terça-feira, 28 de abril de 2015
SE CONHECESSEM MAIS BEM OS ENFERMEIROS APOSTAVAM MENOS NOS MÉDICOS
NB: Se os governantes conhecessem mais bem os valores dos Médicos, dedicavam mais atenção e valorizavam muito, mas muito mais, os Enfermeiros.
Vejam quantas das opções médicas não acabam em dinheiro!
Analisem o que significa a sustentabilidade do SNS, que não acabe na sustentação remuneratória directa e indirecta da classe médica!
Quanto mais cedo começarem a analisar o real, por um prima realista, lógico, mais depressa começa a verdadeira reforma que endireite a deforma.
Eles entendem!...
Com amizade,
José Azevedo
segunda-feira, 27 de abril de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
MÉDICO COM VISÃO...
[.......penso ser consensual que os dois grupos que mais interagem com os pacientes e entre si são os médicos e os enfermeiros.
A relação entre estes dois grupos tem sofrido evoluções ao longo do tempo mas pauta-se ainda por desequilíbrios diversos, com origens diversas, que geram uma percepção enviesada das competências de cada um e, por consequência, afectam toda a cascata de comunicação. Quem é o principal prejudicado neste processo? O doente.
{Prejudicados são todos: Enfermeiros, Médicos, Doentes e só uma besteira é que sai engrandecida e os responsáveis não estão, assim tão ocultos, porque se manifestam, em cada gesto que o comportamento enfermeiro se afaste do que eles pensam acerca de... - JCA}
{Prejudicados são todos: Enfermeiros, Médicos, Doentes e só uma besteira é que sai engrandecida e os responsáveis não estão, assim tão ocultos, porque se manifestam, em cada gesto que o comportamento enfermeiro se afaste do que eles pensam acerca de... - JCA}
Pessoalmente, nunca consegui compreender as dificuldades de relacionamento entre profissionais que exercem a sua função na saúde, que têm como missão central proporcionar bem-estar aos doentes e que se complementam na perfeição no exercício das suas actividades diárias.
{ A culpa é dos Enfermeiros, que não exercem uma ação pedagógica corretiva de desvios comportamentais médicos. Pessoalmente, quando estava na linha da frente exerci essa atitude pedagógica, com ótimos resultados, que iniciei, 15 dias, após a minha entrada no HSJoão. Estando a assistir, de perto o cirurgião de elevada competência, mas humano, atingiu-me num pé, com uma tesoura, e magoou-me. Era moda o cirurgião, quando a coisa não corria a seu jeito, descarregar a sua carga nervosa atirando com pinças e tesouras ao chão...
Manifestei a minha dor e desilusão, atirando com a referida tesoura contra o negatoscópio, existente numa das paredes da sala, cujo vidro se partiu, com o embate. Os maus como os bons exemplos, sobretudo estes, são de imitar. Mas avisei, que numa repetição do gesto, com as mesmas ou consequências parecidas, acertaria a pontaria e devolveria o gesto, humanamente.
O distinto professor, pediu-me desculpa e garantiu que a cena não iria repetir-se.
E cumpriu, porque reflectiu, a partir das minhas observações, que uma pessoa da sua craveira profissional, não precisa de exteriorizar atitudes selvagens, quando as coisas não estão a correr de feição.
E ficamos amigos leais, enquanto viveu! - JCA}
{ A culpa é dos Enfermeiros, que não exercem uma ação pedagógica corretiva de desvios comportamentais médicos. Pessoalmente, quando estava na linha da frente exerci essa atitude pedagógica, com ótimos resultados, que iniciei, 15 dias, após a minha entrada no HSJoão. Estando a assistir, de perto o cirurgião de elevada competência, mas humano, atingiu-me num pé, com uma tesoura, e magoou-me. Era moda o cirurgião, quando a coisa não corria a seu jeito, descarregar a sua carga nervosa atirando com pinças e tesouras ao chão...
Manifestei a minha dor e desilusão, atirando com a referida tesoura contra o negatoscópio, existente numa das paredes da sala, cujo vidro se partiu, com o embate. Os maus como os bons exemplos, sobretudo estes, são de imitar. Mas avisei, que numa repetição do gesto, com as mesmas ou consequências parecidas, acertaria a pontaria e devolveria o gesto, humanamente.
O distinto professor, pediu-me desculpa e garantiu que a cena não iria repetir-se.
