sexta-feira, 19 de outubro de 2018

POUCOS MAS BONS



NB: a orelha e meio olho, que se adivinha à esquerda da imagem é do colega Carlos, dizem.
O ecrã escolhido foi demasiado pequeno para abarcar também a face inteira dos sindicalistas promotores do evento; acontece...

«POST HANC REUM INCUBABIT EA»

UM SORRISO DE FELICIDADE PELO DEVER CUMPRIDO

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

NÃO ME FAÇAM ISSO; A CULPA FOI DO PEDRO





EU PROMETI MELHORAR A VOSSA SITUAÇÃO QUE É A MAIS GRAVE E INJUSTA, DIZ O PM.


AQUI NÃO PONHO DA VOSSA VASELINA PORQUE LHE METERAM AREIA...



A 04/09/2018 foi aplicado um Questionário online em vários grupos de Enfermagem, na rede social Facebook, através da aplicação Google Forms.  
Junto envio em anexo link com esse mesmo estudo sobre a Satisfação Profissional dos Enfermeiros em Portugal - 2018 para conhecimento.
Deixo as principais evidências deste estudo:
1. Os Enfermeiros Portugueses não estão satisfeitos com a sua profissão (61%);
2. Os Enfermeiros Portugueses não estão satisfeitos com a sua carreira (90,9%);
3. Os Enfermeiros Portugueses não estão satisfeitos com a sua remuneração (96,5%);
4. Os Enfermeiros Portugueses não estão satisfeitos com a sua direção de Enfermagem (53,9%);
5. Os Enfermeiros Portugueses não estão satisfeitos com os Sindicatos que os representam (80,6%);
6. Há quase tantos Enfermeiros Portugueses satisfeitos de uma forma geral com o seu local de trabalho (43,1%) como insatisfeitos de uma forma geral com o seu local de trabalho (43,5%);
7. Há mais Enfermeiros Satisfeitos de uma forma geral com a sua chefia (43,4%) do que insatisfeitos (39%);
8. Os Enfermeiros Portugueses estão satisfeitos com a Ordem dos Enfermeiros (55,5%).
  

Estudo disponível na íntegra em:

Atenciosamente,
Eduardo Bernardino

Post Scriptum
PM TEME QUE OS ENFERMEIROS PONHAM AREIA ... DAÍ O SEU AR CONDUÍDO.

José Azevedo

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

FILOSOFIA DA VIDA





NB: AS COISAS DA VIDA SÃO MESMO ASSIM; SE NÃO GOSTAR PASSE À FRENTE...

terça-feira, 16 de outubro de 2018

MAIS UM HOSPITAL EM VILA REAL


O DR. KNOCK INVADIU A CIDADE E COM 2 NOVOS HOSPITAIS NINGUÉM VAI FICAR SÃO.
E DO ALTO DA SERRA DO MARÃO O DR. KNOCK PODE VER AS CASAS ILUMINADAS, PORQUE CRIOU NAS PESSOAS O MEDO DE MORREREM NO ESCURO!

[A MEDICINA AVANÇOU TANTO QUE JÁ NINGUÉM ESTÁ SÃO] (A.HUXLEY)







CURA SEM FRONTEIRAS <CLICAR>

NB: «A SAÚDE PROGREDIU TANTO QUE JÁ NINGUÉM A TEM OU ESTÁ SÃO», EIS O PARADOXO DE HUXLEY.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O QUE PENSAVA A MS DOS ENFERMEIROS E DOS MÉDICOS


O QUE PENSAVA A MINISTRA DA SAÚDE DE ENFERMEIROS E MÉDICOS<CLICAR>

ACT- PARA A FENSE AS COISAS SÃO O QUE SÃO



PARA A FENSE AS COISAS SÃO O QUE SÃO E NÃO O QUE PARECEM SER<CLICAR>

NB: Para os que se lembram da proposta do ACT-CE, entregue em 16/08/2017 no Minisstério da Saúde e foram assumidos compromissos de honra, podem clicar ali nas coisas que são o que são, onde se nota que a Senhora Ministra da Saúde foi a 1ª a por-lhe 114 comentários assinalados com (MT e ACSS).
Este pormenor pode facilitar as coisas, como esperamos.
A FENSE,
José Azevedo e Fernando Correia

