quinta-feira, 16 de agosto de 2018

É MESMO AZAR OU É SÓ SUPERSTIÇÃO!?



Artigo 13.º
Saúde
1 - É da competência dos órgãos municipais participar no planeamento, na gestão e na realização de investimentos relativos a novas unidades de prestação de cuidados de saúde primários, nomeadamente na sua construção, equipamento e manutenção.
2 - Compete igualmente aos órgãos municipais:
a) Gerir, manter e conservar outros equipamentos afetos aos cuidados de saúde primários;
b) Gerir os trabalhadores, inseridos na carreira de assistentes operacionais, das unidades funcionais dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) que integram o Serviço Nacional de Saúde;
c) Gerir os serviços de apoio logístico das unidades funcionais dos ACES que integram o Serviço Nacional de Saúde;
d) Participar nos programas de promoção de saúde pública, comunitária e vida saudável e de envelhecimento ativo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

VIDEO - PONTO DA SITUAÇÃO



VÍDEO - PONTO DA SITUAÇÃO <CLICAR>

CONVITE PARA A CONFERENCIA DE IMPRENSA 11H30 DE 17AGO





GREVE EM NOTÍCIA



GREVE EM NOTÍCIA<CLICAR>


DA MADEIRA <CLICAR>

OS ENFERMEIROS ZANGARAM-SE, PORRA <CLICAR>

TRÊS DOS MAIORES ADIAM 1000 CIRURGIAS<CLICAR>

DIZ QUEM SABE<CLICAR>

DIZ O PÚBLICO EM 15AGO18<CLICAR>

OBSERVADOR DISSE 15AGO18<CLICAR>

MELO SAÚDE A SUBIR<CLICAR>

EIS UMA PENÉLOPE DAS REFORMAS DO  SNS<CLICAR>

A HISTÓRIA REPETE-SE 2 VEZES PELO MENOS DISSE HEGEL



A HISTÓRIA REPETE-SE 

Vou referir um dado histórico, que pode repetir-se pela 2ª vez, visto que a 1ª já se repetiu, na Finlândia, há seis anos.
Estávamos em greve no dia 13 de março de 1976.

Os Enfermeiros, tal como hoje, estavam a ser pressionados e, em muitos casos, impedidos de sair dos hospitais.
Como presidente do Comité Central da Greve, avisei o Ministério dos Assuntos Sociais, sendo Ministro Rui Machete e o Secretário de Estado da Saúde, Albino Aroso de que se não corrigissem a forma e método de tratar os Enfermeiros, abandonavam os hospitais e, provavelmente, o país para fugirem da requisição civil.

Perante este aviso, o Secretário de Estado da Saúde teve uma ideia peregrina:
mandou publicar 3 números dos 3 telefones do Ministério e pediu à população que se voluntariasse para substituir os Enfermeiros, que ameaçavam abandonar os hospitais, deixando os doentes entregues à sua sorte.

Foi uma atitude arrojada, da parte do Secretário de Estado, sabendo quanto essa onda de curandeirismo ia ferir os Enfermeiros amantes da sua profissão, que teve pronta resposta   da parte do Comité Central da Greve.
Mobilizei 3 colegas voluntárias, que se disponibilizaram para, através dos seus telefones pessoais e, usando as listas telefónicas, desatassem a oferecer cidadãos da lista, para acorrerem ao chamamento e substituirem os Enfermeiros, em fuga possível.
Cumprida esta missão corajosa, pousaram os telefones fora do descanso e fundiram a mesa que, da central telefónica, dava acesso ao Ministério o que significou que, pelo menos durante bastante tempo não houve mais ofertas de voluntários.

Quando os governantes iam fingir de surdos, perante as nossas exigências, tive de os informar de que as ofertas dos voluntários à força, fomos nós que as fizemos, a partir da lista telefónica, pelo que iriam surpreender, quer os oferecidos, por nós, quer os que pensavam usá-los para substituirem os Enfermeiros, o que espalhou a confusão, pela frustração da ideia engenhosa e bacoca do Secretário de Estado e aumentou muitos pontos, na luta dos Enfermeiros.

Se como disse Hegel a história se repete 2 vezes, pelo menos, é capaz de estar certo.
Há uma meia dúzia de anos, na Filândia, que com a Turquia, são os paises que mais mão-de-obra enfermeira fornecem à Alemanha, entraram em conflito com uma greve que os governantes minimizaram.
Havia, no grupo, um Enfermeiro Português  que tinha um livro, que fixou, para a história, os passos mais importantes da greve dos Enfermeiros nacionais, em 1976.

