quinta-feira, 23 de junho de 2016

UNICIDADE SINDICAL E O PR.


NB: CONVÉM LEREM AS DATAS EM QUE OS VÁRIOS OFÍCIOS FORAM PRODUZIDOS PARA NÃO SE CONFUNDIREM COM A ACTUALIDADE.
ESTE CONJUNTO É COMPOSTO POR UM OFÍCIO DIRIGIDO AO SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA, E 5 ANEXOS, ACUSANDO O MINISTRO DA SAÚDE DE; POR IMPOSIÇÃO DO CONTROLEIRO DO PCP, LEAL LOPES, NO MINISTÉRIO DA SAÚDE, QUAL EMPLASTRO, DECRETAR A UNICIDADE SINDICAL AO MINISTÉRIO DA SAÚDE, FAZENDO DE CONTA QUE, NOS ENFERMEIROS, SOMENTE, HÁ O SINDICATO DA FACÇÃO (O SEP), COMO SE A FENSE, (SE E SIPE), NÃO EXISTISSEM.
A NÃO RESPOSTA ÀS NOSSAS LEGÍTIMAS EXIGÊNCIAS CONSTITUCIONAIS DE NEGOCIAÇÃO, IMPLICA A EXECUÇÃO DO PRÉ-AVISO DE GREVE, POR MUITAS CAUSAS ANTECEDENTES E PELOS DIREITOS, QUE TEMOS.
OS ANEXOS RETRATAM O DESPREZO A QUE NOS TÊM VOTADO, DESDE 2009, INCLUSIVE.
BASTA, BASTA, BASTA, 3 VEZES BASTA. 



ANEXO 1 <prima aqui>

ANEXO 2 <prima aqui>

ANEXO 3 <prima aqui>

ANEXO 4 <prima aqui>

ANEXO 5 <prima aqui>

HORAS EXTRA NÃO SÓ AS DOS MÉDICOS, TAMBÉM AS DOS ENFERMEIROS



COMO É DO CONHECIMENTO GERAL A REDUÇÃO DAS HORAS EXTRAORDINÁRIAS EM 50%.
O MINISTRO DA SAÚDE FALOU, HOJE, NA AR, QUE IA REPOR AOS MÉDICOS OS OUTROS 50%, NO PRÓXIMO ORÇAMENTO DO ESTADO.
ESTE OFÍCIO SERVE PARA LEMBRAR QUE NA REDUÇÃO OS ENFERMEIROS FORAM ATINGIDOS, NA REDUÇÃO DA PERCENTAGEM DEVEM SER INCLUÍDOS NA SUA RECUPERAÇÃO.
ESTE OFÍCIO LEMBRA ISTO AO SR. MINISTRO, PARA NÃO TERMOS DE RECORRER A MEIOS MAIS CONVINCENTES.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

UNICIDADE SINDICAL, IMPOSIÇÃO DO CONTROLEIRO DE PCP AO MS



É ALTURA DE PASSARMOS AO ATAQUE DESTAS ANOMALIAS QUE TÊM TOLHIDO A ENFERMAGEM.
A CAMPAINHA DO BASTA, SOOU

AS ESCALAS DE SERVIÇO - HORÁRIOS



Pergunta: PODE UMA CHEFIA, CLÁSSICA OU DE CIRCUNSTÂNCIA, ALTERAR UMA ESCALA DE SERVIÇO A UM ENFERMEIRO?

Resposta: NÃO PODE.

Mas, então, isso  quer dizer que todos os dias e todas as horas nós Enfermeiros, estamos a ser abusados!
1. As chefias partem do pressuposto errado, as que partem, pois há excepções meritórias, que respeitam os direitos dos seus subordinados, de que o serviço prestado a doentes é da responsabilidade dos Enfermeiros. E não é, porque os Enfermeiros são profissionais, com direitos e deveres próprios que nada têm a ver com os direitos dos outros.

2. Os Enfermeiros têm direito a planear a sua vida pessoal, como os outros profissionais.

3. Os Enfermeiros têm uma escala que tem de ser cumprida até ao fim, tal como foi concebida; alterá-la significa suspender-lhe o contrato e isso tem consequências legais sérias.

4. Há mecanismos legais que podem satisfazer necessidades imprevistas e são esses que devem ser usados, já que os governos estão a levar o esforço dos Enfermeiros longe de mais.

