segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

A REQUISIÇÃO CIVIL E OS SERVIÇOS MÍNIMOS



 A REQUISIÇÃO CÍVIL E OS SERVIÇOS MÍNIMOS<CLICAR>


NB: A REQUISIÇÃO CIVIL DESTINA-SE A DEFINIR OS SERVIÇOS MÍNIMOS.
MAS, Ó CAMARADAS GOVERNANTES, NÃO TIVESTES REPRESENTANTES VOSSOS AQUANDO DA DEFINIÇÃO DOS SERVIÇOS MÍNIMOS PELO TRIBUNAL ARBITRAL?
aQUI NOS SINDICATOS DA FENSE PENSÁVAMOS QUE OS JURISTAS QUE FATURAM MILHÕES VOS DESSEM ESTA PEQUENÍSSIMA INFORMAÇÃO.
AI NÃO DERAM?!
PACIÊNCIA; É O QUE TEMOS. E QUEM DÁ O QUE TEM, POR POUCO OU NADA QUE SEJA A MAIS NÃO É OBRIGADO.
HAJA CHUVA PARA ENCHER AS BARRAGENS SUJEITAS A UM GASTO EXAGERADO PELA ÁGUA QUE O GOVERNO METE!

UM PROFESSOR DE DIREITO DA FACULDADDE DE DIREITO DE COIMBRA, DE RECONHECIDO MÉRITO E USO HABITUAL PELOS JURISTAS DE SEU NOME PAULO VEIGA & MOURA, DIZ QUE: «UMA VEZ DECRETADOS OS SERVIÇOS MÍNIMOS, NÃO HÁ FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A REQUISIÇÃO CIVIL».
E diz mais coisas nesse sentido.
Já um Prof. de direito no trabalho, para a asnice ser ainda maior, de seu nome Luís Gonçºalves da Silva, para fazer o jeito ao patrão, diz que há fundamento para a requisição civil porque não sabe que essa só se destina a definir os tais SERVIÇOS MÍNIMOS, já definidos com a participação do representante do PATRONATO, no tal TRIBUNAL ARBITRAL.
Pobres alunos que têm tamanho professor!

O que está em causa não são os serviços mínimos suficientes para evitar as situações de não retorno, como a Constituição da República manda;
O que está em causa é os hospitais abrangidos pela greve cirúrgica estarem a aproveitá-la, para
forçarem os grevistas a reduzirem as listas de espera.
Neste preciso momento no CHSJoão está a decorrer uma reunião, para os grevistas abrirem as salas operatórias que forem necessárias para operar os, URGENTES QUE O MÉDICO VAI SELECIONAR.
É claro que os anestesistas em permanente greve de zelo e contribuintes líquidos das listas de espera não vão estar de acordo.
Mas os Médicos que se cuidem na limitação do direito à greve que todos os EMPREGADOS detêm.
É bom não esquecerem que o Estado, atrvés dos Ministérios da Saúde e o das Finanças, é o patronato, abrangido pelo Código do Trabalho, onde estas coisas estão bem claras.
Não é nada agradável para a FENSE e seus representados, tratar as sequélas que possam ficar dos abusos na definição de urgentes.
Por ingenuidade os promotores da greve esqueceram-se de impor, ao Tribunal Arbitral, os Enfermeiros como participaantes na definição dos Doentes urgentes e deixar essa tarefa ao livre arbítrio do Médico.
Não sabem que em casos extremos, como por exemplo na aprovação do desligar das máquinas em Doentes terminais todos os intervenientes na equipa assistente têm de estar de acordo.
Mas, ainda bem que atropelaram este princípio, porque a mentalidade dos Médicos, em Portugal e o seu à-vontade no espezinhar dos Enfermeiros, que consideram seus assistentes.
A jornalista da SIC, perita nestas coisas laborais até revelou que não podem os Enfermeiros ser diretores de serviço para não se confundirem com o diretor clínico.
Vão à SIC e sintonizem o ponto onde um igorante Dr. Fausto Leite que se gaba de andar desde Abril 25, a tratar questões relacionadas com o trabalho.
Se as tratar (tratou) como demonstrou que deviam ser tratadas as dos Enfermeiros, não dignifica nada a classe dos Advogados.
FENSE, 4 de fevereiro de 2019,
José Azevedo

