quarta-feira, 23 de novembro de 2016

CRIANÇAS PORTUGUESAS PESAM DE MAIS


MUITOS MÉDICOS POUCOS ENFERMEIROS TRANSFORMAM A RODA NUM QUADRADO


NB: SE OS ENFERMEIROS SÃO O EIXO DA RODA DA SAÚDE, PARA OS DESLOCAR DA SUA POSIÇÃO NATURAL, TRANSFORMARAM A RODA NUM QUADRADO E PUSERAM O RESPETIVO EIXO, NUM DOS ÂNGULOS DO QUADRADO, NA CIRCUNSTÂNCIA, O ÂNGULO SUPERIOR DIREITO, POR ISSO, ACIMA DE TUDO, POR ISSO, É QUE O SNS SOFRE DESTES DEFEITOS ORGÂNICOS DE CONVENIÊNCIA IRRACIONAL.
É COMO EMPURRAR O CALHAU PELO MONTE ACIMA, QUANDO PODIA SER AO CONTRÁRIO, NATURALMENTE, COMO ACONTECE ONDE A RAZÃO SUPERA A CONVENIÊNCIA. (Jósé Azevedo)

MUITOS MÉDICOS POUCOS ENFERMEIROS QUADRATAM A RODA <prima>

ORDENS DA SAÚDE PASSAM A PARTICIPAR NAS INSPEÇÕES DA ERS



ORDENS DA SAÚDE NAS INSPÇÕES DA ERS <prima>

NB: CONVÉM LER COM ATENÇÃO O ALCANCE DESTA MEDIDA, POIS NALGUMAS VERSÕES PUBLICADAS FICA-SE COM A IDEIA QUE AS INSPEÇÕES SÃO EM VEZ DE IGAS E ERS (Inspeção Geral de Atividades em Saúde e Entidade Reguladora) E O QUE AGORA SE DIZ SÃO AÇÕES INSPECTITIVAS COM A ERS.
A DIFERENÇA ESTÁ ENTRE O PODER EXECUTIVO, QUE A ERS NÃO TEM E O PODER CONSULTIVO E INFORMATIVO QUE A ERS DETÉM.
"PARA BOM ENTENDEDOR, MEIA PALAVRA BASTA".
A EXPERIÊNCIA NOS VAI DIZER SE É BOM, SE É MAU, POIS A SUGESTÃO ACERCA DESTA MEDIDA NÃO É NOSSA.

Com amizade,
José Azevedo

terça-feira, 22 de novembro de 2016

NOTÍCIAS INTERESSANTES 22-11-2016

POR TER SIDO APANHADO A LAVAR O JATO SEM AUTORIZAÇÃO DO DONO,

Polícia espanhola prende "cérebro financeiro" do LAVA JATO

A polícia espanhola anunciou hoje que prendeu durante o fim de semana em Madrid um advogado hispano-brasileiro de 43 anos que é o presumível "cérebro financeiro" do escândalo de corrupção da empresa brasileira Petrobras.

© DR
MUNDO MADRID
O detido, identificado com as iniciais R.T.D., "era perseguido pelas autoridades brasileiras no âmbito da operação Lava Jato pelo presumível branqueamento de dinheiro da empresa brasileira Petrobras, o desvio de mais de 50 milhões de reais (14 milhões de euros) para vários partidos políticos", segundo um comunicado da Guarda Civil.
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A força militar espanhola revela que se trata do advogado da empresa BTD Odebrecht e qualifica-o como o "cérebro financeiro do caso Petrobras", no centro do escândalo que atinge a vida política brasileira com várias pessoas detidas no Brasil.
O detido, que tem dupla nacionalidade, brasileira e espanhola, irá comparecer perante um juiz espanhol nos próximos dias que decidirá se deve ser extradito para o Brasil.
O advogado é acusado de branqueamento de dinheiro, corrupção de funcionários e de pertencer a uma organização criminosa.
A agência de informação francesa AFP afirma que os órgãos de comunicação social brasileiros asseguram que se trata de Rodrigo Tacla Duran e que terá sido preso na sexta-feira depois de ter fugido do Brasil, passado pelos Estados Unidos, antes de chegar a Madrid, onde foi detido num hotel do centro da cidade.


