segunda-feira, 28 de julho de 2014

REFLEXOS DOS MEIOS TURNOS [ I ]



NB: este imbróglio merece uma análise mais atenta e perspectivar as inerentes consequências da imaginosa iniciativa, que já pôs tanta gente à volta duma ilegalidade consentida...
Analisemos alínea por alínea:
[A) A situação exposta relativa aos "meios turnos" tem tem o conhecimento e a concordância da maioria dos enfermeiros da equipa;] É óbvio. O problema é que a as escalas uma vez elaboradas são para se cumprir. A sua alteração significa a alteração do do contrato de trabalho, o que em tribunal tem relevância, pois quem altera assume a responsabilidade da suspensão e das consequências daí resultantes.
[B)Não são conhecidas consequências negativas para os cidadãos que acorrem a este serviço;]
Aqui, o Colega Alexandre deveria querer dizer que não são conhecidas acções reflexas nos cidadãos que NÃO acorrem, ao serviço, pois nos que lá se dirigem, são inevitáveis consequências negativas. Nós tivemos acesso a relatos de algumas consequências negativas.
[ C) Os membros da Secção Regional Sul (da OE), que participaram na reuniões e visitas de acompanhamento salientaram a necessidade da manutenção das dotações seguras e dos mecanismos de actuação, em caso de urgência/emergência/catástrofe, situação já prevista pela gestão do serviço;]
Para o nosso entendimento faltam aqui algumas clarezas:
a 1ª é que, sendo todos os Enfermeiros Membros da Ordem ficamos sem saber, ao certo, se os participantes eram ou não dos Corpos Sociais da SRSOE e nessa qualidade visto que os  Enfermeiros do SU também são Membros da OE;
a 2ª é uma clarificação concreta: como conseguiu a gestão do Serviço (chefia de Enfermeiros, supomos) prever situações de urgência/emergência/catástrofe, dado que estas situações são, por definição e experiência, IMPREVISTAS. Se é dotada dessa  capacidade de previsão, é um prejuízo nacional, que só esteja a usá-la nos Enfermeiros, em meios turnos, porque poderia, penso, desde logo, alargá-la a turnos inteiros e mandar os Médicos dormir para casa, pois estando previsto (pelo oráculo) que nada vai acontecer, quanto a urgências/emergências/catástrofes é um uso indevido do erário dos impostos (tão altos, Deus do Céu) no pagamento de sonecas repousantes, mas que deviam ser dormidas noutro local com esta capacidade de segurança no corte das dotações seguras de Enfermeiros.
E, por extensão, se esta capacidade divinizadora da gestão do SU fosse usada nas forças de polícia, nos quartéis de bombeiros, quanto dinheiro poderia ser usado noutras coisas...  e/ou poupado!    
[ D) Considera-se que devido à especificidade do Serviço de Urgência, em que o fluxo de doentes não é constante ao longo do dia, é possível gerir os recursos de Enfermagem, deste modo (e os outros?, digo eu), garantindo prontidão, segurança e qualidade;]     
Um espanto esta garantia que o espírito dos ausentes assegura, quando não há aquelas coisas, que costumam acontecer nas urgências, emergências, catástrofes e afins... Mas, e se as houver; como é?         [ E) Não obstante estes factos, ressalva-se que para a gestão adequada dos recursos de enfermagem, de modo a não recorrer a turnos extraordinários (louva-se(?) a eterna mania de só os enfermeiros serem os poupadinhos), deveria ser reforçada a equipa de Enfermagem]. Neste ponto, que nos parece contradizer tudo o que fica dito, atrás, não conseguimos entender se os meios turnos são {dotação segura}, segundo a SRSOE, ou se o "reforço da Equipa de Enfermagem" conta ou desconta ou, antes pelo contrário, propriamente dito, com os meios turnos dispensados, não parece que é e não é?
Ética da história: [Quem te manda, ó altíssimo sapateiro, tocar rabecão], diz o ditado...
Quanto à resposta da Enfermeira Directora ao combatente Luís, está equilibrada, mas tem muitas reservas no plano da legalidade/ilegalidade, pois, neste caso, a resposta não é oracular, em formato arredondado, como a da SRSOE; tem outras implicações, como vamos ver.

ISTO NÃO É ASSIM, COMO DISSE O SR BASTONÁRIO

MEIOS TURNOS < CLIQUE



NB: TEMOS QUE FAZER COM QUE OS ENFERMEIROS NÃO TENHAM QUE IR DORMIR A CASA MAS REPOUSEM NOS SERVIÇOS AS HORAS A QUE TÊM DIREITO.
Não vai faltar trabalho à nossa Delegação de Lisboa, sita à Av. João XXI nº 5-1º D.tº.

