sábado, 15 de dezembro de 2018

A SENHORA MINISTRA DA SAÚDE DISSE



Declarações Ministra Saúde
“…podemos transformar o tal suplemento remuneratório, num elemento da remuneração, consagrando o grau de Enf.º Especialista.
Não é uma categoria de facto, mas é um grau, porque entendemos que não deve cristalizar como categoria, as exigências de um serviço publico moderno.
Não são compatíveis com direitos inquestionáveis…”  

É na carreira que está a principal divergência entre o Ministério e os Sindicatos.
Os Sindicatos exigem 3 categorias, uma de Enfermeiro, uma de Enfermeiro Especialista  e  outra de Enfermeiro Diretor.
O Ministério propõe apenas duas categorias, sendo que o titulo de Especialista será um grau e não uma categoria e não quer que o ultimo degrau tenha o Titulo de Enfermeiro Diretor, o Governo prefere uma designação mais próxima de chefia técnica ou funcional.

1 - A Senhora Ministra ao dizer estas coisas esqueceu o que a comissão negociadora e Sindicatos negociadores já aprovaram e não vão permitir recuos perante os mais fortes; os patrões de que o seu Ministério faz parte, pois é contra os mais fortes que os Sindicatos da FENSE, montam as suas lutas.

2 - Não lhe fica bem, tendo a carreira de administradora hospitalar;
tendo sido presidente da Associação desse grupo de administradores, acalentar preconceitos contra uma categoria de especialista nos Enfermeiros, quando vários Técnicos de Saúde (Médicos e Outros) detêm essa categoria, paga até pelo próprio erário público, ao contrário dos Enfermeiros que pagam a especialização do seu bolso.
3 - «O governo prefere uma designação mais próxima de uma chefia funcional», isto a propósito do título de Enfermeiro Diretor.
Julgávamos a Senhora Ministra mais conhecedora do que são direções e chefias técnicas e funcionais, assim como a "complementaridade".
Desde 1981 que os Enfermeiros têm a categoria de Enfermeiro Diretor, quer por nomeação para conselhos de administração quer por carreira. Bastava-lhe ler o DL 411/99.
E de passagem podia pedir que lhe lessem o art.º 18º do DL 248/2009, que determina funções de direção e chefia dos Enfermeiros . Ora se as funções são de direção e chefia o funcionário que as executa, não exagera se se designar diretor.
Ou será que a Senhora Ministra, administradora de carreira, não reconhece a autonomia da Enfermagem para se auto dirigir, apesar de terem mais conhecimentos de administração enfermeira do que qualquer administrador!?
A não ser que com os seus preconceitos ou da classe a que pertence - a dos administradores hospitalares - pretenda(m) amesquinhar os Enfermeiros e as suas direções, não se divisa outra razão que não seja a de manter uma situação que não aceitaríamos nunca!
O Major Melo Antunes disse um dia que o PCP fazia falta à democracia nascente. Mas nós declaramos que é um inimigo intolerável da Enfermagem. E os Enfermeiros vão-se afastando dos seus militantes.
Se não quer acabar com este suplício mais depressa não repita a gracinha de 2009, com uma carreira fictícia, como essa gente propôs e propõe.


DE
A

A ORDEM DOS ENFERMEIROS COMUNICA



A ORDEM DOS ENFERMEIROS COMUNICA<CLICAR>

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

CLARO - A CRUZ VERMELHA FAZ PRIVADA



A CRUZ VERMELGA FAZ PRIVADA<CLICAR>

                                     NB: SENDO O SR. DR. GEORGE PRESIDENTE DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA;
SENDO ESTA ENTIDADE EXECUTORA DE CIRURGIAS A TÍTULO PRIVADO;
EM QUE CONTEXTO DEVEMOS INTERPRETAR O APOIO À MINISTRA DA SAÚDE DADO PELO EX-DIRETOR GERAL DA DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE;
E COMO DEVEMOS ENCARAR ESTA NOMEAÇÃO PARA ESTE LUGAR DE HOSPITALIZAÇÃO PRIVADA?

A FENSE

AÍ VEM A EXCLUSIVIDADE




AÍ VEM A EXCLUSIVIDADE! <CLICAR>

NB: NÓS SEMPRE DEFENDEMOS ISTO.

