sexta-feira, 27 de setembro de 2013

É PRECISO IMPRIMIR MAIS RAPIDEZ E SEM POEIRA


NB:
Mas há uma pequena diferença: os reparos que fizemos ainda não foram reparados.
A harmonia do sistema exige que se respeite a lei, pois não há, sequer necessidade de a transgredir, por carência de efectivos para as várias chefias.
 
Por outro lado; denunciar outra actividade liberal da profissão de Enfermeiro, não é conceder a qualquer governante ou dirigente o direito de a impedir.
Estamos a ver que a Constituição existe e as deliberações inconstitucionais também.

MAIS REFLEXÃO

Enf. Germano Couto – Candidato ao EFN, para fugir de Portugal ?
Não há dúvidas que o actual Bastonário continua espantar os Enfermeiros. Nem sempre pelos melhores motivos! O Bastonário da Ordem dos Enfermeiros tem já um acumular de casos que teriam levado a uma pessoa com bom senso a DEMITIR-Se de forma irrevogável ! A polémica mais recente será esta candidatura surpresa ao EFN. Mas este é apenas um pequeno exemplo dos muitos que se seguem, partilhamos apenas os mais recentes.

Exemplo 1 - Candidato ao EFN- European Federation of Nurses

Partilhamos o Vídeo falado em bom Inglês e como um bom político deve fazê-lo ! !!
http://www.youtube.com/watch?v=qYtCKO9ahHg

O que está aqui em causa é o facto de esta candidatura ter sido feita sem que se comunique o facto internamente em Portugal!
No site da Ordem nada é anunciado e chegamos mesmo a anunciar que alguns elementos da actual lista da Ordem desconheciam este facto ! Curioso !

Exemplo 2-Espaço Social do Enfermeiro

Mais uma vez o Actual Bastonário surpreende, a Ordem dos Enfermeiros tem dinheiro para investir em parceria com a Câmara Municipal de Barcelos e Junta de Freguesia de Paradela.
Para tal projetou o Espaço Social do Enfermeiro, em suma teremos um investimento estimado de 5 milhões de euros, sendo que o Espaço Social do Enfermeiros deverá entrar em funcionamento dentro de três a quatro anos

Exemplo 3- Apoio Directo da candidatura do Dr. Manuel Pizarro

Acho que uma imagem vale mais que mil palavras. Recordo que até à data o Actual Bastonário não se desculpou deste incidente!

Exemplo 4- Aumento de Quotas para 10 Euros e o MDP

Recorde-se que este aumento de quotas na Ordem dos Enfermeiros, para um total de 10 euros teve o intuito de conferir sustentabilidade financeira à instituição, face aos gastos previsíveis com a implementação do Modelo de Desenvolvimento Profissional .
Passou já muito tempo e ninguém ouve a Ordem dos Enfermeiros sequer falar do Modelo de Desenvolvimento Profissional!

Exemplo 5- Pacotes de Açucar

Para que não fiquem com um trago a azedo na boca deixamos esta notícia para o Fim . Perante um clima de agitação profisisonal perante um possível aumento de horário para as 40 horas . Esta Ordem desafia o Enfermeiro Desempregado, Precário e desalentado a procurar os 10 pacotes de açúcar que comemoram os 15 anos da Ordem dos Enfermeiros

Urgente uma Auditoria às Contas da Ordem dos Enfermeiros

Com todos estes exemplos somos inclinados a pedir aos ENFERMEIROS que estejam presentes na aprovação de contas da Ordem dos Enfermeiros, pois estamos a saque !