Enquanto os Enfermeiros vão repousar meio turno, interrompendo a jornada, que depois vão ter de pagar; outros profissionais dormem placidamente, enquanto os Enfermeiros descantam ou velam.
Mas se os Enfermeiros descansarem as duas horas a que têm direito, por força da jornada contínua, duma vez só ou em mais períodos; se lhe juntarem o temo de deslocação para a residência, não beneficiam muito mais tempo que vão ter que restituir.
Por isso o problema está mal equacionado, logo a solução não será possível, nos moldes em que a Ordem Secção Regional do Sul (ver texto acima) sugere.
O que se impõe é obrigar o serviço a reconhecer os direitos legais dos Enfermeiros, ao repouso.
A rebaldaria que se instalou nos horários dos Enfermeiros que a s 40 horas semanais vieram evidenciar e agravar, tem de ser corrigida.
Por este meio iremos dando conta das regras violadas, que começam nas folgas separadas, passam pelas bolsas de horas ilegais, aos intervalos entre turnos, que chegam a ser desumanos, com 18 horas de serviço em 24 horas, e com um intervalo de 6 horas, ou seja: 8horas 15h30 - serviço; 15h30 - 22horas intervalo; e finalmente 22 horas 8h30, novamente serviço. Folgas desde não estarem juntas como a lei manda gozar 2 folgas ao fim de 5 turnos, ná quem só goze uma folga ao fim de 12 dias.
Nada obriga ou pode obrigar os Enfermeiros a estes suplícios.
Vamos ao ataque a estes abusos, pois serão um bom recomeço do usufruto dos direitos de cada um.
Com amizade e atenção ao discorrer da escala de serviço dos Enfermeiros,
José Azevedo

DILEMAS DO SNS

Há afamados "saudólogos" que terão de pagar no céu e ou no inferno o diferencial, entre o bem e o mal que fizeram, ao SNS, com certas invenções como a do RRE (Regime Remuneratório Experimental) e USF (Unidade de Saúde Familiar) do tipo A,B,C...que até quiseram estender aos hospitais (vide Correia de campos).
Isto, apesar de; só os Médicos, se abotoarem com 85% da massa salarial total do MS...
Um já confessou o seu crime, na saúde:

Veja-se -


Para este político, que começou no MES, os Sindicatos dos Enfermeiros não existem: 
Que faria se existissem!
São estes elitistas disfarçados, que estão a proteger as elites Médicas e não só;
irmão de Médica da MAC e cunhado do Anacleto, bem podia virar-se mais para o Povo.
Como diz o Tomás: olha para o que ele diz e não te distaias do que ele faz..





[Para desanuviar um pouco esta tragédia vou introduzir o valor duma confissão:
P- Filipe, pergunta a professora - quem escreveu os Lusíadas?
R - Eu não fui responde o Filipe. E a professora aplicou-lhe duas lambadas.
Filipe queixou-se ao pai das lambadas, não obstante a resposta estar correcta.
À noite, no café, o pai de Filipe encontrou-se com um amigo da PIDE, com quem costumava conversar e desabafou; a professora do meu filho perguntou-lhe quem tinha escrito os Lusíadas e ele respondeu que não tinha sido ele e ela bateu-lhe.
Pergunta o agente PIDE; tens a certeza que o rapaz não mente?
Responde o pai; não mente, tenho a certeza.
Vou ver o que posso fazer para te ajudar nesse problema muito aborrecido de o teu filho apanhar duas lambadas da professora, estando inocente.
Oito dias eram passados e os amigos voltaram a encontrar-se e o Agente da PIDE informou o pai do Filipe acerca do resultado da pesquisa que fez: Olha meu amigo; 2 já confessaram e o 3º está quase a confessar.]

