domingo, 4 de outubro de 2015

AOS AMANTES DE EPIFENÓMENOS NO SNS



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Este fenómeno de o gás se evaporar e não ser possível gaseificar as ditas ressonâncias imaginárias, leva-nos a um fenómeno que existiu em Vila Real.
A malta da radiologia do Hospital tinha uma sociedade e montou um laboratório fora do Hospital.
Havia duas curiosidades:
1 - No Hospital só se faziam radiografias a ossos e, mesmo esses, tinham de estar muito partidos.
RX com contraste eram requisitados ao dito laboratório sociedado aos funcionários de radiologia do Hospital, cujo horário de trabalho se articulava perfeitamente, para não prejudicar o negócio, de um lado, e manter as aparências no Hospital, do outro;
2 - Quando vinham as férias, este labor duplo e intenso dos funcionários exigia, mesmo férias, o que reduzia as possibilidades de assistência de todos os aparelhos. Era então que os fusíveis dos aparelhos de RX do Hospital se fundiam e só recuperavam a sua virilidade, quando acabavam as férias.
Pensam que alguém se zangava com isso?
Não.
Porque essa mania de ver coisas com contraste, só era feita no dito laboratório, dado que só ele dispunha de radiologista, a propósito, com capacidade para relatar as radiografias com contraste.
Isto leva-nos à Guarda e apetece-nos soltar um bem alto, lá do alto da serra: " Ó da Guarda..."!!!!, porque me lembrei de Ana Manso e da maneira como foi trucidada, por quem tinha obrigação moral e legal de dar caça aos vigaristas, que ela pôs em perigo e se distribuem pelo arco da coisa.
É nestes que encontram o atrevido e corajoso saca-rolhas que tirou a rolha ao aparelho, para que o gás se evaporasse. E os 100.000 €€ para encher a botija, novamente, já deixam uma boa percentagem de comissão. E têm muita sorte, porque os ambientalistas não andavam por perto, quando o gás se evaporou... Porque eram capazes de descobrir a ratice da evaporação, os respectivos ratos e seus contornos cúmplices, a alastrarem para a ressonância privada de Viseu, há mais tempo.
A história começa assim:
Vem um daqueles interesseiros, interessados em reduzir distâncias aos doentes e promove a compra do aparelho ressonante, na Guarda.
Porém, como a privada de Viseu baixou o rendimento... aproveitou o fenómeno da evaporação no alto da serra, há 2 anos e superou a falta de gás, na Guarda. E as distâncias, que foram determinantes para a compra da ressonância da Guarda, deixaram de influir nas evaporações.

É nestes fenómenos paranormais, que o nosso país é verdadeiramente espantoso!...
Haja Deus,
José Azevedo


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