terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
COLEGA ENFERMEIRO, LEIA O QUE É DO SEU INTERESSE
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
MARMOTA ENROLADA
Médicos concordam com penalização de hospitais por falhas nos tempos de espera
O bastonário da Ordem dos Médicos considerou esta segunda-feira que a intenção do Governo em penalizar os hospitais por falhas na redução dos tempos de espera "é nobre".
O bastonário da Ordem dos Médicos considerou esta segunda-feira que a intenção do Governo em penalizar os hospitais por falhas na redução dos tempos de espera “é nobre”, mas devem ser dados mais pormenores sobre como vai ser feito.
José Manuel Silva falava à agência Lusa na sequência da notícia, publicada no Diário de Notícias, de que a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) quer reduzir em 25% os tempos de espera nas consultas e cirurgias nos hospitais.
A ACSS, de acordo com o DN, pretende também que os hospitais que não cumprirem os tempos de espera sejam penalizados no financiamento, havendo também prémios para aqueles que tiverem melhores resultados
Em declarações à Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos disse não conhecer o plano da ACSS em concreto, mas considerou que o objetivo é “nobre e importante”. “Contudo, a ACSS deve concretizar melhor quais são os caminhos para atingir os objetivos importantes a que se propõe”, disse.
No entender de José Manuel Silva, há vários fatores a ter em consideração para que um plano destes “corra bem”. “É importante que os conselhos de administração e direções de serviço sejam nomeados por critérios de competência. Na verdade, mais importante do que premiar e penalizar é serem identificados os conselhos de administração que eventualmente estejam a gerir de forma menos proficiente”, considerou.
Por outro lado, considerou o bastonário, o “orçamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) destinado aos hospitais para este ano vai ser reduzido, o que vai criar ainda mais constrangimentos”.
“O que é importante é que a ACSS dê indicações de como estes objetivos podem ser atingidos pelos hospitais sem reforço orçamental e até com uma redução do orçamento para os hospitais. Caso contrário, caímos no risco daquilo que aconteceu no passado, que é uma manipulação das listas de espera”, disse.
Segundo o plano estratégico da ACSS, citado esta segunda-feira no DN, os tempos de espera vão ter de diminuir 25% até 2017.
A ACSS adiantou ao jornal que “vai haver ajustamento da forma como se efetua o pagamento da atividade hospitalar — incentivando o cumprimento e penalizando o incumprimento”. “Pode haver penalizações até 1% do orçamento atribuído em cada ano, mas também prémios até 5% quando as metas são cumpridas”, é referido. A ACSS explicou ainda ao DN que “estas balizas já existiam, mas é a primeira vez que são incluídos os tempos de espera para efeitos de penalizações”.
<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Médicos apoiam penalização dos hospitais caso não reduzam tempos de espera
22.02.2016 às 12h074
Bastonário da Ordem dos Médicos diz que a intenção do Governo é “nobre”. Administração Central do Sistema de Saúde quer reduzir em 25% os tempos de espera dos hospitais.
O bastonário da Ordem dos Médicos considerou esta segunda-feira que a intenção do Governo de penalizar os hospitais por falhas na redução dos tempos de espera "é nobre", mas devem ser dados mais pormenores sobre como vai ser feito.
José Manuel Silva falava à agência Lusa na sequência da notícia, publicada esta segunda-feira no "Diário de Notícias", de que a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) quer reduzir em 25% os tempos de espera nas consultas e cirurgias nos hospitais.
A ACSS, de acordo com o DN, pretende também que os hospitais que não cumprirem os tempos de espera sejam penalizados no financiamento, havendo prémios para aqueles que tiverem melhores resultados.
Em declarações à Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos disse não conhecer o plano da ACSS em concreto, mas considerou que o objetivo é "nobre e importante".
"Contudo, a ACSS deve concretizar melhor quais são os caminhos para atingir os objetivos importantes a que se propõe", disse.
No entender de José Manuel Silva, há vários fatores a ter em consideração para que um plano destes "corra bem". "É importante que os conselhos de administração e direções de serviço sejam nomeados por critérios de competência. Na verdade, mais importante do que premiar e penalizar é serem identificados os conselhos de administração que eventualmente estejam a gerir de forma menos proficiente", considerou o responsável.
