domingo, 27 de setembro de 2015

USF E A DESTRUIÇÃO DA CARREIRA DE ENFERMAGEM


NB: Para que não os esqueçam, aqui deixamos a galeria dos que destruíram a carreira de Enfermagem,
A USF é apenas um pretexto, porque o que está por detrás é o que vai acontecendo diariamente nos CSP, com tendência para a transformação dos Enfermeiros em "empregados de consultório".
E o problema não é só aí que reside; há Enfermeiros que não reagem a este aviltamento da sua categoria e estatuto.
Os inconvenientes para a Assistência Primária, Enfermeira por natureza, estão à vista de todos.
Os estratagemas, que usam, para desviar as atenções destas incoerências são mesmo hilariantes, vindos de, onde vêm.
Não estão todos, ali abaixo, mas estão os principais.

CLIQUEM!

USF A DESTRUIÇÃO DA CARREIRA ENFERMEIRA <clique aqui>



SIDA E A FALSA INOCÊNCIA





NB: Prezados Colegas e outros, eis um tema que considero útil, para avaliarmos, até onde chega a ganância dos laboratórios produtores de várias coisas, até de doenças e doentes, para aumentarem os lucros, um CEO, carinha laroca, aparentemente anjinho, potencia.
Não é por acaso que Jörg Blech, ao escrever sobre os "inventores das doenças", fala de quem nasce primeiro: o medicamento ou a doença.
E quando não há, provoca-se.
Vejam o anjinho ou cara de... abaixo, o que ele pensa... e faz, com os medicamentos que retardam um pouco, e mal, a morte dos doentes.
Por este andar, ainda chegamos ao macaco, que dizem ter desenvolvido o vírus da sida, lá no Congo ex-belga, o "rehsus".
Mas, á falta de macacos, buscam os humanos, seus parentes próximos, como é o caso, acima documentado.
Olhem-no bem e comparem se não é semelhante a muitos IU, que conhecemos.
Depois das eleições, para não nos acusarem de sectarismo, nós mostraremos a cara de alguns, que já temos em agenda e a quem os apoia e o que andam a promover. Não promovem os salários dos Enfermeiros; reduzem-nos e evitam falar neles.
Com amizade,
José Azevedo




quinta-feira, 24 de setembro de 2015

ACT - CONTINUAÇÃO






ACT - CONTINUAÇÃO <clique aqui>


OFº SECRETÁRIO ESTADO SAUDE (clique aqui)

De: Pedro Alexandre [mailto:palexandre@acss.min-saude.pt]
Enviada: quinta-feira, 24 de Setembro de 2015 19:27
Para: geral@senfermeiros.ptgeral@enfermeiros-sipe.com
Cc: Rita Magalhães Collaço; Sandra Parreira
Assunto: FW: Atas relativas ao procedimento de contratação coletiva - convocatória para formalização da respetiva assinatura
Importância: Alta


Ex.mos Senhores
Enfermeiro Fernando Correia
Enfermeiro José Azevedo

Na sequência da reunião que tivemos no Gabinete de Sua Excelência o Secretário de Estado da Saúde, que decorreu no passado dia 14 de setembro, cumpre-me informar que já se encontram finalizadas as atas referentes ao procedimento de contratação coletiva, conducente à celebração de um Acordo coletivo de trabalho aplicável aos trabalhadores enfermeiros em regime de contrato individual de trabalho, celebrados com serviços ou estabelecimentos de saúde integrados no Serviço Nacional de Saúde.

Assim, e como então ficou combinado,  poderão VV. Ex.as dirigir-se às instalações da ACSS, IP, sitas no Parque de Saúde de Lisboa, Edifício 16, Avenida do Brasil, 53, em Lisboa, de acordo com as disponibilidades que tenham, mas preferencialmente no início da próxima semana, no sentido de podermos validar o conteúdo das atas e proceder a eventuais correcções, tendo em vista a formalização da respetiva assinatura.

Em alternativa, caso seja mais conveniente para essas estruturas sindicais, poderão as mesmas ser enviadas por esta via para validação prévia e posterior agendamento da data da assinatura.