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JUNTOS FAZEMOS LISBOA PEDINCHAVA ANTÓNIO COSTA<CLICAR>

NB: A IDEIA DO CROWDFUNDING DOS ENFERMEIROS EM GREVE CIRÚRGICA FOI INSPIRADA NO VÍDEO DA CAMPANHA DE ANTÓNIO COSTA, NAS ELEIÇÕES PARA A CÂMARA DE LISBOA.
E QUE GRANDE VÍDEO!!!!!!!

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NOTÍCIAS ALUSIVAS:


- Catarina Martins apela ao bom senso de ambas as partes na questão dos enfermeiros



O ÓBVIO NÃO SE DISCUTE, MAS PODE LEMBRAR-SE



O ÓBVIO NÃO SE DISCUTE<CLICAR>

AVISO AOS POSSÍVEIS INTERESSADOS.


MARQUES MENDES DISSE NAS SICS EM 03/02/2019:

«O Governo pediu um parecer à PGR que vai dar luz verde para avançar com a requisição civil dos Enfermeiros em Greve Cirúrgica.
Disse ainda que os Enfermeiros estão a voltar a população contra eles pois o Governo já concedeu isto e aquilo e aquelito.».
Aqui na nossa fábrica de defesas ao direito relativo ao0s Enfermeiros, estamos curiosos para ver se a PGR consegue encontrar desvios credíveis que vão direitos à selva do PM ou a outras fontes.
O Prof. da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Paulo Veiga Moura que dispensa a nossa apresentação dada a sua reconhecida competência refere que havendo decretados os serviços mínimos
não há lugar à requisição.

Lembramos que na greve de 1976 os Enfermeiros foram requisitados civilmente e a requisição teve de ser levantada se queriam ter Enfermeiros nos hospitais.

Colegas, também a FENSE está à espera de concluir as negociações do ACT.

Temos estado a fazer uma análise às declarações do ex-Ministros DR. Adalberto Fernandes no seu plano 'Marshall' está evidenciar-se uma hipótese da sua saída e ao que tudo leva a crer que a armadilha lhe foi montada pelos seus mais diretos colaboradores, que agora ocupam os lugares de comando.
Tudo indica que a estratégia de Penélope, urdideira do seu véu de noiva, tem sido usada nas negociações do ACT/FENSE, contra a vontade do então Ministro da Saúde.
Confirmada a hipótese teremos de o incluir nos nossos pedidos de desculpa, pelos maus juízos que fizemos a propósito.
Duma coisa temos a certeza: andamos ano e meio a ser adiados com desculpas esfarrapadas.
Aqui e ali aparecia de quando em vez, um escrofuloso mental a criticar que andávamos a ser enganados.
Os pobres coitados não sabem que os veteranos não se deixam enganar, como estamos em condições de demonstrar.
Não tenham medo porque a FENSE tem planos B, C, D...
E se os cirúrgicos forem requisitados, a FENSE vai salvá-los.

Já que estamos nesta ação pedagógica de dizer e ensinar o que são Enfermeiros, vamos até ao fim com os ensinamentos.
E até somos capazes de ajudar o Governo a libertar-se da medicocracia com que se está iludir o Povo.
Há duas coisas na vida que não consigo entender:
a) «uma é ser padre e ir para o inferno;
b) a outra é ser médico e morrer».

E, de passagem, até podemos ensinar maneiras aos Srs Bastonários das Ordens dos Médicos, para que respeitem mais e melhor os Enfermeiros, se querem continuar a ter os nosso respeito. Uma delas é terem muito cuidado a definir as urgências, que o Tribunal Arbitral, por impreparação dos seus Membros, lhes incumbiu.