Lendo e assimilando as notas aí descritas, as colegas filandesas ensairam a nova fase, na luta: sairiam dos hospitais e, até, do país, para paises próximos e, quando se apercebessem, nem as podiam mobilizar por "requisição civil", pois não estariam, sequer, no país.
A 1ª reação dos governantes finlandeses foi a de consultarem os países vizinhos para a possibilidade de transferirem para esses paises os doentes em cuidados intensivos e outros de dependência semelhante.
O processo tornou-se impraticável.
Deram a mão à palmatória e cederam às reivindicações dos Enfermeiros, de forma, aliás, generosa.
Esta foi a 1ª repetição da história.

Imaginem, agora, que a 2ª repetição da história, segundo a teoria hegeliana, se possa dar, em Portugal?
É bem possível experimentarmos essa possibilidade, dado que, nestes casos cada um joga com os dados que possui.
Vejamos:
Decretada uma greve, com abandono de lugar;
Sair 2 ou 3 dias, para Espanha, que é perto e bom caminho, como soe dizer-se;
Conhecida a escassez de Enfermeiros;
Uma percentagem de 20% de aderentes à ideia, põe o SNS, em situação de rutura.

Se a história se repete 2 vezes, como disse o sábio Hegel, e já se repetiu uma na Finlândia, com resultados excelentes, não rejeitamos a ideia de repetir a história pela 2ª vez, se as circunstâncias, assim, nos imponham o recurso a essa prática, de que fomos originários.

Numa nota de rodapé, convém referir que a greve de 1976 decorreu fora da influência da tendência sindical comunista, entretanto apeada, meses antes, da direção do SEP (Sindicato do SUL e Ilhas, na época) e substituída por militantes do MRPP.
Mas seria injusto não referir, que foram muitos militantes e ativistas comunistas, que fora da sua hierarquia, nos ajudaram, muito e bem, dada a sua experiência de luta, a atingir os objetivos, que atingimos, também eles históricos.

NAPOLEÃO SABIA:
(José Azevedo)

NÃO PARECE, MAS SÃO APROVEITADORES DAS DESGRAÇAS

SÓ LIDO....

NÃO PARECEM MAS SÃO APROVEITADORES<CLICAR>

CONTINUAÇAO <CLICAR>

ATÉ TU, Ó RUI M!<CLICAR>

NB: NÃO É CIENTIFICAMENTE CORRETO, MUITO MENOS GARANTIA DE QUE A CIRURGIA EM TUMORES RETARDE CONSEQUÊNCIAS FATAIS.
NA MINHA LONGA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL POSSO RELATAR VÁRIOS CASOS EM QUE A CIRURGIA ACELEROU A MORTE. NÃO É RETÓRICA; É A REALIDADE.
SABE PORQUÊ, DR. PEDRO - O CORAJOSO, NO DITO DO RUI PRESIDENTE:
NO SER HUMANO NÃO HÁ CIÊNCIA INFALÍVEL, EXATA; HÁ PRÁTICAS SUBSIDIADAS PELA CIÊNCIA, QUE DÃO RESULTADO NUM E NÃO DÃO NO OUTRO, PORQUE NÃO SÃO IGUAIS, PARA OS EFEITOS SEJAM OS MESMOS, NOS SERES HUMANOS.

FICA-LHE MAL ANDAR A FAZER DE PEDINTE PARA O CEGUINHO.
POSSO OFERECER-LHE UM SENSÓMETRO PARA MEDIR A SENSIBILIDADE DOS ENFERMEIROS, QUE NÃO É INFERIOR, Á SUA, ATÉ PORQUE O CONHEÇO BEM E RESPEITO MUITO, ESTANDO, POR ISSO BEM POSICIONADO PARA RESPONDER AO GRAU DE SENSIBILIDADES DE CADA QUAL.

SE A CLASSE MÉDICA NÃO ABSORVESSE 87% DA MASSA SALARIAL TOTAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, SENDO, APENAS 12% DO TOTAL DOS TRABALHADORES;

SE OS RESTANTES 88% DOS TRABALHADORES, SENDO 33,4%  DO TOTAL 100% ENFERMEIROS, NÃO SE LIMITASSEM AOS RESTANTES 13%, TALVEZ HOUVESSE MAIS RESPEITO POR ESTA CLASSE E MAIS HARMONIA FUNCIONAL E MENOS NECESSIDADE DE IMPOR, PELA FORÇA, A JUSTIÇA DE QUE OS ENFERMEIROS ESTÃO CARENTES.