NB: Depois, já é agora, não digam que não vos avisei

PARA REFLEXÃO

Aqui e acolá, tenho lido umas opiniões desproporcionadas (que rima com encomendadas) sobre assuntos relevantes da Enfermagem.
Desta vez li no homólogo Cogitare algo que me faz questionar se vivemos a mesma realidade ou - no mínimo - no mes...mo mundo, se lemos as mesmas notícias ou mesmo até se partilhamos a mesma profissão.
Por lá, tudo é estranho e esquisito no que respeita a Ordem e extraordinário no que diz respeito a um sindicato em particular - o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

Logo à partida o Bastonário Germano Couto é o culpado de tudo. Até dos erros, ineficácia e subtracção de inteligência do SEP. Eu diria mesmo que o Bastonário é culpado da minha flictena no hálux esquerdo - eu, DE, sou Enfermeiro. Ele é Bastonário. A Ordem tem como atribuição (não só!) defender e promover a dignidade da classe. Logo, ter flictenas não é digno e, perante tal facto, só vislumbro um culpado: Enf. Germano Couto. Portanto, há aqui, como se pode constatar um encadeamento lógico de ideias.

Vai e não vai, o SEP vai sacundindo a água do capote para os lados. Os colegas, compreensivelmente desesperados e impotentes, criam expectativas sobre uma possível ajuda, venha ela de onde vier (mesmo de onde não pode legalmente vir) - da Ordem, por exemplo.

A culpa do (possível) alargamento dos horários para 40 horas semanais é da Ordem?! Ora bem, enquadremos a questão. Isto é um problema sobre trabalho, logo sindical, mas, reitero, sobre trabalho.
Os dois líderes do SEP trabalharam na vida toda 9 anos - os dois somados! O Enf. J C Martins exerceu 4 anos e a Enf. Guadalupe Simões, 5 anos. É complicado fazer sindicalismo quando não se trabalha, quando não se experiencia/vive a realidade das problemas ou mesmo quando não se sente na pele as respectivas consequências.

Há cerca de 10 anos começou a proliferar a implementação dos horários de trabalho com 40 horas! Viram o SEP?! Eu não.
Passada um década chegam à mesa do Ministro da Saúde com argumentos facilmente rebatíveis e desmontáveis. Há quase 10 mil Enfermeiros nesta situação e nunca vi o SEP muito preocupado. Quer dizer, preocupado estava, mas era com outras coisas sem interesse absolutamente algum! Muitas vezes, em prejuízo dos Enfermeiros. Os Enfermeiros, sócios do SEP, pagam quotas para quê?! O SEP é uma associação privada que visa defender os interesses dos seus associados.

Recordam-se do diferendo que opôs o Hospital de Braga aos Enfermeiros do Bloco Operatório?
O Sindicato dos Enfermeiros (o do Enf. José Azevedo!), lançou um pré-aviso de greve por tempo indeterminado no Bloco Operatório e conduziu o processo com elevada astúcia sindical.
Resultado? O grupo Mello cedeu e os Enfermeiros conseguiram um acordo muito bom. Às vezes penso... se tivesse sido o SEP, a esta hora ainda andavam lá com bandeirolas e apitos!

Retomando o raciocínio: hoje em dia, nas mesmas equipas temos uma amálgama de horários e de salários, todos diferentes, todos miseráveis. A culpa é da Ordem?!

A Ordem dos Enfermeiros, nesta matéria, deixou a sua posição bem clara, aqui (diga-se, com argumentos bem mais adequados e estruturados que o SEP)

Germano Couto, Manuel Pizarro e a linda carreira de Enfermagem.

Com os Enfermeiros a viver uma situação muito preocupante e lamentável, a preocupação do SEP e de alguns Enfermeiros é... o Germano Couto apoia o Manuel Pizarro, o tal suposto coveiro da Enfermagem que se vangloriava de comer Enfermeiros ao pequeno-almoço?
Em primeiro, se o Manuel Pizarro "come" Enfermeiros logo nas primeiras horas matutinas é lá com ele. Eu acho indigesto, mas há gostos para tudo. Se o Germano Couto, apoia ou não o Manuel Pizarro para a Câmara Municipal do Porto (que até apresenta Enfermeiros para Vereadores), é lá com ele. Se o fará nunca usará o apoio da Ordem. No entanto, percorrendo o site oficial da candidatura do Manuel Pizarro, não consta nenhum Germano Couto em qualquer comissão.