MAS:

1 - SE os Enfermeiros recebem apenas 5% do total da massa salarial do MS;

2 - SE os Médicos recebem 88% dessa massa total;

3 - SE investirem menos 5% na Classe Médica, reduzindo-a para 83%;

4 - A Classe Enfermeira receberá 10% o que permite aumentar para níveis mais justos as remunerações dos Enfermeiros ao implantarem a exclusividade.

Este é que é o caminho certo para políticos informados e competentes.

O DESPERTAR DO GIGANTE




RECOMENDAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO - OIT-.

Aquando da celebração da convenção nº 149/81, ratificada em Portugal pelo Decreto nº 80/81, para as CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO dos Enfermeiros a OIT recomendou:
Se não querem greves nos Enfermeiros, dada a natureza do seu trabalho, ó PATRÕES, públuicos ou privados, facilitai a negociação coletiva de modo a dissuadir os Sindicatos do recurso a formas de luta, como a GREVE, por exemplo. (ver texto acima).
Aquilo a que estamos a assistir é ao despertar do gigante enfermeiro, que dormiu, durante muitos anos.
E ao ir acordando está a surpreender quem menos se esperava, como a Senhora Ministra da Saúde, que sabe muito bem quais são as queixas dos Enfermeiros e quem as motiva:exatamente o grupo de que faz parte e de que, já foi presidente - OS ADMINISTRADORES HOSPITALARES.
Por excesso de confiança na letargia dos Enfermeiros,  que julgam eterna, desinvestiram nessa Classe Profissional, que recebe nos seus 42 mil Enfermeiros = 36% do total dos trabalhadores do Ministério, apenas 5% do total da massa salarial do Ministério da Saúde, enquanto a Classe Médica a que correspondem apenas 12% do total dos trabalhadores do Ministério, recebe 88% da massa salarial total.
Esta é uma das causas, se não a principal, das coisas que estão a contecer com os Enfermeiros.
É  nos responsáveis por esta injustíssima diferença de investimento que devem ser encontrados os autores desta CRUELDADE, que a Senhora Ministra classifica.
Mas há mais: a Senhora Ministra vai ter que rever o conceito que tem dos Enfermeiros Especialistas, de modernidades e de atividades profissionais públicas e de direções e chefias, pois não são os Administradores como Ministros ou não que determinam o exercício e administração interna das profissões como a Enfermagem.
Nós conhecemos as linhas de comando e eficácia.
A FENSE

A SENHORA MINISTRA ESTÁ A CONFUNDIR O ESTAUTO DE ADMINISTRADORA HOSPITALAR COM O DE (AD)MINISTRA DA SAÚDE.

ORA OIÇAM ESTA<CLICAR>

MUNDO ANTIGO



MUNDO ANTIGO <CLICAR>

MUNDO ANTIGO 2 <CLICAR>

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

OS MÉDICOS OPERAM COM OS "SEUS" ENFERMEIROS



... COM OS "SEUS  ENFERMEIROS" PALAVRAS DO BASTONÁRIO DA OM<CLICAR>



NB: EU NÃO DIRIA MELHOR!
SÓ HÁ UM PORMENOR, EM QUE DISCORDO DE ROSINA - [arrogância e dor de cotovelo que muitos enfermeiros revelam em relação à classe médica tentando ocupar espaços que não são seus por formação e conhecimento]; NÃO É ESTE O SENTIMENTO QUE MOVE OS ENFERMEIROS, EM RELAÇÃO AOS MÉDICOS. SE FOSSE ISSO ERA BOM PARA OS ENFERMEIROS.
MAS O MAIS FREQUENTE É UMA REVERÊNCIA QUASE DIVINATÓRIA, QUE OS ENFERMEIROS, GERALMENTE, CULTIVAM EM RELAÇÃO AOS MÉDICOS, COMO SE FOSSEM DEUSES NA TERRA.
O MAL DOS ENFERMEIROS NÃO É PRETENDEREM SUBSTITUIR OS MÉDICOS, MAS SIM O DE NÃO SE SENTIREM TÃO IGUAIS, AOS MÉDICOS, QUANTO SÃO, NA PRÁTICA DOS ATOS ENFERMEIROS.
E AS ASNICES DOS ADMINISTRADORES HOSPITALARES (QUE ME PERDOE A COMPARAÇÃO A CLASSE DOS ASININUS PERISSODÁCTILUS), É NÃO PERCEBEREM A AJUDA QUE ESTÃO A DAR À CAUSA ENFERMEIRA, PRETENDENDO E PENSANDO O CONTRÁRIO.
SE APONTASSE UM ÚNICO CASO DE UM ENFERMEIRO OU QUALQUER DAS ESTRUTURAS REPRESENTANTES DOS ENFERMEIROS ACUSAR UM MÉDICO DE USURPAR FUNÇÕES PRÓPRIAS DOS ENFERMEIROS COMO NOS PARTOS EUTÓCICOS, ADMINISTRAÇÃO TERAPÊUTICA, O QUE ESTÁ EM CAUSA - SUBSTITUIR INSTRUMENTISTA, ETC, - TALVEZ SE PERCEBESSE MELHOR A COISA.

