segunda-feira, 27 de março de 2017
O CONVITE DO SEP EM RESPOSTA AO CONVITE DA FENSE
ÚLTIMA HORA
Terminámos a reunião que reinicia as negociações de problemas dos Enfermeiros pendentes.
São 3 os grandes temas a serem negociados:
1 - Categorias profissionais, que definam uma hierarquia efectiva e não chefias de circunstância e/ou conveniência:
1.1 - diretor de serviço;
1.2 - director de departamento;
1.3 - director de instituição e ou região.
1.4 - Enfermeiro especialista.
2 - Horários de trabalho devem ser uniformes para cumprir o preceito constitucional "para trabalho igual, salário igual" como manda o art.º 59º da Constituição da República Portuguesa.
Temos de acabar os conflitos, aliás justificados, de no mesmo serviço haver 2 tipos de horários a dificultar a ação de quem tem de elaborar escalas.
3 - Revisão e adequação das remunerações, pois é sabido por todos, a começar pelos Enfermeiros, que estes são o grupo mais sacrificado nas funções públicas.
Nestes 3 grandes grupos teremos assuntos a melhorar, relacionados com cada um deles.
Finalmente, propusemos uma mesa negocial comum e quem recusar o convite, passa a observador, pois não é praticável, em pessoas de recta intenção, praticar o divisionarismo para negociar matérias de interesse e aplicação comuns no grande grupo Enfermeiro.
Demos como exemplo a Classe Médica que, tendo as mesmas tendências sindicais no seu seio, que enformam os Sindicatos Enfermeiros, têm uma só mesa negocial.
Este é um exemplo que deve ser praticado pelos e para com os Enfermeiros.
Quem rejeitar o convite passa ao estatuto de observador, para não perturbar as negociações de que os Enfermeiros tanto necessitam.
A bola está no campo do Ministério da Saúde e esperamos respostas a curto prazo.
Na próxima semana, daremos informações mais circunstanciadas, acerca destes títulos.
21/03/2017
CONVITE AO CONVITE<prima>
Após reunião em 22março2017
Acta da reunião SEP-MS 22março2017
NB: Não são elaboradas actas de reuniões no imediato, em reuniões com o governo, Ministério da Saúde, a não ser que haja um objetivo subjacente, que desconhecemos.
A greve decretada, como uma listagem de pequenos acertos, alguns já em marcha, pode ser uma das hipóteses deste cenário. (José Azevedo)
ACEITAÇÃO DO CONVITE<prima>
quinta-feira, 23 de março de 2017
SAIA UM "INTERLOCUTOR" PARA A MESA ABAIXO-O-VOUGA
AO QUE OS ENFERMEIROS CHEGARAM E AO QUE ESTÃO SUJEITOS!
Exmo Sr. Presidente
Dr. José Manuel Azenha Tereso
As Enfermeiras da UCSP- Águeda III propuseram o nome da Enfermeira X para o estranho cargo de "interlocutor", (presume-se que é uma espécie nova do leva-e-traz, na Enfermagem).
Porém, a senhora Coordenadora dos Médicos, Dr.ª Y, resolveu intrometer-se, abusivamente, neste assunto exclusivo dos Enfermeiros e anulou a indicação que o grupo fez e resolveu impor-lhes um Enfermeiro Z, sem curriculo, ao contrário da Enfª X, que detém currículo valioso.
Parece tratar-se do recurso ao célebre "Princípio de Peter".
Seja ou não, o CS dispõe duma Enfermeira Chefe, ao que nos informam, ausente por doença, FS, que nos termos do referido art.º106º supracitado; ninguém a pode substituir na área do CS, quanto a funções de chefia e direção de Enfermagem, a não ser por delegação da própria.
Ora, se "interlocutor" é uma máscara, para fingir de responsável pela equipa (sem o ser) e não abrange qualquer vestígio de superior hierárquico dos Enfermeiros; se é uma espécie do tal boletineiro, que transporta os boletins, em carta fechada, sem os ler, ao serviço da Senhora Coordenadora dos Médicos, sem qualquer interferência no comando dos Enfermeiros, é coisa que não nos preocupa, porque não invade a área da Enfermeira Chefe, detentora duma "categoria subsistente", intocável, como a lei determina.
Mas se por detrás da máscara se esconde a hierarquia, então as coisas mudam de figura, porque nem "interlocutor" é coisa decente, mesmo para máscara, porque até pode ser gago e complicar a intenção que presidiu a quem teve a ideia de batizar essa nulidade, nem a Coordenadora Médica pode interferir nos actos enfermeiros, pois que, para lá da receita, não há mais nada a ligar os dois grupos médico/enfermeiro.
Portanto, só a Enfermeira Chefe pode delegar as suas funções de chefia que são da sua responsabilidade.
Se não foi ela a escolher o responsável da chefia, (sem máscara), na sua ausência, em quem delega a sua função de chefia, sem deixar de ser responsável, por ela (função), como a lei determina, então solicitamos a V.E. mande rever o processo usado e anulá-lo, pois a Médica Coordenadora, não tem capacidade técnica nem legal para inventar estratagemas de comandar as "suas" Enfermeiras e vice-versa, dado o mal-estar, que a sua ingerência, em área alheia, está a provocar.