E cumpriu, porque reflectiu, a partir das minhas observações, que uma pessoa da sua craveira profissional, não precisa de exteriorizar atitudes selvagens, quando as coisas não estão a correr de feição.
E ficamos amigos leais, enquanto viveu! - JCA}
Por um lado, vejo os médicos a encararem os enfermeiros como seus subordinados, a quem não devem explicações, exigindo somente a execução de gestos de enfermagem de uma forma acrítica e não modulada por critérios clínicos. Por outro lado, vejo na Enfermagem um sentimento de frustração e de revolta face aos médicos, por considerarem que estes dedicam menos tempo aos doentes, que não os envolvem nas decisões terapêuticas e por se sentirem menosprezados por eles. E pior do que isso, este clima de conflito é estimulado desde a Faculdade, onde os alunos são logo formatados para verem nos outros grupos não parceiros mas “seres” diferentes de quem se deve desconfiar…
{ É um dos factores responsáveis pela pesporrência ou jactância ou prosápia médica (de médicos), a formatação que recebem na faculdade de Medicina, de acordo; Mas o mais responsável factor, nesta formatação besta, irracional, é a outra formatação dos Enfermeiros, na sua faculdade de Enfermagem, que ainda não assimilou, na prática, o seu estatuto universitário, para formatar adequadamente, os Enfermeiros para as circunstâncias, com que se vão confrontar, na prática, sendo uma delas a bestialidade dos seus mais diretos e próximos parceiros; os Médicos, apesar de serem, com os Doentes, os maiores usufrutuários da complementaridade enfermeira, aliás, muitas vezes, mais do simples complementaridade: essencialidade. - JCA}
As actividades exercidas por médicos e por enfermeiros são, obviamente, distintas mas são absolutamente complementares. Os gestos que cada um executa e o modo como são executados são centrais para o sucesso terapêutico. Essa complementaridade está bem patente nos blocos operatórios, nos cuidados intensivos e estende-se aos cuidados prestados em regime de internamento e nos cuidados ambulatórios.
{ Mais uma vez, uma boa dose das culpas deste conceito de complementaridade ser distorcido, pelos Médicos, de menor craveira, no seu real significado bipolar, porque funciona, igualmente, nos dois sentidos; as culpas são mais uma vez e, maioritariamente, dos Enfermeiros, porque, sendo formatados por pessoas subservientes, Mestres e Chefes), também eles herdeiros vítimas duma "sem liberdade mental e de pensamento universitário", nem se apercebem do verdadeiro significado de complementaridade, ainda que sendo o fulcro dessa complementaridade circunstancial, o próprio Enfermeiro e, naturalmente, porque detém a máxima proximidade do Doente e de informação sobre a sua situação, sem se aperceber, sequer, do valor que estão a dar aos seus registos da observação, que fazem, parasitando-os.
Quando uma Chefe Enfermeira solicita a intervenção de um Médico para atender um telefone, que requer a informação do estado duma Doente, e este, porque a Doente, em causa, não lhe está afecta, se limita a informar o que dizem os registos da Enfermeira, no processo clínico (criado, aliás, por Folrence Nightingale), algo está errado, não só na complementaridade, como no dever de ofício:coisa estranhas do dia-a-dia.- JCA}
{ Mais uma vez, uma boa dose das culpas deste conceito de complementaridade ser distorcido, pelos Médicos, de menor craveira, no seu real significado bipolar, porque funciona, igualmente, nos dois sentidos; as culpas são mais uma vez e, maioritariamente, dos Enfermeiros, porque, sendo formatados por pessoas subservientes, Mestres e Chefes), também eles herdeiros vítimas duma "sem liberdade mental e de pensamento universitário", nem se apercebem do verdadeiro significado de complementaridade, ainda que sendo o fulcro dessa complementaridade circunstancial, o próprio Enfermeiro e, naturalmente, porque detém a máxima proximidade do Doente e de informação sobre a sua situação, sem se aperceber, sequer, do valor que estão a dar aos seus registos da observação, que fazem, parasitando-os.