O nosso aviso baseia-se na Ética de que tanto falam, sem a conhecerem muito bem. Mas sosseguem que nós Enfermeiros ensinamo-la.

José Azevedo

domingo, 3 de fevereiro de 2019

O TONY DE SANTA COMBA (SALAZAR) E OS INQUÉRITOS



O TONY DE SANTA COMBA E OS INQUÉRITOS<CLICAR>

NB: PARAFRASEANDO O SALAZAR QUE DEIXOU DITO:«SE QUERES RESOLVER UM PROBLEMA NOMEIA UM INDIVÍDUO CAPAZ; SE QUERES ADIAR UM PROBLEMA, NOMEIA UMA COMISSÃO».
TAL COMO AS COMISSÕES, OS INQUÉRITOS TÊM UM EFEITO SEDATIVO SOBRE A IRA, A REVOLTA DOS SENTIMENTOS E PRESSUPOSTOS DE QUEM IMAGINA COISAS.
NÓS VAMOS DAR POR ENCERRADO O INQUÉRITO, PORQUE JÁ TEMOS AS RESPOSTAS:
NÃO ESTAVA NENHUMA ENFERMEIRA NA SALA...
NÃO ESTAVA PORQUÊ?
PORQUE NÃO HÁ ENFERMEIROS/AS SUFICIENTES E OS DEUSES RECUSARAM ÀS POUCAS QUE HÁ O DOM DA UBIQUIDADE QUE É UM DOM QUE PERMITE ESTAR EM VÁRIOS LOCAIS AO MESMO TEMPO.
E A GERÊNCIA DO HOSPITAL, DESTE E DOUTROS, JÁ FOI INFORMADA DE QUE OS DEUSES NÃO ABREM MÃO DE UM DOM, O DA TAL UBIQUIDADE, POR QUE É UM EXCLUSIVO DELES.
QUANTO AO INQUÉRITO; É DA PRAXE. E SE NÃO O FIZESSEM VIOLAVAM A PRAXE E OS BONS COSTUMES DO SENSO COMUM.

O azar da  raptadora foi ser descoberta logo na primeira encomenda que não chegou a satisfazer.

(José Azevedo)

O INTERIOR E OS SEUS MITOS<CLICAR>

sábado, 2 de fevereiro de 2019

MAÇONS E COMUNISTAS EM CONFLITO






VETO ÀS ALTERNATIVAS SATISFAZ OS ALTERNATIVOS



ALTERNATIVAS CONTRA ALTERNATIVAS.

Pessoalmente lamento que um jurista como Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto PR, tenha vetado um estatuto alternativo ao convencional, usando o argumento, que usou: a cientificidade da coisa.
Não sei quais os seus (dele) conhecimentos na área da gnoseologia, que é o estudo do valor objetivo, dos limites e das condições da existência do conhecimento, enquanto relação entre um sujeito e um objeto.
Sabendo-se que o conhecimento científico é universal e necessário, como no caso: « água ferve a 100 graus centígrados ao nível do mar», sendo a pessoa humana individual, em toda a sua essência, como aplica o Prof. Marcelo de Sousa a universalidade do conhecimento científico, fundamental para que a coisa seja considerada ciência, à pluralidade e diversidade dos indivíduos do tipo "homo erectus"; todos parecidos, mas todos diferentes?!
Que a Ordem dos Médicos, parasite abusivamente no conceito de ciência, lamenta-se, mas tolera-se, pois o "enganoscópio" ao tiracolo, para identificar Médico, porque os outros sinais são pouco evidentes, ainda menos se não houver o contraste Enfermeiro, por perto, desculpa-se, porque se criou o hábito de implantar o chavão de que a MEDICINA É UMA CIÊNCIA, sem cuidar saber o que é ciência para fazer os respetivos enquadramentos científicos.
Mas usar essa falácia para neutralizar uma prática de medicinas milenares (cinco mil anos de tradição oral e três mil anos de medicina escrita), em favor de medicinas (ditas convencionais centenares, entre 500 e 200 anos de existência); é de cabo de esquadra!
O PR é católico. Certamente nunca refletiu por que Cristo dizia aos recuperados: «a tua fé te curou, te salvou».
Os antropólogos da globalidade, já se interrogam:
E se Deus fosse a CIÊNCIA?