Depois deste intervalo, vamos aos dilemas gerados, no SNS, a partir da marginalização dos Enfermeiros, que são a estrutura do SNS e este réu confesso, ao não dar atenção à estrutura, começou pelo telhado e mal a construir uma série de asneiras, a que os beneficiários directos e indirectos emprestam sabedoria que não tem, para legitimar os erros que cometeu, transformando-os em virtudes do Sistema.
Acerca dos Enfermeiros confessa: {Quase se não mencionam os enfermeiros e as enfermeiras. Grave lacuna, repito. Estiveram discretos, durante meses (?) e só mostram a sua força silenciosa, quando a greve simbólica dos sindicatos próximos do pc, em Dezembro, registou valores consistentes, em todo o território, de cerca de 33% de adesão, enquanto a adesão nos médicos não ultrapassou nunca os 9%.
O meu espaço e tempo foram pouco invadidos pela enfermagem, por razões de que sou responsável.
Falei pouco com eles e elas, estudei mal os seus problemas, aguardava mais tempo para poder compreender o balanço de poder dentro dos serviços hospitalares e para formular uma política que permitisse uma direcção interna forte, coesa e multi-profissional. Só não tive mais problemas por não ter havido tempo para eles surgirem. Se não lhes prestasse mais atenção estaria condenado a ter de fazê-lo mais tarde, como parece estar a acontecer com o Governo seguinte.}

Quando um várias vezes ministro da saúde, só nota a presença dos enfermeiros, porque têm um sindicato afecto ao PC, que conseguiu uma percentagem de 33% de adesão a uma greve, num Dezembro qualquer, prova que não exageramos, quando o classificamos de pouco sabedor da saúde, pois limita-se, como a lista de apoiantes/apoiados demonstra, onde só está uma Enfermeira, porque não tinha nenhum apaniguado para pôr na Ordem dos Enfermeiros, que listou, é muito grave e só revela que há coisas, que ainda funcionam, porque o elã vital as mantém.
Mente ao confessor, quando diz que não sabia os problemas da Enfermagem, fingindo que não foi amanuense do INSA, onde estava a central dos problemas da Enfermagem.
Não quer confessar que entregou os Enfermeiros, como moeda de troca, aos seus apoiantes médicos, para os transformarem, no que se está a constatar. Por isso diz que os problemas não surgiram antes, porque o puseram fora do ministério, onde havia de voltar. Mas não se pode deixar de confessar que foi marginalizando os Enfermeiros, à medida que entregava a direcção das unidades aos médicos.
Não é preciso citar essas leis feitas por ele, as quais foi reformulando, nesse sentido.
Agora, andam a tentar tapar os problemas que as USF provocam, desde logo, entre médicos e médicos e enfermeiros e enfermeiros.
Os Centros de Saúde estão longe de atingirem os níveis reais (noves fora a estatística forjada), que apregoam.
A forma como empurram os colegas (enfermeiros e médicos) que não aderem as USF e o recrutamento que fazem, fora dos CS, criando problemas de mobilidade sérios, que convinha analisar, com mais cuidado, pois, até nós, só chegam os mais aflitivos...
Também vão ter de nos merecer alguma atenção os critérios, que são propostos e a forma como se realizam, nas várias USF, segundo uma avaliação alheia e isenta.
Em nossa opinião, a IGAS devia dedicar mais atenção, à forma como são tratados os Enfermeiros, que os formadores de USF marginalizam; com que direito e com que motivação. Por falta de competência não é.
Seria bom para a saúde do SNS, que se verificassem as tendências que motivam e mobilizam a procura de aderentes a USF, fora dos CS e a eficácia dos cuidados, que prestam, numa área, que lhes é estranha, comparativamente, com os da área!
Será bom que se aprofunde a resposta à pergunta,
Porquê?
Há critérios legais para resolver determinados problemas, sem ter de recorrer à montagem de esquemas, que não dignificam o ambiente, que se inquina e degrada, progressivamente.
Mas nem tudo vai mal.
Quando, meio a brincar, os jornalistas diziam, em nome da população da zona de Vila Pouca de Aguiar "que o PM inaugurou mais 7 quilómetros de maternidade", ao ligar Chaves a Viseu, por via rápida, antecipavam uma realidade, que vai ganhando adeptos.
Os médicos da família, com a sua especialidade em generalidades, nem sempre têm obstetra de referência comissionado;
Também não há parteiras, nos Centros de Saúde, hoje ninhos de USF, onde cada um puxa a sua sardinha para a brasa, que as quais tenham condições, mesmo quando existem, de seguir as grávidas (não sabem disto?!), muito menos de fazer os partos. Nem sequer os aquáticos, porque o Sr. de Pombal, ouvidos os astros obstetras do seu feudo (apesar das parteiras já existirem muito antes do Hipócrates, este registou a patente da arte de partejar, hipoteticamente, primeiro), decretou que partos, na água, só para golfinhos.
Mas eis que, com todas estas dificuldades comerciais, a Natureza Mãe surge, pujante, a entregar os partos normais, aos bombeiros, reagindo desta forma, às epidurais (que matam, sabiam disso?), às cesarianas, (que marcam, sabiam disso?), demonstrando que o seu decreto é mais eficaz e mais económico, que o dos "cesarianistas" e "epidurólogos" do feudo do Sr. de Pombal.
Se as parteiras resolverem desempenhar o seu papel integral, contem connosco e com o meritório exemplo dos bombeiros, dado que a Natureza está a chamar por vós.
Não percamos o sentido de humor, pois motivos para uma boa risada não faltam. Riamos provado que está, cientificamente, que rir faz bem à saúde e dispensa a comparticipação dos medicamentos.  
Além disso, defende-nos daqueles que, até as anedotas transformam em coisas sérias, sisudas.
Quem é que não conhece um exemplar destes?
Voltaremos amanhã aos dilemas do SNS, que a marginalização dos Enfermeiros alimenta.

