terça-feira, 14 de outubro de 2014

NOTÍCIAS

1)









Marinho e Pinto recebeu 40.700 euros em salários e subsídios do Parlamento Europeu em três meses

Eurodeputado disponibilizou na Internet os recibos do dinheiro que recebeu desde meados de Junho até fins de Setembro.
Marinho e Pinto ENRIC VIVES-RUBIO











Foram pelo menos 40.700 euros em salários líquidos e subsídios diversos que António Marinho e Pinto recebeu do Parlamento Europeu entre o final de Junho e fins de Setembro. A que se somam 2267 euros de reembolso de despesas com transportes.
No limite do prazo prometido, António Marinho e Pinto disponibilizou na noite de sábado, no site do seu Partido Democrático Republicano, um conjunto de recibos de salários e de subsídios que recebe do Parlamento Europeu. Pelas contas do PÚBLICO, terão entrado nas contas bancárias do eurodeputado até final de Setembro 43 mil euros.
“Eu prometi mais verdade na política e isto é apenas o princípio”, assegura o parlamentar eleito pelo MPT, mas que agora se senta no hemiciclo europeu como independente. Há vários meses que tem vociferado contra os 18 mil euros que os eurodeputados ganham, considerando o valor "um escândalo".
No site do PDR estão três recibos de remuneração de Julho a Setembro: são 8.020,53 euros de salário bruto mensal, a que depois são descontadas duas cotizações para o seguro de acidentes (6,67 euros) e de roubos/perdas (2,11 euros) e o imposto comunitário de 21,98% (1761,85 euros), perfazendo um salário líquido de 6249,9 euros. Total líquido dos três meses: 18.749,7 euros.
Marinho e Pinto tem afirmado publicamente que os eurodeputados só pagam 20% de impostos sobre um terço dos 18 mil euros que recebem por mês – ou seja, sobre os seis mil euros de salário base. Na verdade, desde 2013 que os eurodeputados portugueses têm que pagar em Portugal a diferença entre os 21,98% do imposto comunitário e o escalão de IRS máximo em que se inseriam se trabalhassem no país com o salário bruto anual de 96.246 euros que recebem do Parlamento Europeu, descreveu ao PÚBLICO um eurodeputado português. Ou seja, pagam ao fisco nacional 26,02% sobre o total, a que acrescem as sobretaxas extraordinária de 3,5% e ainda a de solidariedade de 2,5%. Portugal é dos poucos países da UE que faz esta taxação dupla aos eurodeputados - nas mesmas condições estão também a Espanha, Alemanha e Suécia.
Além do salário, Marinho e Pinto disponibilizou fichas de pagamento dos subsídios diários relativos a cinco dias de Junho (1520 euros), 14 de Julho (4256 euros) e 16 de Setembro (4864 euros). Trata-se de um subsídio de 304 euros por cada dia de trabalho com presenças no plenário, em reuniões do grupo parlamentar ou em delegações internacionais, mas que têm que ser comprovadas junto dos serviços. Servem para fazer face a despesas de alojamento e alimentação, já que o nível de vida em Bruxelas e Estrasburgo é elevado. Total recebido: 10.640 euros.
E há também as fichas de pagamento dos subsídios de viagem. O Parlamento reembolsa as viagens de avião do país de origem para Bruxelas ou Estrasburgo ou em viagens de trabalho integradas em delegações europeias. Mas os eurodeputados têm que entregar os comprovativos. Total reembolsado: 2267 euros.
Marinho e Pinto recebeu ainda subsídios de distância – são 50 cêntimos por cada quilómetro percorrido em carro próprio. Embora o eurodeputado afirme na sua explicação que o seu aeroporto de referência é o do Porto (por ser mais perto de casa, que é em Coimbra), a verdade é que tem usado sempre o de Lisboa, o que faz elevar a conta do que recebe ao quilómetro. Total recebido: 2749 euros.
A estes valores há que acrescentar um subsídio mensal de 4299 euros para despesas gerais que deveriam servir para, por exemplo, um gabinete de representação do deputado em Portugal e equipamento como telefones e material informático, mas pelo qual o Parlamento “não emite qualquer recibo ou documento que titule esse pagamento”, diz Marinho e Pinto.
“Trata-se, obviamente, de um expediente para furtar ao pagamento de impostos uma fatia importante da remuneração dos deputados”, critica o antigo bastonário, que promete passar a emitir no site uma declaração pessoal sobre esse valor – mas não diz se o vai incluir na sua declaração de IRS para poder ser taxado. O PÚBLICO apurou que o Parlamento Europeu deverá mudar o regime deste subsídio durante o actual mandato, à semelhança do que fez com as viagens em 2009, reduzindo o valor ou fazendo o pagamento contra a apresentação de facturas. Esse subsídio não será pago em Agosto, pelo que só se contabilizam dois meses. Total de dois meses recebido: 8598 euros.

