sábado, 25 de outubro de 2014

FNOP - AGÊNCIA DE TURISMO DA ORDEM DOS ENFERMEIROS AO SERVIÇO DA CGTP/PC

Andam a "representar-nos", por terras da Irlanda e a arranjar uma vice-presidência (salvadora) para quem acha que não devemos defender a Profissão, com unhas e dentes, como ainda aconteceu, há pouco, com os Colegas de Setúbal. Os que nos lêem, aqui, vejam quem nos criticou, em vez de se atirar, como lhe competia, aos que ofendem a dignidade das Parteiras (um ginecobstetra do CH, OM e DGS).
Sabemos que, nestes casos, é preciso ter o sistema endócrino a funcionar para a lado certo. E isso leva a disputas de terreno, como acontece com os animais.
Mas, como é que pessoas, que não são capazes, no seu país, de dar a cara por aqueles, que devem representar, e defender; têm a coragem de se candidatar a lugares de internacionalidade distante?
Quando tivermos as primeiras fotos do evento, publicá-las-emos.
Já expusemos, várias vezes, aos Corpos Gerentes da Ordem dos Enfermeiros, a ilegitimidade e ilegalidade do Fenómeno Nacional das Organizações Profissionais.
Quem fez aparecer o Fenómeno foram as Maria Augusta e Guadalupe Simões, por razões utilitárias. Convém lembrar que, durante 15 anos, a Ordem dos Enfermeiros funcionou como o tal Sindicato Único, para a Enfermagem, com que alguns defensores da Unicidade Sindical sonham e confundem os Colegas. Não se sabia, onde acabava uma (a Ordem dos Enfermeiros)  para começar o outro - o SEP.
Não querem fazer o favor, à Classe, de nos desmentirem?

Como entendemos que a linha sindical comandada pela CGTP/in, como é o caso do SEP, não representa as Organizações Sindicais e, eventualmente outras, apartidárias, como é o nosso caso - Sindicato dos Enfermeiros -SE e o do SIPE (FENSE);
Como entendemos que a Ordem dos Enfermeiros não deve dar cobertura à linha da Internacional Comunista, ou a qualquer outra;
Como já não existe a intimidade turística - SEP/OE ou Maria Augusta/Guadalupe, supomos, requeremos, em nome dos Enfermeiros, que representamos, à Direcção da OE, que informe:
1 - Qual a legitimidade de manter um FNOP, cuja nascença e manutenção não podem ser mais duvidosas, ou não, de acordo com o canto de onde observarmos o Fenómeno e a luz que o ilumina?
2 - Quem paga as deslocações desse Fenómeno? (Convém recordar que numa Assembleia de Contas perguntei à Senhora Bastonária Maria Augusta, quem pagava as deslocações do Fnop e respondeu que era a Ordem.
Alguém da  Assembleia informou a Guadalupe Simões, ausente, do incómodo, e esta veio correndo, dizer que quem pagava as despesas da sua deslocação, sempre ela e a mesma; era o SEP. A conclusão é óbvia: uma delas mentiu!
3 - Qual o papel que desempenha o Fenómeno e em nome de que estatuto profissional, numa delegação da Ordem dos Enfermeiros?
4 - Por que insiste a Ordem, em fazer passar para o exterior, que a linha sindical dos Enfermeiros Portugueses, é só comunista, que não corresponde ao pluralismo sindical, que a Constituição consagra?
Ao abrigo de que norma estatutária é que a Ordem age desta maneira?
5 - Como os estragos, que têm causado à Profissão, estão bem à vista, assim como as causas respectivas, que passam por estes Fenómenos anómalos e sem legitimidade, que os suporte, avisamos os Dirigentes da Ordem dos Enfermeiros de que, tão cedo quanto deve: ou acaba com esta fantochada de pseudoreprentações (pois não tem uma linha nossa acerca do Fenómeno; nem a favor nem contra), ou teremos de recorrer para os tribunais a limpeza, sim; porque é da limpeza dos Fenómenos que conduziram a Enfermagem ao estado em que, socialmente, se encontra e só um anormal inimputável é que não sabe de onde vem o mal, que nos afecta, que, no SE e SIPE (FENSE), estamos a tratar de limpar.
E não queremos lixo debaixo dos tapetes, sejam de quem forem.

Colegas, reflictam nestes Fenómenos. Isto também é convosco, em última instância.
Com amizade,
José Azevedo

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