Em segundo, se foi coveiro ou não, há algo a considerar: nunca nenhum agente política deu, fosse o que fosse, de mão beijada ao Enfermeiros. A classe sempre teve de lutar pela justiça, aspirações e exigências. Recordo, no entanto, que na negociação da carreira de Enfermagem, quando os Enfermeiros exigiam 1500 euros mensais em início de carreira, o então Secretário de Estado, Manuel Pizarro ofereceu 1407 euros e o SEP trouxe para casa 1201 euros!!!! Incrível como um Sindicato ainda consegue menos do que o oferecido pelo Governo! É obra!

Como é lógico, tal deveu-se à falta de estratégia do SEP (os esquecidos podem ler isto). Mas há mais! O SEP, ávido pela glória das negociações (que se revelaram um dos maiores desastres de sempre), mandatou o seu advogado a exigir a separação das mesas negociais. Portanto: SEP para um lado, inteligência do Azevedo/Correia para outro e o Governo a esfregar as mãos de contentamento!

Espaço social do Enfermeiro.

Em poucas palavras, relembro que este espaço sempre foi uma aspiração da Ordem dos Enfermeiros. Quando a Ordem dos Médicos inaugurou o deles (sim, este tipo de estruturas tem paridade noutras Ordens!), convidou a Bastonária Maria Augusta de Sousa que, por sua vez, ficou deslumbrada pela pertinência de tal iniciativa. Todavia, a desorganizada Ordem de então nunca apresentou capacidade necessária para a consecução do projecto.
O Bastonário Germano Couto fê-lo. A custo zero (!!), conseguiu um espaço para erguer o tal projecto. No entanto, parece que a localização incomoda os anti-Germanistas (aqueles que só da oposição por nenhum motivo justificativo; apenas só porque lhes mexeram no quintal e nas passeatas...).

Localização. "Porque é que é no sítio A e não é no B"? "Porque é que é no sítio B e não é no C"? O argumento é circular.
Caros colegas, pela minha vontade era à porta de minha casa, mas não pode ser. Obviamente, a escolha recaiu pela força do preço mais barato.

Bastonário Germano Couto, candidato à Federação Europeia de Enfermeiros.

Se Portugal receia a difusão dos preocupantes "problemas europeus", Portugal precisa de ter um papel activo. Como tal, o que há melhor do que o "chefe dos chefes" ser o nosso Bastonário?!
Só quem não tem qualquer visão estratégia é que não compreende esta medida em toda a sua extensão.
Se o Bastonário comunicou o facto ontem, hoje ou amanhã, é, sinceramente, o que menos me preocupa, tendo em conta o contexto.
O SEP, por exemplo, reúne com o Ministério e nem dá cavaco algum. Nem ontem, hoje ou amanhã.
Apoio totalmente a candidatura do Enf. Germano Couto!

Pacotes de açúcar comemorativos da Ordem dos Enfermeiros.

Se a Ordem faz, é porque faz. Se tem, é por que tem. Se a Ordem não faz, é porque não faz. Se a Ordem não tem, é porque não tem. A mensagem passará, com certeza.
É para adoçar a boca pelos constantes amargos de boca que o SEP nos traz!

Quotas e Modelo de Desenvolvimento Profissional (MDP).

O aumento (para 10 euros mensais) foi imposto pela anterior Ordem e o MDP avança à medida que o poder político permite.
Neste momento, a sobrevivência económica de Portugal parece ser a prioridade das prioridades, o que relega para segundo plano tudo o resto, até porque simplesmente não há... dinheiro.
O Enf. Germano Couto herdou o problema há um ano e meio, mas o problema já se arrastava anteriormente há mais tempo. Mas relembro este comunicado: "Novo MDP a 1 de Janeiro se existirem condições para o aplicar"!
Ver mais
 
NB Para quem quiser reflectir sobre estas coisas aqui deixamos o texto que nos enviaram, sem dizer quem é o autor.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

NOTÍCIAS PARA OS INTERESSADOS


PROVIDÊNCIA CAUTELAR




INFORMAÇÃO AOS ENFERMEIROS



Assunto: accionamento e entrega de providencia cautelar para suspensão de aplicação do horário de 40 horas de trabalho semanal aos enfermeiros como previsto na lei número 68/2013 de 29 de agosto.