ASSIM OFICIÁMOS O DR. PIMENTA MARINHO ARSnorte



ASSIM OFICIÁMOS O DR. PIMENTA MARINHO ARSnorte IP <clicar>

NB:  Não é por ignorarem o método correto de fazerem os desscongelamento-progressões nos escalões dos Enfermeiros, retidos pelo menos desde 2005...
Há outra coisa que os move, a mais uma vez, prejudicarem os Enfermeiros, infelizmente, até têm outros Enfermeiros a ajudar, na fraude com a ideia: «vale mais pouco do que nada»!
Estivemos 13 anos parados com inicío no PM Sócrates - o do Marquês, porque descobriu que os vencimentos vão todos direitinhos e inteirinhos ao bolso dos trabalhadores e não deixam respigo como as obras, desde as mais simples, às piramidais faraónicas, por isso os OE se viraram para as obras e deixaram estagnados os trabalhadores.
Mas, Colegas, a FENSE precisa de tempo para exigir aquilo a que os Enfermeiros têm direito, que nos CSP é o descongelamento de escalão de 2,5 anos em 2,5 anos.
Como a CI nº 11 da ACSS deixa antever possíveis correções na carreira especial dos Enfermeiros, estamos esperançados que se façam, cumprindo a lei que se nos aplica aos Enfermeiros CIT e CTFP:

«DL 248/2009 de 22 de setembro
Artigo 28.º
Norma revogatória
É revogado o Decreto-Lei n.º 437/91, de 8 de Novembro, com excepção do disposto nos artigos 43.º a 57.º, os quais se mantêm em vigor, com as necessárias adaptações, na medida em que regulem situações não previstas no presente decreto-lei, e na medida em que não sejam contrárias ao regime por ele estabelecido, até ao início da vigência de instrumento de regulamentação colectiva de trabalho.»
Para mais esclarecimento ler o que temos escrito sobre a matéria nomeadamente no título "PONTOS & TONTOS"
José Azevedo

PARABENS, MÁRCIA ORNELAS, PELO EXCELENTE ARTIGO RESUMO



PARABÉNS, MÁRCIA ORNELAS PELO EXCELENTE ARTIGO<CLICAR>

O QUE CONSIDERA A FNAM COMUNISTA - ENFERMEIROS E OU QUAIS!?



O QUE CONSIDERARA A FNAM COMUNISTA ENFERMEIROS E OU QUAIS!?<CLICAR>


O QUE DIZ E PENSA A FENSE DA GREVE CIRÚRGICA, CIRCULANTE, NA REDE SOCIAL



A FENSE NÃO DIZ NADA NEM PENSA NADA, DO QUE PENSAM QUE POSSA DIZER E PENSAR, PORQUE; SENDO A ÚNICA ESTRUTURA SINDICAL ENFERMEIRA A NEGOCIAR UMA PROPOSTA COM PÉS E CABEÇA, COMO É DO CONHECIMENTO DE QUEM QUER CONHECER
a FGENSE não acionou nenhum mecanismo de GREVE CIRÚRGICA, do tipo da divulgada, nas redes sociais.
Quais são, HIPOTETICAMENTE, as consequências, facilmente previsíveis, duma greve deste tipo:
1 - Os Médicos incentivam os Enfermeiros a pararem os blocos dos hospitais, para fazerem as cirurgias, em SIGIC dentro e/ou fora dos hospitais do Estado, visto que, depois, vem o PERITO a dizer que: «as cirurgias não podem ser adiadas e têm de ser criados mecanismo de recurso aos hospitais privados E OUTROS»;
2 - Como os Médicos precisam dos Enfermeiros, estes passam a apoiar os Médicos, fora dos blocos cirúrgicos dos 3 grandes Centros Hospitalares: S. João; Santa Maria; CHUCS, podendo fazer um vencimento duplo; o da coleta e o dos serviços prestados. O negócio não é mau e promete.

Este é um cenário que está a ser criado, não por causa da greve, como é previsível e visível, por quem se interessa pela coisa.
A greve será um suplemento dinâmico deste fenómeno, cuja origem é a desorganização interna dos hospitais: grandes, médios e pequenos, criada e mantida, por quem sabe e pode.

Não estamos contra o movimento dos Enfermeiros; declaramos, tão-só, que não temos nada a ver com isso e que temos dúvidas da eficácia do GESTO GREVE, no nosso PROCESSO NEGOCIAL, finalmente, ao que tudo indica, EM CURSO.
SAUDAÇÕES SINDICAIS PURAS,
A FENSE,
José Azevedo e Fernando Correia