© DR

NB: COMO É POSSÍVEL QUE ALGUÉM ADMITA QUE A RECUPERAÇÃO DOS DOENTES É UM CAPRICHO DOS HOSPITAIS?!
SE NÃO OS RECUPERAS LEVAS MAIS UMA FACADA, NA CONTA.
QUANDO ESTES CONTEIROS, QUE SÓ CONHECEM NÚMEROS E, ATÉ, O CALDO MAL IMERECIDO, QUE COMEM, É CONSTITUÍDO POR NÚMEROS, TIVEREM DE DAR CONTAS A DEUS, UNS, E, AO DIABO, OUTROS, QUE VÃO DIZER ACERCA DAS CONCEÇÕES BESTIAIS?
É QUE DISTO, NEM AO DIABO LEMBRA...
José Azevedo




PRECÁRIOS; QUANTOS SÃO, QUANTOS SÃO!




BRAGA, 21 DE NOVEMBRO 2016 - DOIS ACONTECIMENTOS



1- REUNIÃO DO SE COM A DIREÇÃO DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL SCALA BRAGA;

2 - DEBATE DISTRITAL PROMOVIDO PELA ORDEM

1- O Sindicato dos Enfermeiros - SE foi recebido no Hospital Scala Braga pela Enfermeira Diretora,  Enfª Fátima Faria,
uma sua adjunta,Joana Cal;
 e uma jurista, Dr.ª Sara Costa.
A nossa questão era saber como foram celebrados os últimos contratos com os Enfermeiros, que o hospital admitiu recentemente.
Fomos informados pelo grupo que nos recebeu:
a) O horário de trabalho é de 40 horas semanais;
b) Os vencimentos são de 1020€€, para uns e de 1200€€, para outros;
c) A diferença de vencimentos deve-se à experiência profissional dos contratados;
d) A diferença salarial é feita por um processo de avaliação, cujos critérios são internos do Hospital. Destes critérios comprometeu-se a Direção de Enfermagem a dar-nos conhecimento, noutra reunião, que iremos agenda, para o efeito.

Este é um exemplo claro e concreto do crime que o governo está a cometer ao não permitir a contratação coletiva, para todos e não apenas para alguns.
Se os contratos de trabalho individuais emanam duma lei base com regras próprias, que os suporta, a não existência de ACT, CCT, AE, permite ao contratante o uso de mecanismo próprios, como é o caso, para permitir a diferenciação dos contratados - 1020€ e 1200€.
Ora, se a admissão se fundamente, no grau de experiência, avaliada por critérios, que de momento, desconhecemos, a Constituição da República Portuguesa (CRP) determina, no seu Art.º 59º que: «A trabalho igual tem de corresponder salário igual».
Sendo este um direito dos trabalhadores, o seu incumprimento permite o recurso para os tribunais.

Tínhamos por adquirido que o regime legal do Hospital Scala Braga é o da Parceria Público-Privada.
Porém, fomos informados que é, hoje, uma Sociedade Anónima (SA). Por isso temos de analisar as diferenças, se é que existem...
Satisfeita, desta forma, a nossa curiosidade, vamos passar à ação que é celebrar um Acordo de Empresa, que permita estabelecer regras legais que determinarão direitos e deveres dos Enfermeiros.
E se houve espaço para fazer um Acordo de Empresa (AE) com o Sindicato dos Médicos, não temos dúvidas que também vai ser possível haver espaço para celebrar um AE para com os Enfermeiros.
Que os interessados estejam atentos para nos ajudarem a criar regras adequadas, é o que lhes solicitamos.

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2 - À noite, participámos no debate promovido pela Ordem dos Enfermeiros na Biblioteca Craveiro da Silva, em Braga.