INFELIZMENTE, AS "PENÉLOPES", QUE FINGEM COMO A PENÉLOPE, E DESFAZEM DE NOITE O QUE FAZEM DE DIA E QUE MOSTRAM A TENDÊNCIA PARA AUMENTAR OS 87% E NÃO OS 13%, VAMOS DE TER QUE LUTAR MAIS, E MAIS DURAMENTE, PARA MINIMIZAR AS INFLUÊNCIAS DOS MAIS INFLUENTES, QUE COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA.
SABE DISTO, CARO DR. PEDRO, COGNOMINADO CORAJOSO PELO PRESIDENTE DA CÂMARA!?


TAMBÉM NÃO É MENOS VERDADE QUE; NOS PAÍSES ONDE A GREVE É PROÍBIDA ÀS ENFERMEIRAS, ESTÃO OUTRAS CLASSES DISPONÍVEIS PARA AS SUBSTITUIR, NA LUTA.
POR EXEMPLO, EM LONDRES, FORAM OS TAXISTAS, QUE FIZERAM GREVE A FAVOR DOS ENFERMEIROS, SABIA!: CERTO CORRETO?

QUANTO AO PRESIDENTE DA CÂMARA ESCUSA DE ARMAR EM "PROTO-FASCISTA", DISCRIMINANDO CERTAS CLASSES DOS DIREITO À LUTA, MORMENTE A GREVE.
COMO POLÍTICO DEVIA VIRAR-SE MAIS PARA OS SEUS SÓSIAS E MANDAVA-OS LER A CONVENÇÃO 149 DA "OIT", RATIFICADA PELO GOVERNO PORTUGUÊS PELO DECRETO 80/81, LÁ SE RECOMENDA:
«DADA A NATUREZA  DO TRABALHO ENFERMEIRO, OS PATRÕES DEVEM SER CÉLERES NA RESOLUÇÃO DA PROBLEMÁTICA ENFERMEIRA, PARA QUE OS ENFERMEIROS NÃO TENHAM DE RECORRER AS FORMAS DE LUTA, TIPO GREVE».
 NÃO É LÓGICO ESCRAVIZÁ-LOS COMO PROPÕE, RETIRANDO-LHES UM DIREITO QUE A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA CONSAGRA. ISSO DE  ARMAR EM DÉSPOTA MAIS OU MENOS ILUMINADO, FICA-LHE MUITO MAL, POIS ESSA ESPERTEZA SALOIA DA CAÇA AO VOTO, NÃO ENCAIXA, EM DEMOCRACIA: FINGIR-SE SENSIBILIZADO COM A DESGRAÇA ALHEIA. É POUCO!
LÁ CULPA TÊM, OS COITADINHOS, AINDA QUE INDIRETA, POIS SÃO ELES, QUE ELEGEM INÚTEIS BASTANTE PERFEITOS, PARA DESGOVERNAREM, NÃO SERÁ!?
PROPOR A ABOLIÇÃO DE DIREITOS HUMANOS E SOCIAIS, A CERTAS CLASSES; É MUITO E MUITO PERIGOSO, COMO REZA A HISTÓRIA!

José Azvedo
Porta-voz da FENSE

terça-feira, 14 de agosto de 2018

DESTAQUE DA GREVE ENFERMEIRA

COLEGA ENFERMEIRO/A
VÊ COMO A GREVE É DESTACADA PELOS AUTORES DESTA PUBLICAÇÃO E TERÁS A IMAGEM DO CUIDADO QUE MERECEM OS NOSSOS ASSUNTOS AO MINISTÉRIO DA SAÚDE.
POR ISSO OS NOSSOS COLEGAS DA CNESE ESPERAM SENTADOS A CONTRAPROPOSTA DA PROPOSTA QUE NÃO ENTREGARAM.
COMO DIZ J.C. A FÉ É QUE NOS SALVA E SENTADOS GASTA-SE MENOS ENERGIA, MAS PERDE-SE MAIS ALTURA.
Social
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2018
N.º 32
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Concursos de 2018 registam o maior número de vagas para médicos especialistas (1.234) e o maior número de candidatos (1.117).
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SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e IPST – Instituto Português do Sangue e da Transplantação aliam-se para fornecer mais e melhor informação aos cidadãos.
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Postos de saúde de praia disponibilizados ao longo da costa algarvia registaram 2.067 atendimentos em julho.
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Praia Segura
Direção-Geral da Saúde partilha recomendações para uma alimentação saudável e equilibrada durante a época balnear.
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Ementas e refeitórios escolares
Ministério da Educação publica orientações sobre ementas e refeitórios escolares com apoio da Direção-Geral da Saúde.
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NB: HÁ QUEM GOSTE E APOIE ISTO, MAS NÁ É O NOSSO CASO.
ISTO TEM QUE MUDAR E MUITO, PARA O NOSSO LADO ENFERMEIRO.
DÁ-NOS UMA MÃOZINHA.