1-      Os Sindicato Independente Profissionais de Enfermagem SIPE e Sindicato dos Enfermeiros -  SE informam que aos dias 18 de Setembro de 2013 entregaram no Tribunal Administrativo Providencia Cautelar contra a aplicação do horário de trabalho semanal de 40 horas previsto na Lei nº. 68/2013 de 29 de Agosto.


2-     Para além do Tribunal Administrativo recorremos também ao Provedor de Justiça e Procuradoria Geral da República.


3-     A nossa Providencia Cautelar abrange apenas os sócios do Sindicato Independente Profissionais de Enfermagem – SIPE e Sindicato dois Enfermeiros – SE.


4-     Por motivos de transparência informamos que as petições públicas/ baixo -assinados não consubstanciam quadro jurídico de interesse para a Providência Cautelar.


5-     Para mais informação contactar: 

          SIPE -  707454545
          SE –    707204040


Coimbra, 25 de Setembro de 2013

                                 





A PETIÇÃO E OS INSULTOS




NB: Esta Nota Breve, não é tão breve, como gostaríamos que fosse, porque algo que os Enfermeiros precisam de saber.
1 - Aqui não se aceitam lições dos que sabem mais, [há tantos...],mas aceitamos, de bom grado e braços abertos, as lições de quem tenha feito melhor!

2 - Disponibilizámo-nos para ajudar aqueles que nos criticam, não por nós, que temos o nosso rumo e ritmo bem definidos, para fazer um texto menos sujeira do que o que foi publicitado e que se reproduz, para que se possa meditar sobre o que os voluntariosos lutadores querem demonstrar, nesta hora difíl para a Enfermagem, a 24ª, que é a última, antes da 25ª, que vem depois da última. E vai surgir, inevitavelmente, como o demonstram estes pequenos gestos, que nos lembram os gafnaotos, que pino do calor saltitam à nossa frente, para que reparemos neles. Nós sabemos que existis para os fins em vista.
Mas desculpem-nos: não conseguem desviar-nos do rumo da vitória, com sinais evidentes {onde se inclui o vosso}.

3 - Há em muitos Enfermeiros a ideia errada de Sindicato, porque não têm a formação, que lhe é filtrada, a partir, tanas vezes, da escola que os formou. Mas ninguém pode dar o que não tem. E para ser professor de qualquer matéria só são precisas 2 coisas: saber da matéria e saber transmitir essa sabedoria, esse conhecimento, pois é o conhecimento que nos dá poder e força, sobretudo, quando actuamos nos limites, como agora. Essa ideia errada começa por se julgarem as acções dos Sindicatos, através das respectivas direcções, ramo visível da acção.
Com esse pensamento tentam escoder de si próprios, a dose de cobardia, que os inibe e os leva a não  quererem expor-se para fazerem conjunto, tentando com o seu não saber culpar aqueles que, como nós, só pretendem impor o mérito da Classe e facturar de acordo com ele.

4 - Nós sabemos o que são erros e temos algum conhecimento para os evitar. Uma das soluções é fazer horas extraordinárias no combate à ignorância do que é e de quem é Sindicato.

5 - Os exemplos [Os Enfermeiros sofreram e têm vindo a sofrer revezes variados: ficaram sem carreira, pois a que existe... não é nada; resultado do consentimento do SEP e com inércia do SIPE e do SE, a carreira especial de enfermagem é um asco; a tabela remuneratória idem; não há acordo colectivo de trabalho, nem contrato colectivo de trabalho e agora os responsáveis sindicais é que se lembram do foi... mas já não é.]
Que é que cada um destes valentes lutadores fez para perceber que confundir SE e SIPE com SEP é mesmo confundir os SSS. Se lessem uma pequena parcela do muito que se escreve acerca desta matéria, veriam que não cabem todos no mesmo saco.
Teriam a capacidade de estarem atentos aos ventos que sopram e de onde e quando sopram.
É tão fácil identificar esses sinais e a sua origem, que só quem tem uma forte crença e respeito por quem não conhece a reciprocidade, é que pode atirar em sentido errado as suas farpas.
O SE não está inerte. Se estivesse inerte não dava lições a quem está a precisar delas. Estamos a iniciar um 2º ciclo profissional depois de tempos de glória, que uns conquistarm e de que outros usufruiram sem saberem de onde e como veio essa coisa. Agora precisam de ser Sindicato, unindo esforços em torno da causa Enfermeira, sem manobras de diversão, pois o rumo está traçado.