Por outro lado, considerou o bastonário, o "orçamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) destinado aos hospitais para este ano vai ser reduzido, o que vai criar ainda mais constrangimentos". "O que é importante é que a ACSS dê indicações de como estes objetivos podem ser atingidos pelos hospitais sem reforço orçamental e até com uma redução do orçamento para os hospitais. Caso contrário, caímos no risco daquilo que aconteceu no passado, que é uma manipulação das listas de espera", disse.
Segundo o plano estratégico da ACSS, citado esta segunda-feira no DN, os tempos de espera vão ter de diminuir 25% até 2017.
A ACSS adiantou ao jornal que "vai haver ajustamento da forma como se efetua o pagamento da atividade hospitalar - incentivando o cumprimento e penalizando o incumprimento". "Pode haver penalizações até 1% do orçamento atribuído em cada ano, mas também prémios até 5% quando as metas são cumpridas", refere a notícia.
A ACSS explicou ainda ao DN que "estas balizas já existiam, mas é a primeira vez que são incluídos os tempos de espera para efeitos de penalizações".
HOSPITAIS PENALIZADOS SEGUNDO A CERA QUE PRODUZEM <clique aqui>
O SUOR DAS FORMIGAS É LOUVORES DOS GESTORES
Saúde - Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
O Conselho Diretivo da Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P., manifesta o seu
reconhecimento e público louvor a todos os colaboradores do Departamento
Planeamento e Contratualização da ARSLVT
Saúde - Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
O Conselho Diretivo da Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P., manifesta o seu
reconhecimento e louvor coletivo aos senhores Diretores Executivos dos quinze
Agrupamentos de Centros de Saúde da ARSLVT
Saúde - Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
O Conselho Diretivo da Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P., manifesta o seu
reconhecimento e público louvor a todos os colaboradores do Departamento de
Saúde Público da ARSLVT
·
LOUVOR N.º 40/2016 - DIÁRIO DA
REPÚBLICA N.º 36/2016, SÉRIE II DE 2016-02-2273664538
Saúde - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor público do presidente do conselho diretivo da ARSLVT, I. P., a vários trabalhadores
Saúde - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor público do presidente do conselho diretivo da ARSLVT, I. P., a vários trabalhadores
·
LOUVOR N.º 41/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 36/2016, SÉRIE II DE
2016-02-2273664539
Saúde - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor à Senhora Dra. Ana Sofia Freitas Monteiro Ferreira, Gestora do Contrato do Hospital José de Almeida, PPP
Saúde - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor à Senhora Dra. Ana Sofia Freitas Monteiro Ferreira, Gestora do Contrato do Hospital José de Almeida, PPP
Saúde - Administração Regional
de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor coletivo aos senhores Presidentes
dos Conselhos Clínicos dos quinze Agrupamentos de Centros de Saúde da ARSLVT,
I.P.
Saúde - Administração
Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor ao Diretor do Departamento de
Gestão e Administração Geral, Senhor Dr. Rui Manuel Duarte Vieira
Saúde - Administração Regional
de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Louvor público a vários trabalhadores
AS REFORMAS NA SAÚDE
TABACO DE ENROLAR <clique aqui>
NB: este palavrão das reformas na saúde é um slogan chavão de sentido vazio, pois que os que propõem as reformas nisto e naquilo, disto e daquilo são os mesmos ou do mesmo tipo dos que antes diziam que está tudo na melhor e não há melhor. Portanto; reformar o melhor, é fazer na mesma ou pior.
Só haveria reformas se os Enfermeiros usassem todas as suas capacidades e competências, mas isso não faz parte das reformas que os mesmos propõem mais do mesmo porque são todos os mesmos.
O indicado é uma autoridade, mas já disse tudo o que sabia e quando se repete, repete-se.
Reformar neste contexto é apenas informar.
São uns brincalhões!
Com amizade,
José Azevedo
domingo, 21 de fevereiro de 2016
ETHEL FENWICK
A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR.
FALA-SE POUCO NA FUNDADORA DO ICN
Luís Graça: Textos
sobre saúde e trabalho / Papers on health and work
|
página / page
141
|
141. Graça, L. (2002)
- Ethel Fenwick: o combate pela profissionalização da enfermagem na
Grã-Bretanha e no resto do mundo [ Ethel Bedford Fenwick: The
struggle for the State Registration for Nurses in Britain and Worlwide]
(a)
|
||
1. Ethel Fenwick (1857-1947)
|
|||||
Ethel Gordon Manson, de seu nome de solteira, nasceu na Escócia em 1857.
