quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
AMADORA SINTRA NÃO ACERTA O PASSO
Cada vez se justifica mais a criação da figura do Enfermeiro Director, para dar mais estabilidade aos serviços pois que está a pegar a moda de os directores Médicos se demitirem.
É evidente que semear ventos é possível colher tempestades.
A culpa não é deles; é de quem mantém a desproporção entre Enfermeiros e Médicos sendo dos Enfermeiros a maior proximidade dos utentes de assistência sanitária.
E o que é mais grave é: ninguém se mexe no sentido dos ponteiros do relógio, no qual o tempo precioso para tomar medidas adequadas, se vai esgotando.
Com amizade,
José Azevedo
NOTICIA AMADORA SINTRA < clique aqui >
É evidente que semear ventos é possível colher tempestades.
A culpa não é deles; é de quem mantém a desproporção entre Enfermeiros e Médicos sendo dos Enfermeiros a maior proximidade dos utentes de assistência sanitária.
E o que é mais grave é: ninguém se mexe no sentido dos ponteiros do relógio, no qual o tempo precioso para tomar medidas adequadas, se vai esgotando.
Com amizade,
José Azevedo
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS ENFERMEIROS DA ULSNE
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
OS 180 ANOS DO HSJoão
PARA QUEM TENHA POSSIBILIDADES DE VER, AO LONGE, REPAREM NO LETREIRO EUCALÍPTICO QUE O HSJoão OSTENTA, COM AS SUAS VIÇOSAS 180 PRIMAVERAS.
POR ONDE ANDARÁ A PROTETORA DOS MONUMENTOS NACIONAIS?
QUEM TEM A DESFAÇATEZ DE ENGANAR O POVO, DESTA MANEIRA?
OU SERÁ O EUCALIPTO QUE SÓ SE REVÊ A SI PRÓPRIO?
AFINAL QUANTAS FACULDADES DE MEDICINA TEM A CERCA DO HSJoão?
SÃO PEQUENOS GESTOS QUE SÓ A LUPA DESVENDA. MESMO ASSIM, VALERIA A PENA CORRIGIR ESTAS VAIDADES, POR RESPEITO POR UM HOSPITAL, PELOS DOENTES, QUE O HABITAM E PELOS FUNCIONÁRIOS, QUE NELE TRABALHAM E QUE TÊM O DIREITO DE NÃO VER ESTES EXAGEROS MONOPOLISTAS, DE CASTA!
NUNCA MAIS APRENDEM A RESPEITAR OS OUTROS, QUE OS RESPEITAM E VALORIZAM.
ATÉ JÁ HÁ QUEM REPARE NESTES PEQUENOS SÍMBOLOS, QUE AO LONGE, GANHAM OUTRA DIMENSÃO!
POR ONDE ANDARÁ A PROTETORA DOS MONUMENTOS NACIONAIS?
QUEM TEM A DESFAÇATEZ DE ENGANAR O POVO, DESTA MANEIRA?
OU SERÁ O EUCALIPTO QUE SÓ SE REVÊ A SI PRÓPRIO?
AFINAL QUANTAS FACULDADES DE MEDICINA TEM A CERCA DO HSJoão?
SÃO PEQUENOS GESTOS QUE SÓ A LUPA DESVENDA. MESMO ASSIM, VALERIA A PENA CORRIGIR ESTAS VAIDADES, POR RESPEITO POR UM HOSPITAL, PELOS DOENTES, QUE O HABITAM E PELOS FUNCIONÁRIOS, QUE NELE TRABALHAM E QUE TÊM O DIREITO DE NÃO VER ESTES EXAGEROS MONOPOLISTAS, DE CASTA!
NUNCA MAIS APRENDEM A RESPEITAR OS OUTROS, QUE OS RESPEITAM E VALORIZAM.
ATÉ JÁ HÁ QUEM REPARE NESTES PEQUENOS SÍMBOLOS, QUE AO LONGE, GANHAM OUTRA DIMENSÃO!
OS QUE PODIAM DESENTULHAR A COISA NÃO TÊM LUGAR
- DESPACHO N.º 1615/2015 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 32/2015, SÉRIE II DE 2015-02-1666517140Ministério da Saúde - Gabinete do MinistroDesigna, em regime de comissão de serviço, por um período de cinco anos, o licenciado Ponciano Manuel Castanheira de Oliveira, para exercer o cargo de vogal do conselho diretivo da Administração Regional de Saúde do Norte, I.P.