Quando uma Chefe Enfermeira solicita a intervenção de um Médico para atender um telefone, que requer a informação do estado duma Doente, e este, porque a Doente, em causa, não lhe está afecta, se limita a informar o que dizem os registos da Enfermeira, no processo clínico (criado, aliás, por Folrence Nightingale), algo está errado, não só na complementaridade, como no dever de ofício:coisa estranhas do dia-a-dia.- JCA}
A forma como médicos e enfermeiros encaram cada paciente é diferente e é nessa diferença que está toda a sua riqueza. O percurso académico e o programa curricular dos cursos de Medicina e Enfermagem preparam cada profissional de modo distinto, com objectivos bem definidos e, numa segunda fase, cada médico e enfermeiro tenderá a seguir o seu caminho em direcção a uma determinada especificidade ou especialização. Mas, inevitavelmente, esses caminhos ir-se-ão sempre cruzar porque é suposto que tal aconteça......] (Fonte - Jornal O Médico).
{ Concluindo, uma coisa inconclusiva, destas aberrações bem vistas por um Médico de visão e oftalmologista, o maior prejudicado não é o Doente, mas sim o Enfermeiro:
1 - Foi retirado da administração dos Serviços de saúde, por exigência e estupidez médicas, quando é a Enfermagem que tem mais problemas de administração, dada a especificidade da sua função;
2 - É mal informado, mal dirigido, mal chefiado, constantemente, por deformação servil de quem o dirige e chefia;
3 - Vive num ambiente deprimente, tanto quanto a bacoquice médica dos incompetentes e falhados, que não sendo capazes de serem Médicos, se frustram espezinhando os seus mais directos e fiéis parceiros, que nem se apercebem, sequer, do seu real valor, por pecados originais de uns e de outros.
Quando o Dr. António Salazar, a que os sábios, que temos, classificam de ditador, disse; «Se soubesses quão difícil é mandar, passavas a vida inteira a obedecer»;
Quando o simplório, mas sábio, Tino de Rans disse; « Se o meu Chefe me der uma ordem e eu não a cumprir: o meu Chefe não manda nada...».
Quando penetrarmos a essência destes dois pensamentos, atingimos a maturidade, para enfrentarmos o vilão que há, em cada um de nós. Para conhecermos bem uma pessoa é dar-lhe poder (emissor e recetor, convenhamos). É o poder que está em causa, não para a melhor funcionalidade de um Serviço, mas para manutenção de um estatuto de profissional liberal, numa situação de trabalhador por conta de outrem não ou mal assimilada.
«Se queres ver o que é um vilão, mete-lhe uma vergasta na mão» Neste caso a vergasta é o símbolo do tal poder que empanturra maus administradores detentores de poder que não entendem, na sua pureza original. Ai de quem os contrarie! - JCA}.
Isto é:

Com amizade,
José Azevedo
{ Concluindo, uma coisa inconclusiva, destas aberrações bem vistas por um Médico de visão e oftalmologista, o maior prejudicado não é o Doente, mas sim o Enfermeiro:
1 - Foi retirado da administração dos Serviços de saúde, por exigência e estupidez médicas, quando é a Enfermagem que tem mais problemas de administração, dada a especificidade da sua função;
2 - É mal informado, mal dirigido, mal chefiado, constantemente, por deformação servil de quem o dirige e chefia;
3 - Vive num ambiente deprimente, tanto quanto a bacoquice médica dos incompetentes e falhados, que não sendo capazes de serem Médicos, se frustram espezinhando os seus mais directos e fiéis parceiros, que nem se apercebem, sequer, do seu real valor, por pecados originais de uns e de outros.
Quando o Dr. António Salazar, a que os sábios, que temos, classificam de ditador, disse; «Se soubesses quão difícil é mandar, passavas a vida inteira a obedecer»;
Quando o simplório, mas sábio, Tino de Rans disse; « Se o meu Chefe me der uma ordem e eu não a cumprir: o meu Chefe não manda nada...».
Quando penetrarmos a essência destes dois pensamentos, atingimos a maturidade, para enfrentarmos o vilão que há, em cada um de nós. Para conhecermos bem uma pessoa é dar-lhe poder (emissor e recetor, convenhamos). É o poder que está em causa, não para a melhor funcionalidade de um Serviço, mas para manutenção de um estatuto de profissional liberal, numa situação de trabalhador por conta de outrem não ou mal assimilada.
«Se queres ver o que é um vilão, mete-lhe uma vergasta na mão» Neste caso a vergasta é o símbolo do tal poder que empanturra maus administradores detentores de poder que não entendem, na sua pureza original. Ai de quem os contrarie! - JCA}.