Faltou à chamada a convidada ARS Norte, facto que deixou muitas questões sem resposta segura e própria de quem tem de as fornecer.
Do representante da Ordem dos Médicos veio a leitura correta das causas das desgraças, que acontecem aos Enfermeiros, quando têm todas as condições para as superarem: o grau de divisão entre os Enfermeiros é tal que, enquanto não for resolvida esta situação, não há solução à vista.
Culpou os próprios Enfermeiros de não serem capazes de resistir aos divisionistas, que estão devidamente identificados, digo eu, comparando esta anomalia com o que aconteceu com os Médicos. Sendo as tendências sindicais dos Médicos, iguais às dos Enfermeiros, para a negociação dum série de 5 ACT, que já celebraram, constituíram uma mesa negocial única e o que é para uns é, também para outros.
Com os Enfermeiros dá-se um fenómeno caricato de prática de unicidade sindical, proibida por lei, aliás; a existência de duas mesas negociais, onde uns fingem que negoceiam e aos outros é distribuído o papel de observador.
Quem tem interesse nesta aberração e na sua manutenção?
Todos os que pretendem mão-de-obra barata nos Enfermeiros e os que apostam no "quanto pior melhor", para continuarem com discussões estéreis de que os Enfermeiros são as vítimas e para que conste que os Sindicatos não fazem nada, pelo que não vale a pena investir neles. 
A conjugação de esforços é coisa que até os burros compreendem. Já Aristóteles dizia há 2500 anos passados: «O homem é um animal social; quem não se associa ao outro, ou é um Deus, ou é uma Besta».
O objetivo fundamental é manter os Enfermeiros afastados dos seus legítimos direitos, que encarecem, obviamente o fornecimento de cuidados enfermeiros. E para facilitar a concorrência entre público e privado, impõe-se manter salários baixos no setor público, para serem ainda mais baixos, na concorrência do privado que precisa de dispor de Enfermeiros altamente qualificados, para, à custa do seu trabalho aumentar os lucros.
Ora os Enfermeiros não precisam de procurar muito, pois os divisionistas passam por eles todos os dias.
Nós apostamos na união de esforços, sem descareterizar as tendências sindicais de cada um, pois só desta forma conseguiremos abater os que nos dividem, fazendo de nós parvos, que não somos, de todo.
Classificamos o debate de enriquecedor pelos esclarecimentos úteis que proporcionou, não só durante o debate, como nas despedidas, dos participantes.

Com amizade,
José Azevedo

[NOTEM BEM: ESTE DOCUMENTO ACIMA REPRODUZIDO, FOI USADO ABUSIVAMENTE, TEM SIDO USADO ABUSIVAMENTE, PELO SEP, POIS DESTINAVA-SE A NEGOCIAR NUMA MESA CONJUNTA QUE O SEP NUNCA ACEITOU. O RESULTADO ESTÁ À VISTA  SE COMPARARMOS O ÊXITO DOS MÉDICOS, EM SITUAÇÕES SEMELHANTES, COM O INÊXITO REPETIDO E CONSTANTE DOS ENFERMEIROS.
POR CULPA DE QUEM?
QUEM É, AFINAL, QUE DIVIDE OS ENFERMEIROS?]

E.T. Foi, mais uma vez referido, pelo nosso Colega da Direção do SEP, ali presente, que assinámos o documento de princípios, que deu origem à nova configuração da(s) Carreira(s), por isso, também, éramos responsáveis, pela desgraça, que se abateu sobre os Enfermeiros: FP e CIT.
O que o Colega não sabia são as circunstâncias:
1 - Se os princípios são comuns destinavam-se a discuti-los numa mesa comum, respeitando-os cada uma das partes, que os assinou e não, em mesas separadas, como aconteceu:
2 - Depois de assinados, o Presidente do SEP deve lembrar-se, e disso devia informar os seus pares, que ainda a tinta das assinaturas não tinha secado, já nos estava a informar de que ia fazer plenários a nível nacional, para aprovação dos princípios, que deliberámos, em conjunto, sem nosso consentimento, nem participação, logo abusivamente, como é óbvio. Se isto não é uma farsa, tem todo o aspeto disso. Mas este esclarecimento, não é estar contra outro Sindicato da Classe; é esclarecer os antecedentes e evidenciar os autores, pois é disso,  que se trata. E amigos, como sempre.
3 - Como podiam os Sindicatos, SE e SIPE, que estiveram, na origem das carreiras do DL 305/81 e 437/91 concordar com o desmantelamento da estrutura das carreiras que criaram?
Não podiam estar de acordo, nem estão e, nunca estiveram. Esta é a prova real, da falsidade de qualquer tentiva de os culpar, na desgraça que nos impuseram, para favorecimento de alguns chegarem facilmente e depressa, a "principais", não obstante.
Não é isto claro como água cristalina!?
4 - Também deviam informar, quem não sabe, que sendo a Bastonária emérita, Augusta de Sousa, Presidente da Direção da sua, então, recente versão sindical do ex-Sindicato dos Enfermeiros do Sul e Ilhas - o SEP (criado em Julho de 1987), promoveu uma greve para impedir a publicação do DL 437/91, de cuja discussão prévia se alheou, para poder fundamentar a razão da greve, que decretou.
Estes são argumentos provados e registados e só os não entende, na sua essência, quem não os pode entender, ou não quer mesmo entendê-los, por razões mais que evidentes e que a prática atual demonstra.
Não afastem dos Sindicatos os Enfermeiros, com mentiras torpes. Ajudem-nos a captá-los para bem deles e da Classe a que pertencem!