domingo, 14 de outubro de 2018

À SENHORA MINISTRA DA SAÚDE - MARTA TEMIDO




A DRª MARTA TEMIDO CONHECE BEM O ESTADO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
A FENSE VAI PRECISAR DELA PARA A CONCRETIZAÇÃO DUMA PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS ENFERMEIROS DAS FUNÇÕES PÚBLICAS (CIT E CTFP), QUE COMEÇOU A SER TRABALHADA COM MARTA TEMIDO, ENQUANTO PRESIDENTE DA ACSS.
MAS A DR.ª MARTA TEMIDO, TAMBÉM VAI PRECISAR DA FENSE PARA FAZER OBRA, QUE SE VEJA, NO MINISTÉRIO DA SAÚDE.
NÃO EXIGIMOS MAIS DO QUE AQUILO A QUE OS ENFERMEIROS TÊM DIREITO, COMPARATIVAMENTE, SEGUNDO UM CRITÉRIO DE JUSTIÇA.
DESEJAMOS-LHE, SINCERAMENTE, E SEM PRESSUPOSTOS, QUE TENHA UM BOM DESEMPENHO, POIS DELE DEPENDERÁ A NOVA DINÂMICA QUE O MINISTÉRIO DA SAÚDE EXIGE E NECESSITA: MAIS SABER E MENOS política “lobista”!
A FENSE FELICITA A SUA NOMEAÇÃO!

José Azevedo e Fernando Correia

sábado, 13 de outubro de 2018

QUAL ORÇAMENTO DO ESTADO QUAL CARAPUÇA...


NB: Sendo tão poucos como podem receber tanto durante tanto tempo!?
NB: Sendo tantos como podem receber tão pouco durante tanto tempo!?
NB: Esta percentagem da remuneração enfermeira, até parece um valor residual de qualquer coisa sem valor!
NB: BASTA 5% DOS DESPERDÍCIOS MUDAREM DE MÃO PARA QUE O SALÁRIO DOS ENFERMEIROS DUPLIQUE COMO PROPÕE A FENSE NA SUA TABELA!

NÃO SEI SE POR CULPA MINHA OU DO MATERIAL, NO ENVIO AOS DISTINTOS COLEGAS FOI-SE O COMENTÁRIO QUE TINHA FEITO.
REPITO-O:
12,4% É O TOTAL DE MÉDICOS QUE CORRESPONDEM AO TOTAL DOS TRABALHADORES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE E AUFEREM ESTES 12,4%, SÓ ELES, CERCA DE 88% DO TOTAL BRUTO DAS REMUNERAÇÕES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE.
SE AS ENFERMEIRAS ASSUMIREM A ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS E POUPAREM NOS DESPERDÍCIOS MÉDICOS COMO POUPAM NOS HORÁRIOS DOS ENFERMEIROS NÃO É NECESSÁRIO MEXER NO ORÇAMENTO DO ESTADO POR CAUSA DOS ENFERMEIROS, PARA LHES MELHORAR, E MUITO, OS SALÁRIOS.

SÃO MEDIDAS COMO ESTAS QUE PODEM ASSUMIR O CONCEITO DE REFORMA E SUSTENTABILIDADE DO SNS.

A FENSE,
José Azevedo e Fernando Correia



sexta-feira, 12 de outubro de 2018

DEPRESSA E BEM NÃO CONHEÇO QUEM!







DEPRESSA E BEM NÃO CONHEÇO QUEM<CLICAR>


NB: A FENSE não tem dúvidas de que a negociação que tem vindo a realizar, há mais de um ano é complicada, porque destina-se a repor a organização que os Enfermeiros têm de ter no SNS e que alguns idiotas tão mal formados, quão mal intencionados, destruiram, sendo Pizzarro o carrasco maior.
1 - Em termos de direção e chefia dos serviços é difícil combater a ideia da "complementaridade", que os comunistas introduziram na Enfermagem, para lhes reduzir a licenciatura e responsabilidade na execução técnica da sua autonomia profissional. Começaram a semear a ideia da "complementaridade", em 1996, atrvés do REPE -DL 161/96 de 16 de abril - art.º 8º;
Prolongaram-na, a ideia, note-se, para o Estatuto da Ordem dos Enfermeiros, atravé do referido DL 161, agora transformado em DL 104/98.

2 - Nesta perspectiva, as chefias de Enfermagem foram transformadas em chefias de conveniência, como que comissários políticos do PCP, (vide 5ª versão do assalto ao concurso de chefes do HSJ-Porto 2002) nos Serviços de Enfermagem, o que reduziu drasticamente a qualidade dos cuidados enfermeiros, que só os cegos, reais ou fingidos, não vêem.