5 . Um desses mecanismos É O REGIME DE PREVENÇÃO PREVISTO NO ART.º 9º DO DL 62/79 DE 30 DE MARÇO..

6. A chefe que julga ter poderes para marcar uma falta a um Enfermeiro por este lhe dizer que não estava disponível para fazer um turno extemporâneo, temos de a informar, que não tem poderes para isso. Marcar uma falta nestas circunstâncias é um abuso de confiança, primeiramente; é um abuso de poder, seguidamente.
Estamos a falar de um serviço tipo "harmónio"; fecham-se camas para retirar Enfermeiros, para as abrir, caso o afluxo aumente, com os mesmos Enfermeiros da versão diminuída de camas.

7 . Estas habilidades das administrações devem ser correctamente calculadas em todas as suas hipóteses, por pessoas de bem e, já agora, com o mínimo de conhecimento e respeito pela vida pessoal dos Enfermeiros.

8. Estes fenómenos só se verificam nos e com os Enfermeiros da equipa pluridisciplinar.Por isso, temos uma equipa de peritos, que contacta, à hora do almoço, com os ilustres, que estudaram na Universidade Americana de Harvard, a estudar este fenómeno.

9. Finalmente deixamos o aviso aos Enfermeiros:
Colegas, respeitem-se e façam-se respeitar, porque vós sois o Sindicato e a Classe.

Com amizade,
José Azevedo

A REFORMA IMPOSSÍVEL EM PORTUGAL





Há muitas tarefas que os médicos podem transferir para os enfermeiros”

Ara Darzi é director do Instituto de Inovação em Saúde Global do Imperial College de Londres. Foi-lhe atribuído o título de lorde em 2002 por serviços prestados na área da cirurgia. Esteve em Lisboa a convite do Governo português para uma conferência sobre inovação e a reforma do sistema de Saúde.
“É preciso dar aos doentes a mesma informação que os médicos têm”, diz Ara Darzi ENRIC VIVES-RUBIO


Na sua intervenção disse que os médicos têm de transferir algumas das suas tarefas para os enfermeiros. Em Portugal, essa ideia enfrenta grandes resistências…
É preciso dar mais a fazer aos enfermeiros e aos próprios doentes, senão os sistemas de saúde entram em ruptura. Há muitas tarefas que os médicos especialistas podem transferir para os médicos de família que, por sua vez, podem transferir para os enfermeiros e que estes podem transferir para os doentes. Há sete mil doentes crónicos no Reino Unido, muitos deles sofrem da sua doença há décadas e tornaram-se doentes-peritos, sabem muito mais sobre a sua doença do que qualquer médico.
E como reagiram os médicos a estas transferências?
Não gostaram nada, no início, mas adaptaram-se. É um processo doloroso. No Reino Unido, os enfermeiros têm muito mais funções hoje do que quando eu andava a tirar o curso de Medicina. É preciso mudar hierarquias, mudar equilíbrios, é um processo que leva tempo. Demorou uns bons cinco anos, tem de se insistir. Mas agora até temos enfermeiros a prescrever medicamentos, literalmente a tratar dos doentes. No Reino Unido, este processo começou em 2000. Eu comecei em 1997. Nos meus serviços, pus uma enfermeira a fazer endoscopias e ela acabou por ganhar o prémio de Enfermeira do Ano. Os doentes adoravam-na, mais do que quando era eu a fazer endoscopias, porque os enfermeiros demoram mais tempo, seguem todos os passos, os médicos vão por atalhos.
Disse que nos sistemas de saúde é preciso passar a medir a qualidade mais do que a quantidade…
Medir a qualidade é, por exemplo, saber que resultados tiveram as operações na perspectiva do doente. Qual é a qualidade da mobilidade de um doente depois de uma operação de colocação de prótese da anca. Será que o doente melhorou depois da operação? Um inquérito revelou que 40% dos doentes operados a hérnias inguinais (na zona da virilha) não tinham tido melhorias depois da operação. Então para que é que serviu a operação?
Agora, todos os doentes que são submetidos a algumas das operações mais comuns, como a de colocação de próteses da anca, de próteses do joelho, a hérnias inguinais e a varizes têm de preencher um formulário (o chamadoPatient Related Outcome Measures) e os hospitais têm de acompanhar os doentes neste preenchimento. Caso contrário, não são pagos [pelas cirurgias].
Esta é uma forma de medir. Há outras, por exemplo a percentagem de doentes que tiveram ataques cardíacos e que saem do internamento a tomar aspirina. Passámos da quantidade à qualidade.
Fazem perguntas aos doentes sobre o nível de limpeza de um hospital…
Sim, e chegámos a algumas conclusões. Olhámos para os hospitais com taxas mais altas de infecção hospitalar e depois olhámos para o que os doentes tinham respondido sobre os níveis de limpeza dos hospitais. Concluímos que os hospitais que os doentes reportaram como mais sujos eram também os que tinham maiores taxas de infecção. Perguntem aos clientes que, na maioria das situações, eles têm coisas úteis para nos dizer. Em quantos sectores da economia é que a experiência do cliente não é tida em linha de conta? Na saúde isso acontece.
O Serviço Nacional de Saúde português tem sobretudo dados de quantidade mais do que sobre a qualidade da prestação?
dashboard da Saúde [indicadores de saúde disponíveis no site da Direcção-Geral de Saúde] tem mais dados do que muitos países europeus e tem alguns indicadores de qualidade. É um bom começo. Todos os países começam por medir indicadores de actividades, depois passa-se a medir a qualidade. É a segunda parte.
Disse que, se um médico tiver de ser operado a uma hérnia, ele sabe exactamente onde ir e que essa informação devia ser acessível a todos…
Como é que se pode escolher se não se sabe qual é o melhor hospital? Qual é a melhor equipa médica [para determinada cirurgia]? É preciso dar aos doentes a mesma informação que os médicos têm. É preciso tornar o processo transparente. Não se pode implementar a liberdade de escolha sem ter qualidade e transparência.
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NB:
OS MESMOS QUE ENCHEM A BOCA E O TEMPO COM AS NECESSIDADES DE REFORMAS SÃO OS MESMOS QUE SABOTAM ESSAS POSSIBILIDADES DE VIABILIZAÇÃO ECONÓMICA.