Com os melhores cumprimentos,

Pedro Alexandre
Vogal do Conselho Diretivo
Member, Executive Board/Chief Health Services Officer
cid:image007.png@01D0E183.1B466CF0Descrição: 4

Parque de Saúde de Lisboa | Edifício 16 | Avenida do Brasil, 53 | 1700-063 LISBOA | Portugal
Tel.: 217 925 800 | Fax: 217 925 848


QUAL DAS DECISÕES É MAIS PATÉTICA...



Médico internado compulsivamente por acreditar que pode curar diabetes e cancro

Ordem dos Médicos divulga decisão de tribunal que manda internar um médico com anomalia psíquica grave. Mas não sabe se há queixas de doentes.
Durante uma das perícias a que foi sujeito, o médico disse até acreditar que pode receber o Nobel pelos trabalhos junto dos seus pacientes ENRIC VIVES-RUBIO
Os médicos também adoecem. E, por vezes, a doença pode pôr em risco os seus pacientes. Um tribunal decidiu que um médico estrangeiro que reside e trabalha no Algarve deve ser internado compulsivamente porque, entre muitas outras coisas, acredita poder curar os doentes que sofrem de diabetes, alegadamente administrando-lhes doses elevadas de insulina.
A história dificilmente chegaria ao conhecimento do público se o médico em causa não tivesse recorrido desta decisão. Os magistrados do Tribunal da Relação de Évora não lhe deram razão, argumentando que a perícia psiquiátrica e as duas avaliações clínico-psiquiátricas a que foi sujeito provaram que sofre de anomalia psíquica grave e que o seu estado pode constituir perigo para terceiros. Um resumo deste acórdão foi agora publicado na página da Internet da Ordem dos Médicos (OM).
De nacionalidade alemã, o médico contestou a privação temporária de liberdade alegando que, para a tomada de decisão, não foram ouvidas quatro das seis testemunhas por si indicadas e também não foi levado em conta um relatório elaborado pelo Hospital de Psiquiatria, Psicoterapia e Psicossomática da Alemanha, segundo o qual sofre apenas de uma "síndrome de ansiedade e tensão" e de "alta reação aguda ao stress".
Com uma cédula profissional emitida pela Ordem dos Médicos e válida até Dezembro de 2016, o alemão abriu um consultório numa localidade algarvia em 2006 e foi ali que pôs em prática os seus conhecimentos de clínica geral e de “medicina alternativa e complementar” e utiliza “a força que aprendeu com Deus”, lê-se no acórdão do Tribunal da Relação, que tem data de Julho.
Os relatórios médicos citados indicam que o médico (não identificado) apresenta uma “sintomatologia de estado psicótico, fragilmente compensado” e “sofre de perturbação paranoide de personalidade, com ideias delirantes” e outras de “carácter megalómano”, não tendo “a mínima consciência da sua doença” e negando-se a receber tratamento médico.
Durante uma das perícias a que foi sujeito, disse até acreditar que pode receber o prémio Nobel “pelos trabalhos junto dos seus pacientes (cura do cancro, diabetes)”. Os psiquiatras que o avaliaram temem que a aplicação do método que inventou, e pelo qual crê “curar a diabetes em dez dias, afigura-se de extremo perigo para a saúde” dos doentes. Foi um dos quatro peritos médicos que alertou em concreto para “os perigos que correm” os seus pacientes, “designadamente os que padeçam de diabetes, que o internando [o médico] revolucionariamente trata em dez dias com doses maciças de insulina”.
Os psiquiatras advertem também que ele pode constituir perigo para si próprio. Numa avaliação realizada a propósito de um processo crime em que esteve envolvido antes, ele explicava que estava “a perder a sua força, em virtude do excesso de equipamento médico usado pelos colegas portugueses”. O seu drama, ajuízam, “é não só ele padecer do que padece”, mas também “estar convencido de que nada padece”.
O que diz a lei portuguesa sobre o internamento compulsivo? A lei de saúde mental exige que a pessoa padeça de uma “anomalia psíquica grave”, mas isto não basta para a privação temporária de liberdade. É necessário que desta anomalia resulte uma situação de perigo para terceiros. A decisão deve ser revista ao fim de dois meses. 
Com base nos relatórios clínicos e psiquiátricos, os magistrados do Tribunal da Relação consideram que estão reunidas as duas condições e consideram que o seu estado de saúde mental cria “situações de perigo” que decorrem da atividade médica que exerce. “Deixá-lo assim, sendo ele médico que ainda exerce a medicina, constitui desde logo um risco inaceitável para os pacientes que o consultem…designadamente os diabéticos… ou os cancerosos que andarem enganados pelo exercício dos seus poderes místicos”.
Por enquanto, a Ordem dos Médicos nada mais fez do que publicar um resumo do acórdão. O bastonário da OM, José Manuel Silva, alega que, com esta publicação, se quis deixar “um aviso” aos outros profissionais. É, acima de tudo, um acto “pedagógico”.  “A divulgação leva a que os profissionais sejam mais cautelosos”, sublinha o bastonário. Também os doentes devem ter mais cuidado. “Esperamos que os cidadãos percebam que não devem acreditar em milagres, mas sim na ciência”, diz José Manuel Silva, observando que “os médicos não estão, infelizmente, inibidos de adoecer e de sofrer de ideias delirantes”.Desconhecendo se há ou não queixas na OM remetidas por doentes do médico alemão, José Manuel Silva diz que alertou o Conselho Disciplinar Regional do Sul para que abrisse um inquérito. Enquanto isso, pelo menos pelo lado da Ordem dos Médicos, ele não está proibido de exercer.