QUANDO, EM 1976 ALBINO AROSO, SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, FOI CONFRONTADO COM A POSSIBILIDADE DE OS ENFERMEIROS ABANDONAREM OS HOSPITAIS, TEVE A PEREGRINA IDEIA DE PEDIR AO POVO PARA IR SUBSTITUIR OS ENFERMEIROS NOS HOSPITAIS, OFERECENDO 3 NÚMEROS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, NEM IMAGINAM O GOZO QUE NOS DEU, NO COMITÉ CENTRAL DA GREVE, DITAR PÁGINAS INTEIRAS DA LISTA TELEFÓNICA, QUE AS INFELIZES FUNCIONÁRIOS TIVERAM DE ESCREVER.
MAS O GOZO MÁXIMO FOI QUANDO MOSTRAMOS AO DR. ALBINO AROSO, AS ORIGEM DOS VOLUNTÁRIOS FORÇADOS.
E A VITÓRIA DOS ENFERMEIROS FOI MAIOR DO QUE PROJECTARAM.

SERÁ QUE ESTES ADMINISTRADORES SÃO TÃO BACOCOS QUE PENSAM QUE PROVOCANDO OS ENFERMEIROS, NÃO PODERÃO TER MAIS UMA LIÇÃO ORIGINAL E IMPREVISTA?!

ESPEREM PARA VER!

(José Azevedo)

O COVEIRO DO ESTALEIRO DE VIANA NÃO PODIA FALTAR NOS DESAVERGONHADOS <CLICAR>

NB: SE O SR. CÉSAR AVALIASSE, ANTES DE ABRIR A BOCA, OS ROUBOS MATERIAIS E OUTROS MAIS QUE A MAIORIA ABSOLUTA DE SÓCRATES SOCIALISTA PRIMEIRO MINISTRO FEZ AOS ENFERMEIROS, A PARTIR DE 2005, CULMINANDO EM 2009, SABERIA QUE SE HÁ UMA FORÇA POLÍTICA QUE TEM MAIS OBRIGAÇÕES DE RETRIBUIR AOS ENFERMEIROS UMA PEQUENA PARTE DO QUE LHES ROUBOU, É O PARTIDO SOCIALISTA.
E NÃO VENHA COM DISCURSOS VAZIOS, PIORAR O MAL QUE O PARTIDO A QUE PRESIDE FEZ AOS ENFERMEIROS.
RECOMENDO QUE PEÇA A ALGUÉM QUE LHE CEDA UM POUCO DE VERGONHA, PARA NÃO PARECER TÃO MAL.

(José Azevedo)