Isto é:
{Mas um velho de aspecto venerando,/
Que ficava nas praias, entre a gente,/
Postos em nós os olhos, meneando/
Três vezes a cabeça descontente,/
A voz pesada um pouco alevantando,/
Que nós no mar ouvimos claramente,/
C'um saber só de experiências feito,/
Tais palavras tirou do experto peito:/
- «Ó glória de mandar! Ó vã cobiça/
Desta vaidade a quem chamamos fama!/
Ó fraudulento gosto que se atiça/
C'ua aura popular que honra se chama!/
Que castigo tamanho e que justiça/
Fazes no peito vão que muito te ama!
Que mortes, que perigos, que tormentas,/
Que crueldades neles experimentas!} (in Lusíadas - canto 4º - estrofes 94 e 95)

Com amizade,
José Azevedo
O PERIGO...
[Face às situações reportadas por vossa parte, diariamente há já um mês, informo que desconheço qualquer orientação superior relativamente à atribuição da função de monitorização das atividades e horário de outros profissionais da unidade e«DESCONHEÇO,NÃO...É?» que tal função ultrapassa as atribuições e competências da Enfermagem.
Assim, aconselho a equipa a terminar desde já com esta situação.]
Esta foi a forma de uma vogal de conselho clínico, a que uma lei besta atribui o estatuto de conveniência de Enfermeira Diretora de ACES, despida de tudo, até do bom senso indispensável, ao exercício destes cargos.
Bom senso teve o Enfermeiro que a antecedeu e se demitiu por falta de condições para o exercício da mesma função.
Qualquer cidadão bem formado e de bom senso sabe que as leis são para serem cumpridas, por todos os cidadãos da República, sejam Enfermeiros, Médicos e outros, todos.Quando se reage aos defeitos da lei é dever do infrator fazê-lo legalmente ou não, mas neste segundo caso, terá de assumir as consequências da ilegalidade, que só é permitida se orientada para um BEM superior, maior, norma mor dos bons costumes, subordinados a valores que enformam a ÉTICA.
Qualquer funcionário (no sentido moderno de exercer funções públicas, sem se poder chamar funcionário, porque isso irrita os que vivem da política, mas que nunca foram, nem vão ser, funcionários:..... 6ª inveja; 7ª preguiça).
Qualquer funcionário consciente sabe que tem o dever de denunciar os crimes que se passam e de que tem conhecimento, de contrário, como é o caso, deve ser punido por omissão de dever de denúncia, logo cúmplice de fraude, à "res"pública.
E estas Enfermeiras andam a denunciar, há um mês, como escreve a vogal, as "baldas" do Médico, ao dever do cumprimento do horário, no local de trabalho e não no seu consultório privado, aliás, na zona da Unidade de Saúde, em causa.
Que estranhos poderes tem este Médico, e quem lhos transmite, e por que via, para reencarnar tão perfeitamente o cacique doutros regimes políticos, ao ponto de levar a Diretora Executiva, o Presidente do Conselho Clínico e o dito verbo de encher: a vogal de Enfermeira do Conselho Clínico, a omitirem deveres, cuja omissão lhes deve dar a imediata demissão compulsiva dos cargos, que ficticiamente ocupam.
Convenhamos que o Médico fugitivo aos seus deveres de honra (declaro por minha (dele) honra que cumprirei com lealdade os deveres...), exemplifica a ideia, que temos, e é prática de países bem governados, apesar de mais ricos, de receberem, nos seus consultórios privados os doentes que os Enfermeiros selecionam, nos Centros de Saúde e lhes enviam. E vivem disso, não precisando de roubar horas remuneradas ao SNS, nem de darem maus exemplos, incompatíveis com o estatuto nobre, que detêm.
Mas se fosse assim... acabavam, de vez "os sem Médico de Família", que servem de manobra de diversão à posição e oposição; não seria?
A demissão deste grupo pseudodiretivo é a nossa proposta, até para modelo de bem governar...
Com amizade, mas firmeza,
José Azevedo
sábado, 25 de abril de 2015
VALEMOS MAIS DO QUE ISTO, CERTO, CORRECTO!?
Exmo. Sr. Presidente do CD da ARSN I.P.
Solicitamos a V.E. há tempo mais que
suficiente reunião urgente, tempo que não especificamos para não envergonhar alguém,
a fim de abordarmos problemas de Enfermeiros, nos ACES, pessoalmente, dado o
melindre de alguns assuntos, que não queremos trazer para a ágora, de momento,
assuntos, que não dignificam os autores; são uma vergonha.