USF - O INFERNO PARA MUITOS ENFERMEIROS, e não só


Se os políticos, que falam na implantação de mais USF tivessem a mínima noção do que a modalidade representa, para os Enfermeiros e muitos clientes, (e também para médicos), nem permitiam que lhes falassem nelas, quanto mais elegerem-nas como mote de campanha, com o objectivo ingénuo e ignaro de melhorar a qualidade dos cuidados de saúde.
Se fizessem a mínima ideia do que é o ambiente, que fica, entre o grupo dos profissionais das USF e os que são marginalizados, pela instalação desse grupo, não falavam em USF, jamais.
E não é a quantidade dos marginalizados; é a qualidade e o requinte de malvadez e desprezo com sadismo, até, com que tratam os colegas, que marginalizaram.
Como costumam referir-se aos mais desprotegidos, enquanto um dos seus propósitos de campanha, se um dia conseguem eliminar os desprotegidos, têm uma boa oportunidade de adotarem os novos desprotegidos: os Enfermeiros, que a instalação do grupo USF, espezinha.

Nem sequer descobrem que a principal preocupação das USF, não é a qualidade da assistência a prestar aos sem médico de família, mas sim o preenchimento da lista dos ID contratualizados, com o perfeccionismo de já se fazerem assistências domiciliárias, vulgo domicílios, pelo telefone. O que é preciso é preencher a quadrícula, para não perder os incentivos.

Mas como quem regista estas coisas anómalas é tão cumplicie, como quem as pratica, não há fugas para os analistas. E as estatísticas como muitas outras, só provam que estão erradas.
Já imaginaram o que é um Enfermeiro ao lado do outro a fazer as mesmas coisas, ou mais, a ganharem metade do vencimento?

O esquema USF é tão perverso e mentiroso, que devia merecer mais respeito a quem o pronuncia, pelos que dele são vítimas.
 Nasceu para dar assistência aos que não tivessem médico ou Enfermeiro de família.
Onde é que já vai a matriz?
E o mais curioso é que, cada vez há mais clientes, sem médico de família, para emoldurar as propostas dos políticos, em campanhas.
Quando acaba esta farsa?

Com a ganância nem se preocuparam em constituir as USF com os trabalhadores necessários às várias atividades, que nelas se desenvolvem, deixando a limpeza do chão e material, entregue aos Médicos e a condução das viaturas, do serviço e em serviço, aos Enfermeiros, só para dar 2 exemplos da metodologia subjacente.