Com amizade,
José Azevedo                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

domingo, 20 de novembro de 2016

QUEM PODE IR À MANIF. DE 18 DE NOVEMBRO, PERGUNTA-SE



A FRENTE COMUM DA FUNÇÃO PÚBLICA QUE A DECRETOU, ONDE MILITA E SE INTEGRA O "SEP", RESPONDE:

O protesto de 18 de novembro inclui todos os trabalhadores que compõem a Frente Comum, ou seja, todos os 35 sindicatos da administração pública.



[NB: A adesão a greves, no entanto, não requer filiação sindical.
Por outro lado, convém não esquecer que esta manifestação-greve é uma espécie de grito de revolta do era-e-não-é, a que está sujeito o PCP, e o seu ramo sindical, que se diz, ao lado dos trabalhadores, à sua maneira, claro está, mas que se compromete a contribuir para a aprovação de Orçamentos do Estado lesivos dos direitos desses mesmos trabalhadores, na Função Pública.
É muito lindo pôr balões no ar, para patego olhar de longe;
É muito bonito inventar utopias para alimentarem sonhos e lutas estéreis.
O problema é concretizá-las.
É este (S.M.O.) o real significado da manif. do dia 18, no qual o Porto e o Norte contribuiram com cerca de 200 (duzentos) funcionários manifestantes.
Como disse Melo Antunes (Major), no Grupo dos 9, «o PCP faz falta à democracia».
Mas não nestes papeis pouco coerentes, digo eu.

Os modernos antropólogos globais dizem que Deus é, simultaneamente, o Diabo.É Deus, quando está a nosso favor; é o Diabo, quando está contra nós. Eles lá sabem... (Até começaram a escrever Diabo com D).

É a teoria do sinergismo: 2 em 1, para potenciar energias contrárias, opostas.

Será que o PCP já adotou estes princípios sinérgico-ideológicos?

Responda quem souber!

Nós vamos até, onde a nossa vista e linguagem, nos permite.

A vaca voadora Antoniana ganhou uma asa direita, para voar, mas os trabalhadores perderam a asa esquerda coerente, com a sua (dela) ideologia, que romperam, para a lançarem às malvas.]

Com amizade,
José Azevedo

RENASCE A ESPERANÇA EM DIAS MELHORES PARA OS ENFERMEIROS




ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA.