Alguns anos depois, a sua mãe, que enviuvara a seguir ao nascimento da filha,
casou com George Storer, um influente deputado pelo círculo de
Nottinghamshire.
À semelhança de Florence Nightingale, 37 anos mais velha, Ethel
teve acesso a uma educação de acordo com a sua condição social, embora menos
esmerada. Bela e inteligente, decidiu dedicar-se, ainda muito jovem, ao
serviço dos mais pobres, abraçando a enfermagem e seguindo assim as peugadas
de Florence (Callander-Grant, 2001).
Em 1878, com apenas 21 anos, tentou sem sucesso inscrever-se num curso de
formação em enfermagem geral. Acabou por frequentar, pagando do seu bolso, um
estágio no hospital pediátrico de Nottingham (Nottingham Children's
Hospital). Causou muito boa impressão junto da 'patroa' (
"matron") do serviço, não só pela sua elegante maneira de vestir
como pelas suas maneiras de menina bem educada.
Completado o estágio de seis meses, e ainda na sua qualidade de
estagiária ("paying probationer"), inscreveu-se na Manchester
Royal Infirmary para completar a sua formação durante mais um ano. Nessa
época, ela teria pago mais de seis libras pelo privilégio de aprender
enfermagem. Passado um ano, ela vem para Londres, trabalhando como 'irmã'
("sister") no London Hospital, em Whitechapel.
Em 1881, candidatou-se ao lugar de "matron" do St.
Bartholomew's Hospital. Apesar da sua juventude (tinha então 24 anos),
foi-lhe oferecido o lugar. A sua experiência como administradora dos serviços
de enfermagem deste hospital foi marcante na sua vida e carreira. Abandona a
profissão, aos 30 anos, para se casar com o Dr. Bedford Fenwick, médico do
mesmo hospital e que mais tarde desempenhará um importante papel de apoio ao
seu trabalho como líder da enfermagem.
|
|||||
2. A luta pelo reconhecimento legal da profissão e a inscrição
obrigatória das enfermeiras
|
|||||
A partir daqui ela vai tornar-se, de facto, uma líder da enfermagem
dentro e fora do Reino Unido:
Em 1904, começa a falar-se na necessidade e nas vantagens de passar a
haver um segundo nível de enfermagem, com menos tempo de formação, com menos
responsabilidades e menos qualificações que a State registered nurse.
Na sequência da guerra e da falta de pessoal médico e de enfermagem, o Nurses' Act of 1943 veio formalmente
reconhecer "this second grade of trained nurse: they were given the name
and status State Enrolled Assistant Nurse" (Callander-Grant,
2001. Itálicos meus. Fenwick irá opôr-se à criação desta figura e lutar pela
unificação e da profissão e pelo seu controlo por parte dos próprios
profissionais.
Quanto à State Registration of nurses (abreviadamente, SRN) Fenwick
vai travar uma longa e difícil batalha: tinha contra ela o Parlamento e bem
como as "matrons" que dominavam os hospitais ingleses e as
apoiantes de Florence Nightingale (conhecidas depreciativamente como as nightingales).
"Miss Nightingale held to the idea that nursing was not a
profession, but a vocation. Although she supported thorough nurse
training - indeed, she founded the first training school for nurses at St.
Thomas' Hospital London in 1860 - a model which was adapted by nursing
schools worldwide - she did not feel that compulsory registration was
necessary" (Callander-Grant, 2001. Itálicos meus).
Mais concretamente, Nightingale achava que o essencial das qualidades de
uma enfermeira não podia ser objecto de ensino, avaliação e regulamentação...
Fenwick irá mobilizar todos os meios (amigos e conhecidos, organizações,
personalidades públicas...) para influenciar o Parlamento a votar
favoravelmente a State Registration.
Em 1887 Bedford Fenwick começou a colaborar no Nursing Record,
publicação que ela acabaria por adquirir. Passou então a chamar-se o British Journal of Nursing (BJN):
Bedford Fenwick defendia claramente que
a formação das enfermeiras devia obedecer aos seguintes três requisitos:
Defendia ainda, em oposição a Florence Nightingale, a ideia de um
organismo ("general council") que regulamentasse a profissão a
nível nacional.