6 - [Os Enfermeiros estão sujeitos a fortes impactos físicos e pasíquicos, decorrentes da actividade profissional, com penosidade acrescida. Lidam diariamente com a vida e com a morte; lutam incansavelmente "para salvarem os doentes e chamarem a equipa médica em tempo útil"....]

7 - Mas nem tudo é mau. Bruno Martins da Escola Superior de Enfermagem S.João disse: {Alguém pode tirar "e chamarem a equipa médica em tempo útil" do enunciado da petição}.
Bravo, Bruno Martins. Um destes dias, quero dar-te um abraço pela perspicácia demonstrada.
Este gesto servil define, só por si, a origem da petição; ou mais bem dito; por que não aceitaram a nossa colaboração para a redacção do texto da petição, pois nunca teríamos aproveitado uma hora tão difícil para a Enfermagem, e promover desnecessariamente a equipa médica...
Até neste contexto, nos provocam!
Qualquer Enfermeiro experiente sabe que se não actuar em circunstância o Doente morre.
Eles não precisam de promoção, muito menos através dos nossos textos que ajudam a redigir, qual gato escondido com rabo de fora.
Não é preciso cursar hermenêutica para se perceber quem deu os contributos para a petição.

8 - Por onde têm andado que se atrasaram tanto?!
Não é esta a Enfermagem por que lutamos, nem é o conceito da complementaridade o que defendemos.
O JMS chamou aos Enfermeiros "porteiros". Aqui, são as peticionárias "enfermeiras?" que entendem que é uma atitude nobre armar em "megafone", para mostrarem eficácia, em tempo útil.
Poupem-nos, porque vão precisar de nós; mais alegres e vivos e, sobretudo, Enfermeiros, a 100%.
Que São Cricalho da Maia vos ajude a ver mais bem e mais longe! 
Ámen...

UM ENFERMEIRO


NB: É extraordinária esta falta de criminosos na Enfermagem!
Basta que um Enfermeiro seja julgado, com ou sem culpa e lá vem uma manchete de 1ª página e tamanho alongado, como é o caso que o JN puxou a título.
Esta deferência pela nossa Profissão mostra que ainda há quem aposte nela, para a denegrir.
Prova, ainda, que os Enfermeiros são humanos e que, como tal, também erram.
Na Rússia do Estaline, um dia um padre foi preso por cometer crime grave e punível com a pena de morte.
Os juizes acusavam os advogados de serem dominados pelo ditador e não defenderem os seus clientes, como deviam.
Um deles apostou com os colegas a um jantar no melhor restaurante de Moscovo, em como conseguia mudar-lhe a pena de morte na de prisão perpétua. Precisava de fazer um discurso de 10 minutos para convencer os juízes.
E os colegas aceitaram a aposta.
No dia do julgamento mudou as condições da proposta; não precisava de 10 minutos para convencer os juizes. Bastava-lhe um minuto e não era para a comutação da pena, mas para a absolvição!
Os colegas do advogado aceitaram esta nova condição.
Este homem (o padre) passou a vida a perdoar-nos o pecado; queiram retribuir-lhe o favor nesta hora, em que le tanto precisa de perdão.
E os juizes absolveram o réu, condenado inicialmente, à pena de morte.
Por seu turno, o advogado de defesa ganhou a aposta e os de acusação tiveram de lhe pagar um jantar imperial.
Não obstante o esforço do JN, para emporcalhar a Enfermagem, com título tão emblemático, ainda estamos longe de atingir os níveis de muitos que nos rodeiam.
Não somos nós que o dizemos, é a estatística que fala, por si.