- DESPACHO N.º 1616/2015 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 32/2015, SÉRIE II DE 2015-02-1666517141Ministério da Saúde - Gabinete do MinistroDesigna, em regime de comissão de serviço, por um período de cinco anos, o licenciado José Carlos de Jesus Pedro, para exercer o cargo de vogal do conselho diretivo da Administração Regional de Saúde do Norte, I.P.
- Mas, para os Enfermeiros, não há lugares de vogais; só há de assessores.
- Eles, os inteligentes, estão convencidos que, com estas medidas, nos puxam para baixo.
- O seu QI, nem lhes permite ver, exatamente, o contrário, porque é subido de mais, para as circunstâncias, que lhes ficam acima dos horizontes.
Não serão eles, mas sim nós, a provar o contrário. E o tempo decrescente já está a contar!
A nossa esperança imediata é a de que venham governantes, que tenham uma visão correta da saúde e, por via disso, também uma noção aproximada do que é ser Enfermeiro, dentro do SNS e fora dele.
Vamos ver se é desta que o Dr. Ponciano resolve os problemas, que tem em mão, como a condução de viaturas de serviço; os lixos das casas das pessoas tratadas pelos Médicos, visto que os feitos pelos Enfermeiros, está convencido que os Enfermeiros é que vão transportá-los...
Vamos ver se é desta vez que podemos contar com alguém que resolva os problemas dos Enfermeiros, que não se confinam ao controlo dos Médicos de Família e quejandos, visto que já se deve ter apercebido que os Enfermeiros são diferentes dos Médicos e, obviamente, têm problemas diferentes, no seu trabalho, que precisam de soluções adequadas. E não são os apoios aos consultórios Médicos, porque esse é dos Assistentes de Operações.
É tão difícil contactarmos com ele ou outro ele, que possa resolver os muitos problemas pendentes, dia-a-dia. Está sempre em reunião, uma desculpa esfarrapada de total desrespeito, por quem tem de satisfazer os assuntos sindicais, que nos são colocados, de que o das viaturas e dos lixos são um bom exemplo de inutilidade prática.
Que administradores são estes, que não sabem o papel dos Sindicatos?!
Ai sabem!
Então demonstrem-no.
Sabemos que há outra estrutura sindical que costuma colaborar muito e até manda varrer o lixo para debaixo do tapete.
Não é o nosso caso, pois exigimos para os Enfermeiros o estatuto a que têm direito.
E que alguém pense, que vamos mudar de atitude...
Se vamos ter de aguentar os nomeados mais 5 anos, alguém tem de mudar muito: ou nós, ou eles; ou ambos: nós e eles.
Sejam bem vindos e revindos. Que Deus vos ajude e o Diabo não vos empurre!
Com tristeza por vermos destruir o que devia estar construído,
José Azevedo
AQUI ESTÁ UMA RAZÃO PARA IRMOS ÀS URGÊNCIAS AUSTRALIANAS
Não sei quanto tempo demora a os nossos políticos descobrirem que a salvação das Urgências está nos Enfermeiros. Enquanto estes não tiverem espaço livre para actuarem, aqueles serviços não funcionam de acordo com o custo-benefício; eficácia.
Quando me lembro da destreza do Enfermeiro David Maia dos Santos, por alcunha o pinóquio, deitar no chão o Almirante Pinheiro de Azevedo, em paragem cardiorrespiratória, forma habitual de morrer, e, à mão, recuperá-lo, com 3 costelas partidas, apenas; sem ter as actuais instalações do Serviço de Urgências do HSJoão, onde isto se passou, convém recordar o seu gesto e dizer: quem sabe, sabe.
Foi um dos muitos Enfermeiros experientes daquele serviço, que homenageio, aqui e, agora.
Vamos pedir um subsídio a alguém, que não esteja comprometido com estas negociatas, para excursionarmos, à Austrália, onde poderemos analisar, observando com precisão, como eles trabalham e, na passagem, até podemos ver, como é que eles eliminaram as macas dos sítios, onde são postas para darem, nas vistas e baralhar os ingénuos, que já sabem quem são; são uma outra versão das listas de espera, que ninguém erradica.
