domingo, 23 de abril de 2017

PRÉ-AVISO DE GREVE MÉDICA E SEGUE-SE O NOSSO SE ATÉ 26 DO CORRENTE NÃO HOUVER O SIM


NOTEM BEM: Os Médicos têm uma razão para a greve;
Os Enfermeiros, numa contagem apressada: têm, pelo menos, 50 razões.



PRÉ-AVISO GREVE MÉDICA A QUE SEGUE O NOSSO se o sim... <prima>

MAIS UM ABUSO DE PODER DE COORDENADORA DE UCSP

Exmo. Sr. Diretor Executivo do ACeS Baixo Vouga

A Coordenadora médica da UCSP Águeda III, movida por influências estranhas, que seria útil V.E. indagar, abusou dos poderes que detém, bem poucos, aliás, e nomeou uma figura sinistra para uma coisa a que chamou INTERLOCUTOR, apeando descaradamente, uma Enfermeira, à altura da coordenação, e de acordo com as normas, de ser coordenadora das Enfermeiras, da referida UCSP.O seu tamanho e competência ensombram a coordenadora Médica, como a atitude desta claramente evidencia.
Como nada, na lei lhe permite tomar tal atitude, mesmo que tenha sido influenciada por um grupo de médicos visionários, que andam por aí, a convencer as colegas coordenadoras de UCSP, que as Enfermeiras vão passar a depender direta e indiretamente dos Médicos, convém mandar repor a situação, que é a de manter a Enfermeira P.S. como coordenadora, para mantermos as coisas serenas, na dita UCSP, encaminhando o Enfermeiro, que aceitou ser INTERLOCUTOR, vexame da hierarquia enfermeira, para o Conselho de Disciplina da Ordem dos Enfermeiros, para saber os deveres que tem para com os colegas, que não se anulam com combinas médicas.
Estão violadas as competências da Enf.ª Diretora que é a Vogal do Conselho Clínico, como V.E.sabe muito bem e, sendo a ela que compete dirigir, hierarquicamente, toda a Enfermagem do ACES a referida coordenadora Médica de Médicos, e só, encontrou um Enfermeiro ignaro dos seus deveres profissionais e, como maneirinho e jeitoso, aceitou o POMPOSO CARGO DE INTERLOCUTOR, uma espécie de "c...", criada para o efeito, e que voga sobre as ondas do Vouga, rio abaixo. E pensava, com este peso pessoal e profissional chefiar colegas, que o não aceitam, entre outras razões, por ser escolhido pela dita coordenadora Médica, devido à sua inexperiência. E se a sua curiosidade for bastante e for útil para sua ligação interlocutora, esclarecemo-lo, pessoalmente.
Se a situação não for reposta de imediato, (do que nos deve ser dado conhecimento escrito, por V.E. para os devidos efeitos), incluindo um pedido de desculpas à ofendida e à Diretora Enfermeira, teremos de propor aos Enfermeiros da UCSP uma ação de desagravo, como uma greve, para impor respeito por eles, como o exige o comportamento reprovável, a corrigir, exemplarmente, desta Médica e, eventualmente outras, para com os seus Colegas Enfermeiros, licenciados como elas, ou mais (caso dos Mestres), de que o caso presente, é exemplo elucidativo!
 Aguardando resposta, em tempo útil, e com os nossos respeitosos cumprimentos,
p'Direção do Sindicato dos Enfermeiros - SE
José Azevedo

NB: SÃO EXEMPLOS DESTES, OS DE PESSOAS COM POUCA ROUPA, QUE TORNAM O MÉTODO DAS USF AINDA MAIS PERVERSO E HEDIONDO, PARECENDO QUE O SEU FIM É DAR LUZ E BRILHO AOS POUCA-ROUPA, PROFISSIONAL, ENTENDA-SE.
VÃO PARA ESTAS LUTAS NUS DE TODO...
José Azevedo

sexta-feira, 21 de abril de 2017

JADISSE É O GIRASSOL DISFARÇADO DE VIRGEM PURA









POR QUE PAGA TANTOS IMPOSTOS O GIRASSOL?