Com amizade
José Azevedo

sábado, 26 de julho de 2014

A ORDEM E A DESORDEM


NB: Tem razão o Sr. Bastonário da Ordem dos Enfermeiros em não querer manter a confusão institucional que houve entre a Ordem sob o bastão de Maria Augusta de Sousa e o SEP sob a presença constante de Guadalupe Simões naquele simulacro para disfarçar o entrosamento daquela coisa criada ad hoc a que chamam FNOP que nasceu de geração espontânea, como é normal nos epifenómenos.
Até por uma razão simples, as batidas do novo bastão lembram que entre o direito público (O que rege a Ordem) e o direito privado (no qual se movimenta o Sindicato), há um espaço que não se confunde nem mistura.
Nós não receamos uma sã colaboração distinta, porque não temos o "rabo trilhado".
Mas não deixamos de lembrar, por nossa responsabilidade, que ainda estão por avaliar os estragos que a unicidade institucional (Ordem SEP) provocou na Enfermagem: misturavam as megalomanias com as miniaturas anãs, quando tinham de pensar racional e com lógica.
Com amizade
José Azevedo

Mas há uma autoridade na matéria [DR. Vital Moreira], que melhor do que eu, pode dar-nos a sua ajuda. Ora vejam:



E já que o Sr.Bastonário da OE abordou esta questão, para conversão dos cépticos ao associativismo, pois segundo Aristóteles, dado que o Homem é um animal social, "quem não se associa; ou é deus ou é besta", diz ele; convém ir ao fundo da questão, pois que é da associação consciente e certa, que vem a nossa força, que devemos vigiar e participar na sua orientação no bom sentido e interesse exclusivo da Classe.
Mas eis que surge uma acção contrária:a OE mete-se ou não se mete na área sindical? < clique

REUNIÃO NA ARS-ALGARVE

Reunimos, ontem, dia 25/07/2014, com  Conselho Directivo da ARSA a fim de estabelecermos plataformas de entendimento para encontrarmos a melhor solução para os grande problemas que temos, no que concerne às condições de trabalho dos Enfermeiros, nossos Associados.
Foi uma reunião muito proveitosa para os nossos objectivos:
- Ficamos a perceber melhor o enquadramento do Centro Hospitalar e a ARS, pois nem sempre foi muito bem entendido pelos Enfermeiros;
- Esclarecemos também o que são as acumulações de funções e a possibilidade de autorização, pois os Colegas que trabalham com a metadona e afins, estão numa situação que precisa de ser definida.
- A Direcção de enfermagem é outro assunto mal resolvido, para lá das dificuldades de solução que outros criaram como temos vindo a dizer: quem e porquê.
- O desbloqueamento de concurso de 10 enfermeiros desde Fevereiro de 2013.
- A indefinição de população residencial e as dificuldades em dimensionar a permanência dos não residentes, durante o ano.