3 - Numa situação remuneratória oportunista, em que 12% do total dos trabalhadores (tantos quantos são os Médicos) aufere, só por si e para si, 87% do valor das remunerações totais do Ministério da Saúde e os restantes 88% dos trabalhadores recebem a magra fatia de 13% desse total das remunerações, sendo certo que 36,5% desse total de trabalhadores, são Enfermeiros.
Os Enfermeiros auferem, apenas, cerca de 4,5% do total das remunerações.
Não temos dúvidas que estas percentagens são um quebra-cabeças, na conjuntura atual do Ministério da Saúde, onde, desde a mais pequena parcela de poder, ao nível da unidade/serviço prestador de cuidados, até aos Serviços Centrais e Ministério, há um controleiro Médico, que, a pedinchar, são mais argutos do que criado de cego, não é difícil imaginar a revolução silenciosa, que é preciso realizar, para fazer justiça aos outros trabalhadores, mormente os Enfermeiros, que são representados por nós.

4 - Ora a FENSE tem, antes de mais, de convencer os Enfermeiros do seu real e indispensável préstimo e valor, para poder responder com eles:

Como é possível que 12% de trabalhadores Médicos recebam 87% das remunerações e
36,5% dos trabalhadores Enfermeiros recebam apenas cerca de 4,5% desse total remuneratório do Ministério da Saúde????

E, ainda, outra pergunta:

Será que os Ministros não vêm isto????
O DR. Adfalberto vai dando sinais de que vê esta abismal distância salarial, quando Médico não faz rigorosamente nada , além da asneira, sem o contributo enfermeiro, apertado e próximo!
  5 - Finalmente, somente os Sindicatos da FENSE têm a verdadeira noção destas grandezas e se empenham em lutar por mais justiça, entre todos os trabalhadores, sem terem de ceder a pressões e/ou manipulações.
Por isso o Sr. Ministro tem razão, como Médico, que é, ao atirar para o lado com as responsabilidades, que o seu Ministério tem, nestas gritantes e injustas assimetrias, nada próprias de um país de direito.
Vá lá, desmintam-nos, porque esta situação, até parece mentira, não parece!

José azevedo e Fernando Correia.

O NORTE É BOM E A ESTRELA QUE ILUMINA O CAMINHO INCERTO


VIERAM DE TODO O PAÍS AO SÃO JOÃO DO PORTO<CLICAR>

ENFERMEIROS INICIAM 6 DIAS DE GREVE <CLICAR>

AVANTE CAMARADA!



DIÁRIO DA REPÚBLICA 12 10 2018


 Deliberação n.º 1125/2018 - Diário da República n.º 197/2018, Série II de 2018-10-12 116656139
Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, E. P. E.
Delegação de Competências das Unidades de Gestão Integrada
 Despacho n.º 9607/2018 - Diário da República n.º 197/2018, Série II de 2018-10-12 116656140
Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, E. P. E.
Subdelegação de competências da Diretora do Serviço de Recursos Humanos
Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, E. P. E.
Autorizada a acumulação de funções a vários trabalhadores
Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, E. P. E.
Autorizada a acumulação de funções a vários trabalhadores
 Declaração de Retificação n.º 743/2018 - Diário da República n.º 197/2018, Série II de 2018-10-12 116649966
Saúde - Administração Regional de Saúde do Norte, I. P.
Retificação do nome da enfermeira Anusca Sousa Moreira, do ACES Entre Douro e Vouga I - Feira/Arouca, publicado através do aviso (extrato) n.º 8134/2018, inserto no Diário da República, 2.ª série, n.º 159, de 20 de agosto de 2018
 Deliberação n.º 1116/2018 - Diário da República n.º 197/2018, Série II de 2018-10-12 116649967
Saúde - Administração Regional de Saúde do Norte, I. P.
Designação da Presidente do Conselho Clínico e de Saúde do ACES Douro II - Douro Sul
Deliberação n.º 1117/2018 - Diário da República n.º 197/2018, Série II de 2018-10-12 116649968
Saúde - Administração Regional de Saúde do Norte, I. P.
Designação da Presidente do Conselho Clínico e de Saúde do ACES Ave - FamalicãoDR 

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

GREVISTAS OU INSURRETOS!?