Profissionais de saúde sujeitos a mobilidade em situações de «manifesta carência»

  • Sexta-Feira, 10 de Outubro de 2014
  • 36 visualizações
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Os profissionais de saúde vão passar a estar sujeitos à mobilidade entre unidades em situações de «manifesta carência» de trabalhadores, revela a versão preliminar da proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2015.
«Em situações de manifesta carência, susceptíveis de poderem comprometer a regular prestação de cuidados de saúde, podem as Administrações Regionais de Saúde utilizar a mobilidade prevista (...) de um trabalhador de e para órgão ou serviço distintos, desde que, ambos, situados na respectiva área geográfica de influência», refere o documento.
Em declarações ao Público, Sérgio Esperança, vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) mostra-se surpreendido, garantindo que os sindicatos não foram ouvidos neste processo.
Embora a mobilidade dos médicos em situações de «interesse público» esteja prevista em situações de «interesse público», esta é sempre compensada, lembra Sérgio Esperança acusando a tutela de estar a «mostrar um grande recuo em relação ao que está estabelecido», já que nada é dito sobre o pagamento das deslocações.
Por outro lado, no que diz respeito à área geográfica de influência, o sindicalista recorda que «um médico da Administração Regional de Saúde do Centro corre o risco de trabalhar em Aveiro e de ser deslocado para Castelo Branco».
Ainda no campo laboral, a proposta para 2015 determina que «os níveis retributivos, incluindo suplementos remuneratórios, dos trabalhadores com contrato de trabalho no âmbito dos estabelecimentos ou serviços do SNS com a natureza de entidade pública empresarial, celebrados após 1 de Janeiro de 2015, não podem ser superiores aos dos correspondentes trabalhadores com contrato de trabalho em funções públicas».
Também as novas contratações vão ter regras apertadas, com as instituições de saúde a ficaram proibidas de «proceder ao recrutamento de trabalhadores para a constituição de vínculos de emprego por tempo indeterminado, ou a termo». Há excepções, mas apenas para os casos em que não consigam resolver a carência com recurso a medidas como a mobilidade e a requalificação dos profissionais.
Em todos os casos terão sempre de demonstrar que «os recrutamentos em causa estão previstos nos orçamentos dos serviços a que respeitam». 

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10 de Outubro de 2014
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3)  

Profissionais de saúde sujeitos a mobilidade em situações de «manifesta carência»