MAS ELES NÃO SÃO OS ÚNICOS RESPONSÁVEIS; OS ENFERMEIROS SÃO OS PRINCIPAIS CULPADOS, PORQUE ESTA MISSÃO ESSENCIAL DA ORDEM  DOS ENFERMEIROS TEM TIDO UNS MISSIONÁRIOS MUITOS FRAQUINHOS QUE USARAM ESSA POSSIBILIDADE PARA FAZEREM POLÍTICA COM UMA ORGANIZAÇÃO PROFISSIONAL, QUE QUER SER UM SINDICATO ÚNICO, NUMA ÉPOCA EM QUE A UNICIDADE SINDICAL ESTÁ VETADA DESDE 1975 PELA LEI 215-B/75.
OS ATAQUES QUE FORAM FAZENDO, À ESTRUTURA DE CARREIRA, QUE, OU NÃO ENTENDERAM OU NÃO PUDEREM ENTENDER, COMO LACAIOS DE SENHORES, SERVEM DE EXEMPLO.
NÃO SÃO OS MÉDICOS QUE TÊM DE TRANSFERIR TAREFAS PARA OS ENFERMEIROS, SÃO ESTES QUE TÊM DE SE MOSTRAREM CAPAZES DO QUE VÃO CONHECENDO NA SUA PRÁTICA. É À NOSSA ORDEM QUE COMPETE LEGITIMAR ESSAS PRÁTICAS EVOLUTIVAS DA PROFISSÃO, CUJO PROGRESSO NÃO É ESTÁTICO; ALTERA-SE COM A EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO ENFERMEIRO.
É PARA LEGITIMAR A SEGURANÇA E EFICÁCIA DESSA PRÁTICA PROFISSIONAL ENFERMEIRA, QUE SERVEM, AS ORDENS E, JÁ AGORA, A DOS MÉDICOS TEM O MESMO PAPEL QUE A DOS ENFERMEIROS, EM RELAÇÃO AOS MÉDICOS, MAS NÃO O ALARGA AOS ENFERMEIROS; CADA MACACO NO SEU GALHO, COMO DIZ O 10% E O PRÓPRIO MS (PESQUISAR NESTE BLOGUE).
ESTA IDEIA DE QUE UNS SÃO OS PATRÕES E OUTROS OS SERVENTES, SÓ É POSSÍVEL GERMINAR E CRESCER, NA SOCIEDADE, PORQUE OS ENFERMEIROS DESVALORIZAM O SEU CARÁCTER PROFISSIONAL.
SIRVA DE EXEMPLO A IDIOTICE DO REPE DE 1996, QUE OS MESMOS IDIOTAS ÚTEIS QUE O FIZERAM O TRANSPORTARAM PARA ESTATUTO DA ORDEM DOS ENFERMEIROS EM 1998.
E LÁ ESTÁ O FAMIGERADO ART.º 8º O TAL DA COMPLEMENTARIDADE.
QUEM LHES METEU ESSA IDIOTICE CASTRADORA DA AUTONOMIA NAS CABEÇAS ÔCAS?