Claro está que este Deus é aquele que Santo Anselmo define no seu argumento ontológico quando vigorava a tendência de chegar a Deus pela ciência ou pela fé. Disse Anselmo: «Deus é Algo Maior do que O Qual Nada pode Ser Pensado Nem Criado».
Se for o "logos" o caminho para chegar até Ele, Deus é a ciência.
Mas se a alternativa for a fé...
Lembro que esta discussão (fé/ciência)tem muitos adeptos em vários séculos, em cada um dos conceitos. Daqui apelamos ao seu bom senso de que deve corrigir este erro abismal e tendencioso, que cometeu.
A propósito lembramos-lhe o HOMEM MILAGRE, em morte cerebral, lá nas Américas, segundo os adeptos da medicina ciência.
A "viúva", já tinha pago à funerária e escolhido o tipo de funeral, porque, entretanto os ditos "cientistas" desligaram-lhe as máquinas para "Homem Milagre" exalar os últimos suspiros.
Mas o homem milagre é um ser real anti-ciência médica e não só acordou, como recuperou todas as suas faculdades, até a de recusar que o considerem homem milagre.
Será lógico referir que foi a sua fé que o recuperou, visto que a medicina ciência considerou-o letra morta.
A medicina e muito menos as suas capacidades "científicas"; não foram, de certeza, porque o homem milagre contrariou essa coisa da ciência médica, que comercialmente, industrialmente, rende, mas cientificamente não reúne condições, para tal.

José Azevedo

COSTA E AS MINHOCAS - A CADA PAZADA A MINHOCA SAI >





NOTA PRÉVIA:
HÁ UMA LOJA MAÇÓNICA QUE ANDA A INVESTIGAR SE O NOSSO PRIMEIRO MINISTRO COSTA É OU NÃO BISNETO DO "CABO COSTA" QUE ASSASSINOU MIGUEL BOMBARDA E FUGIU PARA A ÍNDIA.
Conhecedores dos nossos problemas com o Sr. PM Costa, propuseram-nos de forma hermética colaborar na investigação.
Recusamos o convite, pois, apesar de profissionalmente conhecermos os efeitos da genética na descendência, o nosso desejo é que o Sr. PM cumpra o que prometeu, aos Enfermeiros, duma vez só, ou de forma faseada, se é que pretende continuar no cargo. Mas pelo andar da carruagem a quem caiu o motor, as dúvidas crescem...
José Azevedo







E PIOR AINDA, DEMONSTRA UMA IGNORÂNCIA FATAL PARA O CARGO QUE OCUPA AO USAR UM ABSOLUTO NUMA GREVE QUE É RELATIVA ÀS MENTIRAS COSTEIRAS.
E NEM ELE NEM OS SEUS PROSÉLITOS DA COISA TRIANGULAR



