quarta-feira, 28 de agosto de 2013
TASK SHIFTING OOOOOMMMMM
NB: Amanhã a FENSE vai dar a resposta adequada a este "master of the sanitary world". (dono do mundo da saúde).
Para facilidade de interpretação facilitamos os significados [task é tarefa; shifting é inconstante].
Conta-se que o bispo do Porto que foi deputado, na 1ª República, foi acusado, por outro deputado, de dar uma no cravo outra na ferradura, ao que o bispo respondeu: Vossa Exª. não está quieto com o pé.
Portanto, em termos práticos trata-se de alvos móveis e expressão [task shifting]é duma fertilidade interpretativa enorme, sobretudo porque, como já lemos, parece que ser médico é ter mais pontaria para alvos em movimento, ou danças em areia movediça.
Ao que os Enfermeiros estão sujeitos, no seu país!
Errata - por circunstâncias alheias à nossa vontade detectamos que no 1 onde se lê "começou à dias" deve ler-se ...há dias.
No 11 ...deve ler-se ... pois já há muitos milhares atentos que se concentram...
Depois da errata a que já demos o tratamento adequado, chamamos a atenção das ligações que se impõem.
Se ligarmos as bocas ordinárias que um provável candidato vomitou, ao que tudo indica, depois de uns copos mal digeridos, porque lhe caíram, na pobreza do espírito, acerca das hipotéticas limitações dos Enfermeiros em situações de urgência, a começar pela selecção dos casos mais e menos urgentes, com este aviso de abertura do processo eleitoral para os Corpos Sociais da Ordem dos Médicos, percebe-se que uma das tónicas da campanha vai amesquinhar os Enfermeiros, para dizer aos pintainhos recem-formados, com direito a voto, justamente aqueles que mais precisam dos Enfermeiros, para completarem a sua formação, que vão empurrar de várias posições que ocupam por mérito e por direito, para quem nem um médico noviço fique sem emprego.
É evidente que o autor desta estratégia, mais que evidente, só tem 50% dos indicadores de inteligência a funcionar, porque nem pela cabeça lhe passou, ou se passou foi na outra metade, zona escura, que se os Enfermeiros entrarem nesta campanha o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro.
Para já, Colegas Enfermeiros, fiquem com esta hipótese, que as circunstâncias nos sugerem.
Seja ou não seja; vamos estar atentos às próximas marradas, nos Enfermeiros, para as analisarmos, em circunstância.
QUANDO A DESSPERANÇA NOS ASSALTA A MENTE
Quando tudo parece estar perdido, eis que surge a famigerada luz ao fundo dfo túnel, para nos iluminar o caminho do futuro.
Temos muita pena que alguns dos que estiveram connosco tenham perdido a esperança num futuro mais digno da profissão que abraçámos.
Uns vão outros vêm e bem gostávamos que a força que impulsionou a Enfermagem estivesse sempre presente, na vida desses colegas. Mas as opções são de cada qual e nós damos o nosso melhor, mas não impedimos as influências do pior.
Nem todos gostam de nos ouvir dizer as verdades amargas que os Enfermeiros precisam de ouvir e intuir, pois são coisas que lhes dizem respeito.
Nem todos gostam que lhes lembremos as opções erradas que tão dispendiosas estão a sair a todos nós.
Quando se sobe aos píncaros temos de treinar contra as vertigens.
Quando alguns se julgam mais espertos que os outros e se aproveitam da esperteza saloia para gozarem uns momentos de celebridade ingénua e uns cêntimos voláteis, que se vão como vieram, esquecendo a solidariedade profissional, outros se aproveitam dessa ingenuidade toda, para se apoderarem do que a profissão tem de melhor, em carácter e nobreza.
Por vezes, aqui, temos de baixar à rua para chafurdar na lama, que nos emporcalha. Muitas vezes os efeitos são contrários ao que pretendíamos.
O nosso contacto com a malvadez dá-nos uma certa perspicácia para detectar os malvados e denunciá-los. Porém, estão tão próximos de vós, que nem acreditais na sua malvadez, mesmo sendo os efeitos tão perversos para os Enfermeiros.
Como somos o oposto, acreditar em nós é desacreditar nesses figurões e o inverso; acreditar neles é duvidar de nós, mesmo que o nosso percurso não deixe dúvidas.
São riscos que as verdades amargas nos obrigam a correr.A Enfermagem é uma Profissão estrutural na Saúde de um Povo. Os primeiros que têm de ter consciência disso são os próprios artistas que vivem dela.
Conquistou todas as condições para se impor no meio em que actua, como fulcro da acção.
Uma visão romântica tardia da Profissão e da Arte, faz com que haja um défice de medidas preventivas contra as patifarias a que está exposta.
Vai levar algum tempo até que os testes que cada um vai fazendo por conta própria lhe provem que estamos a falar-lhe verdade e que o Sindicato é a organização que, sobretudo, agora, pode agir de acordo coma as competências objectivas que detém, não obstante as tentativas que estão a ser feitas para a sua destruição, ou desarticulação com a realidade.
Todavia, esses atacantes têm interesses diferentes dos nossos, o que nos dá muita vantagem, pois os nossos Associados vão percebendo que o Sindicato é o seu porto de abrigo, onde se municiam para as lutas que a Profissão tem de travar no mundo altamente competitivo, em que se encontra inserida.
Simplesmente teremos de sugerir algumas correcções, que façam correr a água a seu favor.
Basta centrar as sua capacidades mais em si e menos nos outros.
A primeira consequência é começarem a inverter o curso dos acontecimentos a seu favor, tendo consciência disso.
Que cada um cumpra o seu papel para nos facilitarem e apressarem o cumprimento do nosso.