Falta-lhes polpa de tomate, na dieta.
Se tomassem as medidas adequadas, talvez 8 dias fossem poucos, mas 10 são suficientes, desde que lhes pusessem areia, na vaselina, para não plissarem.
A sarna de Vila Real é natural, mas a que alguns governantes, como os da saúde conseguem; é artificial e para coçar, tão-só.
Se não fizerem aos administradores hospitalares excedentes, o mesmo que o da segurança social, que está a mandar os trabalhadores para a examina e reconversão, à nova religião, vamos ter a cacofonia dos sapateiros a tocarem rabecão, que já ensurdece ouvidos musicais, mais sensíveis.
O outro das entrevistas espontâneas, pagas a 12.000€ e a quem o jornal devolve 10.000€, no lugar do Sr. Soares, que se aposentou, colocou 5 administradores, todos da sua, dele, religião, como dizem os que, já os viram rezar, todos juntos. (Eles sabem qual é o credo.).
Colegas, Enfermeiros, não desperdicem as oportunidades de repararem nestas coisas pequenas, que, quando são muitas, formam um cacho delas muito grande.
É graças ao tamanho do bicho que podemos ver o "gato escondido" e o rabo de fora...
Com amizade,
José Azevedo
domingo, 15 de fevereiro de 2015
JSD NÃO FIQUES NAS PALAVRAS
Como é do conhecimento de alguns, as associações de inscrição obrigatória, não têm direito à cobrança de Quotas; é o caso das Ordens Profissionais;
Quando a inscrição é facultativa, como acontece com os Sindicatos, a inscrição é obrigatória.
A cotização é, pois, contrária à natureza da inscrição: para inscrição obrigatória - cota facultativa; para inscrição facultativa - cota obrigatória.
Quanto a emolumentos, como os da cédula e outras certidões, o preço, na Ordem dos Enfermeiros, é escandaloso. Para que e para quem?
Há países da comunidade europeia, em que a cédula custa 17€, enquanto em Portugal, custa 100€ para ser conta certa.
Os Enfermeiros não têm demonstrado grande interesse pela análise da forma como os muitos dirigentes da Ordem (basta contar entre os 250 e 300), mostram contas, para se saber o que não fazem com tanto dinheiro.
Quando me candidatei a Bastonário e anunciei reduzir a quota a metade, com tendência para baixar, os mesmos que dizem não ter dinheiro para pagar a quota sindical, são alguns dos que derrotaram a minha candidatura.
O resultado é definharem os Sindicatos, que podiam fazer muito mais, pela Classe, se não engordassem tanto a Ordem, que nem o que podia fazer tem feito, quando não faz as coisas, precisamente ao contrário, do que devia fazer.
Feitios!...
Sabem que negociar um Acordo Colectivo de Trabalho, faz muita despesa, mesmo não tendo os nossos dirigentes salário, pelo trabalho, que executam, no Sindicato.
Mas, quantos ACT faz a OE?
E o que lhe mandam fazer não será para ser pago pelo Governo, de onde a Ordem emana, como todas?
Quanto tempo demorarão os Enfermeiros, enquanto Classe, a intuírem estas situações?
E quanto mais tempo demorarão a corrigi-las?
Ia-me esquecendo de dizer que as quotas para serem cobradas pelas Ordens têm de ser aceites e aprovadas pelas respectivas Assembleias Gerais das Classes, que representam.
A nossa Ordem precisava duma espécie de Bastonário do tipo do Papa Francisco, para lhe retirar a sumptuosidade vaidosa e bacoca, para se parecer menos com uma sopeira vestida com um casaco de visom.
Custa tanto ver jovens sem emprego, sustentados, ainda pelos pais empobrecidos, mais ainda, se forem Enfermeiros, a pagarem 100€, pelo empréstimo duma cédula, que terão de devolver caso deixem de exercer a profissão. Se não a devolverem, ainda terão de pagar cotas, daqui a 100 anos.
Jovens das Juventudes organizadas, sinto-me culpado pelo enorme investimento que fiz, na criação da Ordem dos Enfermeiros, a partir de 1985, sem prever quem iria tomar conta dela.
O erro está feito e tem de ser corrigido, o mais depressa possível.
Com amizade,
José Azevedo
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