AINDA ACONTECE
Acontece num serviço do Hospital de Guimarães e eventualmente noutros porque os Comandos do SEP continuam a usar critérios de greve ilegais como se estivessemos numa "ditadura do proletariado" e não nu Estado do Direito como é o de Portugal.
Assim;
Um dos delegados sindicais pequenino, com letra pequena e ignorante, perguntou à Chefe Enfermeira se estava de greve?
Respondeu que não.
O dito cujo supra enunciado, escalado para prestação de "serviços mínimos", decidiu abandonar o serviço, o que foi testemunhado, pela Chefe Enfermeira e 2 testemunhas.
Estamos perante uma desobediência grave, porque é à Àdministração, através da Enfermeira Chefe que compete administrar os "serviços mínimos", como a lei determina.
Além disso, o grevista faz greve na função que exerce, (no caso da Enf.ª Chefe - art.º 8º do DL 437/91 de 8 de nov. - categoria subsistente) e não na do ausentado, por isso não pode ser ela considerada na prestação de serviços mínimos, porque se aderisse à greve seria na sua função de administração, porque a greve não retira a categoria a ninguém, muito menos às "categorias subsistentes".
Apoios legais determinados pela Lei nº 7/2009 de 12 de fevereiro e sucessivas alterações (Código do Trabalho):
Art.º 533º - Piquete de greve: « a Associação Sindical pode organizar piquetes de greve para desenvolverem atividades tendentes a persuadir, por meios pacíficos os trabalhadores a aderirem à greve, sem prejuizo  do respeito pela liberdade de trabalho de não aderentes».
«Art.º 540º - Proibição de coação, prejuizo ou discriminação de trabalho - 1....
2 - Constitui contra-ordenação muito grave o ato do empregador que implique coação do trabalhador no sentido de não aderir à greve, ou que o prejudique por asdrir ou não à greve».

Portanto esta é a únuica função dos piquetes de greve, porque:
« Art.º 537º - Obrigação de serviços mínimos dutante a greve;
......
nº 4 - Os trabalhadores afetos à prestação de serviços mínimos, referidos nos números anteriores, mantêm-se, na estrita medida necessária a essa prestação, sob a autoridade e direção do empregador, tendo, nomeadamente direito à retribuição (remuneração)»

«Art.º 538ª Definição de serviços a assegurar durante a greve - ......
.... nº 5: A definição de  serviços mínimos deve respeitar os princípios da NECESSIDADE, da ADEQUAÇÃO e da PROPORCIONALIDADE». NEM TÃO POUCOS QUE CRIEM SITUAÇÕES IRREPARÁVEIS, NEM TANTOS QUE ANULEM A EFICÁCIA DA GREVE.

Conclusão:
É lamentável que Sindicatos como o SEP, não atualizem a legislação aplicável na greve e mantenham a de há 50 anos, nos seus "Avisos prévios" de greve.
É igualmente lamentável que o Ministério do Trabalho, tão pronto a considerar irregular o atraso de um dia no correio registado. como uma irregularidade, que levou à marcação abusiva de faltas injustificadas, que têm servido de semente eficaz de greves futuras, e não tenha um pequeno lapso de tempo para reunir com a FENSE e SEP para aferir as normas aplicáveis na greve.
Lamentáveis estes abusos que banalizam um DIREITO À GREVE, por cuja legalização tantos sindicalistas deram a vida. 



....... E BENJAMIM RESUMIU OS 7 MANDAMENTOS NUM SÓ:
«TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS MAS HÁ ALGUNS MAIS IGUAIS QUE OUTROS.»

(José Azevedo)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

A GREVE DOS 100 DIAS OU OS 100 DIAS DE GREVE



A GREVE DOS 100 DIAS <CLICAR>

A MAIOR ASNEIRADA POR CM2



CIRCULAR INFORMATIVA Nº 09-2018-RH MAIOR NÚMERO DE ASNEIRAS POR cm2<CLICAR>

NB: Requeremos hoje, 10/10/2019 uma reunião urgente com a autora da CI/09/2018, PARA NOS EXPLICAR as causas de tamanha violação da lei, na pessoa dos Enfermeiros do Centro Hospitalar de Abaixo o Vouga.
Temos de saber se foi propositada a referida CI ou se foi por acaso.
Estivemos a medir com uma régua os disparates contidos em cada cm2 e julgamos que a dita CI atingiu um recorde absoluto.
Colegas Aveirenses, preparem-se para o próximo capítulo...
José Azevedo

terça-feira, 9 de outubro de 2018

AS USF E OS AUMENTOS NOS HORÁRIOS ENFERMEIROS


TÊM SIDO MUITAS AS PERGUNTAS A INUNDAR A NOSSA CAIXA DE CORREIO

PERGUNTA Nº 1:

O DL 73/2017 DE 21 DE JUNHO ALTERA OS SEGUINTES ARTIGOS DO DL 298/2007 QUE CRIA AS USF MODELOS A,B,C,ACC,USCSP E OUTRAS IMAGINÁRIAS, QUE NÃO NOS OCORREM, PORQUE ESTÃO SUBORDINADAS AOS INTERESSES DE ALGUNS MÉDICOS, SOBRETUDO "FNAMICOS"!
SÃO ASSIM: Alteração ao Decreto-Lei n.º 298/2007, de 22 de agosto
Os artigos 3.º, 6.º, 7.º, 9.º, 12.º, 13.º, 14.º, 19.º, 20.º, 21.º, 23.º, 24.º, 29.º, 37.º e 38.º do Decreto-Lei n.º 298/2007, de 22 de agosto, passam a ter a seguinte redação:.....
ACONTECE, PORÉM, QUE O DL 298/2007 DE 22 DE AGOSTO COMPORTA ENTRE OS ARTIGOS 21º E 23º(alterados) O ART.º 22º QUE DETERMINA: 
«Artigo 22.º
Prestação do trabalho
1 - A forma de prestação de trabalho dos elementos da equipa multiprofissional consta do regulamento interno da USF(QUE SÓ É LEGAL SE RESPEITAR A LEI E A SUA BOA EXECUÇÃO-artº 199º c) da CRP) e é estabelecida para toda a equipa, tendo em conta o plano de acção, o período de funcionamento, a cobertura assistencial e as modalidades de regime de trabalho previstas na lei.»
ORA, COMO A MODALIDADE DO REGIME DE TRABALHO DOS ENFERMEIROS É O ART. 56º DO DL 437/91, DE 8 NOV. COM AS ADPTAÇÕES DO ART.º 56º DO DL 412/91 DE 30 DE DEZEMBRO, NÃO HÁ LUGAR A QUALQUER AUMENTO DOS HORÁRIOS DE TRABALHO DOS ENFERMEIROS.
E SÓ HÁ UMA POSSIBILIDADE LEGAL QUE É A DO ART.º 55º DO DL 437/91 DE 8 NOVEMBRO: 
«Regimes de trabalho e condições da sua prestação
Artigo 54.º
Modalidades de regime de trabalho
1 - São as seguintes as modalidades de regime de trabalho aplicáveis aos enfermeiros integrados na carreira:
a) Tempo completo, com a duração de trinta e cinco horas semanais;
b) Tempo parcial, com a duração de vinte ou vinte e quatro horas semanais;
c) Regime de horário acrescido, com a duração de quarenta e duas horas semanais.
2 - O tempo completo é o regime normal de trabalho da carreira de enfermagem, correspondendo-lhe as remunerações base mensais referidas no n.º 2 do artigo 4.º
3 - O regime de tempo parcial é autorizado, caso a caso, por despacho do dirigente máximo do estabelecimento ou serviço.
4 - Sem prejuízo do disposto na lei geral, o trabalho prestado em regime de tempo parcial conta-se proporcionalmente ao número de horas de trabalho por semana, para todos os efeitos.
5 - O regime de horário acrescido é aplicável nos casos em que o funcionamento dos serviços o exija, sendo essa necessidade reconhecida pelo órgão máximo de gestão do respectivo estabelecimento ou serviço.
Artigo 55.º
Regime de horário acrescido
1 - Consideradas as necessidades dos serviços, poderá, por despacho ministerial, ser autorizada a aplicação deste regime, até um máximo de 30% do número total dos lugares de enfermeiro previstos no quadro da instituição, mediante critérios de selecção a divulgar previamente.
2 - Em casos excepcionais, pode esta percentagem ser ultrapassada, mediante proposta fundamentada do órgão máximo de gestão e aprovada por despacho ministerial.
3 - A esta modalidade de trabalho corresponde um acréscimo remuneratório de 37% da remuneração base, o qual só é devido em situação de prestação efectiva de trabalho.
4 - A afectação a este regime depende de declaração escrita do enfermeiro manifestando a sua disponibilidade para o efeito.
5 - Este regime poderá ser retirado com fundamento em deficiente cumprimento das obrigações do enfermeiro, se houver modificação na sua situação funcional ou se cessarem as necessidades que o determinaram, observando-se o prazo de 60 dias.
6 - Os enfermeiros podem renunciar ao regime de horário acrescido com pré-aviso de seis meses.
7 - A remuneração referida no n.º 3 deste artigo releva para efeitos de pagamento dos subsídios de férias e de Natal.
8 - Este regime confere direito a um acréscimo de 25% no tempo de serviço para efeitos de aposentação.
9 - Para efeitos de fixação da pensão de aposentação, a remuneração atribuída em função deste regime é considerada nos termos do Estatuto da Aposentação.
10 - Aos enfermeiros com idade superior a 55 anos que venham praticando este regime há, pelo menos, cinco anos será concedida, se a requererem, redução de uma hora em cada ano no horário de trabalho semanal, até que o mesmo perfaça as trinta e cinco horas, sem perda de regalias.
Artigo 56.º
Regras de organização, prestação e compensação de trabalho
1 - A semana de trabalho, entendida de segunda-feira a domingo, é, em regra, de trinta e cinco horas e de cinco dias, podendo sofrer alterações por necessidades do serviço ou do enfermeiro, salvaguardados os interesses do serviço.
2 - Os enfermeiros têm direito a um dia de descanso semanal, acrescido de um dia de descanso complementar, devendo, em cada período de quatro semanas, pelo menos um dos dias de descanso coincidir com o sábado ou o domingo.
3 - A aferição da duração do trabalho normal deve reportar-se a um conjunto de quatro semanas.
4 - São considerados, para efeitos de obrigatoriedade, na organização dos horários de trabalho todos os feriados nacionais e municipais que recaiam em dias úteis.
5 - Os enfermeiros-directores ficam isentos de horário de trabalho, sem prejuízo do cumprimento do número de horas de trabalho semanal a que estão sujeitos, não lhes sendo devida qualquer remuneração pela prestação de trabalho extraordinário.
6 - Os enfermeiros podem trabalhar por turnos e ou jornada contínua, tendo direito a um intervalo de trinta minutos para refeição dentro do próprio estabelecimento ou serviço, que será considerado como trabalho efectivamente prestado.
7 - Os enfermeiros com idade superior a 50 anos poderão, se o requererem, ser dispensados do trabalho nocturno e por turnos, desde que daí não advenham graves prejuízos para o serviço.
8 - As enfermeiras que, comprovadamente, amamentem os filhos têm direito, durante um período de 12 meses a partir da data do parto, a requerer a isenção de horário por turnos e de trabalho nocturno, assim como durante os três últimos meses de gravidez, desde que daí não advenham graves prejuízos para o serviço.
9 - São aplicáveis a todos os enfermeiros, independentemente dos estabelecimentos ou serviços em que prestem funções, as disposições contidas no Decreto-Lei n.º 62/79, de 30 de Março, que não colidam com o presente decreto-lei.
10 - As disposições constantes dos números anteriores serão objecto de regulamentação pelos órgãos competentes.»