SE PRETENDEM FAZER REFORMAS ÚTEIS E SÉRIAS NEM SEQUER PRECISAM DE INVENTAR OU FINGIR; BASTA COPIAREM. E CONTEM CONNOSCO;

SE QUEREM FINGIR QUE REFORMAM O QUE VÃO DEFORMANDO, CONTEM, TAMBÉM CONNOSCO, PORQUE VOS ENTENDEMOS PERFEITAMENTE.


AINDA BEM QUE ISTO ACONTECE E VEM DE ENCONTRO AO QUE NÓS DIZEMOS, DE ACORDO COM A MEMÓRIA QUE CONSERVAMOS DA ENFERMAGEM, NO TEMPO EM QUE OS ANIMAIS FALAVAM...

SÓ NÃO SABEMOS O TEMPO E O MODO DE LIMPAR ESTE LIXO, COMO NO-LO IMPÕE A PROFISSÃO ENFERMEIRA, CUJA DIGNIFICAÇÃO TEM SIDO O NOSSO TRABALHO.
SIPE E SE (FENSE).

terça-feira, 21 de junho de 2016

FECHAM-SE CAMAS, ABREM-SE VAGAS DE ENFERMEIROS




alta de enfermeiros está a obrigar hospitais a encerrar camas

Aviso é da bastonária dos enfermeiros. Secretário de Estado da Saúde diz que é preciso distribuir melhor estes profissionais.


Até agora, a Ordem dos Enfermeiros contabilizou 11 camas sem doentes ENRIC VIVES-RUBIO (ARQUIVO)



A bastonária dos enfermeiros, Ana Rita Cavaco, diz que a falta destes profissionais está a obrigar os hospitais a encerrar camas.
Até agora, a Ordem dos Enfermeiros contabilizou 11 camas sem doentes, duas em Lisboa, no serviço do Hospital de S. José onde nasceu o bebé da mãe em morte cerebral, e as restantes no serviço de Ortopedia do Hospital de Santo António, no Porto. Mas Ana Rita Cavaco diz que os hospitais da Guarda, Guimarães e Faro enfrentam problemas idênticos, razão pela qual poderão vir a seguir o exemplo dos outros dois — tal como outros serviços do Santo António.
Segundo a bastonária, trata-se de uma situação inédita. Um porta-voz do Hospital de Santo António diz que foram encerradas sete camas, e não nove, "devido à situação atípica de dez baixas médicas de enfermeiros" no serviço de Ortopedia, "sete motivadas por gravidez e duas por doença". O procedimento para a contratação de substitutos que permitam reabrir as camas fechadas na passada sexta-feira deverá estar concluído "nos próximos dias". O mesmo porta-voz não se pronuncia sobre a eventualidade de outros serviços da unidade de saúde virem a ter de recorrer à mesma medida.
Em causa, explica a bastonária, está um despacho do Ministério da Saúde com cerca de mês e meio que retira às administrações hospitalares autonomia para contratar enfermeiros de substituição quando algum destes profissionais entra em baixa prolongada. A autorização de contratação está agora dependente do aval do Ministério da Saúde, ao qual o mesmo diploma dá um prazo de 72 horas para permitir ou não a substituição. O problema, observa Ana Rita Cavaco, é que “há hospitais à espera dessa autorização há um mês”. Já a assessora de imprensa do centro hospitalar em que se insere o Hospital de S. José não confirma nem desmente as afirmações da bastonária. Limita-se a referir que a unidade de saúde tem em curso uma "reorganização dos serviços" para "manter a qualidade e segurança dos cuidados prestados", apesar dos "constrangimentos que são do conhecimento geral".
As revelações da bastonária foram feitas à margem da apresentação do relatório de Primavera do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, de acordo com o qual as desigualdades entre os portugueses no acesso a este tipo de cuidados aumentaram entre 2005 e 2014. Também presente no encontro, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, desvalorizou o problema: “O fecho de camas não é um mal em si mesmo: precisamos mais de serviços de saúde de proximidade. Não tenho a certeza de que as faltas de enfermeiros sejam extremas ou dramáticas. O que tem de ser feito é uma melhor distribuição” destes profissionais, reagiu o governante. O que pode passar, na perspectiva de Manuel Delgado, por "racionalizar" o número de utentes atribuídos a cada profissional, uma vez que "há hospitais que têm mais e outros que têm menos enfermeiros por doente".
"O secretário de Estado não pode redistribuir o que não tem", observa Ana Rita Cavaco, acrescentando ainda que são cada vez mais frequentes as baixas médicas entre os enfermeiros por esgotamento e também por gravidez. "Com as condições de trabalho que existem actualmente, se eu estivesse grávida faria o mesmo", refere a bastonária. Pelas contas da Ordem, o Serviço Nacional de Saúde tem um défice de 20 a 25 mil enfermeiros. 