Antecipadamente gratos pela atenção que este assunto lhe vai merecer e com os melhores cumprimentos,
O Presidente da Direção do Sindicato dos Enfermeiros - SE,
José Azevedo
APOSENTAÇÕES E ANOS DE DESCONTO
APOSENTAÇÕES <prima>
NB: Dois aspectos a considerar:
1 - Não são estes os limites que queremos para os Enfermeiros que nunca começam a trabalhar antes dos 20 e tantos anos, que somados aos 45 anos de contribuição lá vamos cair nos máximos.
2 - O trabalho por turnos tem de ter compensações, não só para alguns mas para todos os que praticam.
Esta é uma das medidas que parece que é mas não é...
Finalmente, defendemos que a Enfermagem é uma profissão exercida por um corpo especial que requer uma carreira e negociação especial que se adeque à dureza do trabalho que os Enfermeiros desenvolvem.
As insensibilidades de políticos pouco informados do seu papel, os tais que meteram os Enfermeiros na vala comum, no governo socrático, sem que os seguintes tenham corrigido essa maldade que atingiu os Enfermeiros, têm de ser destruídas, dadas as desvantagens que ocasionam nos Enfermeiros, que, em vez de terem tolerâncias para as condições do seu exercício difícil, têm agravamento.
E tudo isto, apesar de serem os socráticos a colocarem no simulacro de "carreira", com que nos castigaram, que o exercício da Enfermagem tem o grau 3 de complexidade.
Não obstante, isso não significa nada de nada. è só para impressionar...
Com amizade,
José Azevedo
quarta-feira, 22 de março de 2017
ERS - CONSELHO CONSULTIVO
À FRENTE DESTA PLACA SENTOU-SE O PRESIDENTE DA DIREÇÃO DO SINDICATO DOS ENFERMEIROS - SE, QUE PASSOU A INTEGRAR O CONSELHO CONSULTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (ERS).
O relatório, em análise e aprovação, em 17 de Março de 2017, merece ser tido na devida conta, pois revela o esforço, que esta Entidade tem feito, para evitar que males maiores nos atinjam, naquilo que somos e fazemos, em prole da saúde e da doença.
A nova Administração tem projetos muito concretos para agilizar a instituição "Ente Regulador", título que sugeri, para fugir à abstração dos substantivos terminados em "ade" em Entid(ade), pois a ele/ela compete fazer as regras, que, no seu âmbito, devem ser as necessárias, para atingir os objectivos, que determinaram a criação deste "Ente Regulador".
Da nossa parte terá todo o apoio que o nosso melhor conseguir dar, para bem da saúde e da doença.
José Azevedo
terça-feira, 21 de março de 2017
INTERLOCUTOR
Não sei quem foi o/idiota que se lembrou de usar este termo "interlocutor" para "hierarquizar" os Enfermeiros.
Mas hierarquizar o quê?
É nesta esterqueira que se transformaram as hierarquias da Enfermagem: uma espécie de blotineiros a servir de leva recados da patroa para os servidores e destes para a patroa.
Mas isto não é o mais importante e significativo.
Mais importante é os Enfermeiros aceitarem uma não-hierarquia, como a que esta palavra exprime.
E atuarem de acordo com o inventor do INTERLOCUTOR OU LEVA-E-TRAZ.
Vamos ter de agir energicamente para restituir a dignidade à Classe, pois é a dignidade profissional, que está aviltada.
E tão culpado é o que a criou como que a aceita.
Este paradoxo de ser e não ser ao mesmo tempo, é um sintoma completo dos erros que alguns Enfermeiros estão a tolerar.
O método é por nós, totalmente, reprovável e tudo faremos do muito que está ao nosso alcance para fazer pagar aos autores do interlocutor a ideia besta que tiveram.
Com amizade,
José Azevedo
ÚLTIMA HORA
ÚLTIMA HORA
Terminámos a reunião que reinicia as negociações de problemas dos Enfermeiros pendentes.
São 3 os grandes temas a serem negociados:
1 - Categorias profissionais, que definam uma hierarquia efectiva e não chefias de circunstância e/ou conveniência:
1.1 - diretor de serviço;
1.2 - director de departamento;
1.3 - director de instituição e ou região.
1.4 - Enfermeiro especialista.
2 - Horários de trabalho devem ser uniformes para cumprir o preceito constitucional "para trabalho igual, salário igual" como manda o art.º 59º da Constituição da República Portuguesa.
Temos de acabar os conflitos, aliás justificados, de no mesmo serviço haver 2 tipos de horários a dificultar a ação de quem tem de elaborar escalas.
3 - Revisão e adequação das remunerações, pois é sabido por todos, a começar pelos Enfermeiros, que estes são o grupo mais sacrificado nas funções públicas.
Nestes 3 grandes grupos teremos assuntos a melhorar, relacionados com cada um deles.
Finalmente, propusemos uma mesa negocial comum e quem recusar o convite, passa a observador, pois não é praticável, em pessoas de recta intenção, praticar o divisionarismo para negociar matérias de interesse e aplicação comuns no grande grupo Enfermeiro.
Demos como exemplo a Classe Médica que, tendo as mesmas tendências sindicais no seu seio, que enformam os Sindicatos Enfermeiros, têm uma só mesa negocial.
Este é um exemplo que deve ser praticado pelos e para com os Enfermeiros.
Quem rejeitar o convite passa ao estatuto de observador, para não perturbar as negociações de que os Enfermeiros tanto necessitam.
A bola está no campo do Ministério da Saúde e esperamos respostas a curto prazo.
Na próxima semana, daremos informações mais circunstanciadas, acerca destes títulos.
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