Depois de longos anos de luta em favor da SRN (a inscrição obrigatória das enfermeiras e o reconhecimento legal da profissão), com a oposição da facção Nigthinbgale bem como de médicos proeminentes da época e de alguns parlamentares, Bedford Fenwick viu de facto os seus esforços serem coroados de êxito em 1919:
A inscrição obrigatória dos médicos ingleses remontava a 1858... Setenta
anos depois, as enfermeiras britânicas tiravam partido também da valorização
do seu contributo para esforço de guerra (1914-1918) bem como da luta das
feministas da 1ª geração.
Em 1916 tinha sido criado o College of Nursing (actual Royal College of
Nursing, a maior associação de enfermagem do mundo com mais de 330
mil membros).
O Nurses' Registration Act of 1919 criou o General Nursing Council for
England and Wales (bem como outro para a Escócia e outro para a Irlanda).
Estes corpos separados sobreviverem até 1979, altura em que forma integrados
no UKCC (United Kingdom Central Council for Nursing, Midwifery and Health
Visiting ), sob tutela do Parlamento que veio dar origem,e m 2002, a um
"new regulatory body", o Nursing
and Midwifery Council).
Acrescente-se ainda o seguinte a respeito do papel de Ethel Bedford
Fenwick:
Inspirando-se no International Council of Women, Bedford
Fenwick decidiu formar o futuro International Council of Nurses,
aliando-se a profissionais de enfermagem de vários países. A primeira reunião
da comissão organizadora foi em 1899.
O ICN (de que a Associação Portuguesa de Enfermeiros é membro) celebrou
em 1999 o seu 1º centenário. Do discurso da presidente do ICN, Kisten
Stallknecht, em 1999, destaca-se o seguinte (vd. versão inglesa em em http://www.icn.ch/openingspeech.htm ; também disponível em francês e
espanhol).
Se hoje fosse viva, Ethel Bedford Fenwick reconher-se-ia na definição do
conceito de enfermagem do ICN:
|
|||||
Referências bibliográficas
|
|||||
Callander-Grant, Stephen (2001) - Mrs Bedford Fenwick, A Short Biography.
Site on Internurse.com, London, U.K. (http://www.internurse.com/history/ethellife.htm ) (23.02.2002)
|
|||||
Última actualização: 10 de Novembro de
2004 / Last update: November 10, 2004.
|
sábado, 20 de fevereiro de 2016
NÃO HÁ MAL QUE NÃO SE ACABE, NEM BEM QUE SEMPRE DURE
ERA UMA VEZ
Um famigerado Zarolho, para quem finado presidente do ex-CA do CHSJ conseguia, até nas conversas de amigos, ser o maior e o melhor, segundo o seu modo vesgo de ver a coisa e as coisas.
Para nós, foi o símbolo perfeito de evidenciar muito do que está mais mal, no SNS, sobretudo, quando são públicas as tendências políticas do dito cujo, abaixo enunciado.
Seja quem for o herói, que conseguiu limpar esta nódoa, cujo currículo, ao serviço do SNS, demonstrou, por si só, o que não se deve fazer, merece o nosso aplauso.
Antigamente, a faculdade de engenharia levava os alunos, que se destinavam a construir caminhos de ferro, a ver a linha de comboio do Douro, para verem como não se devia fazer um caminho de ferro.
Esperamos que este espécimen de administração hospitalar fique, para o futuro, como modelo a evidenciar, aos vindouros, como não deve ser um administrador de hospital, mesmo numa conjuntura tão adversa, como a actual, onde os dirigentes têm todas as possibilidades de demonstrarem o que valem ou não.
Não foi o único responsável;
Quem o nomeou e manteve tem bastante mais culpa do que ele, porque o conhecia bem e as suas intenções ao apontá-lo para presidir tão complexo cargo, não foram certamente as mais honestas, mas provavelmente para manter o "status quo", conseguido com a mudança de governo, pelo qual até fui apeado de Enfermeiros director, por outro famigerado o Correia de Campos, cargo para que fui eleito democraticamenete e, desta vez, sem a batota, anterior, dos PCPs, lá do sítio, com 70% dos votos expressos.