Há indícios seguros de os Enfermeiros retomarem o rumo, no ponto, onde nos desviamos dele.
Quando se mexe nos alicerces duma organização, qualquer aragem, que passa, e passa, põe em perigo de ruir todo o conjunto, a cada momento. Motivar com desincentivos é impossível, ficou provado.
Quando se confunde, que a formação é somente, um meio, para aperfeiçoar métodos e pessoas e não um fim, em si mesmo, os efeitos são negativos e frustrantes.
Quando se quer chegar depressa a certos cargos e categorias, que exigem um grau de maturação necessária e suficiente, para desempenhá-los, eficazmente, só uma coisa, parecida com o milagre, pode dar à inexperiência e seus portadores a qualidade, que é necessária, para imprimir segurança e eficácia, no desempenho, com autoridade natural, de cargos e categorias exigentes.
Quando se transformam os concursos de seleção dos mais aptos, em oportunidades de assalto dos aventureiros oportunistas, que também têm direito à vida, mas não aquela; o resultado é o contrário do esperado e desejado, pois descarregam a responsabilidade própria, em fazer o que tem de ser feito, em terceiros, que são impróprios, para atingirem os objetivos, que as circunstâncias exigem. E a dinâmica duma carreira, como é a do Enfermeiro, definha e morre.
Depois, renascem as naturais carpideiras, em situações de morte, chorando perdas, vertendo lágrimas, que secam, à saída da fonte.
Finalmente, renasce a esperança, de se perceber, que não são os anúncios das reformas estéreis e vazias, porque inadequadas, que melhoram as situações, que se degradam, em cada dia, que passa.
A solução destes problemas está, claramente, em colocar as pessoas certas, em certos lugares, não dando possibilidades aos assaltantes, que só desmotivam e desincentivam os mais qualificados, que não têm quem lhes reconheça e valorize o mérito. (ver o pricípio de  Peter de Laurence  Peter, no fim deste apontamento)
Nos Enfermeiros, o desaparecimento do especialista da carreira, viveiro natural de desenvolvimento de saber teórico e prático, para a revitalização constante da Profissão, é a prova mais evidente de que, em determinado período da vida da Profissão, os oportunistas e aventureiros, ganharam uma certa vantagem, que não têm sabido usar, mas com isso, demonstram, claramente, o erro a que temos de pôr termo, para bem de tudo e de todos, no universo em que os Enfermeiros se movem e atuam.
Alguns, até costumam dizer que este discurso é ultrapassado e, como tal, não o entendem, de tão modernos, que são. Mas esta é uma forma natural de refletirem a sua falta de códigos, para o descodificarem; porque se os tivessem, perceberiam, quanto estão afastados do verdadeiro caminho, que temos de retomar, no ponto, onde se desviaram. É a teoria da tábua rasa, do ninguém nasce ensinado...
O Ministério da Saúde vai retomar a carreira dos administradores e, com isso, usar as suas capacidades, de forma harmoniosa, pois pôr o sapateiro, mesmo filho de boas famílias e portador de cunhas políticas atuais, a tocar rabecão, não é possível.
Aqui, está um sinal seguro e uma oportunidade soberana de valorizar as Chefias e Direções de Enfermagem, como lhes (aos administradores de carreira e escola) ensinou Coriolano Ferreira, cujo centenário se comemorou, há dias. Foi ele o fundador da escola de administração hospitalar. Ler os seus ensinamentos e experiência vale mais do que criar grupos de reformas do que se deformou.
As várias disciplinas, que enformam os cuidados a prestar aos que deles necessitam, têm de urgentemente, reconhecer, com a dose de humildade necessária, que os Enfermeiros ficam nos locais por onde eles passam. Essa natureza de permanência cria problemas e soluções, que só os Enfermeiros entendem e têm capacidade, para resolver. Esta responsabilidade não pode ser delegada, nem assaltada; brota naturalmente. Contrariar isto tem, como consequência, um dos males, provavelmente o maior, de que o Sistema sofre.
Refundar as carreiras, dando a cada um a possibilidade de desenvolver, nelas, as suas competências "indelegáveis", é o caminho mais seguro e curto, para garantir a vitalidade do Sistema e a sua sustentabilidade. Os que atacam esta verdade são os mesmos que a subvertem para eles próprios tirarem disso o seu proveito e proventos.
A propósito, esperamos, a todo o momento, ser convocados pelo Ministério da Saúde, para retomar as negociações, unilateralmente interrompidas, pelo Ministro das Finanças, que desconhece, que nem só de pão (leia-se números) vive o homem...
Já o Poeta Vilacondense, José Régio, dizia no seu "Canto Negro":
«Não sei por onde vou; não sei para onde vou; sei que não vou por aí!»
Com amizade,
José Azevedo
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Carreira de Administradores, renasce....

O Ministério da Saúde quer revitalizar a carreira dos administradores hospitalares que apesar de definida desde 1980 não tem sido aplicada no recrutamento, admissão e progressão dos profissionais habilitados.
Assim, e no sentido de promover a sua revisão a tutela criou um grupo de trabalho que terá como função a «análise, revisão e implementação da Carreira de Administração Hospitalar, no sentido de repor o seu funcionamento para os efeitos que estiveram na sua génese».
Segundo um despacho publicado no Diário da República, Teresa Sustelo, ex-presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC), coordenará os trabalhos da equipa que será ainda constituída por Manuela Fernanda da Mota Pinto, Emanuel José de Jesus Pereira Magalhães de Barros, Carlos Luís Neves Gante Ribeiro e ainda um elemento a indicar pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares.
O grupo de trabalho terá até ao último dia do ano para apresentar um relatório de avaliação da situação profissional dos administradores hospitalares, bem como das propostas que considere necessárias para a revisão e implementação da carreira.
link:
https://dre.pt/application/file/75729488

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O PRINCÍPIO DE PETER ENSINA A ATINGIR A MÁXIMA INCOMPETÊNCIA

PRINCÍPIO DE PETER <prima aqui>

E etc....