Porque seguir o sol, que o ilumina, tem as suas exigências e uma delas é retribuir um pouco dos muitos milhões de €€€€ que ganha nos serviços jurídicos que presta ao Estado, onde há muitos juristas muitíssimo melhores do que os soldados deste herdeiro das lágrimas da infeliz Inês de Castro.
Querem um exemplo?
Quando fui diretor enfermeiro do CA do HSJoão, o Sr .Tato, presidente do CA do Hospital, para que foi nomeado pelo PSD, contratou os serviços jurídicos dos vários gabinetes deste Jadisse.
Em Maio de 2005, o famigerado Correia de Campos recebeu ordens do PS, a que é muito obediente, sem pensar, para destituir o Conselho, de que fiz parte, para nomear em substituição o "lobi gay", que chegou a ser o modelo ideal de Paulo Macedo, então ministro da saúde.
Pois, foi em meados de Abril, que o gabinete sucursal do girassol, com vistas para a Avenida da Boavista, recebeu a impugnação de um concurso de chefes (15 vagas), que sempre esteve certo como a 5 impugnação e decisão do tribunal veio demonstrar ao fazer regressar o concurso às origens, ponto da situação actual.
Mas teria resolvido logo o problemas em Abril - Maio de 2005, se, como era dever do gabinenete avençado do Jadisse, por militante do PSD, tivesse feito chegar ao diretor enfermeiro, eu próprio, o pedido de contra-alegação, em tempo útil.
Como isso não foi feito, sacrificaram os concursados a repetir exames, farsa, para meter enfermeiros de linha comunista ou fictício-comunista no concurso e excluirem os incómodos.
Foi a incapacidade e desonestidade do gabinete sucursal deste Jadisse, que traiu os Enfermeiros concursados e impediu de eu ensinar misericordiamente os ignorantes tendenciosos, respondendo com as contra alegações que me competia elaborar e me impediu. E não basta pedir desculpa da burrice.
Como pensa que PPC não lhe vai ser útil, nos tempos próximos e como, na sequência do sol vai girando para apanhar os raios úteis, de frente, vai precisar de aumentar os seus impostos, como devolução duma percentagem ao Estado, onde está a vaca voadora da geringonça, alimentadora de mamões.
É esta vestal que do seu altar emite o oráculo, que ninguém lhe pediu: Pedro Passos Coelho está morto e sou eu, pitonisa de Apolo, que tenho de lho dizer, porque os humanos mortais não querem correr esse risco.
Além disso, quem os ilumina é o Costa, que sabe como a vida custa.
Regressado da India, onde foi garantir o fornecimento de elefantes com que vai alimentar os seus parceiros da coisa geringonça, porque estão a engolir mais e mais depressa do que seria de esperar; assiste deleitado a estes gestos e movimentos virginais desta vestal, que, até cospe, de forma imprópria de vestal, no prato que a alimentou, para receber novos contratos que lhe aumentem os impostos de exigência fiscal terrena. No Olimpo, onde mora, não há disso.
São estes puros visionários, que os jornais recrutam, que tornam a política mal cheirosa, para quem não gostar de merda.
Com amizade,
José Azevedo

GENERALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO; AOS ENFS TENDENCIA SEP


INFORMAÇÃO AOS ENFERMEIROS DA TENDÊNCIA SEP <prima>

É SÓ MEDICINA CIÊNCIA SARAMPO



É SÓ CIENCIA <prima>

NB: A ciência só existe quando há conhecimento científico;
E o conhecimento científico é o que é UNIVERSAL e NECESSÁRIO.