Se pretendem organizar e reformar a Assistência Primária, façam-no tendo os Enfermeiros, no centro das operações. Os moldes das USF e do sorvedouro de Médicos, em vez de resolverem esta problemática, complicam-na.
Era tão fácil usar o método holandês, alugando as instalações - consultórios, a médicos avençados a quem os Enfermeiros enviariam os clientes doentes, que nunca mais haveria clientes sem Médico. Claro que também não haveria o argumento para politico encher a boca, com a criação de mais USF, que ninguém sabe como são, realmente.
É aqui, que nós, portugueses, somos um caso infinito, que todos sabem, onde começa, mas ninguém consegue dizer, onde acaba.
Com amizade,
José Azevedo

CAUSAS HISTÓRICAS DA DESGRAÇA ENFERMEIRA!!!


A valorização do Dr. Manuel Pizzarro, médico, no PS, não é pela sua valia médica, comum a muitos outros, da espécie; a sua mais valia foi por ter comido os Enfermeiros com as Carreiras, que negociou, com o SEP, em nítida violação da Lei Constitucional, dado que, em Portugal, a Unicidade Sindical, não existe, desde 1975, sobretudo, porque o seu, dele, novo Partido, o PS, pelo qual optou, vindo do PCP, foi (o PS) um grande lutador, e disso se orgulha, com razão, aliás, contra a unicidade sindical, que o PCP queria, para os Sindicatos da CGTP/in.
Os Sindicatos dos Enfermeiros - SE e SIPE (FENSE), têm divulgado as suas posições contrárias, que expressam, em acta devidamente assinada, pelas partes, de que, quem nos lê, tem conhecimento (Vide resumo do ACT).
Na altura, o Dr. Manuel Pizzarro, contou com a Unicidade SEP e Ordem dos Enfermeiros, o SEP comandado pela Avoila, Presidente da Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública; a Ordem comandada pela Enf.ª Maria Augusta Sousa, ex-presidente do SEP e pela Ana Sara Brito, promotora  do famigerado SNED (Sindicato Nacional dos Enfermeiros Diplomados) - único e de âmbito nacional, portanto.
Ora o corpo pode morrer, mas o espírito da unicidade sindical permanece vivo.
Quem não se lembra das bacoquices, que estas pessoas semeavam, no interior dos Enfermeiros, com a bacoquice do: «Se houvesse um só  Sindicato e não dois ou 3, nos Enfermeiros tínhamos mais força...»;
Para estragarem ainda mais o que nós fizemos, com todos os Enfermeiros.
Basta um pormenor; o DL 437/91 é uma Carreira, que SE e SIPE construíram, como consta dos actos, e que a Enf.ª Maria Augusta, então Presidente do SEP, contestou com uma greve inútil.
Pois essa carreira, além de ser invejada, na UE, pelos Colegas Enfermeiros, dos outros países da União, era atacada pelos Médicos Portugueses, que diziam que os vencimentos dos Enfermeiros, em Portugal, eram os mais próximos dos vencimentos dos Médicos, em toda a União.
Esse DL 437/91 substituiu o DL 178/85, feito pelo Ministro Gonelha, da EDP e Trilateral, com a prestimosa colaboração de Ana Sara Brito, sua Assessora, que machadou na formação ao jeito das escolas, anulando a obrigatoriedade da formação, em serviço e de os DEP permanecerem sob controlo dos Enfermeiros.
O do Garcia da Orta está a ser comandado por Ana Jorge, ex-ministra da saúde, a tal que nos desgraçou, e com um vencimento, que ronda os 7 mil euros por mês, mais a reforma. Foi ocupar esse cargo de Enfermeiros, no dia seguinte, ao da sua nomeação como aposentada.
Com que desfaçatez é que esta gente, ainda tem coragem para fingir esquecer o mal que nos tem feito!
E não é de hoje.
O referido DL 178/85, justificou os cortes, que nos fez, com a vantajosa fusão do DL 305/81 e 534/83, que o completava e serviu de desculpa para justificar o uso do dinheiro que João Salgueiro, então Ministro das Finanças, encaminhou para o Ministério da Saúde, para pagar as actualizações dos vencimentos Enfermeiros, previstos nos DL 305/81, que deviam estar prontos em 90 dias, (Abril de 1982).
Esse dinheiro foi desviado para aumentar os vencimentos dos Médicos, escandalosamente, com efeitos retroagidos,  do DL 310/82 - agosto, a janeiro de 1982. Antes de ser concebida uma carreira médica, já esta estava a abocanhar, a partir de janeiro 1982, o dinheiro, que era devido aos Enfermeiros, com efeitos retroagidos a novembro de 1981, concretizável 90 dias depois dessa data. (abril 1982). Mas só em 1983, 84, receberam as primeiras prestações.
Pois é, repita-se, os Enfermeiros tiveram de esperar, até 1983, para começarem a receber em suaves prestações, o que deviam ter recebido, duma vez só, em 1982, porque foi assim que João Salgueiro determinou, como ministro das finanças.
Sabemos que estas revelações incomodam.
Mas os promotores destas vilanias têm bastante sorte, por os Enfermeiros, além de serem uma Classe Ordeira e Pacifista, ainda contam como amortecedores, com lacaios, ao serviço dos Partidos Políticos, que os acolhem e usam, como bandeira, nas campanhas.  Estão neste caso, o PCP e o PS, através, daqueles que nomeamos, acima e que têm os continuadores, na atualidade.
Por discordar do método, eu, José Correia Azevedo, conto com 4 processos disciplinares, vindos de Maria de Belém e Correia de Campos, que foram arquivados, pela justiça, e que não me ofenderam, dada a sua origem vergonhosa e caluniadora da minha pessoa, pois, até estes ministros foram lacaios ativos e submissos da Direção do PS - Porto.
Vejam como a história faz falta a muitos netos de Enfermeiros, que ajudaram a construir este SE, centenário, desde 2013.
Vejam como certas figuras históricas são incómodas ao serem vistas, à luz da autenticidade histórica, provada e comprovada.
É por seu intermédio, que chegamos às causas próximas e remotas, do que está a acontecer aos Enfermeiros, na atualidade.
É por tudo isto que temos de reeditar a greve de 1976, com as necessárias adaptações.
Aqui, a porta está aberta, para todos os que querem lutar pela dignificação da Enfermagem, perante aqueles bacocos, que fingem desconhecer a nossa evolução e importância.

