anos, justamente até aparecer esta gesta.
Depois, fazendo dos Enfermeiros parvos dizem-lhes aquilo que qualquer idiota gosta de ouvir, mas não é o caso dos Enfermeiros, que precisam de acreditar em quem os organize e defenda, com isenção e conhecimentos adequados à situação.
Vem isto a propósito de, num serviço do Hospital de Pedro Hispano, ou João XXI, um desses pobres piquetes dizer que um dos males é o SE só se preocupar com os CIT, deixando os LGTFP abandonados.
Claro está que se trata de um I U, que não conhece a história nem a da Enfermagem nem a do Sindicato dos Enfermeiros - SE.

Nem lhe contaram o que se passou em Coimbra numa sessão se esclarecimento, bem recente, perante as categorias subsistentes e quem as segurou e quem as abandonou. (perguntem ao ora, Poças)
Também não conhece a nossa acta de repúdio acerca da forma como os Enfermeiros foram tratados, no DL 122/2010, de 11 de Novembro, em que foram aumentados 70€ às prestações e quem assinou o acordo dessa mísera tabela, que não é dos CIT, é precisamente dos LGTFP. Nós temos o documento da assinatura, entre o SEP e o Governo.
Ora se não sabem, perguntem, porque aqui não se recusa a informação certa, não-manipulada, seja a quem for.
E não baralhem mais os Enfermeiros.
Se não têm vergonha, tenham ao menos respeito por vós próprios e não se prestem a papeis sujos.
Sabem que neste grupo, que nós formamos, não estão os politicamente correctos; aqui só militam os profissionalmente honestos e os sindicalistas, que dizem o que os Enfermeiros precisam de saber, para a arrancada final, que nada tem a ver com brincadeiras de mau gosto, com coisas sérias; também têm lugar, porque é para defesa dos interesses de todos os Enfermeiros.
Em vez de dizerem baboseiras deviam perguntar aos seus mandantes de quem foi a opção de começarem a negociação dos ACT, pelo dos CIT: foi do Governo, porque nós temos propostas para todos (CIT e LGTFP) e de há muito.
Se lerem neste blogue o título "Posição do Governo acerca dos Enfermeiros"... até encontram, aí, a reprodução do compromisso de não fazerem qualquer negociação de ACT, como compensação de porem Principais a dominar a Enfermagem. Essa negociata terminou com o documento com que encerramos este título.
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Quem os ouviu dizer: "não assinaram nada, não negociaram, não foi nada com eles" , na mísera tabela do DL 122/2010, deve lembrar-se qual foi o desinteresse pelos Enfermeiros da LGTFP e o desprezo total pelas transições.
Mas SIPE e SE (FENSE) têm uma acta de repúdio por tudo isto, justamente, porque abrangem todos os Enfermeiros, que não transformam em castas.

Vá lá, sejam honestos, mesmo forçados; digam as verdades aos Enfermeiros e não se cubram connosco. Mas se o fizerem, escolham os nossos defeitos reais e não os fictícios, próprios de mentes frágeis. Tentem ser Enfermeiros, que pensam pela sua cabeça e que tenham a ombridade de rejeitarem o servilismo.
Isto é tudo para bem da Enfermagem, de todos os Enfermeiros.
Com amizade, porque sei o que são necessidades,
José Azevedo