Tolera-se que a medicina escolha as melhores hipóteses de dar garantias do que faz de modo a entrar no campo da infalibilidade, produto desnecessário porque os bacocos acreditam, mesmo sem saberem o que é ciência.
É um mau trabalho considerar a medicina uma ciência, que apenas busca suplementos científicos de outras ciências. Mas isso não lhe confere a categoria de ciência, em si.
Sejamos honestos e autênticos; certo, correcto!?.
Perguntas incómodas:
1 - Quanto recebeu o jornalista denunciador e quem lhe pagou o trabalho?
2 - Quem deu o tiro no Médico Jeffrey Bradstreet: foi o próprio ou alguém que estava a ser prejudicado com as suas teorias antivacinais?
3 - Tinha água nos alvéolos pulmonares, ou não, para sabermos se estava morto antes de se "afogar", ou se já não precisava de respirar, quando caiu à água?

O alarido que se está a fazer, acerca da vacina do sarampo, com o rótulo anti-pânico, na lombada, em Portugal, lembra os excedentes das vacinas da gripe, do ministério de Aninhas Jorge, hoje directora de Departamento de Educação (DEP), criado, por nós, no tempo em que os animais falavam,  para actualização de Enfermeiros.
O DGS dizia, na AR aos Deputados atentos: «A epidemia vai chegar, se não for esta, será outra...».
Aqui chegados, o puto que descobriu que o "rei ia nu", pergunto se é esta é porque já cá está, não é sr. DGS?
Que justificação vão dar, quando descobrirem, finalmente, a causa de morte da jovem de 17 anos, que morreu de pneumonia dupla, coisa que costuma acontecer com frequência, aos velhos, no inverno, e aos imunodefientes, em qualquer época do ano?
Quem se lembra, ainda, do azeite espanhol, que diziam trazer óleo mineral à mistura (aliás mais caro que o azeite), ser causa de morte de alguns personagens públicos, com pneumonia dupla?

Isto prova indubitavelmente que o ser humano é único, pessoa, indevíduo-indiviso composto de alma e corpo e mais qualquer coisa, que é o espírito. Da alma, anda o Dr. Castro Caldas à procura, como publicou a revista "VISÃO".
Os avanços da medicina têm, sempre, a condicioná-los a possibilidade de o doente colaborar ou não. Quando não colabora, morre.

José Azevedo

MAIS CIÊNCIA <prima>

SARAMPO VOLTOU<prima>

PARAFUSOS NA COLUNA AGORA + FÁCIL <prima>

quinta-feira, 20 de abril de 2017

A PARENTALIDADE, NA ENFERMAGEM



É do nosso Sindicato a honra e o mérito de, em conjunto com a Liga da Profilaxia Social, Associação de que somos sócios, termos conseguido demover o Salazar e seus ministros a terminarem com o estigma de as Enfermeiras poderem ter filhos (o aborto era ilegal), mas não poderem casar e trabalhar, como casadas, em Hospitais públicos.
Estávamos na década de 1950. Esse ferrete acabou, quando foi inaugurado o Hospital de São João.
Curiosa e vergonhosamente, a mentalidade salazarenta perdura, na mente dos maus administradores que temos, sejam Enfermeiros ou outros.
Acresce a circunstância de, no contexto atual, haver mulheres a tentarem ser homens e os vice-versa, a tentarem ocupar as vagas deixadas por estas, a propagação das espécie anda muito por baixo, pois a Natureza não segue as liberdades, que a contrariam.
Apesar dessas excepções, a regra é que as Enfermeiras normais querem constituir família e fazer jus à sua condição feminina.
É, aqui, que começam as dificualdades, que os cálculos mal feitos, por administradores medíocres, proporcionam.
Mas vão ter de abolir do meio hospitalar a ideia de negar o direito à Mulher Enfermeira de ser Mãe.
É nesta conjuntura que a Mulher atinge a sua máxima dignidade, que nenhum eunuco pode contrariar.
A tendência é para a mente salazarista: as Enfermeiras podem ter filhos, mas que os aturem, porque o Estado Português, laico e republicano, não lhes reconhece os direitos da maternidade.
E os políticos não se envergonham desta sem-vergonha, porque se não há vergonha esta, não pode influenciar os mais débeis É, neste ponto, que reentra o nosso Sindicato dos Enfermeiros, como em 1959, a impor todos os direitos que a maternidade confere às Mães Enfermeiras.
Não sou a favor, nem perito, em complexos de Édipo, mal enquadrados, pois ele casou com a Jocasta sem saber, que era sua mãe, o que nada tem a ver com os mamões conscientes, note-se.
Todavia, não vamos perimitir que os abusos, à lei da parentalidade, façam carreira, nos hospitais públicos.
O que é mais espantoso é os humanistas Enfermeiros/as, em nome dos economicismos das más administrações, que poupam na farinha o que gastam no farelo, para porcos, se deixarem enrolar nestas praxes.
Ao ataque às práticas desumanas, de má memória.