Por razões de agenda, de V.E. ou da
importância, que o assunto lhe merece, ou ambas, não tivemos, ainda, resposta
positiva, não obstante a urgência de soluções disciplinares, mais ou menos
gravosas, que referimos.
Por exemplo, citemos um dos de menor
gravidade, mas do maior descaramento:
1 - Numa Unidade de um CS havia 3
Médicos, 2 dos quais se aposentaram, ficando o 3º a dar(?) cobertura médica, à
US, que conta com 3.600 Utentes.
Como este, habitualmente, solicita à empregada do seu consultório
privado, por recusa do pessoal administrativo da US, para telefonar às pessoas
inscritas, na sua consulta médica do dia, para comparecerem às 8 horas, todos;
Como sai habitualmente, às 10 horas,
reduzindo a 2 horas o seu horário de 7 horas, ou seja; 10 horas semanais, das
35, que constam do seu horário e remuneração, sem que se conheçam limitações
justificadas, as Enfermeiras foram pondo questões de falta de Médico, para
resolver problemas, que elas podem resolver, mas que, por falta de organização
interna, entendem (mal), que não são da sua competência.
2 - Numa outra USF nominal, visto que
apenas existe a ideia de USF, foram colocadas 2 Enfermeiras, que integram a
ideia de USF, retiradas a uma 3ª US, no limite da zona de abrangência, do ACES.
3 - Qualquer racional mediano, adquiriria duas Enfermeiras para a 3ª US de, onde, retiraram (privilégios do processo
falido de USF) as referidas 2 Enfermeiras, para integrarem a ideia de USF, na
US 2ª.
4 - Porém, por uma estratégia de
"gato escondido com rabo de fora", a Diretora Executiva do ACES, em
causa, que, até certo ponto, esteve de acordo com os reparos das
Enfermeiras, depois duma visita do Médico transgressor das normas de horários e
salários, mudou a direção das suas atitudes, "de acordo com orientações
do CD da ARS Norte", disse e escreveu ela, está a pensar destacar uma
das Enfermeiras da 1ª US, onde o Médico só trabalha 2 horas, em vez de 7 horas
diárias do contrato e vai destacá-la para a 3ª US, nos limites do Conselho,
onde o ACES se insere.
5 - Dissemos que é rabo de gato mal
escondido, porque:
5.1 - Se a razão aconselha que se
contratem 2 Enfermeiras para a 3ª US, pois que estranhas por estranhas ao
ambiente, tanto se dá que seja uma Enfermeira ida da US 1ª (a do Médico em
questão), como vinda do exterior, pois será sempre alheia ao conhecimentos dos
Utentes da US 3ª;
5.2 - Mas, de forma pouco pensada, ao
retirar uma Enfermeira da US 1ª, que conta com 3.600 Utentes, terá de ser
contratada uma 2ª e uma 3ª Enfermeiras, visto que 1.200 Utentes por Enfermeira,
em ambiente rural, já é um número de grande sobrecarga, pois assisti-los
convenientemente de acordo com as suas necessidades, não é o mesmo de
estar sentada numa secretária a passar cartas de recomendação para Médicos, ou
receitas do "Vade mecum", para farmácias; é preciso assistir
dentro e fora da US os Utentes. Claro que se o papel das Enfermeiras
fosse o de empregadas de consultório médico, como muitos I.U. pensam, até
podiam ter o mesmo número, que tem cada Médico, contudo as diferenças são
substantivas e não irracionais;
5.3 - Todavia, já não é somente o
processo nojento da Enfermeira retirada hipoteticamente, a uma ambiente, que
conhece e onde é conhecida: é aumentar desinteligentemente, o desrespeito dos
Clientes da US 1ª e somá-los aos da 3ª para satisfazer a ideia de USF, na US
2ª.
5.4 - Percebe-se, rabo de gato, que se
trata dum castigo indireto ao cuidado que as Enfermeiras da US 1ª iam tendo, de
informarem a Diretora Executiva de ACES das medidas, que tinham de tomar, no
encaminhamento correto, aliás, dos Clientes, para onde devem ir procurar a
assistência que ultrapassa as possibilidades da US. 1ª.
5.5 - Porque estas atitudes, perturbam o
esquema cleptómano do único Médico, que seguindo o método do esparregado,
consegue espremer 7 horas e reduzi-las a 2.
6 - Quem estiver de acordo direto ou
indireto com a impunidade deste transgressor, vitimando zelosas cumpridoras,
envergonha-nos.