  • Sexta-Feira, 10 de Outubro de 2014
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Os profissionais de saúde vão passar a estar sujeitos à mobilidade entre unidades em situações de «manifesta carência» de trabalhadores, revela a versão preliminar da proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2015.
«Em situações de manifesta carência, susceptíveis de poderem comprometer a regular prestação de cuidados de saúde, podem as Administrações Regionais de Saúde utilizar a mobilidade prevista (...) de um trabalhador de e para órgão ou serviço distintos, desde que, ambos, situados na respectiva área geográfica de influência», refere o documento.
Em declarações ao Público, Sérgio Esperança, vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) mostra-se surpreendido, garantindo que os sindicatos não foram ouvidos neste processo.
Embora a mobilidade dos médicos em situações de «interesse público» esteja prevista em situações de «interesse público», esta é sempre compensada, lembra Sérgio Esperança acusando a tutela de estar a «mostrar um grande recuo em relação ao que está estabelecido», já que nada é dito sobre o pagamento das deslocações.
Por outro lado, no que diz respeito à área geográfica de influência, o sindicalista recorda que «um médico da Administração Regional de Saúde do Centro corre o risco de trabalhar em Aveiro e de ser deslocado para Castelo Branco».
Ainda no campo laboral, a proposta para 2015 determina que «os níveis retributivos, incluindo suplementos remuneratórios, dos trabalhadores com contrato de trabalho no âmbito dos estabelecimentos ou serviços do SNS com a natureza de entidade pública empresarial, celebrados após 1 de Janeiro de 2015, não podem ser superiores aos dos correspondentes trabalhadores com contrato de trabalho em funções públicas».
Também as novas contratações vão ter regras apertadas, com as instituições de saúde a ficaram proibidas de «proceder ao recrutamento de trabalhadores para a constituição de vínculos de emprego por tempo indeterminado, ou a termo». Há excepções, mas apenas para os casos em que não consigam resolver a carência com recurso a medidas como a mobilidade e a requalificação dos profissionais.
Em todos os casos terão sempre de demonstrar que «os recrutamentos em causa estão previstos nos orçamentos dos serviços a que respeitam». 

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10 de Outubro de 2014
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4)

Tutela prevê passar algumas das competências dos CPS para os municípios

  • Sexta-Feira, 10 de Outubro de 2014
  • 10 visualizações
    4 estrelas

Em 2015 a tutela pretende, no que diz respeito aos cuidados de saúde primários (CSP), apostar na descentralização das competências relacionadas com os centros de saúde, que deverão passar em parte para os municípios, revela a versão preliminar do Orçamento do Estado (OE) para 2015.
A proposta determina que «durante o ano de 2015, fica o Governo autorizado a transferir para os municípios do Continente as dotações inscritas no orçamento do Ministério da Saúde, referentes à competência a descentralizar no domínio dos cuidados de saúde primários». No entanto, o Executivo remete para mais tarde a determinação dessas verbas, através de uma portaria conjunta das Finanças, Saúde e Administração Local.
A versão preliminar vem ainda ditar o congelamento dos valores das taxas moderadoras nos CSP, ao contrário da possível redução anunciada recentemente pelo ministro da saúde, Paulo Macedo.
Nos hospitais a actualização de preços terá como referência a inflação, o que se traduzirá numa subida na casa dos cêntimos.
Amanhã realiza-se um Conselho de Ministros extraordinário para debater o OE que poderá ser aprovado durante a reunião.
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10 de Outubro de 2014
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5)  

Profissionais dos CSP vão ser submetidos a controlo de assiduidade

  • Segunda-Feira, 13 de Outubro de 2014
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Todos os médicos, enfermeiros e administrativos das unidades dos cuidados de saúde primários vão ter de se submeter ao controlo de assiduidade, tal como já acontece nos hospitais, até ao final deste ano.
Em declarações ao Diário de Notícias, o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) sublinha que até ao final de Novembro, «em quase todas as unidades de cuidados primários, os profissionais vão ter de picar o ponto». Esta é uma forma, defende Luís Cunha Ribeiro, de «moralizar situações que eram diz, em alguns casos, inaceitáveis e ainda de permitir que o processamento de salários passe a ser feito informaticamente».
Mas, se na região de LVT o processo está já em fase adiantada, a dificuldade reside em conseguir que a medida seja uma realidade em todo o País.
No Algarve, por exemplo, ainda nem sequer foi lançado o concurso para a aquisição dos equipamentos de controlo biométrico e na região Centro estão ainda a ser dados os primeiros passos na formação. Também na Administração Regional de Saúde do Norte são admitidos atrasos, tendo confirmado ao DN que este vai ser «um processo complexo», uma vez que o sistema biométrico tem de ser implementado em várias unidades de saúde.

