segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

AVISO AOS POSSÍVEIS INTERESSADOS.


MARQUES MENDES DISSE NAS SICS EM 03/02/2019:

«O Governo pediu um parecer à PGR que vai dar luz verde para avançar com a requisição civil dos Enfermeiros em Greve Cirúrgica.
Disse ainda que os Enfermeiros estão a voltar a população contra eles pois o Governo já concedeu isto e aquilo e aquelito.».
Aqui na nossa fábrica de defesas ao direito relativo ao0s Enfermeiros, estamos curiosos para ver se a PGR consegue encontrar desvios credíveis que vão direitos à selva do PM ou a outras fontes.
O Prof. da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Paulo Veiga Moura que dispensa a nossa apresentação dada a sua reconhecida competência refere que havendo decretados os serviços mínimos
não há lugar à requisição.

Lembramos que na greve de 1976 os Enfermeiros foram requisitados civilmente e a requisição teve de ser levantada se queriam ter Enfermeiros nos hospitais.

Colegas, também a FENSE está à espera de concluir as negociações do ACT.

Temos estado a fazer uma análise às declarações do ex-Ministros DR. Adalberto Fernandes no seu plano 'Marshall' está evidenciar-se uma hipótese da sua saída e ao que tudo leva a crer que a armadilha lhe foi montada pelos seus mais diretos colaboradores, que agora ocupam os lugares de comando.
Tudo indica que a estratégia de Penélope, urdideira do seu véu de noiva, tem sido usada nas negociações do ACT/FENSE, contra a vontade do então Ministro da Saúde.
Confirmada a hipótese teremos de o incluir nos nossos pedidos de desculpa, pelos maus juízos que fizemos a propósito.
Duma coisa temos a certeza: andamos ano e meio a ser adiados com desculpas esfarrapadas.
Aqui e ali aparecia de quando em vez, um escrofuloso mental a criticar que andávamos a ser enganados.
Os pobres coitados não sabem que os veteranos não se deixam enganar, como estamos em condições de demonstrar.
Não tenham medo porque a FENSE tem planos B, C, D...
E se os cirúrgicos forem requisitados, a FENSE vai salvá-los.

Já que estamos nesta ação pedagógica de dizer e ensinar o que são Enfermeiros, vamos até ao fim com os ensinamentos.
E até somos capazes de ajudar o Governo a libertar-se da medicocracia com que se está iludir o Povo.
Há duas coisas na vida que não consigo entender:
a) «uma é ser padre e ir para o inferno;
b) a outra é ser médico e morrer».

E, de passagem, até podemos ensinar maneiras aos Srs Bastonários das Ordens dos Médicos, para que respeitem mais e melhor os Enfermeiros, se querem continuar a ter os nosso respeito. Uma delas é terem muito cuidado a definir as urgências, que o Tribunal Arbitral, por impreparação dos seus Membros, lhes incumbiu.

O nosso aviso baseia-se na Ética de que tanto falam, sem a conhecerem muito bem. Mas sosseguem que nós Enfermeiros ensinamo-la.

José Azevedo

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