«DL 412/98 DE 30 DEZ:
Os artigos 4.º, 5.º, 6.º, 7.º, 8.º, 9.º, 10.º, 11.º, 13.º, 14.º, 15.º, 24.º, 26.º, 29.º, 34.º, 35.º, 37.º, 40.º, 44.º, 48.º, 56.º e 63.º do Decreto-Lei n.º 437/91, de 8 de Novembro, passam a ter a seguinte redacção:


Artigo 56.º
Regras de organização, prestação e compensação de trabalho
1 - ...
2 - ...
3 - ...
4 - ...
5 - ...
6 - ...
7 - Os enfermeiros em regime de jornada contínua têm direito, para além do intervalo a que se refere o número anterior, a dois períodos de descanso, nunca superiores a quinze minutos.
8 - Os períodos de descanso referidos no número anterior não podem coincidir com o início ou o fim da jornada de trabalho.
9 - (Actual n.º 7.)
10 - (Actual n.º 8.)
11 - (Actual n.º 9.)

12 - As disposições constantes dos números anteriores que não sejam susceptíveis de aplicação imediata serão objecto de regulamentação pelos órgãos competentes.»
COMO SE PROVA PELA LEI QUE EXIGE SER REGULAMENTADA MAS SÓ PARA BOA EXECUÇÃO DESSA LEI COMO MANDA A CRP E NÃO PARA ARRANJOS DE CLASSE COMO PENSAVAM ALGUNS QUE AINDA TENTAM AUMENTAR OS HORÁRIOS DOS ENFERMEIROS PARA AS 40 HORAS PARA FAZEREM MAIS NÚMEROS TIPO "ID".
IMPONHAM-SE, COLEGAS, PARA NÃO TERMOS DE DECRETAR MAIS GREVES.
A FENSE

José Azevedo e Fernando Correia

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

E OS CSP SÃO O QUÊ, Ó PATRÃO!