7 - Como não é caso único, com ligeiras
cambiantes, é comum a muitas outras situações, não o nomeamos, por enquanto,
até o denunciarmos publicamente, quando tornarmos mais pública a nossa defesa
da perspectiva correta dos CSP, entregues aos Enfermeiros, e só. E já nos falta
pouco tempo.
Por isso é de V.E. a responsabilidade do
que de mau está a acontecer, porque a Diretora Executiva refere a orientação da
ARS Norte.
Tomamos a liberdade de dar conhecimento
às entidades que dele devem tomar as devidas notas e atitudes.
Os Enfermeiros merecem mais respeito, de
todos, mesmo daqueles que ignoram ou fingem ignorar o seu estatuto e papel, no
SNS.
Com os melhores cumprimentos,
Presidente da Direção do Sindicato dos
Enfermeiros - SE,
José Azevedo
sexta-feira, 24 de abril de 2015
ENFERMEIROS E MÉDICOS E O HOLISMO
I QUANDO 1+1 SÃO + DO QUE 2 <Clique aqui>
II - Aristóteles na metafísica a propósito do holismo definiu: " o todo (holo) é maior do que a soma das suas partes, porque a tendência da Natureza, através da evolução criadora é a de formar qualquer "todo", como sendo maior do que a soma das suas partes constitutivas. (Isto em seres vivos, animados)
Se:
III Quando; até estes entendem, apesar de terem massa cinzenta a mais!...
JÁ QUE NÃO TÊM A USF USAM A IDEIA DE USF
A ideia de USF, caros/as Colegas está a fazer o seu percurso, o que indicia uma coisa parecida com a indisciplina e abuso de confiança dos promotores da ideia de USF.
O Ministério da Saúde meteu-se numa embrulhada, com o Médico de Família e o Enfermeiro de Família a que o Médico da sagrada família chamou logo o seu Enfermeiro/a (vide declarações esfuziantes, do Presidente da Secção Regional do Centro - Ordem dos Médicos), de que está a tentar sair, assim parece, abrandando a homologação de mais projectos de USF, modelo A com a expectativa do modelo B que tinham um pagamento alternativo (vencimento OU por cabeça) segundo as Unidades contratualizadas, quer em pessoas quer em serviços a prestar.
Abusivamente, os promotores da ideia de USF - modelo B, deixaram ficar o vencimento base do unidadofamiliário, a que acrescentam o incentivo fixo ( o da tal "per capite" de 4370€€/mensais+ vencimento base+incentivos semi-fixos, porque conseguiram indexá-los por conta ao bolo prerrogativa exclusiva deste grupo de unidadofamiliários, porque os enfermeiros e Administrativos têm de esperar pelas colheitas anuais do S.Miguel).
A sem-vergonha de gastarem dinheiro a fazerem instalações novas para este grupo, enquanto todos os outros continuam nas pocilgas, sem espaço para trabalharem;
Sem compensações salariais extra;
Sem a possibilidade de rejeitarem quem aparece para ser assistido, com acontece com os BB, que assistem os do caderno de encargos e nada mais.
Como os governantes estão a acordar usam a ideia de USF, para se implantarem como se fosse a USF real e concreta devidamente homologada, por quem tem poderes para.
Como os responsáveis por estas pouca-vergonhas, não dispõem de tempo para nos explicarem as razões pelas quais estão a perder o controlo da situação e a deixarem usar a ideia de coisa, em vez da coisa em si, vamos começar a denunciar estes abusos, pois estão a lesar inocentes e pessoas de bem, quer Enfermeiros, quer Médicos e outros.
Ainda recentemente numa visita ao Norte Ministro da Saúde e seu Secretário Adjunto, foram confrontados com as fraudes de algumas USF e tiveram de encaixar as evidências.
Que governo é este que não se impõe e faz respeitar o princípio constitucional de "para trabalho igual, salário igual" e condições de trabalho iguais, digo eu...
Ou será que está em criação o modelo do Chico Experto e o do Patinho Feio?
Ou eu me engano ou está aqui uma inversão de papeis e abusos de confiança.
Vá lá, Senhores Governantes, acabem com essa palhaçada e restituam a dignidade ao SNS, sobretudo nos CSP, que os bons profissionais merecem.
Para evitar perseguições e espantar a caça, como soe dizer-se, não publico, aqui, alguns exemplos que os Responsáveis não podem ou não querem ver, na tal inversão dos papeis da autoridade.
Com amizade vigilância q.b.p.
José Azevedo
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