domingo, 16 de março de 2014

ELE INSISTE NO IMPOSSÍVEL PARA ILUDIR O POSSÍVEL


 
NB: As reformas fazem-se com os reformadores e não com os reformados, como se está a tentar.
As reformas fazem-se com o diferente e não com mais do mesmo.
A "força da mudança está nos Enfermeiros". Mas como poderão eles actuar se estão arredados de participar nessas coisas, que entregam aos reformados e acostumados, sem uma ideia de inovação nem lugar de onde ela surja.
O tom humorístico desta coisa é que são sempre os mesmos a falar em reformas, para ver se nos disraem, para que não haja método de pôr em prática a reforma que os Enfermeiros sabem por onde começá-la.
Não é por acaso que se serviram dos ingénuos para destruiram e desestruturarem a Enfermagem.
Também não é por acaso que o JMS fala ou escrevem por ele todos os dias num ou mais órgãos de comunicar.
Quem paga isto?
Isto pode não ser um indício de corrupção do meio, mas é, certamente, um princípio seguro de alienação da realidade e da necessidade.
Se os Enfermeiros são os que praticam de acordo com as suas ideias e algumas dos outros, numa percentagem muito próxima dos 80%, por que se continuam a ignorar, se somente atrvés deles é que se podem fazer reformas com eles, porque os outros, já deram o que tinham e quem dá o que tem, já não tem mais para dar, ou tem muito pouco.
Estar a insistir nesta perspectiva, é necessariamente, iludir a realidade.
Ponham os Enfermeiros a fazerem as reformas, enquanto é tempo.
Deixem de nos iludir, brincando às reformas, porque não somos de ilusões.
Comecem por fazer os financiamentos de acordos, não com as crenças mas em função de que presta os cuidados necessários ao tratamento e recuperação das pessoas, durante mais tempo e numa fase mais custosa.
Manter os GDH com ou sem CM, como modelo de financiamento dos hospitais é a prova do blor dessa estrutura.
Depois o Ministro só fala em Médicos porque o conseguiram convencer, por meios que desconheço, de que tudo depende deles e impende sobre eles.
Mas isto não é verdadeiro, porque é falso.
Como os Enfermeiros são a parte dinâmica da questão, s´«o esganando-lhes os salários é possível manter o disfarce do GDH fictício.
Até há uma grupo de descerebrados a destruir os registos dos Enfermeiros sem cuidarem de saber que é através deles que se tiram as teimas e se esclarecem muitas dúvidas.
E não é de agora; vem desde que os Enfermeiros se habituaram a registar o que fazem aos Doentes.
Ignorar isto é apenas ignorância ou ficção científica da medicina.
 
Com amizade
José Azevedo
 
____________________________________________________
 
A PROVA REAL

 

Médicos repudiam projecto de DL de Formação Especializada

14-03-2014
204 leitores

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM), o Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos, o Conselho Nacional do Médico Interno (CNMI), e o Sindicato dos Médicos do Norte (SMN - FNAM), reuniram-se ontem no Porto com Médicos Internos e Alunos de Medicina para analisar e recolher as opiniões dos directamente interessados sobre o recente projecto de decreto-lei apresentado pelo Ministério da Saúde, e que pretende alterar o regime jurídico da formação médica especializada.
Os presentes foram unânimes em considerar que tal proposta constitui uma ameaça à qualidade da formação médica pós-graduada e à qualidade dos cuidados de saúde prestados à população portuguesa.
Apelidado de "prematuro sem viabilidade possivel", este projecto de diploma pretende subverter a inalienável participação e supervisão da Ordem dos Médicos num processo formativo de qualidade internacionalmente reconhecida, o que desde logo determina a sua liminar rejeição.
O referido projecto de DL foi enviado aos sindicatos médicos no fim do mês de Fevereiro, tendo estes de imediato suscitado junto do Ministério a abertura de um processo de negociação colectiva conjunta, e relativamente ao qual se aguarda resposta.
O SIM, reservando embora comentários e apreciações para a imprescindível mesa negocial, declara desde já que não pactuará com qualquer alteração que possa colocar em causa a qualidade da Formação Médica, minimizar os direitos laborais dos Médicos Internos, ou subverter princípios basilares da Carreira Médica.
 
COMPAREM ISTO COM OS ENFERMEIROS E AS SUAS ESPECIALIDADES.
 
Vejam como eles ficcionam as necessidades de Cuidados Intensivos e como fazem andar os necessitados a percorrer o país, até com os percursos mais absurdos, como para ir o doente  de Chaves parar, a Abrantes, quando ia para Lisboa.
Parece que nem havia ligações telefónicas!
Malandrice...
Depois é apresentada a factura: precisamos de mais intensivistas, onde as prestações dos Enfermeiros são de 95% de cuidados prestados, para 5% de cuidados Médicos.
Isto é que é saber.
Aprendam, colegas Enfermeiros!
 

Sem comentários:

Enviar um comentário