CONHECEM ESTA RECOMENDAÇÃO

Democracidas - A Palavra a Luís Costa


Democracidas - A Palavra a Luís Costa

DEMOCRACIDAS

António Costa diz que a greve dos enfermeiros é selvagem. Algo semelhante já foi dito relativamente às greves de professores, sobretudo as que afetaram as avaliações. E recrudesce a cruzada contra o direito à greve. Ninguém assume esse estandarte ― seria desastroso ― mas, na prática, o que se faz, de forma cada vez mais desinibida, é combater cada greve, dando ênfase aos prejuízos causados e tentando, perfidamente, classificá-los como ilegítimos. E já estamos, creio eu, a um passo de serem considerados criminosos. Recapitulemos.
Outrora, em tempos de democracia mais “pueril”, os políticos reagiam às manifestações, sobretudo àquelas que juntavam o descontentamento à expressividade quantitativa: ouviam os manifestantes, procuravam tomar medidas… e até se demitiam. Maria de Lurdes Rodrigues inaugurou esta nova era em que estamos: a da surdez institucional, a do desprezo político, relativamente a esta genuína e ordeira forma de expressão da democracia e da liberdade.
Outrora, os políticos respeitavam as greves, não só porque não as invetivavam publicamente, porque não as associavam à irresponsabilidade civil ou aos limiares do crime, mas porque teciam considerações relativamente aos números da adesão, tidos como barómetro do descontentamento. Mas também nesse campo os políticos se tornaram cegos, surdos e mudos, quando a greve não ultrapassa determinados limites (os do incómodo). Dizem, então, que a greve é um direito dos trabalhadores, e vão à vida, contentes, indiferentes e incólumes.
Face a este desprezo antidemocrático ― cansados de reivindicarem em vão, de argumentarem com a surdez, de se queixarem ao desprezo e ao sarcasmo ― os trabalhadores, cientes das suas razões e carentes de justiça, “aprendem” a endurecer a luta: fazem greves cada vez mais contundentes. Então, os políticos rogam exércitos de juristas para lançarem o Direito contra a greve e contra quem a usa, democraticamente, como legítima forma de protesto.
São cegos, irresponsáveis e incendiários, os políticos que vão por este caminho. Cansados de tanta indiferença, de tanto desprezo e de tanta soberba, os trabalhadores, mais tarde ou mais cedo, passam ao estágio seguinte: o da violência. Então, os políticos ― os mesmos que atearam este fogo ― lançarão contra eles a polícia e, se necessário, o exército. É assim que os falsos democratas matam as democracias.

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NB: RETIRÁMOS DA FUNDAÇÃO MÁRIO SOARES.
Segunda-feira, 3 de Outubro de 1910Assassinato de Miguel Bombarda
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«O Dr. Miguel Bombarda foi alvejado a tiros de revólver por um louco que hoje o procurou em Rilhafoles, tendo recolhido ao Hospital de S. José em estado grave. O povo de Lisboa está convencido de que o assassínio foi obra dos clericais» - assim foi anunciado na sucursal de O Século no Rossio o homicídio do famoso médico alienista, director de Rilhafoles, dirigente e deputado republicano e um dos principais impulsionadores da Junta Liberal que encabeçara as campanhas anti-clericais que, especialmente desde 1909, marcavam a vida política e social. Foi assassinado por um oficial do exército, antigo aluno dos colégios da Companhia de Jesus. Transportado para o Hospital de S. José, foi operado, "depois de ter mandado queimar à vista uma carta que trazia na carteira" e falado com Brito Camacho, mas não resistiu à operação, entrou em coma e faleceu cerca das 6 da tarde. Miguel Bombarda, membro da Comissão de Resistência da Maçonaria, era um dos principais dirigentes da revolução republicana em marcha, com o especial encargo de proceder à distribuição de armas por grupos civis, estando prevista a sua participação no assalto ao quartel de Artilharia 1 em Campolide. A morte de Miguel Bombarda provocou especial indignação junto do povo de Lisboa, para quem se tratava de um "atentado reaccionário", registando-se alguns incidentes na Baixa, em que populares, a que se juntaram marinheiros e soldados, perseguiram e tentaram agredir alguns padres. O Presidente do Ministério, Teixeira de Sousa, foi ao Hospital de S. José apresentar condolências. Ao deparar-se com a ausência de quase todos os amigos e correlegionários de Miguel Bombarda, suspeitou de que alguma coisa se preparava e logo insistiu com o Quartel-General para que fosse ordenada rigorosa prevenção a todas as unidades militares. No Palácio de Belém, onde o Presidente eleito do Brasil, Hermes da Fonseca oferecia um jantar ao rei, Teixeira de Sousa terá avisado D. Manuel de que "a revolução vai rebentar esta noite"… Enquanto o chefe do protocolo, Batalha de Freitas, suprimia pratos no jantar "para aquilo acabar mais depressa". Por fim, D. Manuel regressa às Necessidades, escoltado pelo regimento de Lanceiros 2.