Aguentou-se 10 ou 11 anos, como presidente de um conselho de administração, como o do Hospital de São João, porque é um Hospital, que tem vida própria e funciona, mesmo sem o contributo negativo como o deste médico professor, sem alunos; e ainda bem... Grande Hospital!
Mas a grande vantagem para os Enfermeiros daquele Hospital, foi a de levar consigo a I.U, que evidencia, também, a malvadez de quem escolheu aquela não-enfermeira, para directora de Enfermagem, de um Hospital, como o de São João.
Um dia, analisando-a de forma isenta e imparcial, ainda nos vão dar razão; não há bons Médicos sem bons Enfermeiros. Nem a escolha dos amigos é o método adequado para este tipo de cargos tão relevantes, como o de dirigir Enfermeiros.
Orgulham-se com os resultados?
Nós não deixamos esquecer estas negatividades de que a nossa Classe tem sido vítima.
Castrar as iniciativas dos bons e eleger os mais maneirinhos e subservientes, proibidos de qualquer inovação, na área Enfermeira, é crime imperdoável.
A defunta entre muitas, muitas asneiras que fez, até conseguiu colocar 80% de Enfermeiros jovens recém-formados e inexperientes, necessariamente, nas urgências do Hospital.
Tentem imaginar o tamanho desta atitude asnática, isto para quem possa perspectivar o que é um serviço de urgências de um Hospital com a dimensão do São João...
São dois exemplares únicos, que tal como a linha do Douro, devem servir de modelo, para o que não se deve fazer, em Administração de Unidades do SNS.
Com amizade,José Azevedo
PRIMEIRA OU A BAIXA CLARIFICADORA <clique aqui>
<<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Ex-Presidente do CA do Hospital S. João vai voltar a ser médico
1441 leitores
No mesmo dia em que o Conselho de Ministros nomeou um novo presidente do CA do Centro Hospitalar S. João, o ex-responsável por aquela instituição hospitalar e novel (nomeação publicada em DR a 7 de Janeiro) responsável pela Comissão para a Reforma Hospitalar, Dr. António Ferreira, pediu a sua demissão da presidência deste orgão.
Alegando motivos de ordem pessoal e familiar para essa demissão, não deixa de adiantar que “ Já trabalhámos bastante, mas estou completamente estoirado ” e que “voltará a ser médico no Hospital S. João”.
Médico Internista de Carreira, é realmente uma boa altura para o Sr. Dr. António Ferreira voltar a ser médico e a fazer urgência de 24 horas sem gozo de descanso compensatório na manhã seguinte, como vem sendo hábito na instituição a que presidiu.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
NOTÍCIAS INTERESSANTES E COM ALGUNS COMENTÁRIOS
ORDEM DOS ENFERMEIROS E A EUTANÁSIA 1 <clique aqui>
ORDEM DOS ENFERMEIROS E A EUTANÁSIA 2 <clique aqui>
PORTUGUESES VÃO PODER ESCOLHER POR CATÁLOGO 1 clique aqui>
PORTUGUESES VÃO PODER ESCOLHER 2 <clique aqui>
A ANTI-NOTÍCIA; OS MENOS INFECTADOS RECEBEM MAIS E OS MAIS INDECTADOS CONTINUAM A INFECTAR-SE MAIS, PORQUE RECEBEM MENOS PRODUTOS DE HIGIENE <clique aqui>
CAMAS DE PALIATIVOS SÓ 252 <clique aqui>
ORDEM DOS ENFERMEIROS E A EUTANÁSIA 2 <clique aqui>
PORTUGUESES VÃO PODER ESCOLHER POR CATÁLOGO 1 clique aqui>
PORTUGUESES VÃO PODER ESCOLHER 2 <clique aqui>
A ANTI-NOTÍCIA; OS MENOS INFECTADOS RECEBEM MAIS E OS MAIS INDECTADOS CONTINUAM A INFECTAR-SE MAIS, PORQUE RECEBEM MENOS PRODUTOS DE HIGIENE <clique aqui>
CAMAS DE PALIATIVOS SÓ 252 <clique aqui>
Subscrever:
Mensagens (Atom)