Mas com amizade e comiseração, porque o erro, também é muito humano e ninguém, senão Ele, é perfeito,
José Azevedo

quarta-feira, 19 de abril de 2017

ENFERMEIROS INEM IMPUGNAM



Boa tarde,

A presente denúncia vem na sequência do concurso com a referência ENF-INEM 01/2015, para ocupação de 80 postos de trabalho da carreira especial de enfermagem, na categoria de enfermeiro, do mapa de pessoal do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM, I. P.), publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 206, de 21 de Outubro de 2015, através do aviso n.º 12119/2015, com a alteração introduzida pelo Aviso (Extracto) n.º 9499/2016 publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 146, de 1 de agosto de 2016.

No seguimento deste procedimento concursal comum, e depois da publicação da listagem de ordenação final, homologada a 2 de Novembro de 2016 pelo presidente do conselho directivo do INEM, em meados do mês de Dezembro foram contactados, de forma ordenada, elementos dessa listagem com vista ao preenchimento de 20 vagas: desse contacto o último da lista a aceitar colocação nesta primeira remessa de 20 enfermeiros estava colocado na posição 56 da lista de ordenação final.

No passado dia 15 de Abril, foram contactados por email, 80 candidatos da listagem de ordenação final para se apresentarem no dia 21 de Abril para novo processo de selecção de locais de trabalho. Nesse dia apresentaram-se os candidatos seriados do número 1 ao número 80, incluindo aqueles que já tinham sido contactados em Dezembro, que já tinham assinado contrato de trabalho e que já tinha ultrapassado o período experimental, ou seja, já eram funcionários da “casa” mas mesmo assim, tiveram de ser sujeitos ao “crivo” de um novo processo de escolha de vagas.

Isto é de uma tamanha injustiça e motivo de revolta inqualificáveis.

Mas há mais:

Segundo a Portaria n.º 250/2014 de 28 de Novembro, segundo a qual se rege o presente procedimento concursal comum, na alínea a) do número 4 do artigo 29º, não podem ser recrutados candidatos que, apesar de aprovados e ordenados na lista unitária de ordenação final se recusem o recrutamento.
Ou seja, mesmo que tivesse havido um segundo contacto no decorrente mês de Abril com vista ao preenchimento das restantes 60 vagas que faltavam preencher, a primeira pessoa a ser contactada seria aquela que estava colocada na posição 57!!!

Isto demonstra posições de favorecimento e sinais graves de corrupção evidentes, quando falamos, por exemplo, de enfermeiros que são coordenadores regionais mas que não são funcionários do INEM (nomeadamente na delegação regional Norte) que são candidatos neste procedimento concursal comum, recusaram a vaga proposta em Dezembro, por talvez não lhe ser desfavorável, e agora, são favorecidos, tendo uma segunda oportunidade de escolha à frente de muitos candidatos que durante todo o processo cumpriram aquilo que estava acordado.

É um caso clamoroso de favorecimento numa instituição pública!!!

A acompanhar esta denúncia, foram feitas exposições à ACSS (entidade responsável pela monitorização dos concursos para profissionais no SNS) e ao Provedor de Justiça.

Esperamos que com esta denúncia a verdade possa ser esclarecida e que se faça justiça. 
 28/04/2017