NB: Andava eu desconfiado de que os CSP eram para dar emprego ao "refugo" Médico.
Fazem um alarido enorme com a falta de Médicos de Família. E em 2019 ainda vai ser pior, diz a tutela da coisa.
Mas eu sempre disse que não há lucar nos CSP para Médicos. Os Enfermeiros fazem, com vantagem, essa cobertura sanitária.
Pelos vistos não faltam Médicos o que estão é a retirar-lhes o trabalho e as canseiras.
E o má-língua sou eu, ó Sr. Ministro da coisa?!!!
(José Azevedo)

E OS CSP SÃO O QUÊ, Ó PATRÃO!? <CLICAR>

terça-feira, 2 de outubro de 2018

VEJA ISTO PORQUE É PARA SI



VEJA ISTO, PORQUE É PARA SI<CLICAR

FENSE

José Azevedo e Fernando Correia

É ISTO QUE ESTAMOS A NEGOCIAR


É ISTO QUE ESTAMOS A NEGOCIAR<CLICAR>

E ESTA VERSÃO É DE SETEMBRO 2017<CLICAR>

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE CONCURSOS<CLICAR>

PROPOSTA DE REGULAMENTO PARA AVALIAÇÃO DESEMPENHO <CLICAR>

PROPOSTA DE FICHAS DE AVALIAÇÃO<CLICAR>

PARCELA JÁ ACORDADA ENTRE OS NEGOCIADORES<CLICAR>

NB: ESTAS PERGUNTAS/NOTAS/RESPOSTAS, JÁ DATAM DE FEVEREIRO/2018. OUTRAS DATAM DE SETEMBRO DE 2017.

CLARO ESTÁ QUE ESTA PROPOSTA DE ACT TEM A SUA LÓGICA E NÃO SUPORTA ENXERTOS ESPÚRIOS.

ESTÁ FUNDAMENTADA NO ART. 22º DO DL 248/2009 E NA LEI 35/2014, COM ALARGAMENTO, (nos mesmos moldes) AO DL 247/2009 - CITs.

ESTAS SÃO AS PROPOSTAS FENSE QUE OS APRENDIZES QUERIAM ALTERAR, PORQUE OUVIRAM DIZER QUE ERAM MUITO AVANÇADAS PARA ENFERMEIROS (só se for para os que nunca praticaram a enfermagem entenda-se) E TENTARAM ARRASTAR ESTE PESO PESADO QUE É A FENSE.

SE TÊM COISA PROPOSTA MELHOR, MOSTREM; NÃO TENHAM VERGONHA NEM MEDO.
SE NÃO TÊM, PARA NÃO ATRAPALHAREM, OU ATRASAREM, TENHAM, PELO MENOS, O BOM SENSO DE SE CALAREM E DE NÃO MEXEREM.

FAÇAMOS UMAS PERGUNTAS SIMPLES AOS QUE AINDA USAM A CABEÇA PARA PENSAR, POR SI E PARA SI:

P: NÃO ACHAM ESTRANHO QUE DETERMINADAS ESTRUTURAS SINDICAIS AINDA NÃO TENHAM TIDO TEMPO DE FAZER UMA PROPOSTA, QUE ATÉ PODE SER MELHOR QUE A NOSSA, E DESENVOLVAM LUTAS POR NÃO TEREM AINDA RECEBIDO UMA CONTRAPROPOSTA GOVERNATIVA À PROPOSTA QUE NÃO ENTREGARAM, POR TEREM, PELO MENOS RENUNCIADO AO DIREITO DE NEGOCIAR?

P: SE ESTA ANTI NEGOCIAÇÃO NÃO INTERESSASSE AO GOVERNO PATRÃO, NÃO LHES PARECE QUE JÁ DEVIA TER APARECIDO UM "INTELIGENTE", COMO NAS TOURADAS, MESMO SEM CORNETA, A DIZER:
TRAGAM A PROPOSTA SE QUEREM A CONTRAPROPOSTA...?


PEDIMOS QUE NÃO CONFUNDAM OS ENFERMEIROS, COM AS ENCOMENDAS QUE VOS FAZEM, Ó VÓS QUE TENTAIS FAZER DE SINDICALISTAS!

A FENSE

José Azevedo e Fernando Correia

O SOM DO DIRETO 27/0972018

SAIA UM BODE EXPIATÓRIO TIPO PASSOS COELHO PARA ENCHER OS COFRES VAZIOS



10 ANOS DEPOIS REPETE-SE A HISTÓRIA: PRECISA-SE DE UM BODE EXPIATÓRIO, DE PREFERÊNCIA DO PSD,  PARA VOLTAR A ENCHER OS COFRES E FICAR NOS OLHOS DO POVÃO COMO O MAU DA FITA, PORQUE SACRIFICOU OS QUE TRABALHAM PARA SUSTENTAR OS QUE ESCOLHEREM O NÃO-TRABALHO COMO PROFISSÃO, MAS QUE TÊM DIREITO A VOTO!