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13 de Outubro de 2014

6) 

Médico português relata «caos completo» no SU que recebe diariamente doentes oriundos de África

  • Quinta-Feira, 9 de Outubro de 2014
  • 1160 visualizações
    4 estrelas

A separação e isolamento dos possíveis casos de infecção de ébola dos restantes utentes é a grande preocupação das entidades portuguesas, já anunciada e formalizada com a criação de 10 camas pediátricas (no Hospital de D. Estefânia, em Lisboa, e São João, no Porto), bem como mais 34 camas para adultos, nos hospitais de Curry Cabral, em Lisboa, e no São João, no Porto.
No entanto, a falta de recursos humanos e condições economicamente restritivas podem ter um papel decisivo.
Segundo um depoimento de um médico português, revelado pelo Sindicato Independente dos Médicos, no seu site, o grande desafio reside no facto de existirem muitos doentes nos hospitais portugueses vindos dos países africanos.
«O nosso banco recebe diariamente doentes oriundos de África e é o caos completo. Mais de 80 doentes em macas num serviço concebido para menos de 30», desabafa o clínico que afirma que no seu hospital «a "formação" foi uma circular a listar o material a vestir e usar em casos suspeitos».
Embora não tenha vindo a público, o médico revela ainda que o seu hospital já teve «um caso "suspeito" no Verão, um português que veio da capital da Libéria, sem queixas, mas espontaneamente ao chegar à Portela veio ao nosso Serviço de Urgência (SU)».
Após ter sido contactado o serviço competente do Ministério da Saúde, «disseram que não era preciso cuidados especiais. Quarenta e oito horas depois veio a informação que afinal devia estar em isolamento. Nunca teve febre e a análise veio negativa», conta o depoimento.
Entretanto, após ser conhecido o caso de contágio de uma auxiliar de enfermagem com o vírus em Espanha, no hospital Carlos III, o primeiro na Europa, a Direcção-Geral da Saúde e o Ministério da Saúde já anunciaram que vão alterar as normas de orientação dos casos suspeitos de ébola no Serviço Nacional de Saúde, anunciando ainda que Portugal terá acesso ao soro experimental que foi administrado aos doentes que sobreviveram ao vírus.

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9 de Outubro de 2014
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7) 

Faltam 150 mil embalagens de medicamentos nas farmácias todos os dias

  • Segunda-Feira, 13 de Outubro de 2014
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Em média, todos os dias faltam 150 mil embalagens nas farmácias portuguesas, um cenário que se tem agravado nos últimos anos, alerta o Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (Cefar) da Associação Nacional de Farmácias (ANF).
Perante o aumento das queixas, a ANF elaborou há um ano um barómetro diário das falhas, que permite perceber em tempo quase real que medicamentos estão em falta e onde, explicou ao Público a directora-executiva do Cefar. «No acumulado de 12 meses, entre Agosto de 2013 e Julho de 2014, registámos um total de 57 milhões de embalagens em falta, que foram reportadas por 2227 farmácias, o que corresponde a mais de 78% das farmácias existentes em Portugal», adiantou Suzete Costa.
«O problema é ainda mais grave pelo facto de na lista dos medicamentos que mais têm faltado estarem fármacos para doenças crónicas, como a doença pulmonar obstrutiva crónica, diabetes, ou mesmo ansiolíticos e anticoagulantes», sublinha a responsável.
Conta Suzete Costa que as dificuldades são tantas que muitas farmácias já alocaram um funcionário «só para pesquisar onde é que se pode ir buscar os medicamentos e percorrer os grossistas para conseguir o fármaco».
Quanto aos motivos para a situação, a directora do Cefar refere sobretudo «as reduções progressivas de preço dos medicamentos e a alteração drástica do sistema de remuneração» que levam a que as farmácias tenham «dificuldade em manter os níveis de stock».

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13 de Outubro de 2014
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8) 

Mulher internada no Hospital de S. João não tem vírus do ébola

13/10/2014 - 09:00


Negativo. Os resultados das análises à doente internada no Hospital de S. João, no Porto são negativos para a presença do vírus do ébola. A mulher, de 45 anos, do Grande Porto, que esteve em África, foi internada domingo ao fim da tarde, avança o Jornal de Notícias.

Os resultados das análises foram conhecidos esta manhã e confirmados ao JN por fonte hospitalar.