Lei 156/2015 de 16 de Setembro - art. º 3º nº 5 - Artigo 3.º Fins e atribuições…. 5 — A Ordem está impedida de exercer ou de participar em atividades de natureza sindical ou que se relacionem com a regulação das relações económicas ou profissionais dos seus membros

Disposições finais
 Artigo 123.º 
Tutela administrativa 
Os poderes de tutela administrativa sobre a Ordem dos Enfermeiros, nos termos do artigo 45.º da Lei n.º 2/2013, de 10 de janeiro, e do presente Estatuto, são exercidos pelo membro do Governo responsável pela área da saúde].

NÃO SOMOS NÓS; É A LEI QUE NÃO DEIXA DÚVIDAS.
O VOSSO VOLUNTARISMO E ÂNSIA DE CORRIGIR O QUE ESTÁ MAL SÃO MERITÓRIOS, MAS INÓCUOS OU INÚTEIS, PORQUE NÃO DEVEM METER O NARIZ ONDE NÃO TENDES ESTATUTO LEGAL.
FOI ASSIM QUE OS ANTECESSORES E OS ANTECESSORES DOS ANTECESSORES ANDARAM A PROMETER COISAS QUE NÃO PODIAM FAZER.
OU SERÁ QUE AINDA NÃO PERCEBERAM QUE AS ORDENS PROFISSIONAIS ESTÃO DO LADO DO PATRÃO A IMPOR OSD DEVERES AOS SEUS MEMBROS (VER ARTº 123º).
É PENA SE LEVAM A SÉRIO A FIGURINHA QUE ANDAM A FAZER...
Com amizade, 
José Azevedo

[Ana Rita Cavaco Têm azar que não abdico do estatuto de observador a que a OE tem direito! Estamos a cumprir o que prometemos aos enfermeiros e não há nada, nem ninguém que nos tire do caminho!]

FENSE: Qualquer promessa ou norma estatutária, que não estejam de acordo com a lei, são nulas e de nenhum efeito.
O problema é mesmo esse: andar a dispersar a atenção de alguns Enfermeiros da equipa, com promessas que não pode concretizar, porque não é esse o seu caminho.
É que a inversa também é verdadeira; nós também temos o direito de ouvir a Senhora Bastonária, acerca do que pensa do nosso papel, nestas matérias do caos a que os Enfermeiros chegaram e não foram levados, por nós, por esse caminho. Como diz Régio, "nós não vamos por aí", porque sabemos por onde e, para onde. caminhamos.
Dá-se o caso, de nós, também, termos as nossas promessas feitas à Classe, de acordo com a lei e deveres. que temos, estatutários, mesmo para aqueles que dizem que não fazemos nada, para que a OE possa fazer tudo, mas na lua.
E, até, temos as portas abertas e os corações sensíveis, para ouvirmos a Senhora Bastonária.
Temos ainda, o dever de a alertar, com a nossa experiência e saberes, não poucos acerca destas matérias, sem falsa modéstia; para os perigos que o seu ar e intento revolucionários, podem trazer de reprovável, para a Classe, que representa, segundo as competências de qualquer Ordem Profissional, revistas em 2015.

[Ana Rita Cavaco Estou Carla e disponível para ouvir toda a gente, haverá coisas que não saberei. Como qualquer outra pessoa, a omnipresença não é para mortais. E ninguém é detentor da verdade.]