JÁ EM 1990 O DL 34/90 CONFERIA O EQUIVALENTE ATUAL A 1510€ <clique aqui>

Vejam no anexo I o (ª) que tem o índice 135 - 2º escalão do Enfº Especialista. Por aqui se infere que, desde essa data, os Enfermeiros licenciados deviam entrar na carreira, pelo que é hoje o 21 da TRU = a 1510€, que era a entrada dos licenciados, nas carreiras técnicas superiores da Função Pública. E a nossa era mista; técnica, no Enfermeiro e no graduado e, técnica superior, a partir os Enfermeiro Especialista.
Começa aqui, o assalto aos vencimentos dos Enfermeiros.
Maria Augusta de Sousa, que justifique por que transformou, em 1987, o Sindicato dos Enfermeiros da Zona Sul e Ilhas, em âmbito nacional; SEP.
Por que decretou greve, contra o DL 437/91 - carreira anterior;
Por que e, em nome de que interesses, se meteu na Ordem, a controlar a Diniz de Sousa medrosa;
Por que, com o SEP e Ana Sara e Manuel Pizzarro e Ana Jorge reduziram a Carreira  de Enfermagem à categoria de Enfermeiro, controlada por comissários políticos - os "principais", escolhidos por inimigos dos Enfermeiros, para lhes retirarem a alma e os escravizarem, ensaios em marcha, que já despontam: aqui e ali e além...
Alguns desses "controleiros" têm formação de exploração de incautos, obtida fora de portas.
A prova real é: à medida que os Enfermeiros militantes do PCP, ajudados por alguns do PS, começaram a assumir o controlo e a promover a Unicidade Sindical, que acima refiro, (SEP - OE), foi que a Enfermagem entrou, em vencimentos e condições de trabalho, cada vez mais gravosas e miseráveis.
Que seria dos Enfermeiros, se os SE e SIPE (FENSE), não estivessem atentos, para apresentarem a conta a esses; digamos, anjinhos ignorantes, bem fáceis de enrolar, pelos responsáveis, que os utilizam. É para esses responsáveis comilões, que viramos as nossas armas, porque a nós não iludem, nem engodam, justamente, porque os conhecemos, igualmente bem e nunca deixamos de lhes seguir o percurso.
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 Captamos do Doutor Enfermeiro - terça-feira, setembro 22, 2015

