terça-feira, 19 de setembro de 2017

...NARICE MISERÁVEL DUMA SUPERVISORA FRUSTRADA


ORDINARICE MISERÁVEL DUMA SUPERVISORA FRUSTRADA
AFINAL NÃO É TÃO MÁ COMO JULGUEI, DIZ A VÍTIMA DA ...NARICE.
ENFIM, QUEM JULGA MAL TANTA SANTIDADE!
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Carta aberta CIT's Hospital de Braga



Braga, 18 de Setembro 2017

Face ao actual momento que a Enfermagem nacional atravessa, nomeadamente no que concerne à negociação de uma nova carreira de Enfermagem, o grupo doravante designado por CIT’s do Hospital de Braga resolveu redigir e enviar esta mensagem aos seguintes destinatários:

- Ordem dos Enfermeiros (OE);

- Sindicato dos Enfermeiros (SE, na condição de parceiro da FENSE);

- Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP, na condição de parceiro da CNESE).


Aquilo que nos move é a defesa e promoção da nossa posição enquanto enfermeiros que, apesar de contratualmente vinculados a uma entidade privada, a Escala Braga, Sociedade Gestora, pertença do Grupo José de Mello Saúde, presta um serviço público englobado na carteira assistencial do Serviço Nacional de Saúde (SNS).


Nesse sentido, continuamos profundamente preocupados com a manutenção da nossa situação no actual panorama da Enfermagem em Portugal. A título de exemplo, a última actualização salarial pela qual todos os enfermeiros passariam a auferir 1201€ ainda não se encontra em vigor na nossa instituição, sendo que muitos enfermeiros com contrato individual de trabalho sem termo auferem montantes inferiores (independentemente de falarmos em salário base ou de salário base mais a componente do prémio de assiduidade). Tememos, portanto, que futuras actualizações salariais e/ou diminuição da carga horária semanal das 40 horas para as 35 horas não nos sejam aplicadas, com grave prejuízo para o princípio da igualdade e da qualidade de cuidados prestados.


Assim, o que pretendemos é que uma futura negociação de um Acordo Colectivo de Trabalho e/ou Carreira de Enfermagem se aplique, sem margem para dúvidas, à nossa instituição e restantes parcerias em saúde, no mesmo período temporal da sua aplicação às unidades do sector público do Estado (sejam hospitais EPE ou SA) que constituem o SNS. Notamos que a recente carreira dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica (TDT) se aplica, segundo a legislação aprovada, a todos os colaboradores das parcerias em saúde, ficando sem perceber o porquê de uma futura iniciativa legislativa poder não se aplicar aos profissionais de Enfermagem. Relembramos ainda que, dada a proximidade da abertura de um novo concurso para a gestão clínica da nossa unidade de saúde, será fundamental precaver os nossos direitos numa futura negociação entre o Estado Português e os possíveis interessados.


Concluímos, relembrando que se “juntos somos mais fortes”, conseguimos mais força quantos mais enfermeiros estiverem abrangidos pelas presentes ou futuras negociações.


Sabemos que podemos contar com uma resposta afirmativa da vossa estrutura.


Gratos pela disponibilidade,

CIT’s Hospital de Braga

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

AGRADECIMENTO ALARGADO

VÍDEO - NO RESCALDO <prima>

AGRADECIMENTO ALARGADO<prima>

E A ORDEM DOS MÉDICOS FALOU




E A OM FALOU!<prima>

Mas esqueceu-se de dizer que foi a partir do crescendo dos Médicos nos Centros de decisão que os Enfermeiros começaram a ser escorraçados ou substituídos por excelsos I.U.
E Médico não consegue entender, por falta de programa instalado, que os Enfermeiros têm uma pequena parcela do seu tempo, na qual dialogam com os Médicos. Depois têm o tempo todo para cuidarem dos doentes e da criação de ambiente, exclusivamente enfermeiro, para os tratarem convenientemente, com métodos próprios e exclusivos; enfermeiros.
Destruindo a estrutura organizativa dos Enfermeiros, por falta do tal programa, não entendem que também o seu serviço de Médicos passa a funcionar mal.
Como se este mal não bastasse, de tão grande que é, ainda criaram uma cortina de intocabilidade que quem a tocar corre o risco de morrer eletrocutado.

[A situação atual reclama serenidade e ação, capacidade de resposta para os doentes urgentes. (...) Neste momento, especialmente complexo, a Ordem dos Médicos recomenda ao Ministério da Saúde uma gestão baseada na firmeza, justiça, reconhecimento do valor dos profissionais", lê-se no comunicado.]

Ora, se comparar situações é fazer "bodes expiatórios de arremesso"; convém não misturar o papel de um bom Médico se transformar num mau Administrador. É destas más administrações médicas, sobretudo, que os Enfermeiros se queixam e delas são vítimas.
As causas destas coisas não têm nem a cobertura descabida da Ordem dos Médicos, porque não são Médicos que estão a servir de bode expiatório, mas administradores medíocres, habilitados em Administração com cursilhos de 20 dias, ministrados por bancários aposentados.
A administração deixa de interessar estes "administradores", quando os problemas dos Médicos estão resolvidos.
Por isso, se há, aqui, "bodes expiatórios", é porque se põem a jeito, para serem exorcizados e irem morrer longe, no deserto. (José Azevedo)

ADALBERTO CAMPOS - MS - E AS GREVES POLÍTICAS




NB:
SE HÁ POLITIZAÇÃO NISTO É, MAIS UMA VEZ, DO (PS), POIS FOI COM SÓCRATES EM 2005, QUE FORAM OS ENFERMEIROS CONGELADOS COM UM ACT NEGOCIADO DEIXADO POR PEDROSO LIMA - SANTANA lOPES - 25 JANEIRO 2005.
EM 2009, MAIS UMA VEZ, SÓCRATES, COM MANUEL PIZARRO E ANA JORGE, NO MS, DESTRUIRAM A CARREIRA DE ENFERMAGEM, TRANSFORMANDO OS ENFERMEIROS (GOLAS BRANCAS), EM GOLAS AZUIS, DA FERRUGEM.
SE HÁ POLITIZAÇÃO ELA É TODINHA PS, QUE TRATA OS ENFERMEIROS COMO LACAIOS, DE 3ª CLASSE, QUE JÁ NEM OS COMBOIOS TÊM.(José Azevedo)