Lembram-se dos ataques do Esteves que começou pelos horários acrescidos, que abateu com a ajuda da inteligente (azar é haver sempre um/a); passou às percentagens dos SIGIC, que pretendeu reduzir de 7 para 3,5%.
Depois de uns tempos de greve estávamos prontos para assinar 14%.
Mas houve quem marginalizasse o SE e todo o trabalho feito e assinasse em seu nome, por 7,5%.
Assim não vamos ao podemos ir.
Erros destes têm as suas origens e causas e fazem confundir as fragilidaes de alguns com a força da Classe.
Todos temos o dever de aprender com os erros, pois é dessa aprendizagem que nasce o progresso.
Palavras e mais palavras reclamam objectividade e acção.
Temos muita pena que alguns dos que estiveram connosco tenham perdido a esperança num futuro mais digno da profissão que abraçámos.
Uns vão outros vêm e bem gostávamos que a força que impulsionou a Enfermagem estivesse sempre presente, na vida desses colegas. Mas as opções são de cada qual e nós damos o nosso melhor, mas não impedimos as influências do pior.
Nem todos gostam de nos ouvir dizer as verdades amargas que os Enfermeiros precisam de ouvir e intuir, pois são coisas que lhes dizem respeito.
Nem todos gostam que lhes lembremos as opções erradas que tão dispendiosas estão a sair a todos nós.
Quando se sobe aos píncaros temos de treinar contra as vertigens.
Quando alguns se julgam mais espertos que os outros e se aproveitam da esperteza saloia para gozarem uns momentos de celebridade ingénua e uns cêntimos voláteis, que se vão como vieram, esquecendo a solidariedade profissional, outros se aproveitam dessa ingenuidade toda, para se apoderarem do que a profissão tem de melhor, em carácter e nobreza.
Por vezes, aqui, temos de baixar à rua para chafurdar na lama, que nos emporcalha. Muitas vezes os efeitos são contrários ao que pretendíamos.
O nosso contacto com a malvadez dá-nos uma certa perspicácia para detectar os malvados e denunciá-los. Porém, estão tão próximos de vós, que nem acreditais na sua malvadez, mesmo sendo os efeitos tão perversos para os Enfermeiros.
Como somos o oposto, acreditar em nós é desacreditar nesses figurões e o inverso; acreditar neles é duvidar de nós, mesmo que o nosso percurso não deixe dúvidas.
São riscos que as verdades amargas nos obrigam a correr.A Enfermagem é uma Profissão estrutural na Saúde de um Povo. Os primeiros que têm de ter consciência disso são os próprios artistas que vivem dela.
Conquistou todas as condições para se impor no meio em que actua, como fulcro da acção.
Uma visão romântica tardia da Profissão e da Arte, faz com que haja um défice de medidas preventivas contra as patifarias a que está exposta.
Vai levar algum tempo até que os testes que cada um vai fazendo por conta própria lhe provem que estamos a falar-lhe verdade e que o Sindicato é a organização que, sobretudo, agora, pode agir de acordo coma as competências objectivas que detém, não obstante as tentativas que estão a ser feitas para a sua destruição, ou desarticulação com a realidade.
Todavia, esses atacantes têm interesses diferentes dos nossos, o que nos dá muita vantagem, pois os nossos Associados vão percebendo que o Sindicato é o seu porto de abrigo, onde se municiam para as lutas que a Profissão tem de travar no mundo altamente competitivo, em que se encontra inserida.
Simplesmente teremos de sugerir algumas correcções, que façam correr a água a seu favor.
Basta centrar as sua capacidades mais em si e menos nos outros.
A primeira consequência é começarem a inverter o curso dos acontecimentos a seu favor, tendo consciência disso.
Que cada um cumpra o seu papel para nos facilitarem e apressarem o cumprimento do nosso.
Lembram-se dos ataques do Esteves que começou pelos horários acrescidos, que abateu com a ajuda da inteligente (azar é haver sempre um/a); passou às percentagens dos SIGIC, que pretendeu reduzir de 7 para 3,5%.
Depois de uns tempos de greve estávamos prontos para assinar 14%.
Mas houve quem marginalizasse o SE e todo o trabalho feito e assinasse em seu nome, por 7,5%.
Assim não vamos ao podemos ir.
Erros destes têm as suas origens e causas e fazem confundir as fragilidaes de alguns com a força da Classe.
Todos temos o dever de aprender com os erros, pois é dessa aprendizagem que nasce o progresso.
Palavras e mais palavras reclamam objectividade e acção.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
ATENÇÃO, ENFERMEIROS!
NB: Estejam atentos, porque os Enfermeiros já estão no osso, mas ainda há gente a ganhar muito dinheiro!
CONTINUIDADE DE CUIDADOS
NB: E se a evolução fosse no sentido de dar continuidade aos cuidados de Enfermagem, pois é por eles que os doentes permanecem mais tempo nos hospitais; é por eles que os doentes esperam nas suas camas, estejam onde estiverem, pois não se podem fazer pelo telefone como as consultas médicas, então o SEAMS podia anunciar 900x4.
Esta é uma das reformas que se esperam com ansiedade. E necessidade.
Que dirá a isto o sábio Bastonário da Saúde, que tem resposta para tudo, na ponta da sua língua enciclopédica, ou saber em migalhas, como dizia o filósofo.
Esta é uma área onde os Enfermeiros dispensam os Médicos, facilmente.
Se os Ministros e Secretários de Estado não estivessem tão cegamente embevecidos com o enciclopédico Bastonário e seus representados, espalhados estrategicamente pelos quatro cantos do SNS, quantas poupanças em tempo, espaço e recursos, a reverterem para a melhoria da qualidade efectiva, "in loco" e não nas campainhas das estatísticas.
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