Domingo, num curto comunicado, a unidade hospitalar informa que deu entrada nas suas instalações "um doente com critérios de caso suspeito de ébola". Sem revelar nem a identidade nem o sexo do paciente, refere apenas que este encontra-se clinicamente estável, tendo ficado internado por ser considerado um "caso suspeito de Doença por Vírus Ébola (DVE)".

Acrescenta que estão a ser processadas amostras para diagnóstico daquela doença, e que novas informações só serão divulgadas quando os resultados forem conhecidos.

Ao que o JN apurou, a doente é uma mulher, de 45 anos, que vive no Grande Porto e que se deslocou ao hospital de transportes públicos. Terá regressado há dois dias de um país africano e, perante as dúvidas em torno de alguns sintomas suspeitos, decidiu deslocar-se às urgências hospitalares.

É de nacionalidade portuguesa e está internada na Unidade de Infectocontagiosos. Fez a triagem e os primeiros resultados preliminares apontam para negativo. Ainda assim, só esta segunda-feira de manhã serão conhecidos os resultados finais que poderão atestar da sua condição física.

Em declarações à agência Lusa, o director-geral de Saúde, Francisco George, garantiu que a doente foi internada por precaução, remetendo mais informações apenas para quando forem conhecidos os resultados.

Este é o primeiro caso de um internamento hospitalar em Portugal por suspeita de ébola. Ainda assim, e num espaço de quatro dias, é a segunda vez que o Hospital de S. João se vê obrigado a responder ao alarme daquela doença que teve África como epicentro.

Recorde-se que, na passada quinta-feira, e tal como o JN noticiou, a unidade hospitalar activou o plano de contingência do ébola, tendo, inclusive, isolado parte da urgência. A suspeita - que depois não veio a confirmar-se - incidia sobre um doente proveniente do Congo.

O caso gerou algum nervosismo, houve doentes que foram retirados da urgência, mas o paciente, que estivera cerca de duas horas numa sala com outros doentes, acabou por ser mandado embora sem ter realizado um único teste de despistagem.

Em Portugal, é no Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, em Lisboa, que são realizadas as análises ao vírus do ébola, assim como a outros agentes com a mesma perigosidade.

O Hospital de São João, no Porto, o Curry Cabral e o Dona Estefânia, em Lisboa, são os hospitais de referência definidos para atender estes casos. Existem 10 camas pediátricas (no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, e São João, no Porto), bem como mais 34 camas para adultos, nos hospitais Curry Cabral, em Lisboa, e no São João, no Porto, prontas para atender possíveis casos de contágio pelo vírus do ébola.

Na última semana, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, assegurou que a Direção Geral da Saúde (DGS) obteve garantias de que Portugal terá acesso ao soro experimental que foi administrado aos doentes que sobreviveram ao vírus do ébola.

Este domingo, foi também o dia em que as autoridades sanitárias norte-americanas confirmaram o primeiro caso de contágio de ébola nos EUA, de uma enfermeira que tratou um liberiano doente num hospital do Texas.

A enfermeira trabalhava no centro hospitalar Texas Health Presbyterian, de Dallas, onde foi tratado o liberiano Thomas Eric Duncan, internado a 28 de Setembro e que veio a falecer a 4 de Outubro.

Trata-se do segundo caso de contaminação fora continente africano, depois de Teresa Romero, uma auxiliar de enfermagem de 44 anos ter sido infectada ao tratar um missionário que morreu depois de ter sido repatriado da Serra Leoa para Espanha.

A Libéria é o país mais atingido pelo vírus da febre hemorrágica, com 2316 mortos em 4033 no total dos sete países afectados, segundo os últimos dados da organização, divulgados na sexta-feira.

Fonte: Jornal de Notícias

9)

Mulher internada no Hospital de S. João não tem vírus do ébola

13/10/2014 - 09:00


Negativo. Os resultados das análises à doente internada no Hospital de S. João, no Porto são negativos para a presença do vírus do ébola. A mulher, de 45 anos, do Grande Porto, que esteve em África, foi internada domingo ao fim da tarde, avança o Jornal de Notícias.

Os resultados das análises foram conhecidos esta manhã e confirmados ao JN por fonte hospitalar.