FENSE: Mas é mesmo isso que está em causa: a convicção errada da Bastonária, de ainda não ter assimilado o seu papel de ser humano, num só lugar, em cada momento, julgando-se o que não e com direito a direitos, que a lei lhe não confere e, se os quer ter, terá que pedir à Assembleia da República esses direitos estatutários, para que esses dotes e fervores "revolucionários", não se percam num qualquer caixote do lixo.
Para observar, mesmo o comportamento dos negociadores Enfermeiros, não precisa de estar materialmente presente, exibindo o dom da ubiquidade, que é só para deuses imortais e que a própria reconhece ser um direito, que não tem.
O respeito que temos por ela, obriga-nos a ajudá-la a pôr os pezinhos, na terra, no caminho que deve fazer, de acordo com o seu papel estatutário legal.
Esta coisa de "estar disponível para ouvir toda a gente" não tem assim como que um cheirinho de omnipotência?
Não fomos nós que a convencemos a ouvir-nos para impor mais DEVERES AOS ENFERMEIROS, PORQUE SÃO ESSAS AS SUAS COMPETÊNCIAS, e só: aplicar deveres. Ver o título "o mentiroso e o ignorante, neste blogue".

Pela FENSE,
José Azevedo

MEDO DE QUÊ E PORQUÊ!?


Sérgio Branco Quando sindicatos recusam o melhor parceiro que poderiam ter durante a negociação da carreira ( a ordem de todos nós) levanta-se a dúvida que nos tem assolado, a todos nós Enfermeiros ao longo destes anos..." de que raio têm medo os sindicatos que os Enfermeiros venham a saber que acontece durante as negociações da carreira de Enfermagem?!?!"

PREZADO SÉRGIO, 
NÃO SE TRATA DE MEDO. SE O TIVÉSSEMOS ÍAMOS PARA SACRISTÃO, VIDA MAIS CALMA.
SE FOSSE LER A LEI, VERIA QUE OFICIALMENTE É IMPOSSÍVEL.
QUANTO A PARCEIROS VIGILANTES, À ORDEM O QUE É DA ORDEM;
AOS SINDICATOS O QUE É DOS SINDICATOS.
PELO MENOS LEIA UMA VEZ ISTO PARA AJUIZAR COM JUSTEZA AS NOSSAS OPÇÕES...
MAS, COMPLETANDO O RACIOCÍNIO, JULGO QUE DEVIA, COMO PRESIDENTE DA SECÇÃO REGIONAL DO SUL, DAR UMA VISTA DE OLHOS PELA LEI QUE O LIMITA, PARA NÃO CONFUNDIR AS COISAS, COMO FEZ. VEJA SE ALGUÉM MANDOU O PROJECTO DO ACTO ENFERMEIRO AOS SINDICATOS DA FENSE (SE E SIPE)?
A SUA LÓGICA É COMO A DO OUTRO: «O QUE É MEU, É MEU; O QUE É TEU; É TEU E MEU»!

Lei 156/2015 de 16 de Setembro - art. º 3º nº 5 - Artigo 3.º Fins e atribuições…. 5 — A Ordem está impedida de exercer ou de participar em atividades de natureza sindical ou que se relacionem com a regulação das relações económicas ou profissionais dos seus membros

Disposições finais
 Artigo 123.º 
Tutela administrativa 
Os poderes de tutela administrativa sobre a Ordem dos Enfermeiros, nos termos do artigo 45.º da Lei n.º 2/2013, de 10 de janeiro, e do presente Estatuto, são exercidos pelo membro do Governo responsável pela área da saúde].

NÃO SOMOS NÓS; É A LEI QUE NÃO DEIXA DÚVIDAS.
O VOSSO VOLUNTARISMO E ÂNSIA DE CORRIGIR O QUE ESTÁ MAL SÃO MERITÓRIOS, MAS INÓCUOS OU INÚTEIS, PORQUE NÃO DEVEM METER O NARIZ ONDE NÃO TENDES ESTATUTO LEGAL.
FOI ASSIM QUE OS ANTECESSORES E OS ANTECESSORES DOS ANTECESSORES ANDARAM A PROMETER COISAS QUE NÃO PODIAM FAZER.
OU SERÁ QUE AINDA NÃO PERCEBERAM QUE AS ORDENS PROFISSIONAIS ESTÃO DO LADO DO PATRÃO A IMPOR OS DEVERES AOS SEUS MEMBROS (VER ARTº 123º).
É PENA E, MUITO PERIGOSO, SE LEVAM A SÉRIO A FIGURINHA, QUE  ALGUNS, ANDAM A FAZER...
Com amizade, 
José Azevedo