António Costa aposta na manteiga!


.O António Costa veio dar 1 minuto e 32 segundos de manteiga aos Enfermeiros (e às Enfermeiras - como ele faz questão de esclarecer). Caça ao voto sem vergonha. 
Sou quase apartidário (só não gosto do comunismo), mas é intolerável alguém solicitar, de forma subliminar, votos, recorrendo a este discurso demagógico. Não é simples demagogia, é demagogia menoscabada. Independentemente do partido em questão!
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Uma nota prévia: se há algo que me irrita é a necessidade de especificar a questão do género. "Enfermeiros" é um termo que se refere todos os elementos da classe. Se me refiro ao "Engenheiros", as Engenheiras estão incluídas, como é lógico e óbvio. Porém, isto é irrisório quando comparado à mensagem do vídeo.
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Parafraseando o Dr. António Costa: os Enfermeiros, actualmente, padecem devido a "política desastrosa na gestão dos recursos humanos" dos últimos anos.
Vejamos: o caríssimo António Costa comete o mesmo erro dos cartazes - aponta problemas cuja origem está no governo socialista!
Foi nos governos socialistas que as Escolas de Enfermagem tiveram um boom (privadas), associadas a um incremento brutal do número de vagas.
A emigração tive início devido a essa política de exagero! O processo emigratório começou ainda no Governo Sócrates. Foi nesse mesmo Governo que o famigerado Manuel Pizarro, Secretário de Estado "que comia Enfermeiros ao pequeno-almoço" (não será indigesto?), infligiu um duro golpe na (des)valorização económica dos Enfermeiros! É certo que não podemos deixar de recordar que para isso teve a preciosa ajuda do SEP!
Foi nesse Governo que devia ter ficado definida a transição e generalização da carreira para todos os Enfermeiros - incluindo os CIT's! Não! Optaram por vilipendiaram e abandonaram os Enfermeiros, na terra de nenhures!
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Lembraram-se agora dos Enfermeiros. Só por acaso em época eleitoral... Este mesmo António Costa (que diz no vídeo que os Enfermeiros e as Enfermeiras são importantes porque cada vez há mais velhinhos para tomar conta) tem memória curta. Vem propor pseudo-soluções para os problemas que os seus amigos criaram (nos vários anos de oposição política não o vislumbrei na defesa das condições de trabalho dos Enfermeiros; não o vi interceder por uma carreira de justo valor económico...).
Roubaram a casa aos Enfermeiros e agora querem devolver a madeira da porta roubada? Quer votos?? Que se apalavre em renegociar a carreira! Que se comprometa em renegociar os vencimentos (ver exemplo dos Farmacêuticos, Nutricionistas, etc...)! Que devolva a categoria de Enfermeiro Especialista! Etc, etc.
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Se os Enfermeiros são os tais pilares do SNS... que seja consentâneo com essa consideração!!! Não venha afirmar que vai aumentar 11 mil Enfermeiros! Mas que aumento?! A Provedoria da Justiça já veio dar razão os Enfermeiros! Não precisamos do António Costa para nada relativamente a esses 11 mil Enfermeiros! O dinheiro já era deles... tinha sido roubado!! É uma simples devolução! Aumentos... nem vê-los!
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Senhor Dr. António Costa, quando tiver novidades e verdadeiras soluções, apareça! Até lá não me aborreça!