NOTÍCIAS DA GREVE DA NAIFA 12.12 2018







CRISTAS ACUSA COSTA DE ESTAR A VIRAR POVO CONTRA ENFERMEIROS<CLICAR>

MAIS ASSUNÇÃO CRISTAS<CLICAR>

MINISTRA E A CRUELDADE <CLICAR>

greve
Ministra considera "cruel" o protesto dos enfermeiros

Marta Temido
MAIS VISTAS EM NACIONAL
A ministra da Saúde classificou, esta quarta-feira, como "cruel" a greve dos enfermeiros que dura há quase três semanas em blocos operatórios, considerando que é um protesto que "se vira contra os mais fracos".
Na comissão parlamentar de Saúde, onde está a ser ouvida hoje, Marta Temido considerou que o número de cirurgias adiadas pela greve é "preocupante" e "é resultado de uma greve cruel, porque se vira contra os mais fracos".
Segundo as contas do Ministério da Saúde, entre o início da greve, a 22 de novembro, e segunda-feira, dia 10 de dezembro, ficaram por fazer devido à greve 4.543 cirurgias.
Marta Temido mantém a expectativa de remarcar as cirurgias entretanto adiadas e de as realizar durante o primeiro trimestre do próximo ano, preferencialmente em hospitais do Serviço Nacional de Saúde ou encaminhando para os privados, caso se ultrapassem os tempos máximos de resposta garantidos para os doentes em causa.
A ministra afirmou que o Governo assume os problemas que tem de enfrentar com dois grupos profissionais específicos no setor: os enfermeiros e os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica.
"Temos problemas e não os escamoteamos", disse aos deputados, mas garantiu que o Governo mantém a disponibilidade de diálogo com as estruturas "que querem dialogar".
Aliás, a ministra referiu que só este ano foram realizadas mais de 30 reuniões com os sindicatos dos enfermeiros e mais de 20 com os sindicatos que representam os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica.

A greve dos enfermeiros que decorre desde o dia 22 de novembro em blocos operatórios de cinco hospitais públicos prolonga-se até final do mês

NB - O QUE MARTA TEMIDO, MINISTRA DA SAÚDE DEVIA SABER:

SE TIVESSE CONHECIMENTO DISTO, (QUE A OIT JÁ RECOMENDAVA EM 1977), NO CARGO QUE EXERCE E OUTROS "CARGADOS", A MESMA COISA DE SABERREM ESTA RECOMENDAÇÃO, NÃO ESTRANHAVAM OS ACONTECIMENTOS.
VÃO PARA ESTES CARGOS IGNORANTES DA REALIDADE E DEPOIS INSULTAM BESTIALMENTE OS ENFERMEIROS, QUE CLAMAM POR JUSTIÇA NAS CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO.

NEM SE DEU CONTA QUE É O CONCEITO QUE ELA E MUITOS GOVERNANTES E OUTROS CIDADÃOS TÊM DOS ENFERMEIROS QUE ESTÁ A MUDAR.

E JÁ MUDA MUITO TARDE, POIS ANDANDO HÁ TANTO TEMPO NO MEIO HOSPITALAR, JÁ TEVE POSSIBILIDADES DE VALORIZAR MAIS O TRABALHO E VIDA DOS ENFERMEIROS.

DE QUEM É A CULPA DE 12% DOS TRABALHADORES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE RECEBEREM 88% DO TOTAL DAS REMUNERAÇÕES E OS RESTANTES 88% DOS TRABALHADORES RECEBEREM APENAS OS SOBRANTES 12% DAS REMUNERAÇÕES.
DESTAS, SOMENTE 5% REMUNERAM OS 42 MIL ENFERMEIROS.
DE QUEM É A CULPA DESTA ENORMIDADE?

SOBRETUDO DOS ADMINISTRADORES QUE NÃO SABEM O QUE ANDAM A FAZER E JÁ HÁ MUITO TEMPO DEVIAM ESPERAR POR ESTA REAÇÃO.
BASTAVA-LHES LEREM O QUE FOI A GREVE DE 1976, DA QUAL, CURIOSAMENTE, TAMBÉM O PCP, ENQUANTO ESTRUTURA SINDICAL, ESTEVE AFASTADO.
SENHORES GOVERNANTES (SOBRETUDO PM) E SENHOR PRESIDENTE DA RESPUBLICHAE E SENHOR OPOSITOR MACIO, CONVIDO-VOS A INFORMAREM-SE MAIS DETALHADAMENTE DO PAPEL DOS ENFERMEIROS NO SNS.
HOJE, JÁ HÁ OUTROS FACULTATIVOS (LICENCIADOS) NO SNS QUE SÃO TÃO OU MAIS DETERMINANTES QUE OS MÉDICOS, NO SEU REGULAR FUNCIONAMENTO.
SÃO É UM POUCO LENTOS, PARA O MEU GOSTO, A TOMAREM CONSCIÊNCIA DISSO.
É ESTE FENÓMENO QUE ESTÁ A DESPONTAR NOS ENFERMEIROS.
E NÃO DIGAM MAIS ASNEIRAS; APRENDAM.
José Azevedo

COMO OS ENFS. FINANCIAM A GREVE<CLICAR>

NOTÍCIAS DOS (i) - CM - DIABO 11 12 2018






NB: NÃO TEMOS DÚVIDAS QUE O CICLO DOS ENFERMEIROS BARATOS ACABOU, Ó SENHORES ADMINISTRADORES.