Nesta primeira abordagem ficou assente que haverá entre a ARSA e os SE o contacto necessário para encurtar distâncias na solução dos problemas de que a região tem sido fértil, com inclinação para o lado dos Enfermeiros.
Colegas, tenham esperança nesta abertura para facilitar as soluções dos vossos problemas.
Foi muito útil a ajuda dos Delegados Malta e Galrinho, para enquadramento das situações concretas.
Com amizade,
José Azevedo


Onde anda a IGAS: precisamos dessa Inspecção Geral para nos desatar nós como este e as Enfermeiras/os poderem ser pessoas normais.
Vamos atacar mais esta mentalidade de cretino, para que seja de critério legal e, acima de tudo, humano.
Deviam saber fazer contas estes matemáticos que em bando invadiram os hospitais e perceberem antecipando, as consequências duma profissão essencialmente feminina e jovem exige condições para ter filhos.
Até os Salazaristas perceberam que as Enfermeiras podiam ser casadas e trabalharem em Hospitais Públicos, a partir de 1960.
Este Sindicato de Enfermeiros - SE - ajudou a criar a lei que tornou isso possível; ser casada e trabalhar em hospitais do Estado.
Agora leiam, com atenção, o que pode acontecer a uma mãmã que tem uma criança de 1 ano; é casada com um homem que tem dos horários mais incertos que há e requer flexibilidade de horário, para continuar a ser enfermeira e a cuidar do desenvolvimento do filho :


quinta-feira, 24 de julho de 2014

OS HORÁRIOS E A EXPLORAÇÃO DESENFREADA DOS ENFERMEIROS

Como já se aperceberam, enquanto o governo não cumpre os deveres que contraiu perante os Enfermeiros, nomeadamente a celebração dos Acordos Colectivos de Trabalho (ACT), temos de obrigar a cumprir o que ainda temos.
Por exemplo, nos Hospitais Civis de Lisboa encontramos uma ilegalidade grave nas categorias subsistentes, que foram retiradas da função e do local de trabalho, sendo substituídas por chefias de conveniência, através das quais o SEP e seus prosélitos, pretendem controlar a Enfermagem, como temos vindo a demonstrar.
Estamos a fazer diligências com as instituições onde isto está a acontecer, para reporem a legalidade, pois que as categorias subsistentes têm direito ao lugar e à função como diz o DL 248/2009 de 22 de Setembro.
Claro está que os "convenientes", baptizados com vários nomes, que vão desde o coordenador, responsável, interlocutor, intermediário, interlocutor, consoante a conveniência do hissope que administra a água benta, que os baptiza, não têm legitimidade sem a nomeação em Diário da República, desde que não haja uma categoria subsistente no lugar a chefiar.
É estratégia corrente, os "convenientes", ajudarem os donos da conveniência (Médicos, por norma) a criarem um ambiente infernal ao sobrevivente ou subsistente, para este preferir um canto numa arrecadação a ter de enfrentar o inferninho que criam à sua volta.
Com o SEP a fazer a cobertura clandestinamente, batendo com as mãos nas costas das vítimas, para cumprirem o seu papel de controlo da profissão.
É neste contexto que surgem os papões a meterem medo aos colegas, para que estes não façam barulho com as injustiças de que estão a ser vítimas, mormente com as ilegalidades dos horários que dão cabo da saúde dos Enfermeiros e agravam a pouca dos doentes.
Para os "convenientes", é mais fácil andarem de chicote na mão do que estarem a atender as necessidades dos doentes, pois copiam o pior que vinha de trás.
Por isso temos 2 problemas:
1 - obrigar estes intrusos convenientes (IC) a cumprirem e fazerem cumprir a lei (já nos oferecemos para os ensinar a fazerem horários ou escalas de serviço para Enfermeiros de acordo com o art.º 56º do DL 437/91 de 8 de Novembro com as alterações do DL 412/98 de 30 de Dezembro e a CN/18/92, que são documentos sérios feitos por gente de bem, que os IU nunca entenderão, no "em si".
2 - Obrigar as instituições a respeitarem a lei, tanto dos sobreviventes, como dos horários.
Com um tiro apanhamos os 2 coelhos e as respectivas conveniências ilegítimas.
E, Colegas, não tenham medo das publicações destas enormidades.
A denúncia delas é que nos vai dar força para virar o feitiço contra o feiticeiro.
E isso é um dever nosso que assumimos pela Enfermagem.
O papel dos visados é:
Ou cumprem;
Ou desmentem-nos com factos. Bem contentes ficaríamos com os eventuais desmentidos.
É fácil perceber que estes IC não têm; nem conhecimentos, nem autoridade, para exigirem das administrações os Enfermeiros suficientes, porque o papel deles é controlar e amedrontar os Enfermeiros, seus Colegas, que deviam respeitar mais, pois é essa estratégia que os mantém na função que usurparam mais ou menos ilegalmente, mas mais do menos.
Por isso, mandem-nos as ilegalidades que conhecem ou de que estão a ser vítimas, mesmo que de lágrimas de crocodilo se trate.
 Com amizade,
José Azevedo