quarta-feira, 17 de agosto de 2016

ENFERMEIROS, NÃO SE MATEM A TRABALHAR PORQUE O SUICIDIO É...


DEVEM LER ESTE PEDAÇO DE MISÉRIA COMO PREVENÇÃO INDIVIDUAL, PORQUE HÁ COISAS QUE O SINDICATO PODE FAZER, MAS A PREVENÇÃO É DA RESPONSABILIDADE DE CADA UM.

«No final do ano passado tivemos no nosso serviço (medicina Mulheres) uma doente que veio a falecer com tuberculose pulmonar activa.
Todas as medidas de despiste foram efectuadas aos funcionários que contactaram com a referida doente, eu incluída.
Este ano, no mês de Abril, fiz um derrame pulmonar maciço, à direita que, após aplicação dos meios complementares de diagnóstico se concluiu sofrer de tuberculose pleural.
Estou com baixa desde 24/4/2016, devida à tuberculose, ao abrigo do DL nº 28/2004 - art.º 16-nº3 e estou a receber 80% do meu ordenado, porque, a meu cargo só tenho um elemento do agregado familiar, o meu filho de 6 anos. E o meu marido está empregado.
Entreguei na Segurança Social a documentação para ser declarada doença profissional. Aqui chegada, foi-me explicado que; se fosse do contrato em funções públicas (ex-funcionária pública), com acesso à ADSE, receberia o meu ordenado por inteiro.
Pergunta, é verdade isto?
Gostaria que me explicassem o seguinte:
1 Que direitos e deveres tenho nesta situação?
2 Quem me paga os duodécimos de natal; se tenho direito a eles?
3 Que responsabilidades tem o hspital para comigo, já que a minha tuberculose foi contraída em contexto de acção profissional?
4 Que devo fazer para ter acesso ao sub-sistema da ADSE, sendo CIT e sendo que o Orçamento do Estado contempla essa possibilidade?».

Conclusão:
O hospital chutou para a companhia de Seguros, que diz que não é acidente de serviço (porque deve desconhecer as equiparações a...) chutou para a segurança social e a nossa Colega feita bola de... anda nas chuteiras dos administradores que a desgraça nos proporciona.

Mas um homem prevenido vale por 2, por isso publicamos documento que devem copiar e consultar em caso de necessidade.
E mais importante que tudo isso, antes de se abeirarem de situações de risco vejam se elas estão cobertas pelo seguro.
Se não estiverem cobertas pelo seguro não corram riscos; deixem-nas para quem tiver cobertura do seguro e da segurança que temos.
Temos de ser pedagogos e ensinar esta tropa rafeira. (José Azevedo)

DOENÇAS PROFISSIONAIS: LER E GURDAR PARA QUANDO PRECISAR

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