Domingo, num curto comunicado, a unidade hospitalar informa que deu entrada nas suas instalações "um doente com critérios de caso suspeito de ébola". Sem revelar nem a identidade nem o sexo do paciente, refere apenas que este encontra-se clinicamente estável, tendo ficado internado por ser considerado um "caso suspeito de Doença por Vírus Ébola (DVE)".

Acrescenta que estão a ser processadas amostras para diagnóstico daquela doença, e que novas informações só serão divulgadas quando os resultados forem conhecidos.

Ao que o JN apurou, a doente é uma mulher, de 45 anos, que vive no Grande Porto e que se deslocou ao hospital de transportes públicos. Terá regressado há dois dias de um país africano e, perante as dúvidas em torno de alguns sintomas suspeitos, decidiu deslocar-se às urgências hospitalares.

É de nacionalidade portuguesa e está internada na Unidade de Infectocontagiosos. Fez a triagem e os primeiros resultados preliminares apontam para negativo. Ainda assim, só esta segunda-feira de manhã serão conhecidos os resultados finais que poderão atestar da sua condição física.

Em declarações à agência Lusa, o director-geral de Saúde, Francisco George, garantiu que a doente foi internada por precaução, remetendo mais informações apenas para quando forem conhecidos os resultados.

Este é o primeiro caso de um internamento hospitalar em Portugal por suspeita de ébola. Ainda assim, e num espaço de quatro dias, é a segunda vez que o Hospital de S. João se vê obrigado a responder ao alarme daquela doença que teve África como epicentro.

Recorde-se que, na passada quinta-feira, e tal como o JN noticiou, a unidade hospitalar activou o plano de contingência do ébola, tendo, inclusive, isolado parte da urgência. A suspeita - que depois não veio a confirmar-se - incidia sobre um doente proveniente do Congo.

O caso gerou algum nervosismo, houve doentes que foram retirados da urgência, mas o paciente, que estivera cerca de duas horas numa sala com outros doentes, acabou por ser mandado embora sem ter realizado um único teste de despistagem.

Em Portugal, é no Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, em Lisboa, que são realizadas as análises ao vírus do ébola, assim como a outros agentes com a mesma perigosidade.

O Hospital de São João, no Porto, o Curry Cabral e o Dona Estefânia, em Lisboa, são os hospitais de referência definidos para atender estes casos. Existem 10 camas pediátricas (no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, e São João, no Porto), bem como mais 34 camas para adultos, nos hospitais Curry Cabral, em Lisboa, e no São João, no Porto, prontas para atender possíveis casos de contágio pelo vírus do ébola.

Na última semana, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, assegurou que a Direção Geral da Saúde (DGS) obteve garantias de que Portugal terá acesso ao soro experimental que foi administrado aos doentes que sobreviveram ao vírus do ébola.

Este domingo, foi também o dia em que as autoridades sanitárias norte-americanas confirmaram o primeiro caso de contágio de ébola nos EUA, de uma enfermeira que tratou um liberiano doente num hospital do Texas.

A enfermeira trabalhava no centro hospitalar Texas Health Presbyterian, de Dallas, onde foi tratado o liberiano Thomas Eric Duncan, internado a 28 de Setembro e que veio a falecer a 4 de Outubro.

Trata-se do segundo caso de contaminação fora continente africano, depois de Teresa Romero, uma auxiliar de enfermagem de 44 anos ter sido infectada ao tratar um missionário que morreu depois de ter sido repatriado da Serra Leoa para Espanha.

A Libéria é o país mais atingido pelo vírus da febre hemorrágica, com 2316 mortos em 4033 no total dos sete países afectados, segundo os últimos dados da organização, divulgados na sexta-feira.

Fonte: Jornal de Notícias

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2 Concursos para Técnico Superior sem Candidatos Aprovados – ACSS


Aviso n.º 11345/2014 – Diário da República n.º 197/2014, Série II de 2014-10-13
Ministério da Saúde – Administração Central do Sistema de Saúde, I. P.
Homologação de lista de ordenação final
Aviso n.º 11346/2014 – Diário da República n.º 197/2014, Série II de 2014-10-13
Ministério da Saúde – Administração Central do Sistema de Saúde, I. P.
Homologação de lista de ordenação final

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