E NÃO VENHAM COM A DESCULPA DOS DOENTINHOS ONCOLÓGICOS E CRIANCINHAS.

POR QUE NÃO FALAM DE ADMINISTRADORES IDIOTAS, QUE NÃO CONSEGUEM CHEGAR A IDEÓLOGOS!

A FENSE

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

NOTÍCIAS DA(S) GREVE(S)



NOTICIAS DA(S) GREVE(S)

PARAR A GREVE... NÃO CONTEM COMIGO<CLICAR>

FORUM TSF<CLICAR>

ANA RITA - MÁ-FÉ E PRECONCEITO CONTRA OS ENFERMEIROS<CLICAR>

RUI RIO DÁ RAZÃO AOS ENFERMEIROS, MAS...<CLICAR>

RIO DIZ SIM, MAS<CLICAR>

PRESIDENTE DO SE A TVI -20 H DE 10.12.2018<CLICAR>

AS MISERICÓRDIAS E O DIREITO À GREVE<CLICAR>

NATAL PODE TRAZER OUTRA GREVE<CLICAR>

MAS NÃO É POSSÍVEL... <CLICAR>

RECOMENDAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO - OIT -


SE OS ADMINISTRADORES HOSPITALARES DE PORTUGAL CONHECESSEM ESTES AVISOS DE QUEM NEM PENSA NEM AGE COMO ELES;

SE OS MISERICORDIOSOS CONECESSEM O DIREITO À GREVE E AS RESPETIVAS IMPLICAÇÕES;

SE A BASDTONÁRIA DA ORDEM DOS ENFERMEIROS CONHECESSE OS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE, ADEQUAÇÃO E NECESSIDADE QUE ENFORMAM OS "SERVIÇOS MÍNIMOS", NÃO DIRIA QUE PODEM MORRER MAIS OU MENOS, POIS A PROPOSCIONALIDADE QUER DIZER QUE NEM OS CUIDADOS A PRESTAR PODEM SER TÃO POUCOS QUE PROVOQUEM SITUAÇÕES DE NÃO RETORNO (A MORTE É UMA DELAS); NEM TANTOS QUE ANULEM A EFICÁCIA DA GREVE, DONDE SURGE O 2º PRINCÍPIO - O DA ADEQUAÇÃO -
COMO NÃO SÃO CONTAS DO SEU ROSÁRIO, ESTÁ DESCULPADA.

SE, FINALMENTE O GOVERNO SOUBESSE O QUE É UM ENFERMEIRO E O VALOR E PESO DO SEU LABOR NO SNS;

SE OS NEGOCIADORES PATRONAIS/EMPREGADORES SOUBESSEM O QUE QUER DIZER A OIT: [.... PARA RESOLVER OS CONFLITOS QUE SURJAM A PROPÓSITO DAS CONDIÇÕES DE EMPREGO E DE TRABALHO, DE FORMA A QUE ESTE PESSOAL NÃO SEJA OBRIGADO A TER DE RECORRER A MEDIDAS QUE SE OFERECEM NORMALMENTE ÀS ORGANIZAÇÕES DOUTROS TRABALHADORES PARA ASSEGURAREM A DEFESA DOS SEUS LEGÍTIMOS INTERESSES - GREVE, POR EXEMPLO...], NÃO EMPATAVAM TANTO AS NEGOCIAÇÕES QUE SÃO INEVITÁVEIS COMO ESTÁ DEMONSTRADO À SACIEDADE PELO PRIMEIRO-MINISTRO, EX-MINISTRO E NÓS.
A NÃO SER QUE ESTEJAM A LEVAR OS ENFERMEIROS AO DESESPERO, PARA ESTES DEIXAREM DE TRABALHAR, MEDIANTE GREVES SUCESSIVAS, NOS SERVIÇOS PÚBLICOS, PARA ENCAMINHAREM MISERICORDIAMENTE OU TROFENSEMENTE, OU LUSIDIAMENTE, OS DOENTES QUE DEVIAM SER TRATADOS NO SNS.
TODOS NÓS SABEMOS QUE A OFERTA DE CAMAS NOS HOSPITAIS PRIVADOS, TEM DE ENCONTRAR COMPROMETIDOS NO SNS, PARA SEREM VIÁVEIS ECONOMICAMENTE, POIS É DE LÁ (SNS) QUE VEM O SEU SUSTENTO, EM PARTE, SEJAMOS OBJETIVOS. E É, NESSA HOSPITALIZAÇÃO, ONDE TÊM IDO PARAR ALGUNS ADMINISTRADORES EM FINAIS DE QUALQUER CARGO PÚBLICO.
ESTA LÓGICA DE RACIOCÍNIO, INEVITAVELMENTE PERVERSA, É FRUTO DAS CIRCUNSTÂNCIAS E QUE, ATÉ, QUALQUER RACIOCÍNIO BANAL PODE SUPOR.

{Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…
} (Augusto Gil - na Balada de Neve)
José Azevedo

EM TEMPO - A CORREÇÃO DA ORDEM DOS ENFERMEIROS

Exmos.(as) Senhores(as)
Presidentes dos Sindicatos,

Encarrega-me a Senhora Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Pedroso Cavaco, de remeter para v/ conhecimento notícia infra, sobre o assunto referido em epígrafe:

Lisboa, 11 dez (Lusa) - A Ordem dos Enfermeiros garantiu hoje que não houve nenhuma situação durante a greve em blocos operatórios que tenha posto em risco a vida de doentes.
"Não há nenhuma situação que tenha colocado em risco a vida de ninguém", afirmou a bastonária da ordem, Ana Rita Cavaco, aos jornalistas no final de uma reunião que teve em Lisboa com os sindicatos que convocaram a greve e com os enfermeiros diretores dos cinco hospitais onde decorre a “greve cirúrgica”.
A bastonária explicou que esta reunião serviu essencialmente para perceber como está a situação nos hospitais e para esclarecer como estão a decorrer os serviços mínimos.
Segundo a Ordem, os enfermeiros estão a trabalhar além dos serviços mínimos que o tribunal arbitral decretou para esta greve.
"Espero que não haja outra classe profissional a tentar amedrontar as pessoas e a tentar cavalgar uma greve que não é deles, é dos enfermeiros", afirmou Ana Rita Cavaco.
Embora a bastonária não se tenha referido diretamente aos médicos quando falou de outra classe profissional, a Ordem dos Médicos disse já na semana passada que havia doentes graves e prioritários que estavam a ser prejudicados pela greve dos enfermeiros.
A “greve cirúrgica” dos enfermeiros, que se iniciou a 22 de novembro e termina a 31 de dezembro, está a decorrer nos blocos operatórios do Centro Hospitalar Universitário de S. João (Porto), no Centro Hospitalar Universitário do Porto, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, no Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte e no Centro Hospitalar de Setúbal.
Os enfermeiros têm apresentado queixas constantes sobre a falta de valorização da sua profissão e sobre as dificuldades das condições de trabalho no Serviço Nacional de Saúde, pretendendo uma carreira, progressões que não têm há 13 anos, bem como a consagração da categoria de enfermeiro especialista.
A paralisação foi convocada pela Associação Sindical Portuguesa de Enfermeiros (ASPE) e pelo Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (Sindepor), embora inicialmente o protesto tenha partido de um movimento de enfermeiros que lançou um fundo aberto ao público que recolheu mais de 360 mil euros para compensar os colegas que aderissem à paralisação.
A ministra da Saúde, Marta Temido, disse que as cirurgias adiadas devido à greve dos enfermeiros, que calculou em 4.000, vão ser reagendadas a partir de 01 de janeiro de 2019, tendo hoje admitido recorrer aos hospitais privados caso o Serviço Nacional de Saúde não consiga responder a todas as situações.

ARP // HB
Lusa/fim”

Com os melhores cumprimentos,

Sandra Calado  Secretariado do Gabinete da Bastonária
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Ordem dos Enfermeiros  Avenida Almirante Gago Coutinho, 68 B - r/c
1700-031 Lisboa
T:+351 218 455 230
F:+351 218 455 259
 
http://www.ordemenfermeiros.pt/




GREVES-GREVES-GREVES - 3 X GREVE

SENORA GUILERMINA,
SE REPARAR NO QUE DISSE EM 1977 A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABLHO "OIT", ACERCA DAS POSSÍVEIS GREVES DOS ENFERMEIROS E COMPARAR COM A FORMA COMO O NOSSO GOVERNO OS TRATA, TÊM AÍ UM BOM PONTO DE REFLEXÃO.
(José Azevedo)